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Cobb discute elaboração de programas de biosseguridade na avicultura

Médico veterinário gerente Regional da Cobb-Vantress, Cristiano Emanuelli Pereira, defendeu conceito One Health na elaboração de planos de biosseguridade  

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Médico veterinário gerente Regional da Cobb-Vantress, Cristiano Emanuelli Pereira   - Foto: Divulgação

A segurança sanitária da população mundial é pauta diária com a pandemia de Covid-19. Medidas de higiene e distanciamento social são necessárias para reduzir a transmissão da doença. Em algumas atividades, como na avicultura industrial, esse tema é conduzido com particular sucesso no Brasil. O controle sanitário em granjas é tão rigoroso que o país é um dos únicos no mundo que nunca detectaram um foco de Influenza Aviária (IA). “Todas as ações que fazemos para proteger nossas aves agora fazemos para proteger a saúde humana contra a Covid-19”, destacou o médico veterinário e gerente Regional da Cobb-Vantress, Cristiano Emanuelli Pereira, durante webinar promovido pela empresa, uma das maiores fornecedoras de matrizes do mundo. A palestra online aconteceu simultaneamente para vários países da América Latina, com a participação de centenas de pessoas.

O evento teve o objetivo de manter os produtores e profissionais de agroindústrias atualizados em programas de biosseguridade. Para ele, o principal é saber que sempre é possível melhorar. Ou seja: um programa de biosseguridade deve estar em constante aperfeiçoamento. “Nunca devemos pensar que estamos bem, mas sempre que podemos melhorar”, destacou, reforçando que a biosseguridade está relacionada com saúde e bem-estar das aves. “O entendimento pleno de biosseguridade tem que ser visto com conceitos de saúde e bem-estar”.

Na avicultura, destacou, desafios como “micoplasmas, salmonela, influenza, laringotraqueíte e doença de Newcastle podem ser introduzidos por vários meios, como aves doentes, calçados, roedores ou água. Para tudo isso temos que ter ferramentas para bloquear ou reduzir os riscos. São muitos os riscos de contato das aves com microrganismos, mas 90% das infecções são passadas pelo homem”, orientou o médico veterinário.

Pereira destacou algumas medidas que a avicultura toma no processo de biosseguridade, como isolamento das granjas, controle do tráfego, limpeza e desinfecção das instalações, divisão entre zonas limpa e suja, controle de vetores, como ratos e cascudinho, tratamento térmico das granjas, quarentena de funcionários que tiveram contato com outras aves, mesmo pássaros de estimação, monitoramento da saúde dos funcionários e manutenção de programas de auditoria de boas práticas de produção. Para isso, frisou Pereira, “o treinamento das pessoas é muito importante”.

De acordo com ele, o arco sanitário, que higieniza veículos na entrada das granjas, precisa ser mais eficiente. “O arco sanitário é a primeira barreira em qualquer etapa da produção. Além de arco, precisamos outros mecanismos, pois muitas vezes ele não consegue tirar toda a sujeira só com desinfetante”, sugeriu.

Em algumas etapas da produção, como na criação dos pintinhos que vão povoar as granjas, as práticas de biosseguridade são ainda mais intensas. Para trabalhar, os funcionários precisam tomar dois banhos. Pereira destacou que essas instalações precisam dar o máximo conforto possível para que os funcionários o façam de maneira correta. “O banho dos funcionários tem que ter boa qualidade, com disponibilização de sabão, shampoo, bom espaço. É preciso desinfetar a área todo dia”. O álcool em gel e a limpeza de mãos frequente é outra prática necessária, alertou o médico veterinário. Em sua apresentação, Pereira também ressaltou a importância de manter limpos os arredores dos galpões. Isso ajuda no controle de roedores, e de insetos, como moscas e o cascudinho.

Citou outros pontos importantes na avicultura, como a monitoria da qualidade das rações, da água, e dos fornecedores de maravalha para a cama de aviário, além da execução de um plano de vacinação bem realizado e monitorado. “A biosseguridade requer compromisso e disciplina. É um trabalho diário. Nunca teremos um ponto pleno”, reforçou Pereira. O webinar teve a moderação do diretor Associado de Serviço Técnico da Cobb na América do Sul, Marcus Briganó, do diretor Associado de Marketing da Cobb na América do Sul, Cassiano Bevilaqua e do gerente Sênior de Serviço Técnico da Cobb-Vantress na América do Sul, Luciano Keske.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Polinutri na Fenec Digital

A edição deste ano será realizada no formato digital devido a pandemia e em mais um ano a Polinutri garante participação

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Gerente Técnica de Nutrição e Formulação para Ruminantes da Polinutri Beatriz Venturelli - Foto: Divulgação

A Polinutri em mais um ano confirma participação e convida todos, clientes e parceiros, de Machado (MG) e região para o tradicional encontro cujo objetivo, como descrito no slogan da feira, é levar “Tecnologia e Informação a serviço do campo”, a Fenec 2020. Evento que chega a sua 16ª edição reformulada ao ‘novo normal’.

