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“Agricultura é essencial para o país e não pode parar ”, afirma diretoria da Coamo

Afirmação é do presidente Executivo da Coamo, Airton Galinari, e presidente do Conselho de Administração da Coamo e Credicoamo, José Aroldo Gallassini

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“A nossa atividade é uma atividade de produção de alimentos, uma atividade considerada essencial e por isso não pode parar. Produzimos alimentos desde o campo até a mesa, através dos nossos produtores associados que produzem soja, milho e trigo. Esses produtos vão para nossas agroindústrias e são transformados em alimentos acabados.” A afirmação é do presidente Executivo da Coamo, Airton Galinari, que juntamente com o presidente do Conselho de Administração da Coamo e Credicoamo, José Aroldo Gallassini, gravou um vídeo falando sobre a grave situação que afeta o mercado mundial. O vídeo foi disponibilizado nesta quinta-feira (26), nos sites da Coamo e Credicoamo e nas redes sociais.

Segundo a diretoria da Coamo, “a agricultura tem o seu tempo e o seu tempo não pode ser adiado como se adia um evento social. As colheitas de verão têm que acontecer no verão, as colheitas de inverno têm que acontecer no inverno, senão isso vai gerar um desabastecimento, e quem se lembra do evento da greve dos caminhoneiros, o transtorno que tivemos com o desabastecimento dos supermercados e ao invés de termos um problema, vamos ter dois grandes problemas para garantir a segurança de todos esses agentes cooperados, funcionários, clientes, familiares, fornecedores”, explica o ´presidente Executivo da Coamo, Airton Galinari.

Medidas

A Coamo vem adotando medidas de segurança baseado em três pilares fundamentais, quais sejam os de evitar aglomerações, evitar a circulação de pessoas, a higienização pessoal e de ambientes. Todas essas medidas como redução de carga horária, rodízios, critério de afastamento por quarentena dos funcionários pertencentes ao grupo de risco, tudo isso é feito para garantir a segurança daqueles que estão nessa atividade essencial e não pode parar.

Canais

A Coamo vem orientando e conscientizando seus cooperados para evitar deslocamentos desnecessários e utilização dos vários canais de atendimento, seja pelo Cooperado On Line (Coamo) e Internet Banking (Credicoamo). Em seus canais de comunicação, site, intranet, programa de rádio e redes sociais, a cooperativa publica orientações e divulgações de medidas no combate do coronavírus. “A nossa missão é produzir alimentos, por isso não podemos parar. A agricultura é um dos setores importantes para alavancar a economia nacional, gerar empregos, riquezas e o desenvolvimento para milhões de pessoas em todo o país”, afirma o presidente do Conselho de Administração da Coamo e Credicoamo, José Aroldo Gallassini.

Fonte: Assessoria
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Notícias Coronavírus

NUCLEOVET doa tubos e conectores para ventilação à hospital de SC

Tubos e conectores têm a possibilidade de serem acoplados em ventiladores pulmonares, possibilitando dois pacientes receberem oxigênio através de um único respirador

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O Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) doou na quarta-feira (25) 60 tubos e conectores “Y” e 30 circuitos para ventilação mecânica ao Hospital Regional do Oeste. O valor da remessa foi na ordem de R$ 8.272,50, sendo que outros materiais estão em processo de aquisição pelo NUCLEOVET ao HRO.

Os tubos e conectores têm a possibilidade de serem acoplados em ventiladores pulmonares, possibilitando dois pacientes receberem oxigênio através de um único respirador. Tal procedimento, se necessário, atende rígidas normas técnicas de segurança.

