Conectado com

Notícias Segundo Embrapa

Custos de produção de suínos se mantêm estáveis em setembro

ICPFrango registrou segundo mês consecutivo de alta , enquanto ICPSuíno manteve praticamente estável em comparação a agosto

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

Os custos de produção de suínos e de frangos de corte calculados pelas CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa tiveram comportamentos diferentes no mês de setembro. Enquanto o ICPFrango registrou o segundo mês consecutivo de alta (+1,55%), chegando aos 222,51 pontos, o ICPSuíno manteve praticamente estável em comparação a agosto (-0,03%), fechando o nono mês do ano em 221,69 pontos.

O ICPSuíno mantém uma relativa estabilidade desde junho. De lá para cá, o índice calculado pela Embrapa variou apenas 0,28 ponto. Aliás, o índice de setembro é igual ao de junho (221,69 pontos). Apesar disso, no ano, o ICPSuíno acumula alta de +1,13%. O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina é o mesmo de agosto: R$ 3,88.

Já o ICPFrango acumula uma variação de +2,12% em 2019 e registrou a pontuação mais alta do ano justamente em setembro. O custo de produção do quilo do frango de corte vivo no Paraná passou de R$ 2,83 em agosto para R$ 2,88 em setembro, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

quinze + cinco =

Notícias Mercado

Cotações da carne e do boi gordo recuam na parcial de janeiro

Preços da carne bovina estão em queda no mercado atacadista

Publicado em

em

Divulgação/MAPA

Os preços da carne bovina estão em queda no mercado atacadista. Além da pressão vinda do típico enfraquecimento da demanda doméstica em início de ano – tendo em vista as despesas extras deste mês –, os valores estão se ajustando após a intensa alta verificada no encerramento de 2019.

Nesta parcial de janeiro (até o dia 22), a carcaça casada negociada no mercado atacadista da Grande São Paulo registra média de R$ 13,58/kg (ou de R$ 203,70 por arroba), queda de 8,3% em relação à de dezembro/19. As cotações do boi gordo também estão em queda. Ainda que a oferta de animais para abate siga baixa, frigoríficos têm reduzido o ritmo de compras de novos lotes, por conta da menor saída de carne nos mercados atacadistas, devido ao elevado patamar do preço da proteína e também ao período do ano.

A média deste mês do Indicador do boi gordo CEPEA/B3 está em R$ 194,69, 8,1% inferior à de dezembro. Diante disso, a diferença entre os preços da carne e da arroba passou a ser de 9,01 Reais/@, com vantagem para a carne. Em dezembro, a diferença foi de 10,18 Reais/@, sendo a maior vantagem da carne frente à arroba desde junho de 2018, quando chegou a 12,54 Reais/@. Em janeiro do ano passado, a diferença estava em 5,35 Reais/@. As comparações foram realizadas com base nas médias mensais, em termos reais (foram deflacionadas pelo IGP-DI).

Fonte: Cepea
Continue Lendo

Notícias Mercado

Agronegócio é responsável por 77% das exportações do Paraná

Números mantiveram Estado na 3ª posição no ranking nacional das exportações do setor em 2019, correspondendo a 13,02% do volume brasileiro, que foi de US$ 96,8 bilhões

Publicado em

em

Divulgação/AENPr

O agronegócio foi responsável por cerca de 77,6% das exportações do Paraná em 2019. Dos US$ 16,2 bilhões exportados, US$ 12,6 bilhões são dos produtos do agronegócio. Esses números mantiveram o Estado na 3ª posição no ranking nacional das exportações do setor em 2019, correspondendo a 13,02% do volume brasileiro, que foi de US$ 96,8 bilhões, atrás apenas do Mato Grosso (17,22%) e São Paulo (15,63%).

Os dados são do Ministério da Agricultura e do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Seguindo a tendência nacional, as principais commodities exportadas pelo Paraná foram a soja e as carnes, com destinos como China (soja e frango), Arábia Saudita e Emirados Árabes (frango). Também destacam-se o milho e os produtos florestais. Somados, esses produtos geraram uma receita de aproximadamente US$ 13,1 bilhões para o Estado em 2018, enquanto que em 2019 o valor reduziu para US$ 11,5 bilhões. “Esse fato explica-se pela redução da produção de soja na safra 2018/2019, uma queda de aproximadamente 3,1 milhões de toneladas, já que fatores climáticos como a seca reduziram a produção de soja no Estado no ano passado”, diz o chefe do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura, Salatiel Turra.

Ao registrar exportações totais de US$ 16,2 bilhões, o Paraná recuou mais do que o Brasil (19%) no último ano. As exportações do agronegócio paranaense também caíram 12% de 2018 para 2019. “O agronegócio teve um reposicionamento nas exportações totais do Estado. Esse índice de 77,6% corresponde à segunda maior participação em 11 anos, só perdendo para 2015 (78%). Ao exportar bastante e importar pouco, o agronegócio paranaense gerou um superávit de US$ 11,2 bilhões no ano e US$ 116,2 bilhões em 11 anos”, analisa o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara.

