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DNA South America finalmente chega ao Brasil

A DNA Genetics desembarca de vez na América do Sul, elegendo o Brasil como centro de suas operações

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O mercado de suínos voltou a registrar bons resultados em 2019. Na visão do Diretor Comercial da DNA South America, Fábio Luiz Rocha, o ano de 2019 pode ser considerado um dos melhores da década para o setor. “Devido à ocorrência da Peste Suína Africana, doença que tem dizimado inúmeros planteis na Ásia, registramos um aumento significativo nas exportações de carne suína, o que refletiu também nos embarques de outras proteínas. A perspectiva é que esse bom momento se mantenha ainda nos próximos dois a três anos, se fizermos bem a nossa parte em termos de biossegurança e qualidade”, pondera.

Apesar do otimismo que domina o setor de proteína animal, algumas barreiras ainda precisam ser vencidas. A título de exemplo, existem enormes oportunidades de avanços em biosseguridade, ambiência, sustentabilidade e melhoramento genético, dentre outras áreas. Em termos de recursos genéticos, por exemplo, estamos há mais de duas décadas sem acesso a novas empresas de melhoramento genético de suínos!

Para preencher esta lacuna e agregar ainda mais competitividade à suinocultura brasileira, a DNA South America, coligada à norte-americana DNA Genetics, acaba de iniciar suas atividades e investimentos no Brasil. Técnicos brasileiros já estão em treinamento nos Estados Unidos, parceiros multiplicadores já estão estabelecidos, equipes de produção, sanidade, melhoramento e vendas já devidamente organizadas.

A DNA South America iniciará suas atividades de campo nas áreas de melhoramento, produção e multiplicação no Brasil já no primeiro semestre de 2020, quando se dará sua primeira importação de fêmeas e machos de todas as linhagens genéticas da empresa. Dentre as inovações em serviços e produtos que chegam agora ao Brasil, estará por exemplo a Linha 600, campeã de resultados que conquistou a confiança dos produtores e indústrias norte-americanos, convertendo-se em líder absoluta de mercado nos Estados Unidos. “Dentre as características desse reprodutor podemos destacar a velocidade de ganho de peso, uniformidade, eficiência alimentar, rendimento de carcaça e qualidade de carne, que tem sido uma exigência já em muitos mercados consumidores”, reforça Thomas Bierhals, Diretor Técnico da DNA South America.

Na linha fêmea, as linhas L200, L400 e L241, de igual forma, tem crescido a passos largos nos mercados norte-americano e europeu. O foco principal da linha materna é conciliar alta prolificidade com a qualidade dos leitões. Mesmo sendo detentora da linha materna mais prolífica do mercado norte-americano, a DNA segue a premissa econômica de que a prolificidade não pode ser implementada de forma irresponsável, pois a qualidade do leitão ao nascimento e o desempenho em ganho de peso e conversão alimentar dos animais até o abate serão os maiores vetores da lucratividade do sistema. “E o nosso melhoramento genético estará concentrado em três linhas genéticas essenciais, sendo duas linhas maternas e uma linha paterna, o que é de extrema importância para a manutenção do foco e garantia de máxima heterose, uniformidade e desempenho ao produtor”, completa Bierhals.

Além disso, a empresa tem investido em ferramentas de tecnologia, como softwares de gestão genética, para garantir a confiabilidade e a segurança do melhoramento realizado. “Queremos tornar o processo produtivo mais eficiente, com coleta de dados 100% informatizada, resultando em segurança genética máxima, afirma Rocha.

Sobre a DNA South America

Recém-chegada ao Brasil, a DNA South America é a coligada Sul-americana da DNA Genetics, multinacional de origem americana que mais cresce no mercado de melhoramento genético mundial de suínos. O braço Sul-americano da DNA trará ao ao suinocultor novas tecnologias, amplo investimento em melhoramento, eficiência logística e um corpo técnico altamente especializado no segmento de genética. Comprometida com a biossegurança e com o ganho genético acelerado, a empresa tem foco em atender as reais necessidades e oportunidades genéticas do mercado Sul-americano.