Neste ano a feira de negócios que acontecerá de 17 a 22 de agosto será realizada no formato digital. Adaptada à pandemia, a Coopama, que desde 1944 trabalha para o desenvolvimento sustentável do agronegócio do Sul de Minas Gerais, não mediu esforços e adaptou sua tradicional feira para entregar informações de qualidade para seus cooperados e público interessado. “A FENEC 2020 é uma excelente oportunidade para os produtores, seja pela qualidade das informações técnicas e de mercado, aliado à participação de marcas consagradas do setor. Por isso, em mais uma edição, estaremos prestigiando”, destaca o gerente da Unidade de Negócios Ruminante Polinutri, Alexandre Siqueira.

A Feira que normalmente é realizada em um espaço físico reunindo fornecedores e cooperados, neste ano será virtual e interativo por meio do site oficial do evento. “Somos parceiros de longa data e prestigiaremos esta ação. Sobretudo, parabenizamos a iniciativa que atesta o compromisso Coopama com o agronegócio, setor que não pode parar”, reforça Alexandre Siqueira.

A médica veterinária e Gerente Técnica de Nutrição e Formulação para Ruminantes da Polinutri Beatriz Venturelli, profissional presente no dia a dia da cooperativa, salienta que a feira é um momento muito esperado pelos cooperados e produtores do Sul de Minas. “Isso porque a FENEC é uma feira de negócios com garantia de preços mais atrativos e negócios longevos.”

O Representante Comercial Polinutri para a região, Lucas Franco, conclui: “o modelo virtual é mais uma inovação Coopama. Uma ferramenta que servirá para estar ainda mais próximo dos cooperados. Avalio que em algum momento este modelo aconteceria. Só foi antecipado devido a Covid-19. Estamos ansiosos e seremos surpreendidos positivamente”, conclui.

Beatriz lembra que a parceria Polinutri e Coopama soma 17 anos. “Somos fornecedores de soluções nutricionais para todas as espécies de animais de produção e atuamos no campo por meio de visitas técnicas para cooperados e clientes Coopama via palestras técnicas sobre os benefícios zootécnicos obtidos com a Coopama Nutrição Animal”.

Serviço: 16ª Edição da Feira de Negócios Coopama – FENEC Digital
Data: 17 e 22 de agosto

Fonte: Assessoria
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Empresas Aliança estratégica

Wisium e Nutreminas fecham parceria estratégica

Iniciativa tem como objetivo fornecer soluções técnicas eficazes e sustentáveis, proporcionando lucratividade ao cliente

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Foto: Divulgação

Aliança estratégica. É desta forma que podemos definir a parceria entre a Wisium, marca global de premixes, aditivos e serviços, e a Nutreminas, especializada na comercialização de produtos com foco na saúde e nutrição animal, com o objetivo de oferecer soluções eficazes e sustentáveis, aumentando a lucratividade do cliente.

Os irmãos José Renato Marinho Monteiro e Henrique Marinho Monteiro, médicos veterinários, respectivamente diretor técnico e diretor geral da Nutreminas, destacam que um dos principais motivos que levou a empresa iniciar uma parceria com a Wisium foi o grande destaque que a marca global alcançou na sua área de atuação. “Além de ser um dos principais players do mercado, a Wisium oferece soluções que vão de encontro aos nossos objetivos e dos nossos clientes”, pontuam.

Os irmãos Monteiro acrescentam ainda que a parceria com a Wisium levará aos clientes da Nutreminas produtos e serviços de excelência e alta qualidade. “Buscamos sempre oferecer soluções que elevem a produtividade e a rentabilidade de nossos clientes. Esses valores são essenciais e determinantes”.

Segundo eles, as soluções das linhas de suínos e de bovinos da Wisium apresentam excelentes resultados e alta competitividade no campo. “Além de comercializar estes produtos, teremos a possibilidade de desenvolver lançamentos de acordo com a necessidade de cada sistema de produção, o que permite atender qualquer tamanho e perfil de cliente”, observam.

Rodrigo Miguel, vice-presidente de Negócios Wisium, afirma que a aliança com a Nutreminas é importantíssima. “Com o suporte da Nutreminas, seremos ainda mais referência em aditivos, premixes e serviços, em cidades brasileiras estratégicas. Construiremos juntos uma história de sucesso e de total comprometimento com os objetivos finais dos clientes”, comenta.

Nutreminas – A Nutreminas iniciou as atividades em 1993 com a representação e distribuição de produtos de nutrição animal na Zona da Mata Mineira. Com o passar dos anos, diversificou atuando na área de saúde e aditivos, ampliando sua atuação para todo Estado de Minas Gerais, além do Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Para administrar todo o negócio, a empresa conta com unidades estrategicamente distribuídas no Estado de Minas Gerais, com matriz em Ponte Nova e filiais em Pará de Minas e Patos de Minas, além de uma unidade no Estado do Espírito Santo, na cidade de Castelo. Atualmente, a companhia tem um setor administrativo muito bem estruturado, amplo depósito, frota própria, e colaboradores altamente capacitados para o atendimento e orientação aos clientes.

