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Empresas Avicultura

Ceva participa de curso internacional da Facta sobre matrizes

Gerente de Serviços Veterinários Jorge Luis Chacón ministra palestra sobre impacto das doenças infecciosas sobre a produtividade em granjas

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Gerente de Serviços Veterinários Jorge Luis Chacón - Foto: Divulgação

A Ceva Saúde Animal participa do curso internacional sobre incubação e matrizes de frangos de corte promovido pela Facta (Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícolas), entre os dias 25 e 27 de novembro, em Recife (PE). O gerente de Serviços Veterinários da Ceva, Jorge Luis Chacón, ministra palestra sobre o impacto das doenças infecciosas sobre a produtividade em granjas de matrizes, no último dia do evento.

De acordo com a Facta, o evento de matrizes abordará temas de forte interesse prático na  produção de matrizes, como manejo nutricional, utilização adequada de equipamentos, pontos críticos do manejo e nutrição das matrizes . Sobre incubação, a abordagem buscará reunir todas as áreas de conhecimento técnico de incubatórios, passando pelo manejo de granja de matrizes visando fertilidade, o manejo de ovos férteis, programas de qualidade, gerenciamento de dados, implementação de automação de processos, além de outros temas atuais da área.

Em sua palestra, Chacón mostrará, com exemplos reais, o potencial prejuízo que pode ser  causado pelas principais enfemidades que podem acometer as granjas de matrizes. Segundo ele, a detecção correta das doenças dificulta a quantificação das perdas ocasionadas por elas, tanto em quadros clínicos, como infecções subclínicas.

“A lucratividade da avicultura de corte depende diretamente da qualidade e eficiência da produção de ovos férteis. Para isso, o controle sanitário do plantel é fundamental e crítico. E esse controle só será possível baseado no correto diagnóstico e identificação dos principais desafios sanitários, e na prevenção dessas doenças.”, observou.

Fonte: Assessoria da Ceva
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Empresas Avicultura

Aviagen América Latina investe R$ 20 milhões em novo núcleo de bisavós

Com o início das operações, em 28 de julho, a granja de bisavós 2 passa a contar com quatro dos mais modernos núcleos do país

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Com um investimento de R$ 20 milhões, o primeiro alojamento de bisavós no novo núcleo foi realizado no dia 28 de Julho - Foto: Divulgação

A Aviagen®, empresa de genética de aves que comercializa matrizes da marca Ross por toda América Latina, segue realizando investimentos em granjas e incubatórios no Brasil, para aumentar sua capacidade de produção de avós e matrizes. A empresa inaugura um novo núcleo em sua granja de bisavós localizada em Natividade da Serra-SP, sendo o quarto construído na mesma granja.

Com um investimento de R$ 20 milhões, o primeiro alojamento de bisavós no novo núcleo foi realizado no dia 28 de Julho, para a produção de avós. O novo núcleo para bisavós agrega em sua estrutura o que existe de mais moderno em termos de tecnologia e equipamentos, resultando em maior qualidade, capacidade de produção e eficiência.

A Aviagen inaugura um novo núcleo em sua granja de bisavós localizada em Natividade da Serra-SP

De acordo com o presidente da Aviagen América Latina, Ivan Pupo Lauandos, o novo núcleo de bisavós em Natividade da Serra garante, ainda mais, a produção de todas as linhas genéticas para clientes latino-americanos. “Nossa região segue em constante crescimento e trabalhamos incansavelmente, colaborando com os clientes e toda a indústria avícola para melhorar nossos produtos e serviços. Seguimos comprometidos com o mercado avícola na América Latina e nossa prioridade máxima é fornecer aos nossos clientes uma fonte de proteína de qualidade e acessível”.

Fonte: Assessoria
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Empresas Topigs Norsvin

A Topigs Norsvin consolida no mercado brasileiro a matriz TN70

A fêmea comercial garante ao suinocultor alta performance e rentabilidade financeira com eficiência do nascimento dos leitões até o abate dos suínos terminados

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Divulgação Topigs Norsvin

Desenvolvida pela holandesa Topigs Norsvin, a matriz TN70 atinge patamares de excelência únicos no cenário da genética suína mundial. Considerada por especialistas como a melhor matriz do mundo, a fêmea, híbrida F1 Landrace e Large White, agrega as melhores características de ambas as linhagens.

A matriz já conquistou a preferência de pequenos, médios e grandes suinocultores de diferentes regiões do mundo. No mercado brasileiro suas particularidades fazem dela o animal ideal para o produtor em termos de performance e rentabilidade financeira. A TN70 é uma fêmea suína comercial oriunda do cruzamento de duas linhagens, a Landrace (linha L) original da Norsvin e a Large White (linha Z), proveniente da Topigs.