Como principais recursos tecnológicos, a DNA South America utiliza o programa de genética AccuGain™, o software exclusivo de melhoramento Helix™, um banco exclusivo de dados genéticos e informações genômicas em 100% de sua base genética, para acelerar o progresso genético de seus clientes. De forma inovadora, a DNA South America implantará no mercado Sul-americano uma nova forma de interação técnico-comercial entre o cliente e seu fornecedor de genética.

Fonte: Assessoria
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Biogénesis Bagó assina contrato com Departamento de Agricultura dos EUA para fornecer vacina contra febre aftosa em caso de emergência

Estabelecido recentemente, o banco de vacinas representa uma iniciativa sob a Lei Agrícola de 2018 dos EUA, criada para apoiar de maneira integral a prevenção da febre aftosa e a proteção da produção pecuária de seu território

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Foto: O Presente Rural

O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) escolheu a Biogénesis Bagó como um de seus fornecedores de antígenos e vacinas para um banco de vacinas criado para fortalecer suas medidas de proteção contra a febre aftosa: o National Animal Vaccine and Veterinary Countermeasures Bank – NAVVCB – ou Banco Nacional de Vacinas e Contramedidas Veterinárias. O contrato foi firmado por 17 anos (2020-2037) e consiste em um adicional ao que a empresa já assinou até 2032 com o North American Bank of Foot and Mouth Disease Vaccines (Banco Norte-Americano de Vacinas contra a Febre Aftosa), que os EUA integram com o México e o Canadá.

Estabelecido recentemente, o banco de vacinas representa uma iniciativa sob a Lei Agrícola de 2018 dos EUA, criada para apoiar de maneira integral a prevenção da febre aftosa e a proteção da produção pecuária de seu território. Segundo a entidade, por meio deste novo banco, as autoridades procuram aumentar o nível de proteção do país contra a doença e garantem que haja um número muito maior de doses desta vacina disponível do que as que existem atualmente, através do Banco Norte-Americano.

Os EUA estão livres dessa doença que afeta ruminantes e suínos, portanto, a defesa de seu status sanitário é crucial e exige os mais altos padrões internacionais de biossegurança. No entanto, a constante evolução das doenças e sua propagação entre países e continentes fazem com que os países que são grandes produtores de gado e suínos, como é o caso dos EUA, precisem aumentar cada vez mais as suas defesas contra a doença.

“A Biogénesis Bagó é uma empresa com vasta experiência e liderança internacional na produção de vacinas contra a febre aftosa e serviços de banco de vacinas, e esses tipos de iniciativas e contratos, que visam prevenir doenças que afetam gravemente a produção de carne e leite, reforçam o nosso compromisso com a evolução da saúde animal”, afirma o CEO da companhia, Esteban Turic.

“Com muitos anos de experiência, desenvolvimento tecnológico e capital humano, a Biogénesis Bagó se consolidou como uma referência mundial na luta contra a febre aftosa. E validou isso com realizações importantes, como a participação em campanhas de emergência em países como Argentina, Uruguai, Taiwan, Coreia do Sul e Vietnã, e a construção de uma fábrica na China, sendo a única empresa estrangeira com produção local naquele país, que é o maior usuário de vacina contra a febre aftosa do mundo”, salienta Diretor de Operações Industriais em Inovação da Biogénesis Bagó, Rodolfo Bellinzoni, que é uma referência mundial na área.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Antimicrobianos devem ser utilizados de forma racional nas granjas

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Foto: Nelson Mores/ Embrapa

Os antimicrobianos têm uma história positiva de combate aos agentes patogênicos que afetam aves e suínos. Entretanto, o uso indiscriminado dessas substâncias pode mais prejudicar do que auxiliar, fazendo com que as bactérias criem resistência à sua ação. “Muitas vezes, os antimicrobianos são utilizados para corrigir problemas de manejo como um ‘fator de segurança’. Por isso, é importante ter sempre o acompanhamento de um médico veterinário para a utilização de maneira consciente, escolhendo da forma mais adequada os tratamentos e respeitando o tempo que devem ser realizados. Tudo isso levando em conta as necessidades reais para combater os micro organismos. Afinal, eles são os responsáveis técnicos e, como tal, contribuem para disseminar a informação correta e segura”, alerta Ana Caselles, gerente técnica regional da Sanphar Saúde Animal.

