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Alternativas seguras para substituição das fontes de fibra nas formulações de rações

Escassez de farelo de trigo e casca de soja no mercado faz com que produtores de ovos e suínos procurem alternativas viáveis para suplmentação de fibra nas dietas dos animais. Situação foi agravada por fatores climáticos e aumento do uso do farelo

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Nas últimas semanas os produtores de ovos e suínos têm observado uma alta significativa do preço do farelo de trigo e mesmo sua escassez no momento da compra. As principais razões para isto são alterações climáticas no Sul do País que diminuíram a produção e o aumento do uso deste ingrediente na dieta de ruminantes. Neste ponto a alta do milho teve impacto direto, pois com a elevação acentuada deste grão nas últimas semanas fez com que muitos criadores de bovinos substituíssem parcialmente o milho pelo farelo de trigo. Em maio o trigo grão em reais por tonelada saiu de 800,00, já considerado alto, para 825,00, com tendência de elevação ainda maior, conforme relata o site o Cepea.

 

Na primeira semana de abril, a demanda por farelo de trigo esteve fraca, com redução nas aquisições e pequena queda nos preços. Porém, nas semanas seguintes, a demanda por parte das indústrias de ração voltou a se aquecer fortemente, principalmente por conta do elevado preço do milho, o que resultou em aumento nos preços do derivado do trigo. Além disso, a demanda maior que a oferta, já que moinhos estiveram com a moagem reduzida, ajudou a sustentar os preços do derivado na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. O valor médio do farelo de trigo ensacado em abril, considerando-se as regiões acompanhadas pelo Cepea – PR, RS, SP, SC –, superou em 7,64% o do mês anterior, e em 5,48% o produto a granel. Na mesma comparação, o preço do milho no mercado de lotes (negociações entre empresas) teve alta de 11,3% e no de balcão (preço pago ao produtor), de expressivos 10,1%”. (CEPEA)

 

Em contato com um produtor de ovos no Sul de Minas Gerais, com um plantel aproximado de 1,5 milhão de galinhas de postura, foi identificado problemas de compra do farelo de trigo nas últimas semanas. A fonte informa que o cenário de escassez do farelo e casca de trigo é real e adianta que esta situação poderá perdurar por um longo período.

 

Neste sentido, o CEO e diretor geral da BIOSEN (Salto/SP), Fernando Toledano, alerta para o uso de fibras funcionais, no caso o FIBRECELL® e o OPTICELL®, como alternativas viáveis para suplementação na dieta de animais com restrição alimentar. “As nossas fibras são alternativas viáveis para substituição de 100% do farelo de trigo e casca de soja, possibilitando ganhos tanto no desempenho do animais, como uma melhor gestão logística do uso de fontes de fibra, já que a inclusão de nossas fibras é 10 vezes menor do que a do farelo de trigo”,  informa. Outro destaque, segundo o diretor geral, está na segurança alimentar uma vez que as fibras comercializadas pela BIOSEN são isentas de contaminantes.

 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas

Biochem LATAM realiza seu primeiro webinário

Evento acontecerá em 3 de junho, com foco específico em ruminantes

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A Biochem América Latina vai realizar seu primeiro webinário em 3 de junho, a partir das 8h30, com foco específico em ruminantes. Com o tema “Blends minerais para ruminantes – o que há de novo no mercado”, a live será realizada pelo Dr. Ricardo Manzano, consultor técnico de ruminantes da Biochem Brasil.

O evento será baseado na nova linha BCH Solutions, composta de blends para ruminantes. Os produtos foram desenvolvidos para adição on top e em matrizes nutricionais, adequando-se às dietas oferecidas aos animais.

A linha pode ser usada em bovinos de corte e leite, em diferentes momentos da vida produtiva do animal, seja produção em pasto ou confinamento, garantindo nutrição de qualidade e melhorando as condições no campo.

Com a linha BCH Solutions, os produtores terão tecnologia de ponta em seu rebanho de maneira fácil, acessível e segura, garantindo ótimo retorno sobre o investimento.

“Em um momento de pandemia, o aprendizado e a troca de informações pela internet são muito bem-vindos. Estamos lançando uma linha de produtos para bovinos, e este é o momento ideal para apresentarmos essas soluções ao mercado”, revela Manzano.

Para participar do webinário, basta se cadastrar pelo e-mail: sac@biochem.net.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Tecnologia

Aplicativo auxilia produtor no controle da mastite

Com linguagem simples e acessível a todos, o Mast Check, desenvolvido pela MSD Saúde Animal, é capaz de registrar cada vaca doente e qual o produto usar, independentemente da marca

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Foto: O Presente Rural

A mastite é considerada a doença que mais causa prejuízos para a produção leiteira mundial. No Brasil, de acordo com a Embrapa a enfermidade acomete cerca de 20% a 38% de todo rebanho nacional, refletindo diretamente na produtividade. Estima-se que a redução da produção de leite responda por 70% de todos os custos da mastite, que vão desde os custos com medicamentos, descarte de leite e de animais, efeitos negativos sobre a reprodução e na qualidade do leite.

Pensando em contribuir para a solução deste problema, a MSD Saúde Animal lança o Mast Check, um aplicativo de celular voltado à gestão da mastite. Com a ferramenta de fácil manuseio, é possível registrar a vaca doente, identificar o quarto afetado, o medicamento aplicado, programando as próximas aplicações e o descarte de leite.