O melhor de dois mundos em uma única matriz

“Essas duas linhagens eram bastante reconhecidas no cenário do melhoramento genético e da suinocultura, e essa mescla permitiu criar um animal que agregasse as melhores características da linha Z, como a prolificidade, que é a capacidade de produzir um grande número de leitões uniformes e viáveis, e a robustez. Tudo isso atrelado aos destaques da linha L, que são a eficiência alimentar e a qualidade da carcaça, além de ser prolífica e de apresentar uma excelente capacidade de desmame”, explica o gerente de Genética Latam da Topigs Norsvin, Éverton da Silva.

A TN70 tem alta eficiência alimentar, ou seja, é uma fêmea que produz suínos terminados que consomem uma menor quantidade de ração para produzir um quilograma de peso vivo. Essa caraterística é altamente importante na produção de suínos, uma vez que o custo com alimentação representa entre 70 e 75% dos gastos totais da produção. Além disso, com a alta prolificidade, o elevado número de leitões desmamados e suínos terminados contribui com a diluição dos custos fixos de produção.

O gerente explica que a TN70 se destaca tanto na quantidade de leitões nascidos como em desmamados. “Algumas linhagens genéticas têm um alto número de leitões nascidos, porém não conseguem desmamá-los, pois morrem antes de atingida a idade de desmama. Isso porque a fêmea não tem grande habilidade materna ou porque o leitão tem menos viabilidade”.

Preocupada com todo o processo de produção, a Topigs Norsvin focou no desenvolvimento de um melhoramento genético sustentável e balanceado, no qual um leitão a mais nascido vivo representasse também um leitão a mais desmamado. Essa maior viabilidade, juntamente com a prolificidade da TN70, garante ao produtor mais suínos na fase de terminação.

A habilidade materna é outra característica que destaca a fêmea comercial da Topigs Norsvin no mercado brasileiro. Ela possui um grande número de tetos e consegue produzir uma grande quantidade de leite para atender toda a leitegada. “Isso garante a amamentação e o desmame de leitões pesados, fortes e muito mais eficientes”, completa Éverton.

Uma matriz que se adequa a realidade do produtor brasileiro

O Brasil tem duas características muito específicas: é um país continental e de realidades distintas. A produção nacional de suínos também apresenta especificidades. “Independente do sistema de produção, a conversão alimentar representa a eficiência do uso do alimento para produção de carne, sendo inclusive um importante aspecto na economia dos recursos alimentares, aumentando a sustentabilidade da cadeia de produção e a rentabilidade do produtor”, explica o gerente.

Além da eficiência alimentar ser uma necessidade dos suinocultores e da agroindústria, é também uma das principais características da fêmea Topigs Norsvin. “A TN70 é uma matriz que produz um grande número de leitões nascidos fortes e vigorosos, que resultam em terminados uniformes, com extraordinária eficiência alimentar, elevado ganho de peso diário e excelente qualidade de carcaça, com alto rendimento de carne magra, reunindo as características desejadas por toda a cadeia. Economicamente, a TN70 é um animal perfeito”, finaliza Éverton.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas

Granja Boa Esperança apresenta case premiado com leitões

A propriedade suinocultora de Presidente Olegário (MG) é considerada a granja mais produtiva do Brasil

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Divulgação De Heus

Qual o segredo do sucesso da Granja Boa Esperança, de Presidente Olegário (MG), que recentemente foi bicampeã na categoria Produtor Evolução DFA — 301 a 500 matrizes —, quebrando o recorde com um marco de 37,01, na premiação Leitão Black? Para responder a essa pergunta, que gera curiosidade em muitos suinocultores, José dos Reis Amaral, gerente de produção da granja, participou de uma live com a equipe da De Heus.

Fundada em 1996, a fazenda foi comprada pelo suinocultor Agostinho Mansano Peres em 2000. “De 2010 até 2014, éramos uma granja multiplicadora, e depois passamos para uma granja comercial, foi quando o nosso resultado começou a aparecer. Em 2018, fomos campeões de até 500 matrizes e recordistas em 2019, com 37,01 (Desmamado/Fêmea/Ano) — um índice zootécnico reprodutivo da granja —, que permite ser quantificado e conferido por meio de auditoria”, destaca Amaral.