A resistência aos antimicrobianos não é o único problema que o uso inadequado dos medicamentos pode causar. O excesso pode ter efeitos tóxicos nos animais, comprometendo sua saúde e bem-estar, podendo leva-los à morte. Esses exageros podem, ainda, comprometer a saúde humana, visto que podem haver resíduos de molécula na carne que será consumida caso, assim como as doses, os períodos de carência não forem seguidos.

Ana Caselles explica que o uso racional dos antimicrobianos não configura, exatamente, em diminuição do seu uso, mas em utilização adequada. Ela ressalta o importante papel dos veterinários, profissionais responsáveis que lideram as ações de prevenção, diagnóstico e tratamento nos animais. E isso passa, necessariamente, por medidas de biosseguridade. “A vacinação e o manejo sanitário correto da granja também são essenciais. Além desses cuidados, quando houver necessidade os veterinários devem receitar antimicrobianos que combatam os agentes infecciosos específicos, seja com administração via água de bebida, ração ou injetável”.

A gerente técnica da Sanphar América Latina explica que os antimicrobianos mais adequados para a saúde animal são aqueles que eliminam o agente infeccioso e que, para ter essa informação, são necessários alguns procedimentos, como o isolamento da bactéria, realizar antibiograma e, assim, avaliar a resistência ao antibiótico.

Ana Caselles reforça que, para que os antimicrobianos continuem eficazes no tratamento dos animais, é preciso que tais medicamentos sejam utilizados de maneira adequada conforme as orientações dos veterinários, assim como as indicações de uso dos fabricantes.

“A Sanphar tem o compromisso com os clientes e com a produção animal fornecendo não apenas antimicrobianos seguros e de alta qualidade, mas também informações de uso correto dos medicamentos, treinamento e educação sanitária para clientes e distribuidores, de modo que tenham ciência e responsabilidade na administração correta das moléculas”, conclui Ana Caselles.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Avicultura

Linha Sadia Bio leva transparência à mesa do consumidor com certificações

O processo de produção das aves apresenta os selos da Certified Humane e da WQS, que validam o reconhecimento e a qualidade dos produtos ao consumidor final

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 Foto meramente ilustrativa

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, em parceria com mais de 40 produtores rurais que fornecem aves de corte à unidade de Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, produz os frangos da linha Sadia Bio que leva o selo internacional Certified Humane. No ano passado, cerca de 6 milhões de aves foram beneficiadas por esse projeto certificado pela ONG Humane Farm Animal Care, atestando alto nível de bem-estar animal.

Além do Certified Humane, a linha também é certificada pela WQS, que confirma a não utilização de antibiótico promotor de crescimento ou terapêutico durante a criação. Essas auditorias são importantes reconhecimentos que garantem práticas de produção e a transparência dos processos da BRF ao consumidor final.

“O bem-estar animal faz parte da nossa estratégia e, em sinergia com essas e outras entidades internacionais de certificação, mantemos o compromisso que está ligado ao desenvolvimento sustentável do nosso negócio e garantimos a qualidade da cadeia produtiva no que diz respeito aos nossos produtos”, afirma Mariana Modesto, gerente executiva de Sustentabilidade da BRF.

Para obter as certificações, as granjas precisam prover um ambiente que estimule o comportamento natural das aves, tais como a iluminação, que garante que os animais tenham tempo maior de repouso. Além disso, as aves da linha Sadia Bio são alimentadas com ração 100% vegetal, à base de milho e soja, com adição de vitaminas e minerais.

A linha garante na produção o bem-estar e possibilita também a rastreabilidade, que permite que o consumidor saiba a origem do produto que está colocando à mesa. Com o número do lote, localizado na embalagem, é possível saber qual família criou o frango que está consumindo.

“A Sadia está conectada às tendências globais e com a linha Bio seguimos com o compromisso de levar o melhor à mesa dos consumidores, aproximando as pessoas dos produtores e disponibilizando tecnologias para que elas possam acompanhar de perto a origem dos alimentos”, afirma Marcelo Suárez, diretor de marketing da BRF.

Fonte: Assessoria
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