Com relação às importações, o agronegócio do Estado também ocupa a 3ª posição no ranking nacional. Em 2019, o Paraná importou US$ 12,7 bilhões, sendo US$ 1,4 bilhão do agronegócio. Assim, a participação do agro na importação subiu de 9,61% em 2018 para 10,09 % no ano passado.

Produtos

Foram destaques nas exportações do agronegócio paranaense no ano passado o complexo soja, com 13,26 milhões de toneladas e US$ 4,79 bilhões, correspondendo a 14,7% do total brasileiro; o milho, com 4,54 milhões de toneladas e US$ 789 milhões, um crescimento de 302% em relação a 2018; e as carnes, com 1,78 milhão de toneladas e US$ 3,03 bilhões, 18% do total exportado pelo Brasil e crescimento de 8,2% em relação a 2018.

As três principais carnes apresentaram crescimento na receita: frango (aproximadamente 9%), suínos (21,5%) e bovinos (3%). Ortigara destaca que o Paraná é líder nacional na produção de proteínas animais e segundo maior produtor de grãos. “Os números comprovam que somos um importante abastecedor das cadeias animais e também mostram a força do cooperativismo paranaense”, diz.

Também apresentam bons resultados o complexo sucroalcooeiro, com 1,94 milhão de toneladas e US$ 566,8 milhões, e o complexo florestal, com 3,73 milhões de toneladas e US$ 2,31 bilhões, especialmente madeira e a celulose.

Nacional

O Brasil exportou, em 2019, US$ 224 bilhões, queda de 6,4% na comparação com 2018, influenciada por um crescimento econômico ainda baixo e pela redução do ritmo de crescimento da China, principal parceiro comercial do País.

Os produtos do agronegócio correspondem a 43,2% do total exportado pelo País no ano passado, uma queda de 4,8% na comparação com 2018. Houve recuo de 19,6% no saldo comercial total (US$11,3 bilhões de queda) e de 5,3% no agronegócio brasileiro (US$ 4,6 bilhões).

Em 11 anos, o agronegócio trouxe líquidos ao Brasil US$ 836,4 bilhões, resultado de um grande esforço exportador e baixas importações.

Foram destaques nas exportações brasileiras o complexo soja, com 91,65 milhões de toneladas e US$ 32,6 bilhões, predominando a soja em grão; o complexo carnes, com 6,96 milhões de toneladas e US$ 16,5 bilhões, todos com crescimento em 2019 (boi, frango e suínos); o milho, com 43,25 milhões de toneladas (recorde) e US$7,3 bilhões; o complexo sucroalcooeiro, com 19,6 milhões de toneladas e US$ 6,2 bilhões, destacando-se o açúcar; complexo florestal (madeira, papel e celulose), com 24,5 milhões de toneladas e US$ 12,9 bilhões, destacando-se a celulose; o café, com 2,3 milhões de toneladas e US$ 5,1 bilhões; sucos, com 2,5 milhões de toneladas e US$ 2,43 bilhões; e as frutas, com 3,5 milhões de toneladas e US$ 3,5 bilhões.

Fonte: AEN/Pr
Continue Lendo

Notícias Sanidade

Caso de peste suína africana é detectado a apenas 12 km de fronteira da Alemanha

Alemanha está intensificando discussões com o governo polonês a respeito da criação de uma “zona neutra” cercada

Publicado em

em

Divulgação

Um novo caso de peste suína africana na Polônia foi detectado em um javali selvagem a apenas 12 quilômetros da fronteira com a Alemanha, informou na quarta-feira (22) o Ministério da Agricultura alemão. A Alemanha está intensificando discussões com o governo polonês a respeito da criação de uma “zona neutra” cercada, visando impedir que javalis com a doença entrem no país, disse a pasta em comunicado.

A Polônia registrou cerca de 55 surtos de peste suína africana em javalis selvagens em dezembro, com uma série de casos ocorrendo nas proximidades da fronteira com a Alemanha, um dos principais países exportadores de carne suína da União Europeia.

Países asiáticos —incluindo a China— costumam estabelecer proibições às importações de carne de porco provenientes de regiões onde a doença tenha sido detectada, o que gera uma grande perda de negócios para exportadores do produto. Com javalis espalhando a peste pela região, há temores de que as significativas exportações de carne da Alemanha para a China sejam ameaçadas.

A ministra da Agricultura alemã, Julia Kloeckner, e seu par polonês, Jan Krzysztof Ardanowski, chegaram a um acordo no início desta semana para intensificar medidas conjuntas para conter o surto de peste suína africana na Polônia e evitar a chegada da doença à Alemanha.

Os dois países ainda discutirão se a força de defesa civil da Alemanha deve ajudar na instalação de cercas no lado polonês da fronteira, acrescentou o comunicado do ministério.

Fonte: Reuters
Continue Lendo
Mais carne
Biochem site – lateral

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.