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Da semente à farinha, como a escolha da cultivar favorece a comercialização do trigo

Identificar cultivares antes da semeadura aumenta a rentabilidade e melhora o desempenho do mercado. Orientações serão repassadas durante o Show Rural

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A área reservada de trigo para a safra 2017/2018 ainda é incerta, mas o que todo triticultor espera é se poderá contar com condições favoráveis de clima para um bom desenvolvimento da planta e, posteriormente, se o seu produto será facilmente comercializado. Como a cultura de inverno ainda gera dúvidas ao produtor rural na hora da escolha de qual cultivar semear, é necessário que ele busque algumas respostas. Será que existe uma farinha certa para atender a demanda e desempenho que o mercado busca? A resposta está no planejamento da safra. O primeiro passo é conhecer a realidade do moinho da região antes da semeadura do grão. O segundo, é escolher uma cultivar aprovada pelos moinhos pela sua qualidade industrial e, o terceiro, e não menos importante, é fazer o dever de casa: cuidar bem da sua lavoura. Seguindo esses passos, é possível aumentar a rentabilidade e obter maior desempenho no mercado.

Pensando na qualidade industrial do produto final, a Biotrigo Genética orienta os triticultores durante o Show Rural Coopavel, em Cascavel/PR. As palestras serão realizadas nos dias 5 e 6 de fevereiro na estação de qualidade industrial, no estande da empresa. O estande da Biotrigo está localizado próximo ao estande da Toyota e do pavilhão da avicultura.

Atualmente 56% das cultivares semeadas no campo tem como destino a panificação; 15% são destinados para a fabricação de massas; outros 10% são para produção de biscoito; 10% para uso doméstico e 9% para outros fins. A supervisora de Qualidade Industrial da Biotrigo Genética, Kênia Meneguzzi, explica que as cultivares que estão no mercado são de boa qualidade. No entanto, cada uma atende especificamente a um nicho. “O produtor deve estar atento para qual uso final o grão será comercializado, ou seja, uma das principais ferramentas para melhorar a rentabilidade do produtor que investe no trigo, é conhecer a indicação de cada cultivar”, explica.

Existem hoje no mercado distintas cultivares, cada uma com especificação de cor de farinha; força de glúten; estabilidade e absorção diferentes. Por exemplo, no uso da farinha para massas, a exigência do mercado é de uma farinha mais tenaz (relação de tenacidade e extensibilidade obtida através do teste de alveografia); para biscoito, mais extensível e, para panificação, é mais equilibrada. “O que orientamos ao triticultor é pensar no mercado que visa atender e assim escolher a cultivar, já que as cultivares são bem diferentes umas da outras, mas isso não quer dizer que se perde em qualidade, pois cada produto necessita de uma reologia diferente de farinha para ser produzido. A dica é conhecer o mercado regional em que o produtor está inserido e isso deve acontecer antes da escolha da cultivar”, afirma.

 

Produto aprovado = maior liquidez

Como existem trigos com diferentes indicações e destinos, eles também têm valores distintos no mercado. Por isso, a importância de testar o desempenho industrial de cada cultivar no produto final. “Hoje é essencial a realização de testes de panificação, pois nem sempre a cultivar que passa nos testes de laboratórios possui o mesmo desempenho quando é usada na panificação, por exemplo. Esse trabalho, a Biotrigo realiza internamente, testando as cultivares três anos antes de seu lançamento através de sua padaria experimental, inaugurada em 2015. É esse investimento que garante segurança para o produtor que optar por cultivares TBIO”, acrescenta.

Nos últimos anos, a empresa tem enviado amostras dos trigos para mais de 80 moinhos do país, onde elas são avaliadas de acordo com a metodologia de cada um, o que vem comprovando a evolução na performance de panificação ocorrida. “Houve uma grande evolução em parâmetros como W (força de glúten) e Estabilidade, como o produtor já sabe. O que ele ainda não sabe é que evoluímos também em testes e performance de panificação, e é isto que queremos demonstrar. Com melhor performance, os moinhos vão se interessar menos pelo importado e o trigo brasileiro poderá ter mais liquidez”.

 

Show Rural 2018

As palestras acontecem nos dias 5 e 6 de fevereiro no estande da Biotrigo Genética, no Show Rural Coopavel.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Agrifirm lança nova linha de aditivos no Brasil

A chegada da nova linha faz parte da estratégia de expansão da companhia no país.

