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Agro Jacarezinho inicia estação de monta 2014 com 9,5 mil matrizes

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O período de estação de monta (EM) no Brasil varia de acordo com a região em que a propriedade está localizada. Em termos gerais, a EM começa em meados de outubro e vai até maio do ano seguinte.  Na Jacarezinho, esse processo começa em janeiro e se estende até março do mesmo ano, uma vez que o período das águas acaba chegando um pouco mais tarde no oeste da Bahia.  
São apenas 75 dias de trabalho para emprenhar 9,5 mil ventres, sendo 45 dias para inseminar e outros 30 para o repasse. De acordo com a estimativa da equipe de técnicos da AJ, neste período, 79% das fêmeas deverão emprenhar, resultando em aproximadamente 7,5 mil produtos que em breve estarão prontos para comercialização. 
“Temos uma estação muito curta. Com isso, conseguimos impor alta pressão de seleção e somente as fêmeas mais férteis permanecem no rebanho”, ressalta André de Souza e Silva, supervisor técnico em pecuária da empresa.  
A estação de monta é o momento crucial para os projetos pecuários que produzem touros comerciais. Um erro de cálculo pode prejudicar toda uma geração, acarretando em possíveis prejuízos aos usuários dessa genética.  
No caso da Agropecuária Jacarezinho, uma das maiores produtoras de touros Nelore com CEIP do País, que tem colocado no mercado mais de 1.500 reprodutores melhoradores por ano, a estação de monta é um período calculado na ponta do lápis por sua equipe técnica especializada, para que tudo ocorra de acordo com a programação – e com a expectativa dos clientes.  
“A Jacarezinho realiza o melhor trabalho possível de melhoramento genético para oferecer safras de touros cada vez melhores. E é na estação de monta que esses produtos são avaliados de fato, coroando todo o empenho da nossa equipe. Nós trabalhamos com alto nível de pressão tanto para as matrizes quanto para os reprodutores. Dessa forma, podemos oferecer animais melhoradores para contribuir positivamente para a produtividade na pecuária brasileira”, afirma Ian Hill, diretor da Agropecuária Jacarezinho.  
Todos os touros usados no plantel da AJ possuem rígida análise genética. Anualmente os reprodutores são submetidos ao exame andrológico, e somente os animais aptos são destinados ao repasse no rebanho. Além dos indicadores de desempenho, os touros usados pela AJ possuem avaliação genômica, com isso tem-se um considerável aumento na confiabilidade de todo o processo. Vale ressaltar que os touros genômicos atigem até 70% de acurácia, o que equivale a um touro já com produtos avaliados (touro provado).  
Diferentes tecnologias em favor da pecuária – Para obter o melhor resultado em termos de índice de prenhez, a Jacarezinho insemina 63,6% do volume total de fêmeas à disposição, sendo 3.354 por IA (Inseminação Artificial) e 2.500 por IATF (Inseminação Artificial por Tempo Fixo). As demais matrizes são submetidas à monta natural e monta controlada. Normalmente, os lotes de monta controlada são compostos por 50 fêmeas e um touro. Assim, a Jacarezinho consegue avaliar importantes características reprodutivas dos reprodutores.  
Ainda está programada a FIV (Fertilização In Vitro) em 50 das melhores matrizes AJ. A produção será de 350 prenhezes oriundas desse seleto grupo de doadoras. Para ser uma doadora na Jacarezinho, a fêmea – além de ter altos índices na avaliação genética – precisa ter elevada acurácia. Ou seja, são apenas matrizes com mais de três produtos avaliados e todas DECA 1. Essas fêmeas terão um desafio ainda maior após passarem pelo processo de coleta. Elas entrarão para a estação de monta para continuar sua produção tendo seus filhos avaliados com os demais contemporâneos da safra.  

Fonte: Ass. Imprensa da Jacarezinho

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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