Conectado com
VOZ DO COOP

Notícias

Aurora Coop atualiza informações sobre política de bem-estar animal

Atendendo orientações dos relatórios anuais da Business Benchmark on Farm Animal Welfare e em atenção às recomendações do Welfare Quality, foi reformulada a página que trata do assunto de bem-estar animal no site oficial da cooperativa.

Publicado em

em

Reprodução

A preocupação com o bem-estar animal é uma prioridade histórica da Cooperativa Central Aurora Alimentos (Aurora Coop) – terceiro conglomerado brasileiro da indústria da proteína animal, uma das primeiras empresas do País a aderir ao Programa Nacional de Abate Humanitário, em 2009.

Agora, atendendo orientações dos relatórios anuais da BBFAW (Business Benchmark on Farm Animal Welfare) e em atenção às recomendações do Welfare Quality, a Aurora Coop acaba de reformular sua página de bem-estar animal no site oficial www.auroraalimentos.com.br/bem-estar-animal.

Entre os conteúdos editados e acessíveis ao público estão a preocupação com o uso frequente de antibióticos, a prevenção das mutilações e a transição para sistemas de produção mais evoluídos.

Os programas Suíno Ideal e Frango Aurora definem as boas práticas de produção e trazem orientações sobre os cuidados com o uso rotineiro de antibióticos. Por outro lado, a Cooperativa Central participa ativamente de fóruns de discussões sobre o tema junto às entidades do setor, incentivando a área técnica ao uso racional e consciente  daquelas substâncias. Nesse aspecto, a Aurora Coop cumpre rigorosamente as diretrizes dos mercados internacionais mais exigentes.

Outra preocupação é a prevenção de mutilações, conforme estabelece a Instrução Normativa 113, de 16 de dezembro de 2020, do Ministério da Agricultura. Essa atividade é priorizada e valorizada pecuniariamente nos programas de boas práticas de produção. Ações de orientação, treinamento e penalização resultam na redução e eliminação das mutilações. A adoção maciça da imunocastração em toda a criação intensiva de suínos é uma das inovações que contribui para o bem-estar dos animais.

A Aurora Coop avança no compromisso de transição para sistemas que promovem maior bem-estar animal. Testemunho dessa evolução é a migração contínua do sistema de alojamento de matrizes suínas de box para baias coletivas. Outro exemplo é a a construção, em 2019, da Unidade de Disseminação de Genes estruturalmente desenvolvida em sintonia com os novos conceitos e recomendações de segurança e conforto aos suínos.

Todos os novos projetos estão subordinados a esse mesmo padrão construtivo e aos conceitos de Welfare Quality. Para obter a adesão de toda a cadeia produtiva, a Cooperativa Central Aurora Alimentos inseriu nos contratos de fornecimento com as cooperativas filiadas e com os produtores rurais o compromisso do cumprimento das recomendações técnicas descritas nos manuais de boas práticas de produção. Essa situação é frequentemente auditada, notificada e/ou premiada por meio de programas oficialmente instituídos pela Aurora Coop.

A efetiva implementação das práticas de bem-estar animal exige o comprometimento de todos os atores envolvidos no processo produtivo com animais vivos. O engajamento da cooperativa nessa política está expresso nos manuais de produção, na criação do comitê de bem-estar animal, na contratação de profissionais com dedicação exclusiva e na capacitação de todos os envolvidos.

Essa postura corrobora a missão e a visão da Cooperativa de valorizar a qualidade de vida no campo e na cidade, produzindo com excelência e de forma alinhada com o seu propósito “cuidar de cada um para despertar a prosperidade de todos”.

Fonte: Aurora Coop

Notícias

Malásia habilita quatro novas plantas de carne de frango

Mercado com critérios halal passa a contar com 07 plantas brasileiras

Publicado em

em

Foto - DIVULGAÇÃO Vibra

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou a informação divulgada hoje pelo Ministério da Agricultura e Pecuária sobre a autorização de quatro novas plantas para exportação de carne de frango para o mercado da Malásia.

A habilitação pelas autoridades sanitárias malásias alcança quatro plantas frigoríficas do Brasil – duas unidades da BRF, uma da JBS Aves e uma da Vibra Agroindustrial, que estão localizadas no Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. As unidades habilitadas se somarão às outras três plantas frigoríficas já autorizadas a embarcar produtos para a Malásia – duas da BRF e uma da Jaguafrangos, localizadas no Mato Grosso, Minas Gerais e Paraná.