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Fotos: Divulgação

Referência no mercado global de nutrição animal, a multinacional Agrifirm acaba de lançar no Brasil a sua marca de aditivos funcionais nesta quarta-feira (21).

Fundada na Holanda e com filiais na Ásia, América do Sul e Europa, a Agrifirm adquiriu duas empresas brasileiras nos últimos seis anos e lançou a sua marca para o mercado brasileiro em 2019, contribuindo localmente com a sua visão de construir uma cadeia alimentar responsável para as gerações futuras, através de soluções em nutrição animal com valor mensurável, relevante e sustentável, desde o campo até a indústria. Com a chegada da nova linha de aditivos no país, a Agrifirm pretende triplicar os seus negócios localmente até 2024, e se tornar uma referência para o mercado brasileiro.

Com o slogan “Nós cultivamos ideias”, a linha de aditivos se chama Agrimprove e utiliza a ciência para aprimorar continuamente a produção de proteína alimentar e, junto com a agroindústria, oferecer alimento de qualidade para a crescente população mundial. Desenvolvida com tecnologia de ponta e com a expertise global da empresa, a gama de aditivos funcionais da Agrimprove conta com adsorventes de micotoxinas, fibras funcionais e ácidos orgânicos.

O diretor a Agrifirm LATAM, John Dortmans, afirma que empresa está otimista com o lançamento da marca no Brasil, porque a partir dela será possível unir a força do agronegócio nacional com as soluções inovadoras e tecnológicas da Agrifirm, que fornecem eficiência e crescimento sustentável, beneficiando toda a cadeia de alimentos. “Sabemos que somente o conhecimento aliado à inovação é capaz de levar soluções sustentáveis com alto valor agregado para o mercado, e a nossa nova linha de aditivos funcionais irá maximizar os resultados dos nossos clientes, elevando os níveis de produtividade, qualidade do produto final e bem-estar animal, otimizando a performance zootécnica”, salienta.  O diretor ainda ressalta que o lançamento da marca se encaixa perfeitamente na estratégia “Better Together” (Juntos somos melhores) da empresa, pois reúne o know-how de todas as divisões de negócios do grupo e coloca à disposição dos clientes da empresa.

 

O diretor comercial a frente da linha de aditivos da Agrifirm na América Latina, Ricardo Suzaki, cita que um dos interesses em trazer a nova linha para o Brasil é o protagonismo que o país exerce na produção de alimentos. “Nós da Agrifirm acreditamos que o Brasil chegou a esse patamar com a tecnologia e a competência dos produtores. Com a Agrimprove, eles podem otimizar ainda mais seus resultados, elevando a produtividade e qualidade dos alimentos”, explica. O profissional pontuou que, em linhas gerais, o setor caminha em busca da máxima eficiência utilizando cada vez menos recursos, focando na produção sustentável – uma demanda que parte também dos clientes, uma tendência para o futuro a partir de uma visão holística.

Além disso, o diretor cita que o Brasil será um ponto de distribuição da Agrimprove para os países mais próximos na América Latina. Para ele, o uso de aditivos é uma maneira de suprir o aumento da demanda por alimentos e, além disso, vai de encontro com a necessidade dos produtores e da indústria em elevar a produção de maneira sustentável.

O lançamento da Agrimprove faz parte de uma série de inovações desenvolvidas pela Agrifirm localmente. Até o momento, mais de 20 produtos já foram lançados nas linhas de nutrição e aditivos, além dos novos lançamentos que estão previstos ainda para esse ano. A nova linha é composta por soluções que auxiliam na saúde, crescimento, produtividade e bem-estar animal.

Devido à pandemia do COVID-19 o lançamento da marca Agrimprove foi realizado por meio de um evento virtual. Um dos convidados especiais do encontro foi o vice-presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), Ariovaldo Zani, que apresentou a palestra “Perspectivas do mercado de nutrição animal no cenário pós COVID-19”.

Fonte: Assessoria
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Empresas Do Sul para o mundo:

BRF movimenta uma cadeia viva que alimenta quatro continentes

Maior exportadora de frango do mundo e uma das maiores produtoras de carne suína do Brasil, a BRF tem entre o coração do Rio Grande do Sul e o oeste do Paraná um de seus principais polos de produção para o mercado externo

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De suínos, a Companhia é responsável por 22% da produção brasileira. Foto: O Presente Rural

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, tem como propósito oferecer produtos de qualidade, cada vez mais saborosos e práticos, para seus consumidores. Para cumprir esse compromisso, conecta o trabalho de milhares de produtores integrados, profissionais nas fábricas e equipes de logística. Maior exportadora de frango do mundo e uma das maiores produtoras de carne suína do Brasil, a BRF concentra nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná um de seus principais polos de produção para o mercado externo.