Wisium – A Wisium conta com eficientes e diferenciados aditivos em seu amplo portfólio. São produtos que contribuem para a elevada produtividade e rentabilidade de clientes, com os mais variados perfis e necessidades. Entre os aditivos, destaca-se o B-SAFE®, que favorece a saúde intestinal, ao reduzir os patógenos e preservar as bactérias benéficas. Já o T5X® é um adsorvente de micotoxinas que fortalece a autodefesa, ao intensificar a produção de enzimas capazes de neutralizar toxinas.

Além do B-SAFE® e do T5X®, a Wisium tem outros produtos naturais inovadores, como o OILIS®, desenvolvido para o controle da coccidiose, e POWERJET®, poderoso anti-inflamatório para situações de estresse.

Fonte: Assessoria
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Empresas Avicultura

Segurança e previsibilidade garantem a prevenção da Doença de Gumboro

Imunocomplexo Transmune trouxe ao mercado garantia da imunização para IBD

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Foto: O Presente Rural e Assesosria

A Doença de Gumboro gera prejuízos econômicos ao setor avícola pela mortalidade de aves e diminuição da produção do lote contaminado. Contudo, desde o início dos anos 2000, a avicultura brasileira não enfrenta a enfermidade em grandes proporções. A solução, da também conhecida como Doença Infecciosa da Bursa (IBD), está na segurança e previsibilidade da imunização com a Transmune, vacina desenvolvida pela Ceva Saúde Animal.

Transmune promoveu o controle completo da doença de Gumboro  nos diferentes sistemas de produção e situações epidemiológicas em que foi usada. A partir de 2006, a implementação do programa inovador de imunização trouxe impactos positivos na saúde dos lote, com melhorias na mortalidade, desempenho zootécnico das aves.

Maury Lira, médico veterinário da Mixx Nova

Antes da Transmune chegar ao mercado, as adversidades do campo eram divididas por veterinários e produtores. “Encontrávamos dificuldades no treinamento dos granjeiros, na uniformização das vacinas e, também, problemas de qualidade de água, equipamentos e tempo de imunização”, afirma Maury Lira, médico veterinário da Mixx Nova.

Matheus Henrique, sócio-diretor da Vetpharm

A principal justificativa pela confiança dos produtores e veterinários na Transmune é a inexistência de lacuna na imunidade. Por isso, Matheus Henrique, sócio-diretor da Vetpharm, afirma que trabalhar com a vacina é extremamente fácil e positivo pela alta previsibilidade. “A gente já sabe o que esperar do comportamento da vacina.  Isso nos traz segurança e estabilidade em uma conversa com os clientes atuais ou em uma nova negociação com um potencial comprador”, diz o diretor.

Marcelo Pequini, gerente de operações agropecuárias do Flamboiã

Com segurança e previsibilidade dos resultados, a imunocomplexo protege o setor avícola do desafio de todas as cepas virais da Doença de Gumboro e bloqueia a infecção da bursa. Para Marcelo Pequini, gerente de operações agropecuárias do Flamboiã, é indispensável cuidar das aves e a Transmune trouxe o sentimento de confiabilidade.

 

Projetada para ser a primeira vacina aplicada no incubatório, a Transmune foi utilizada em mais de 100 bilhões de frangos de corte em todo o mundo e eliminou os riscos da IBD em aves comerciais no Brasil. Com alta velocidade de imunização e estresse mínimo para as aves, a vacinação é feita via subcutânea sob a pele do pescoço ou in ovo aos 18 dias de desenvolvimento embrionário.

Assim, foram mais de 33 bilhões de doses de vacinas aplicadas em lotes comerciais de frangos de corte. O amplo monitoramento sorológico e resultados de campo confirmaram a eficácia em operações com frangos de corte comercial. Ao longo dos 14 anos de uso, o conceito infalível da imunocomplexo garantiu que a vacina produzida pela Ceva Saúde Animal tenha participação em 70% no mercado atualmente.

Diógenes Braga, Diretor da Usivet

Com 800 profissionais especializados disponíveis para acompanhar o uso da Transmune pelos produtores, o aumento de venda e o alcance do mercado foram transmitidos aos clientes. “Quando a Transmune chegou, tínhamos uma participação de mercado razoável, ainda em crescimento. Tivemos o cuidado de, com o produto, plantar boas sementes em clientes que teríamos abertura de acompanhar e a resposta do produto foi impressionante”, diz Diógenes Braga, Diretor da Usivet. “Saímos de uma participação pequena no mercado, certamente abaixo de 20%, para 60 ou 70% em cerca de três anos de trabalho”, afirma.

Fonte: Assessoria
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Biochem site – lateral

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