Conectado com

Notícias Segundo Peixe BR

Definição dos aditivos alimentares para pescado aumentará oferta de produtos derivados

Definição estabelece aditivos alimentares e coadjuvantes de tecnologia autorizados para uso em pescado e produtos de pescado

Publicado em

em

Divulgação

Entrou em vigor, no dia 19 de dezembro, a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 329/2019, que estabelece os aditivos alimentares e coadjuvantes de tecnologia autorizados para uso em pescado e produtos de pescado. A Peixe BR (Associação Brasileira de Piscicultura) atuou em prol dessa resolução.

Os aditivos alimentares podem estar presentes no pescado ou nos produtos de pescado como resultado da transferência por meio dos ingredientes usados em sua formulação, desde que estejam autorizados para uso nos ingredientes, nas respectivas funções e limites máximos.

Além disso, os aditivos alimentares e os coadjuvantes de tecnologia devem atender, integralmente, às especificações de identidade, pureza e composição estabelecidas pelo Comitê Conjunto de Especialistas da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/OMS); Código de Produtos Químicos Alimentares; Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos; ou União Europeia.

Os limites máximos previstos correspondem aos valores a ser observados no produto pronto para consumo, preparado de acordo com as instruções do fabricante.

“É mais um avanço importante para a indústria do pescado, pois agora teremos grande número de produtos derivados de peixes para os consumidores. Atualmente, temos no MAPA mais de 40 novos produtos aguardando a liberação dos aditivos. Com a resolução, teremos em 2020 aumento da oferta de novos produtos prontos e semi-prontos de peixes no mercado, aproximando a realidade hoje dos frangos e suínos”, informa Francisco Medeiros, presidente executivo da Peixe BR.

Além da Peixe BR, também apoiaram a resolução a Compesca, Sinpesca, Abipesca, Sindipi e Conepe.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

15 − seis =

Notícias Mercado

Maior demanda e oferta limitada elevam preços dos ovos

Devido ao período de início de mês, a demanda por ovos aumentou

Publicado em

em

Divulgação/AENPr

As cotações dos ovos subiram em todas as praças acompanhadas pelo Cepea nos últimos dias. Devido ao período de início de mês, a demanda por ovos aumentou, e, além disso, as temperaturas mais baixas em boa parte das principais regiões produtoras vêm limitando a oferta de ovos, uma vez que tendem a diminuir a produção das poedeiras.

Quanto aos embarques brasileiros do produto in natura, conforme dados da Secex, o Brasil exportou 115,9 toneladas de ovos em junho, 37,7% menor do que o volume registrado em maio e, ainda, 67,4% abaixo do observado em junho/19.

De modo geral, os embarques de 2020 têm sido menores do que os de anos anteriores, principalmente por conta do recuo nas vendas para importantes parceiros comerciais, como os Emirados Árabes Unidos.

Fonte: Cepea
Continue Lendo

Notícias Safra 2019/2020

Colheita de milho 2ª safra alcança 35%, diz Arc

Em relação ao levantamento da semana passada, o avanço foi de dez pontos percentuais

Publicado em

em

Divulgação

A colheita de milho segunda safra 2019/20 no Brasil alcançou 34,9% da área plantada, abaixo dos 49% registrados no mesmo período do ciclo anterior, mas acima dos 30,9% da média histórica, disse a consultoria Arc Mercosul na sexta-feira (10).

Em relação ao levantamento da semana passada, o avanço foi de dez pontos percentuais, com as chuvas prejudicando os trabalhos no Paraná, um dos principais produtores da cultura.

“As chuvas têm sido bem prejudiciais para os produtores do Sul do país (Paraná e Santa Catarina). As chuvas pesadas dificultaram bastante a colheita no sudoeste e centro do Paraná nestes últimos sete dias, pelo menos”, disse à Reuters o diretor da Arc, Matheus Pereira.

Com estas adversidades, a colheita da “safrinha” no Paraná alcançou 14% da área estimada.

Fonte: Reuters
Continue Lendo

Notícias Coronavírus

Lobby da carne no Paraná resiste a regras de distanciamento em frigoríficos, mostra ofício

Lobby da carne argumenta que o distanciamento mínimo de 1,5 metro reduziria a produção nas fábricas em cerca de 43%

Publicado em

em

Divulgação

Representantes da indústria de processamento de carne pediram ao governo do Paraná, o maior Estado produtor e exportador de frango do Brasil, que reconsidere as regras locais destinadas a aumentar o espaçamento entre os trabalhadores em frigoríficos durante a pandemia de Covid-19, de acordo com um ofício visto pela Reuters.

O lobby da carne argumenta que o distanciamento mínimo de 1,5 metro exigido pela Resolução 855, publicada em 1o de julho no Paraná, reduziria a produção nas fábricas em cerca de 43%, de acordo com o ofício de 2 de julho assinado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Sistema Ocepar e o Sindiavipar. A distância média dos trabalhadores nas unidades de produção de suínos e aves é de 0,85 centímetros, segundo o ofício.

A portaria federal 19, que vigora desde junho e trata da operação de abatedouros brasileiros em meio à pandemia, deveria prevalecer sobre as normas estaduais, disse o ofício dos representantes da indústria. Mas as regras federais exigem apenas um metro de distanciamento físico nas fábricas, o que o Ministério Público do Trabalho em três Estados da Região Sul disseram à Reuters ser insuficiente. Segundo a indústria, um metro de distanciamento entre os trabalhadores já representaria uma queda de cerca de 18% na produção de carnes.

Respondendo à manifestação das empresas, a chefe da Procuradoria do Trabalho no Paraná, Margaret de Carvalho, solicitou “uma reunião em caráter de urgência” com o governador paranaense na quinta-feira (09), de acordo com outro ofício visto pela Reuters.

A procuradora-chefe defende a aplicação continuada das regras locais, à medida que os frigoríficos se transformaram em centros de contaminação do novo coronavírus. “Na atividade frigorífica existem atualmente 16 plantas que estiveram ou estão em surto, sendo que 6 já possuem mais de uma centena de casos confirmados”, diz o ofício da procuradoria, emitido na quinta-feira.

Em comunicado na sexta-feira (10), a ABPA, que representa gigantes do setor como a BRF SA a JBS SA, reiterou a posição expressa no ofício de 2 de julho. “Embora existam diferentes pontos de vista, a harmonização das normas garantirá a segurança jurídica a quem produz, assim como possibilitará a manutenção dos trabalhos com o propósito de proteger a saúde do colaborador e não permitir que falte alimentos para a população brasileira.”

Santa Catarina, o maior Estado produtor de carne suína do Brasil, também ponderou revogar suas próprias regras, mais rígidas que as federais, para a operação de abatedouros durante a pandemia, o que atraiu crítica dos procuradores do trabalho no estado.

Fonte: Reuters
Continue Lendo
Evonik Biolys

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.