“O objetivo é simplificar e levantar a informação, ou seja, a partir de hoje qualquer produtor terá acesso gratuitamente. Muitas vezes, esses dados são coletados de forma artesanal, em um pedaço de papel e as informações podem se perder. Com o Mast Check, o produtor coloca as mesmas informações de antes diretamente no app, que passa a auxiliá-lo na gestão inteligente da mastite”, diz Gustavo Ferro, gerente de Precisão, da MSD Saúde Animal.

De acordo com o executivo, com a tecnologia nas mãos os produtores poderão ter fácil acesso às informações, mesmo não estando na fazenda. Um exemplo é a identificação dos animais em carência para que o controle não fique apenas na mão de uma única pessoa.

Esse é mais um passo do avanço digital na pecuária, de acordo com a gerente técnica da MSD Saúde Animal, Vanessa Masson. “O aplicativo serve como ferramenta anotação simplificada. O app gera automaticamente um plano de ordenha, trazendo informações sobre os próximos tratamentos e descartes de leite, o qual fica online e pode ser visualizado por todos interessados como produtor, ordenhador e veterinário, por exemplo. Também há a possibilidade de consultar o histórico dos dados e realizar o comparativo de resultados entre períodos” afirma.

A ferramenta foi idealizada pelas áreas de precisão, técnica, marketing e consultores da MSD Saúde Animal e faz parte do compromisso da companhia em criar soluções que promovam conectividade e levem ciência para o mercado, aumentando a produtividade nas fazendas e melhorando a vida das pessoas e a saúde e bem-estar dos animais. O Mast Check está disponível para celulares Android e iOS.

Fonte: Assessoria
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Empresas Investimento na suinocultura

Agroceres PIC investe R$ 100 milhões em duas novas unidades de produção e disseminação genética

O investimento faz parte do projeto de fortalecimento da estrutura da Agroceres PIC no Brasil e permitirá a empresa ampliar o fornecimento de fêmeas e reprodutores de alto valor genético e de Genética Líquida

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Foto: Divulgação

Recursos serão destinados para a construção de um novo Núcleo Genético e de mais uma Unidade de Disseminação de Genes. Objetivo do investimento é fortalecer a operação da empresa no Brasil e ampliar sua atuação em países vizinhos como Argentina, Paraguai e Bolívia.

Em um momento de forte retração na economia global, devido a pandemia do novo coronavírus, a Agroceres PIC, na contramão da crise, decide acreditar no Brasil e manter o seu programa de investimentos. Líder no mercado de genética, a empresa anuncia o aporte de R$ 100 milhões para a construção de duas novas unidades de produção na região Noroeste do Paraná: uma moderníssima Granja Núcleo e uma nova Unidade de Disseminação de Genes (UDG).

O investimento faz parte do projeto de fortalecimento da estrutura da Agroceres PIC no Brasil e permitirá a empresa ampliar o fornecimento de fêmeas e reprodutores de alto valor genético e de Genética Líquida, uma forte tendência observada tanto no mercado brasileiro como no sul-americano. “Esse investimento é estratégico para a empresa e reafirma nossa confiança na suinocultura brasileira e paranaense. Com essas novas unidades, vamos fortalecer nossa operação no Brasil e dar um passo importante para garantir novos ganhos de competitividade aos nossos clientes”, afirma Marcelo Araujo Ribeiral, presidente do Grupo Agroceres.

 

Núcleo genético de referência

Projetada para alojar 3.500 fêmeas elite, a nova granja Núcleo da Agroceres PIC deverá ser a mais moderna da América Latina. O projeto construtivo da unidade, elaborado pela empresa norte-americana Pipestone, é inovador e incorpora tecnologias de última geração, atendendo às mais rigorosas normas de biossegurança e bem-estar animal.

“O novo Núcleo Genético da Agroceres PIC será construído em uma área isolada de grandes produções suinícolas, no município de Paranavaí, terá 60 mil m² de área construída e capacidade para produzir até 110 mil animais por ano. Seu foco será fornecer animais de altíssimo valor genético para o Brasil e alguns países sul-americanos”, explica Alexandre Furtado da Rosa, Diretor Superintendente da Agroceres PIC.  Dado o seu grau de excelência, a nova unidade vai funcionar como “backup” genético de sua parceira PIC, na América Latina.

 

Ampliando o negócio de Genética Líquida

O investimento prevê ainda a construção de uma nova UDG, com capacidade de alojamento para 800 reprodutores e uma produção de 1 milhão de doses inseminantes por ano. Quando a nova unidade no Paraná estiver construída, a Agroceres PIC vai elevar o plantel de machos comerciais de suas UDGs para 3.000 animais, que responderão por uma produção anual de 4 milhões de doses de altíssimo nível genético.

Em paralelo, e para dar suporte às duas novas unidades de produção, a Agroceres PIC deverá construir uma fábrica de ração, com capacidade de produção de 30 mil toneladas por ano. A empresa vai investir ainda em mais uma estação TADD (Thermo-assisted drying and decontamination, em inglês), sistema de descontaminação e secagem de caminhões termo-assistida, um processo de alta eficácia na eliminação de potenciais agentes infecciosos de impacto econômico.

“Temos um forte compromisso com a evolução da suinocultura brasileira. Com as novas unidades poderemos aumentar nossa capacidade produtiva, fortalecer nossa operação no país e, principalmente, disponibilizar aos nossos clientes, material genético de altíssima qualidade”, afirma Furtado da Rosa.

 

Fonte: Assessoria
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