A Malásia é reconhecida internacionalmente como um dos mercados com os mais elevados critérios para produtos halal entre as nações de maioria islâmica, e tem aumentado significativamente as suas importações de carne de frango do Brasil. No ano passado, o país importou 13,6 mil toneladas, volume 45,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

“Mais que dobramos o número de plantas habilitadas a atender o mercado malásio, que deverá registrar bons incrementos nos volumes embarcados ao longo de 2024. É uma importante notícia para o Brasil, que é o maior exportador global de carne de frango halal e tem visto sua presença aumentar no mercado islâmico”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Conforme o diretor de mercados, Luís Rua, “a articulação de ações entre o Ministério da Agricultura e as demais pastas do Governo, como o Ministério das Relações Exteriores, vem conquistando grandes avanços para a ampliação da presença internacional das proteínas do Brasil, o que se reflete, por exemplo, nas novas habilitações para a Malásia.

 

Fonte: ABPA
Continue Lendo

Notícias

Demanda enfraquecida de farelo de soja mantém pressão sobre cotações

Na média das regiões acompanhadas pelo Cepea, as cotações do produto caíram 2% comparando-se a média da primeira quinzena de abril com a média de março. No comparativo anual, a queda foi de 19,8%, em termos reais.

Publicado em

em

Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

Os preços do farelo de soja seguiram em queda no mercado brasileiro na primeira quinzena de abril, refletindo a cautela de consumidores, sobretudo domésticos.

Indústrias esmagadoras também não mostraram grande interesse em negociar, por conta da valorização da matéria- -prima e da dificuldade no repasse para o derivado.

Também atentos à firme procura por óleo de soja, consumidores esperam pelo aumento no volume do grão esmagado e, consequentemente, por um excedente de farelo, em um contexto em que a recuperação na oferta da Argentina deve limitar as exportações brasileiras deste derivado.

Na média das regiões acompanhadas pelo Cepea, as cotações do farelo de soja caíram 2% comparando-se a média da primeira quinzena de abril com a média de março.

No comparativo anual, a queda foi de 19,8%, em termos reais (IGP-DI de março).

Em Campinas (SP), Mogiana (SP), Rondonópolis (MT), Santa Rosa (RS), Passo Fundo (RS), Ijuí (RS) e Chapecó (SC), os preços do derivado foram os menores desde setembro de 2019, também em termos reais.

Por outro lado, o movimento de baixa foi limitado pelas exportações intensas. Segundo dados da Secex, o Brasil embarcou volume recorde de farelo de soja no primeiro trimestre de 2024, somando 5,2 milhões de toneladas, 15% superior ao registrado há um ano.

Os principais destinos do derivado brasileiro foram Indonésia (18,6%) e Tailândia (12,7%).

Fonte: Por Débora Kelen Pereira da Silva, do Cepea.
Continue Lendo

Notícias

Asgav promove campanha de valorização da carne de frango produzida no Rio Grande do Sul

Por meio deste movimento, o setor avícola quer destacar a procedência e a qualidade do produto que é disponibilizado no mercado gaúcho.

Publicado em

em

Foto: Shutterstock

Incentivar o consumo de carne de frango produzida no Rio Grande do Sul. Este é o objetivo da 3ª etapa da Campanha de Valorização das Marcas produzidas no estado, promovida pela Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav). Por meio deste movimento, o setor avícola quer destacar a procedência e a qualidade do produto que é disponibilizado no mercado gaúcho. Com o slogan “Carne de Frango do RS, a gente reconhece pelo sabor”, o intuito é reforçar o trabalho de divulgação em veículos de imprensa e redes sociais, como já ocorreu nos dois ciclos anteriores. A campanha começou nesta segunda-feira (22) e vai se estender até 30 de julho, com foco principal nas redes sociais e comunicação estratégica.

A continuidade desta ação da Asgav é fortalecer o consumo interno da carne de frango produzida no Rio Grande do Sul. O presidente executivo da Asgav, José Eduardo dos Santos, comenta que a ideia desta nova etapa é de uma campanha criativa e dinâmica para conscientizar a população sobre os benefícios de levar para as suas mesas um produto gaúcho. “Este é um movimento contínuo e proativo da Asgav em busca de alternativas para melhorar as condições de competitividade para o setor, pois valorizar a produção local é valorizar milhares de pessoas, famílias, produtores e trabalhadores do nosso Estado”, esclarece.

Raio x da avicultura

Atualmente, o Rio Grande do Sul é o terceiro maior produtor e exportador de carne de frango do Brasil. Tem 7,3 mil produtores e 21 frigoríficos.

A média de produção de carne de frango do estado é de 1,8 milhão de toneladas.

As vagas de trabalho criadas pelo setor são significativas. São 35 mil empregos diretos e 550 mil empregos indiretos.

Fonte: Assessoria Asgav
Continue Lendo
SIAVS 2024 E

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.