Para ter sucesso na reprodução, o gerente destaca a importância no trabalho de preparação da marrã: “A fêmea recém-desmamada é a matriz do futuro, para tanto são fundamentais uma seleção criteriosa e os melhores cuidados possíveis desde o seu nascimento, para que tenha uma amamentação saudável e um bom desenvolvimento durante todo o processo”.

Com foco em alta produtividade, a Granja Boa Esperança investe em um programa nutricional de qualidade. “As fêmeas seguem as fases de crescimento e terminação com as mesmas rações utilizadas para os animais terminados e, depois (até os 210 dias), a leitoa recebe uma ração de reposição à vontade, a partir daí a ração é diminuída drasticamente pela metade até o pré-flushing, por até 25 dias. Essa ração auxiliará no desenvolvimento da musculatura e na futura lactação da marrã, que é coberta entre 150 a 160 quilos (não menos) e com idade bem elevada, uma média de quase 260 dias. Isso garante uma excelente preparação para a fêmea, por isso nós praticamente não temos a síndrome do segundo parto. Para reduzir o tempo do parto, fazemos um intervalo de consumo de ração — entre três e seis horas antes da procriação —­, garantindo energia para a fêmea durante o processo e uma diminuição do número de natimortos”, detalha Amaral.

A propriedade rural conta com 330 matrizes e faz cobertura de 17 animais por semana: “Para ter sucesso na inseminação, utilizamos um protocolo de 12, 24 e 36 horas, após o início do cio. Hoje, praticamente, não descartamos animais por repetição de ciclo — por ser bem controlado, é baixo­ —, acontecendo apenas esporadicamente, quando a reprodução não é 100%. Sempre temos outro animal pronto para substituição na cobertura. Já as fêmeas, mesmo tendo bons índices, não serão mais inseminadas após o sétimo parto. Trabalhamos com a reposição interna sempre constante de 52%, construindo uma boa imunidade de plantel. E, como o lote selecionado é próprio, diminui a entrada de outros animais e consequentemente os problemas sanitários”, explana Amaral.

Após o nascimento dos leitões, há um acompanhamento especial: “A garantia da mamada do colostro tem trazido resultados positivos na granja apesar dos desafios nesta fase, por isso a mortalidade de leitões na maternidade na nossa fazenda foi de 9,19%, em 2018, para 6,66%, em 2019. Depois do colostro, o animal se alimenta por si só. Normalmente, mantemos 14 leitões por porca, mas isso depende, pois às vezes temos dois partos em um dia, com 18 leitões em cada um. Então, fazemos mães de leite com as fêmeas que serão descartadas.  Com oito dias, damos uma ração pronta da De Heus, que é muito bem aceita pelos leitões”, continua.

Para manter a alta produtividade, muitos suinocultores, assim como a Granja Boa Esperança, investem em um programa nutricional, com foco em performance, que é a linha de produtos do programa Power, com o uso também de algumas especialidades exclusivas da De Heus, como a linha Energy (concentrados energéticos), Milk Pro Farm e Farm Sabor. “O impacto da nutrição de alta performance para o produtor apresenta uma boa resposta produtiva na granja, dependendo de vários fatores, tais como a genética do rebanho, a sanidade, as instalações (ambiência) e a nutrição. No caso da nutrição, o impacto é alto e importante, pois a alimentação permite que o animal demonstre o seu potencial genético, desde que o mesmo esteja sadio e numa condição de conforto ambiental”, detalha Marco Aurélio Marinho Costa, gerente comercial de Suínos.

Segundo Thiago Hirohsi Kuribayashi, Nutricionista de Suínos da De Heus, o case de sucesso da Granja Boa Esperança mostra que o alinhamento entre uma nutrição de qualidade associada a bons manejos ajustados com a equipe técnica da De Heus e a equipe da granja podem trazer bons resultados zootécnicos. “Trabalhamos cada cliente de acordo com sua realidade, de forma a trazer sempre o melhor desempenho e o mais perfeito retorno econômico”.

Organização internacional de origem holandesa, com posição de liderança na indústria de nutrição animal. Fundada em 1911, a Royal De Heus acumula experiência de mais de 100 anos, está presente em mais de 75 países e emprega sete mil colaboradores. Sempre à frente com tecnologias inovadoras e de sucesso entre os produtores, atualmente é considerada uma das 11 principais empresas de alimentação animal no mundo.

No Brasil, possui seis unidades industriais: Rio Claro/SP (2), Apucarana/PR, Toledo/PR, Guararapes/SP e Itaberaí/GO; uma unidade administrativa em Campinas/SP e um centro de distribuição em Caruaru/PE.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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