As unidades da BRF, além de abastecer as famílias brasileiras, alimentaram, em 2019, consumidores de 99 países, de quatro continentes. Esse número de destinos de exportações procedentes da Região Sul pode alcançar uma centena em 2020, considerando que recentemente a planta de Concórdia (SC), que já exportava suínos para Hong Kong, Filipinas e África do Sul, recebeu habilitação para exportar também para o Vietnã.

De municípios como Concórdia, no Oeste catarinense, Lajeado, no coração do Rio Grande do Sul, e Toledo, no Oeste paranaense, são embarcados mais de duas dezenas de tipos de produto, incluindo diferentes cortes de carne e embutidos, rumo a nações de culturas e regiões diversas, tendo o Japão, a 17.360 quilômetros, como o ponto mais distante. O roteiro apresenta uma diversidade de destinos, como Angola (África), Omã e Emirados Árabes (Península Arábica) e México (América do Norte).

De suínos, a Companhia é responsável por 22% da produção brasileira. No caso da proteína de frango, a BRF representa cerca de 12% do comércio global. Se a BRF fosse um país, seria o sétimo maior produtor de carne de frango do planeta, uma nação movida pela gestão sustentável de uma cadeia viva, longa e complexa voltada a proporcionar vida melhor a todos, do campo à mesa.

Fonte: Assessoria
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Empresas Avicultura

Katayama Alimentos prioriza bem-estar das aves

Em época de calor excessivo, cuidados com as aves devem ser redobrados para preservar seu bem-estar e evitar prejuízos

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Foto: Divulgação

O forte calor registrado nas últimas semanas no interior de São Paulo – acima de 41ºC em diversos dias – tem provocado a morte de milhares de galinhas poedeiras e atingido a produção de diversos avicultores. Além de muitas aves não resistirem ao excesso de calor, as que sobrevivem passam a se alimentar menos e beber mais água, resultando em menor produção de ovos e unidades menores. Em algumas regiões, a estimativa dos produtores é que haja uma queda de 30% da produção por conta das altas temperaturas e da baixa umidade do ar.

Atenta ao crescimento sustentado com excelência em qualidade, a Katayama Alimentos, localizada em Guararapes (SP), realizou, nos últimos anos, investimentos significativos em um rigoroso programa de biosseguridade. Atualmente, a tecnologia de ponta está presente em todos os processos da produção de ovos, desde o preparo da nutrição animal à classificação e embalagem dos ovos. Existem, dentro dos aviários, monitoramento em tempo real do consumo de água, controle de ração, conforto térmico, qualidade do ar e todos os aspectos que envolvem o bem-estar das aves.

“Os investimentos realizados pela nossa indústria, para se tornar uma das mais modernas da América Latina, possibilitou oferecer às aves um conforto térmico diferenciado e um bem-estar animal muito seguro. Todos os aviários são climatizados com sensação térmica de 21ºC”. Em nossas instalações as aves não sentem calor e o manejo é muito cuidadoso, afinal, para que elas produzam bem têm que estar felizes, saudáveis e confortáveis”, revela Gilson Katayama, diretor comercial do Grupo Katayama. “Sendo assim, dentro de nosso plantel, a mortalidade das aves nesta época de calor intenso é muito baixa e permanece  dentro dos padrões de normalidade.”

 

Bem-estar animal

Para manter uma produção de ovos eficiente é preciso estabelecer um equilíbrio entre nutrição, saúde e bem-estar dos animais. As aves poedeiras criadas pela Katayama Alimentos vivem em ambientes tranquilos e sem contato com outras espécies de animais. O tratamento é caracterizado por um manejo criterioso, programa de vacinação eficiente e as aves recebem água tratada em tempo integral juntamente com uma alimentação balanceada, de qualidade garantida, fabricada dentro do complexo produtivo da unidade.

“Para alcançar esse estágio de excelência em nossa planta, todo o processo de produção foi repensado e modernizado. Hoje, contamos com equipamentos produtivos e sistema de gestão de última geração, utilizados nas indústrias avícolas mais desenvolvidas do mundo, o que nos assegura aves saudáveis e longevas”, finaliza Gilson.

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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