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Copartimentação Animal – “Um diferencial Competitivo”

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No ultimo dia 12 de outubro foi realizada a primeira discussão sobre o tema: COMPARTIMENTAÇÃO ANIMAL. Liderada pela Sociedade Amigos de Chapecó (SAC) com o apoio institucional do Nucleovet, da UBABEF, ACAV, Embrapa Suínos e Aves, Sindicarnes-SC e Governo do Estado de SC está sendo discutida a implantação de uma zona de compartimentação animal em Chapecó e região. A compartimentação animal é um instrumento que compreende um conjunto de procedimentos capazes de definir e manejar sub-populações de animais de status sanitário diferenciado dentro de um território ou de uma região com o propósito de prevenção e controle de doenças e a manutenção da atividade do comércio baseado nos princípios do Acordo de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da OMC (Organização Mundial do Comércio) e OIE (Organização Internacional de Epizootias).
O senhor Ariel Antonio Mendes – Científico da UBABEF – União Brasileira de Avicultura apresentou um relato completo sobre a influenza aviária, apresentou estatísticas que determinam a importância do agronegócio, bem como seu papel na economia local, regional, nacional e mundial. A senhora Nelva Grando, representando a BRF destacou a importância da SAC no evento que leva o projeto a uma participação da sociedade no sentido de melhorar nossos controles e proteção dos planteis e consequentemente a salvação de empregos e principalmente refletindo a importância a exemplo do acontecido com os problemas financeiros da Diplomata o caos gerado, e imaginar uma região como Chapecó ou mesmo estado de SC e porque não o Brasil. Já a senhora Luciane Surdi da CIDASC Chapecó falou sobre as fragilidades do sistema local, as dificuldades e os entraves que precisam ser transpostos. O evento contou ainda com a participação de Técnicos do MAPA, CIDASC, CRMVSC, das instituições locais e agroindústrias e autoridades de Chapecó e região. Sr Nadir José Cervelin, apresentou  os impactos econômicos e sociais do negócio aves e suínos ,  os volumes de produção e exportação de  SC e também do Brasil  e  as conseqüências de um eventual surto para a nossa economia e de toda a cadeia produtiva. 
Chapecó (SC) é um pólo de excelência no agronegócio brasileiro. É pioneiro no sistema de produção verticalizado de proteínas animais. Este processo não esta imune a entrada de doenças “especificas”, do tipo Influenza aviária, que uma vez presente poderão impedir o acesso aos mercados compradores internacionais. Na proposta do Projeto Chapecó 2030 uma das ações elaboradas pelos especialistas do setor do agronegócio foi a criação de um compartimento de produção animal, com regras especificas de controle e fluxo para proteger (blindar) os plantéis criados na nossa região.  Segundo senhor Claudio Kracker, presidente da SAC “se nós fomos pioneiros no sistema, temos a melhor produção de suínos e aves, então nós temos que ter as melhores práticas de controle de doença”.
A próxima etapa está prevista para o final do mês de novembro, que tem como objetivo, Sensibilizar empresários do agronegócio e órgãos oficiais, da importância de implantar este projeto para a sustentabilidade da cadeia produtiva.

Fonte: Ass. Imprensa da Vetanco

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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