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Após paralisação, custos de produção devem aumentar 30%, informa ABPA

Com menor oferta de produtos, mas com a mesma carga tributária, mesmo custo operacional e possível alta nos insumos para a produção industrial, ficará mais caro produzir

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Após nove dias de paralisação e grandes prejuízos para a cadeia de proteína animal do país, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou em comunicado que ainda há bloqueios que impedem a circulação de animais vivos, rações e produtos frigorificados pelo país. A nota diz que seguem registros de mortes de aves decorrentes do impedimento do transporte de insumos. “Ao mesmo tempo, determinados grupos têm se tornado cada vez mais agressivos. Exemplo disto é a queima de dois caminhões de ração na BR-101, perto da entrada do município de Muritiba, na Bahia”, informa.

De acordo com a Associação, a inconsequência dos atos nos piquetes terá impacto direto no poder de compra do consumidor. “Com menor oferta de produtos, mas com a mesma carga tributária, mesmo custo operacional e possível alta nos insumos para a produção industrial, ficará mais caro produzir. Estima-se que os custos para a recuperação da normalidade do processo deverão ser 30% acima do anteriormente praticado”, diz.

A ABPA ainda conta que as 167 unidades frigoríficas que informaram paralisação seguiram inoperantes ao longo da terça-feira (29). “Parte destas unidades deverá retomar gradativamente a produção a partir desta quarta-feira (30). Com as exportações suspensas, cerca de 135 mil toneladas de carne de aves e de suínos deixaram de ser embarcadas desde o início da greve”, conclui.

Fonte: O Presente Rural com informações da Assessoria

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Notícias Mercado

Poder de compra do suinocultor frente a insumos de alimentação sobe pelo 5º mês

Preços do milho e do farelo de soja, importantes insumos de alimentação da suinocultura, seguem em alta

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Arquivo/OP Rural

Os preços do milho e do farelo de soja, importantes insumos de alimentação da suinocultura, seguem em alta. Apesar disso, cálculos do Cepea mostram que o poder de compra do produtor do estado de São Paulo se mantém em elevação.

Segundo pesquisadores, esse movimento de avanço no poder de compra, inclusive, vem sendo observado há cinco meses e está atrelado à escalada de preços do suíno. A forte valorização do animal vivo no mercado independente, por sua vez, se deve à oferta reduzida de animais para abate e às aquecidas exportações da proteína nos últimos meses.

Na parcial de setembro, o preço médio do suíno negociado na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) já subiu quase 10%.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado Interno

Preços da arroba de boi e de carne se aproximam em setembro

Valores da arroba do boi gordo no mercado paulista têm subido de forma um pouco mais intensa que os da carne

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Divulgação/AENPr

Os valores da arroba do boi gordo no mercado paulista têm subido de forma um pouco mais intensa que os da carne (carcaça casada, no atacado da Grande São Paulo). Diante disso, dados do Cepea mostram que, depois de a carcaça casada de boi registrar vantagem de 3,6 Reais/arroba sobre o boi gordo em agosto, essa diferença diminuiu para apenas 54 centavos de Real/arroba em setembro.

Ao longo deste ano, a maior vantagem da carne sobre o boi, de 12 Reais/arroba, foi observada em abril. Já em julho, a arroba do boi gordo foi negociada acima da carcaça casada, em 4,17 Reais – esse, ressalta-se, foi o único momento em 2020 em que o boi mostrou vantagem sobre a carne.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Cepea

Competitividade da carne de frango cresce pelo 4º mês seguido

Diferença entre os preços do frango inteiro e os das carcaças bovina e suína vem se ampliando de forma consecutiva há quatro meses

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Arquivo/OP Rural

A diferença entre os preços do frango inteiro e os das carcaças bovina e suína vem se ampliando de forma consecutiva há quatro meses. Em setembro, dados do Cepea mostram que a diferença observada foi recorde, quando consideradas as séries mensais.

Esse contexto garante elevada competitividade à carne de frango frente às substitutas e, consequentemente, maior liquidez no mercado doméstico.

A demanda internacional também está aquecida, o que vem resultando em altas generalizadas nos preços dos produtos avícolas.

Fonte: Cepea
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