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Empresas Orion

Conheça a história da empresa que começou na fazenda em 1967

Empresa tem forte atuação em todo Brasil, com grande penetração em todas as fronteiras agrícolas

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Leia na integra a entrevista exclusiva do O presente Rural com o presidente da Orion Tecnologia e Sistemas Agrícolas Ltda, Sr. Ricardo Rodrigues da Cunha

Há quanto tempo a Orion está no mercado brasi­leiro? E quais os mercados e culturas que atende?

A história da empresa começou em 1967, na fazenda de meu pai (Fazenda Congonhas), em Rancho Alegre/PR, onde eu desenvolvi o 1º equipamento de aplicação no sulco de plantio do Brasil. Isso aconteceu para atender a uma demanda dele para combater pragas de solos da cultura da soja.

Sr. Ricardo Rodrigues da Cunha

Ao longo dos anos, fui trabalhando no aperfeiço­amento desse equipamento, uma vez que aumentava significativamente o número de produtos fitossanitários com a indicação para aplicação no sulco, principalmente os biológicos, como inoculantes e outros para controle de pragas e doenças de solo.

Por volta dos anos 90, a pedido de parentes e ami­gos, passei a fabricar esses equipamentos para venda e sempre focado em trazer inovações no conceito e na tecnologia de aplicação.

Como existia uma alta demanda desses equipamen­tos, em 1997, a Orion foi criada em outra fazenda da família, a Fazenda Bom Retiro, em Quintana/SP, onde ficou por alguns anos.

Visando facilitar o acesso à mão de obra e a logística de matéria prima e produtos acabados, a empresa foi transferida para a zona urbana da cidade, depois para Marília e veio, finalmente, para Pompeia, onde está até hoje.

A transferência para Pompeia se deu devido a maior disponibilidade de mão de obra qualificada, em função das empresas do Grupo Jacto e do cluster existente para formação de mão de obra específica.

 

Quais são os principais produtos e serviços ofe­recidos pela empresa?

A empresa é focada no desenvolvimento, produção e comercialização de equipamentos profissionais para a aplicação de produtos líquidos dentro do solo, mas o foco está na entrega do melhor resultado ao produtor.

Assim, além do equipamento em si, a empresa ofe­rece ao mercado serviços para garantir a ele a maior rentabilidade e sustentabilidade.

Serviços de sensoriamento remoto, laboratório de análise nematológica e uma divisão de operações agronômicas, para testes de viabilidade de máquinas e produtos a campo, dão ao agricultor uma visão mais clara da situação de sua propriedade, podendo assim buscar maiores produtividades.

 

Quais os mercados e as culturas que atende? Exportação?

Forte atuação em todo Brasil, com grande penetração em todas as fronteiras agrícolas. Exporta para à América Latina, mas os olhos também já vislumbram ações na África do Sul e nos EUA.

No início, essa tecnologia de aplicação no sulco de plantio estava focada na cultura de soja, mas hoje já são várias as culturas que a utilizam, dentre elas o milho, trigo, arroz, centeio, aveia, algodão, cana, batata, feijão, amendoim, entre outras.

 

Sabemos que a Orion é uma empresa com foco na aplicação de produtos biológicos, fale um pouco desse momento especial dos biológicos e dos diferenciais que as máquinas da Orion oferecem ao produtor.

Realmente o crescimento da utilização dos produtos biológicos acontece numa taxa média de 42% ao ano, nos últimos 10 anos, sendo que em 2019 e 2020 esse crescimento foi ainda maior, chegando a uma taxa de 70% ao ano.

A utilização dos biológicos entrega sustentabilidade ambiental, social, agronômica e econômica, posicio­nando o Brasil como líder na utilização dessa tecnolo­gia, abrindo os caminhos para a entrada em todos os mercados.

Nossa visão como fabricante é adequar nossos equipamentos e processos para atender integralmente às necessidades da biologia, oferecendo soluções para equilibrar os fatores determinantes de uma boa aplicação: pH da água e da calda, temperatura da calda e pressão de trabalho. Controlar bem esses parâmetros nos permite caminhar em busca de uma aplicação mais efetiva.

 

Quais são as projeções para o crescimento da empresa? Como tem avaliado a questão das parcerias estratégicas?

Como disse anteriormente, existe uma expectativa ainda maior de crescimento do nível de adoção dessa tecnologia e a empresa cresce na esteira dessa adoção. Uma linha importante de trabalho é a normatização desses equipamentos de aplicação no sulco, junto à ABIMAQ, As­sociação Brasileira de Máquinas e Equipamentos Agrícolas, visando atender as demandas dos diferentes mercados em relação à rastreabilidade.

Sobre as parcerias, a minha visão vai além da de empresário. Como agricultor, entendo que existe o desejo de se encontrar o maior número de produtos junto a um mesmo fornecedor, por isso a Orion tem buscado esta­belecer parcerias com empresas que são referências no mercado que atuam: e foi assim com a Biotrop.

