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Debate com especialistas em armazenagem e escoamento de grãos percorre o Paraná em ano de supersafra

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Pela primeira vez, a safra brasileira de grãos tem potencial para 200 milhões de toneladas em 2013/14. Trata-se do segundo salto consecutivo de mais de 10 milhões de toneladas, impulsionado pela soja e pelo milho. Os desafios que essa onda de crescimento sem precedentes impõe à armazenagem e ao escoamento da produção serão tema de uma rodada de debates em cinco cidades do Paraná, a partir desta sexta-feira (01/11).
O Ciclo de Palestras Informação e Análise do Agronegócio vai reunir produtores, agrônomos, técnicos, empresários e autoridades do agronegócio em Ponta Grossa (1/11), Cascavel (18/11), Londrina (02/12), Maringá (02/12) e Curitiba (12/12). O primeiro debate, na Associação dos Engenheiros Agrônomos dos Campos Gerais, das 8h às 11h, ocorre num momento em que o Paraná entra nos 40% finais do plantio de soja e milho de verão.
O investimento em armazenagem se tornou uma estratégia econômica, vai mostrar o professor de pós-graduação e técnico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Eugênio Stefanelo na abertura de cada debate. O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) vai levar um especialista em cada edição para falar do programa de financiamento de armazéns que tem R$ 5 bilhões por ano até 2018.
Em todas as edições do Ciclo de Palestras, o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, tratará do programa de expansão dos terminais e das atividades portuárias. O potencial da safra e as implicações do crescimento da produção ficam a cargo de Giovani Ferreira, coordenador da Expedição Safra e coordenador do Agronegócio na Gazeta do Povo.
“As intensas variações em volume de produção verificadas nas últimas safras acendem a luz vermelha da infraestrutura e nos remetem à reflexão sobre se este é ou não um crescimento sustentável“, avalia Ferreira. 
O Ciclo de Palestras é realizado pelo núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo em parceria com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR). Tem patrocínio do BRDE, da Perfipar e do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP).
Serviço: As inscrições para o Ciclo de Palestras Informação e Análise do Agronegócio devem ser feitas pelo e-mail rsvp@grpcom.com.br. Basta enviar uma mensagem e aguardar confirmação. Programação completa no site agrogp.com.br. 

Fonte: Ass. Imprensa do evento

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Notícias Rebanho bovino e bubalino

Adapar alerta sobre importância da vacinação contra a brucelose

Doença é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

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Divulgação/Adapar
A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) alerta sobre a necessidade de vacinar o rebanho bovino e bubalino contra a brucelose. A doença é causada pela bactéria B. abortus e pode ser transmitida para seres humanos.

O abortamento é o principal sinal, e, ocorre geralmente no último terço da gestação. Outros sinais indicativos da doença é o nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, corrimento vaginal, inflamação das articulações e inflamação dos testículos.

A brucelose bovina é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

“Assim como a campanha de atualização de rebanhos é necessária para melhor conhecimento, rastreabilidade e análises de risco no Estado do Paraná, a comprovação da vacinação contra brucelose é necessária e obrigatória para a manutenção da sanidade do rebanho bovino e bubalino e para a diminuição da prevalência da doença”, disse a coordenadora do programa, médica veterinária Elenice Amorim.

Vacinação

Uma das principais medidas de controle da brucelose bovina é a vacinação. Fêmeas, entre três e oito meses de idade, devem ser vacinadas obrigatoriamente (Portaria nº 305/2017) e deve ser comprovada a aplicação, uma vez por semestre. No Brasil, é permitida a utilização das vacinas B-19 ou RB-51 (Vacina Não Indutora de Anticorpos Aglutinantes). A B-19 é atualmente a mais utilizada devido ao menor custo. A vacinação deve ser realizada corretamente sob a responsabilidade de um médico veterinário cadastrado na Adapar.

O uso de equipamento de proteção individual (EPI) é fundamental para o vacinador, para evitar acidentes vacinais.

Propriedades não regulares com a vacinação contra brucelose ficam impedidas de movimentarem seus animais (GTA) para qualquer finalidade.

Transmissão 

A brucelose bovina é transmitida principalmente pela ingestão de pastagem contaminada pela urina de bovinos doentes, restos fetais e restos de placenta. A doença pode ser introduzida em um rebanho sadio, pela aquisição de bovinos infectados. Por esse motivo, é importante a realização de quarentena e de novos exames para que os animais possam ser incorporados ao rebanho.

Exames periódicos fazem parte da estratégia de controle da doença. Para fêmeas que receberam vacina B19, os exames podem ser realizados com idade superior a 24 meses. A bezerras vacinadas com a RB-51 e os animais machos podem ser submetidos ao exame a partir dos oito meses de idade, quando não apresentarão anticorpos colostrais, que podem influenciar no resultado dos exames ocasionando falsos positivos.

Notificação 

Nos casos de animais reagentes no teste de triagem, a Adapar deve ser imediatamente notificada para tomada de medidas de confirmação e controle. A notificação deve ser feita pelo médico veterinário habilitado que realizou os testes diagnósticos, em até 24 horas após a leitura.

Fonte: Adapar
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Notícias Apreensão

Frente fria deixa produtores de milho em alerta no Brasil

Preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras.

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Arquivo/Gilson Abreu/AEN

Apesar da expectativa de safra recorde no Brasil, os valores do milho voltaram a subir na semana passada, interrompendo, portanto, o movimento de queda diária consecutiva que vinha sendo verificado desde o encerramento de abril.

Segundo pesquisadores do Cepea, os preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras. Esse cenário tem limitado o ritmo de negócios internos.

Além disso, as cotações também foram impulsionadas pelas altas externas do cereal, que, por sua vez, subiram diante de estimativas oficiais indicando possível queda na produção mundial do cereal, devido ao clima desfavorável nos Estados Unidos e a dificuldades diante da guerra na Ucrânia.

Fonte: Cepea
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Notícias Análise Cepea

Valorização do dólar eleva preço da soja em grão no Brasil

Cenário atraiu importadores para o país, o que resultou em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

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Arquivo/OP Rural

Os preços da soja em grão subiram no Brasil na semana passada.  Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização do dólar frente ao real atraiu importadores para o Brasil, resultando em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

Agora, as atenções de agentes estão voltadas à temporada 2022/2023 no Hemisfério Norte.

Segundo o USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos -, a área mundial a ser cultivada com soja é estimada em 134,93 milhões de hectares, 3,65% maior que na temporada passada e um novo recorde.

A produção também é apontada para ser recorde, de 394,69 milhões de toneladas, 13% superior à safra passada.

Para o Brasil, a área de soja é prevista pelo USDA em 42 milhões de hectares, um novo recorde, resultando em produção de 149 milhões de toneladas, 19,2% a mais que o estimado para a safra 2021/2022 (125 milhões de toneladas).

Fonte: Cepea
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ANPARIO 2021

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