A parceria com a Biotrop traz a solução completa para o produtor, no que diz respeito a um melhor manejo da microbiota do solo, com vistas à fixação biológica de nitrogênio, controle de pragas e doenças e sem impacto ambiental e social. Queremos oferecer ao produtor o melhor resultado e essa parceria garante isso: possuímos objetivos comerciais comuns, mas, acima disso, compartilhamos os mesmos valores e princípios, o que garante um trabalho fluido e de bons resultados.

Fonte: O Presente Rural
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Como a doença do edema em suínos impacta as granjas?

A doença causa grande impacto na performance dos animais, com altas taxas de mortalidade, especialmente no período de creche, entre 4 e 15 dias após o desmame.

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Foto: Divulgação

A suinocultura desempenha um papel extremamente relevante no agronegócio brasileiro, contribuindo fortemente para o desenvolvimento e crescimento econômico. O aumento da produtividade é uma característica deste setor, que vem respondendo à demanda de mercado. E para o maior crescimento da produção, medidas para o controle de diferentes desafios devem ser adotadas a fim de reduzir os impactos causados.

Um dos importantes desafios sanitários enfrentados nas granjas são os entéricos. E um dos principais agentes que acomete os leitões é Escherichia coli, que pode causar diarreia grave, afetar o desempenho dos animais e aumentar a mortalidade dos suínos, ocasionando um impacto econômico significativo para a granja.

A Doença do Edema (Colibacilose Enterotoxêmica) é uma toxi-infecção caracterizada pela ocorrência de disfunção neurológica, desenvolvimento de edemas e casos de morte súbita. A doença tem alta letalidade e afeta principalmente os leitões entre 4 e 15 dias após o desmame, mas pode incidir sobre suínos em crescimento com 30 a 90 dias de idade, promovendo grandes prejuízos econômicos aos produtores.

Esta doença está associada à presença de cepas patogênicas de Escherichia coli no intestino delgado dos animais acometidos. Sob determinadas circunstâncias essas cepas se multiplicam e produzem substâncias biologicamente ativas como a Verotoxina-2e (VT2e), caracterizada como uma enterotoxina.

“‘A alta vascularização do tecido intestinal, potencializada pela inflamação do endotélio provocada pela toxina, favorece a disseminação sistêmica da VT2e e, como a toxina tem a capacidade de aumentar a permeabilidade vascular, ocorre o extravasamento de líquido que acarreta os edemas subcutâneos”, explica Juliana Calveyra, médica-veterinária e gerente de serviços técnicos LATAM da Ceva.

Os animais acometidos apresentam sintomas como apatia, incoordenação, dispneia ocasionada pelo edema pulmonar, edema de glote e edema de face. Os sinais clínicos podem evoluir para sintomatologia nervosa devido ao edema cerebral, e os animais apresentando paralisia, tremores, convulsões, decúbito com movimento de pedalagem, coma e morte. Os leitões que não morrem pela doença tornam-se refugos.

Os sinais clínicos podem ser confundidos com quadros patológicos de deficiência de vitamina E, intoxicação por sal ou arsenicais orgânicos, e meningite estreptocócica. “O diagnóstico é realizado através de cultura bacteriana de amostras de conteúdo intestinal ou swabs retais. Após o isolamento da bactéria é realizado o antibiograma, que indica o melhor antibiótico para ser usado na granja. A histopatologia de amostras de tecido do intestino grosso, jejuno e íleo pode ajudar no diagnóstico definitivo da doença”, detalha Juliana

O tratamento dos leitões com a Doença do Edema é baseado no controle da hidratação nos animais que apresentem quadro diarreico, antibioticoterapia e diurético para reduzir os edemas. O óxido de zinco pode ser fornecido aos animais.

Alguns fatores podem aumentar as chances de risco da Doença do Edema, como a mudança de ambiente no desmame, mudança brusca de alimentação, estresse do leitão pelo novo ambiente e separação da mãe, misturar muitas leitegadas diferentes na mesma baia, lotação excessiva, higiene precária e desinfeção mal realizada, grande variação de temperatura ambiental, excesso de umidade, ausência de vazio sanitário na troca de lotes.

A prevenção da doença através da vacinação dos animais vem se mostrando cada vez mais eficaz, mas as medidas preventivas ambientais como a limpeza e desinfecção rigorosa da granja, respeitar o período de vazio sanitário na troca de lotes, homogeneização dos lotes, evitar estresse ambiental e térmico para o animal são de extrema importância para manter o rebanho saudável.

“Um manejo bem realizado e a adoção da vacinação para o controle desta e de outras doenças são os melhores pilares para uma granja mais rentável e livre da Doença de Edema”, finaliza Juliana

Fonte: Assessoria
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Importante certificação da Katayama Alimentos reforça compromisso com o consumidor

A conquista da importante Certificação BRCGS demonstra o comprometimento da empresa em fornecer ovos saudáveis e seguros para consumo

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Foto: Assessoria

A alta qualidade dos alimentos fornecidos pela Katayama Alimentos, uma das principais indústrias avícolas do País, foi atestada, em março deste ano, pela Certificação Brand Reputation through Compliance (BRCGS) para os processos de produção dos ovos in natura (com casca) e ovos líquidos pasteurizados, o que comprova o compromisso e o respeito da empresa por seus consumidores.

A Katayama Alimentos é a primeira indústria do segmento de avicultura de postura, no Brasil, a obter o certificado para os ovos in natura, indicando, com esse diferencial, que os ovos que chegam à mesa do consumidor não são todos iguais, e que, portanto, é preciso estar atento à procedência dos alimentos a serem consumidos.

Para se obter a Certificação BRCGS é preciso comprovar que o alimento foi produzido a partir de rigorosos padrões de higiene, qualidade e segurança. A norma prevê que a indústria tenha uma estrutura predial, maquinários, equipe de colaboradores treinados e outras exigências que garantam um sistema robusto de segurança de alimentos, livres de contaminações (físicas, químicas e biológicas) que possam causar danos à saúde.

“O certificado corrobora que utilizamos processos seguros de produção e de gerenciamento da qualidade dos produtos para atender às exigências dos clientes e às obrigações de proteção à saúde do consumidor”, afirma Camila Cuencas, Gestora de Operações Industriais da Katayama Alimentos.

 

Sobre a certificação

Criada em 1998, a Certificação BRCGS é reconhecida mundialmente e tem aprovação de importante órgão internacional, a GFSI (Global Food Safety Initiative), que cria programas de padrões de segurança na área alimentar. Por isso, a certificação é exigida por varejistas, empresas de serviços alimentares e fabricantes de alimentos em todo o mundo.

Pioneira no País a obter essa importante certificação para os ovos in natura, a Katayama Alimentos investiu fortemente no aprimoramento de seu sistema produtivo e na capacitação de profissionais, em um processo que durou mais de um ano. “Esta conquista reforça nosso compromisso de crescer de forma sustentável e trabalhar continuamente para oferecer produtos saudáveis aos consumidores no Brasil e no exterior”, destaca Camila.

Fonte: Assessoria
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KWS Sementes é a marca de sementes de milho que mais cresceu na safrinha 2021

Prestes a completar uma década de atuação no Brasil, a multinacional alemã, KWS Sementes, é a empresa de sementes de milho que mais cresceu na safrinha 2021.

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Divulgação KWS

O dado foi divulgado recentemente pela pesquisa Farmtrak, realizado pela Kynetec, maior empresa especialista em pesquisa de mercado global em saúde animal e agricultura, que revelou que a KWS é a 4º marca em volume de vendas na safrinha, que representa quase 80% do mercado de sementes de milho (cerca de 15 milhões de hectares).

O resultado alcançado é atribuído a diversos fatores. Dentre eles, o trabalho e suporte técnico diferenciado do time de pesquisa e melhoramento da KWS juntamente com a equipe técnica da empresa (Agroservice), que a cada nova safrinha tem seu foco no desenvolvimento de híbridos de milho adaptados às diferentes regiões de cultivo, considerando as condições de cada produtor brasileiro.

Para realizar esse trabalho, a KWS conta com 4 estações de pesquisa em todo o Brasil, que estão localizadas em diferentes zonas ambientais, para desenvolver produtos especificamente testados para as diversas regiões. A companhia inaugurou em 2020 um centro avançado de pesquisa na região Nordeste do país, e direciona anualmente seus esforços para a pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, investindo duplos dígitos em pesquisa.

Contribui, dessa forma, para a evolução da produtividade das lavouras com genéticas superiores. Além disso, conta com a mais moderna Unidade de Beneficiamento de Sementes do país, com capacidade para beneficiar mais de 2 milhões de sacas por ano, e com um sistema de beneficiamento inovador, que utiliza o modelo horizontal que diminui o impacto do processo nas sementes, possibilitando assim sementes de maior qualidade.

“Em tão pouco tempo da KWS Sementes no Brasil, já somos a 4º marca em volume de vendas na safrinha, que representa quase 80% do mercado de sementes de milho. Também, pelo segundo ano consecutivo, ser a empresa que mais cresce no segmento de semente de milho e ter o segundo híbrido mais plantado, o K9606VIP3, são motivos de muita gratidão, satisfação e orgulho”, afirma Marcelo Salles, diretor da KWS na América do Sul.

“Isso só mostra que estamos trilhando o caminho certo durante esta quase uma década em solo brasileiro, sendo uma opção viável às diferentes realidades dos agricultores, provendo a eles produtos adaptados e competitivos, aliados a uma boa assistência técnica no campo. Agradeço imensamente a todos os produtores que têm nos dado a oportunidade de mostrar o nosso trabalho, aos parceiros comerciais, que são pessoas-chave nesse processo de conseguirmos chegar mais longe e alcançarmos mais produtores nas diferentes regiões. Deixo aqui também o meu agradecimento especial a todos o colaboradores da KWS, que têm confiado na estratégia da empresa e têm feito um grande esforço mesmo em tempos de pandemia para executá-la com excelência”, conclui o executivo.

Relembrando que em 2020 a KWS também se destacou em estudo da Kleffmann Group como a marca de sementes de milho que mais cresceu em volume de vendas e em área plantada no mercado total de plantio de milho safrinha no Brasil.

 

Fonte: Ass. de imprensa KWS Sementes
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CONBRASUL/ASGAV

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