De acordo com dirigentes do NUCLEOVET, a iniciativa tem o objetivo de ajudar frente ao cenário de dificuldades causadas pela pandemia do coronavírus. Em manifestação aos dirigentes do HRO, os dirigentes da entidade afirmam que este é um momento de pensar e ajudar o próximo. “Não estamos acostumados a enfrentar grandes catástrofes, mas agora que estamos diante de uma, precisamos de atitudes altruístas e cooperativas em favor do semelhante atuando alinhados em propósito comum. Uma simples ajuda ao HRO, ao nosso ver, é poder fazer uma ação social de grande importância”, afirmam.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias Mercado

JBS vê dificuldades na logística por coronavírus, mas espera alta em exportações à China em 2020

JBS disse que a pandemia de coronavírus pode causar escassez de contêineres, interrupções nos portos e outros problemas logísticos

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A JBS disse que a pandemia de coronavírus pode causar escassez de contêineres, interrupções nos portos e outros problemas logísticos, mas executivos da maior processadora de carne do mundo afirmaram na quinta-feira (26) que as exportações devem permanecer fortes graças à demanda chinesa.

Em teleconferência de resultados nesta quinta-feira, executivos da JBS, que controla marcas como Seara e Swift, disseram que suas operações de exportação não foram afetadas por nenhuma interrupção como as que atingiram cargas congeladas em contêineres que chegaram à China nas últimas semanas.

Eles disseram que a empresa está apostando em seus relacionamentos de longo prazo com operadores logísticos para manter as exportações fluindo.

O presidente-executivo do grupo, Gilberto Tomazoni, disse que é muito cedo para avaliar o impacto total do coronavírus nas vendas de alimentos, mas observou que os fundamentos do mercado não mudaram, citando a forte demanda da Ásia por proteínas depois que a peste suína africana dizimou rebanhos no continente.

“A China dá sinais claros de recuperação. O tráfego nas principais rodovias subiu mais de 80% e compras da China voltaram fortes”, afirmou Tomazoni durante a teleconferência com analistas do setor.

Tomazoni disse que a empresa não está cortando planos de investimento no Brasil e que a prioridade é continuar produzindo alimentos e mantendo empregos.

A JBS previu que os Estados Unidos suprirão 30% das necessidades de importação de carne suína da China em 2020, com as operações da empresa lá se beneficiando de acordos comerciais acertados por Washington com Japão, Coreia do Sul e China. Segundo ele, a China cortou em março, em cerca de um terço, tarifas de importação de carne suína e bovina dos EUA, que as tarifas sobre carne de frango também foram reduzidas na mesma proporção.

Os executivos da companhia afirmaram que peste suína africana gerou uma diferença de 20 milhões de toneladas entre a demanda e capacidade de produção de alimentos na Ásia e que mesmo com os incrementos de capacidade dos principais produtores em outras regiões essa diferença não será resolvida neste ano. “Aumentos de produção no mundo ainda são muitos pequenos perto da lacuna que tem”, disse Tomazoni.

Executivos da companhia afirmaram que a JBS viu uma migração da demanda do segmento de food service, que atende restaurantes e fast foods, para supermercados no início da epidemia de Covid-19 nos EUA, em meio à corrida das pessoas para fazerem estoques de alimentos em casa. Essa pressão sobre os canais de venda fez a empresa “aumentar muito a produção” para atender o varejo norte-americano nas últimas duas semanas de modo a evitar desabastecimento, movimento que deve retroceder nas próximas semanas, afirmaram os executivos.

A expectativa da empresa é que a margem das operações nos EUA se mantenha estável neste ano. Tomazoni afirmou que a JBS “está sendo muito responsável em movimentos de preços (de seus produtos) para não causar qualquer pânico no mercado”.

Sobre o projeto de listagem de operações da empresa nos EUA, Tomazoni afirmou que segue sendo “estratégico” e “fundamental” para o crescimento da JBS, mas que a crise desencadeada pelo coronavírus obriga a empresa a centrar esforços no atendimento das necessidades de seus funcionários e clientes.

Na quarta-feira, a JBS informou que seu lucro líquido no quarto trimestre aumentou 332% em relação ao período do ano anterior, graças a um aumento nas vendas para a China, que elevou as importações de alimentos drasticamente após a epidemia de peste suína africana, que dizimou cerca de metade dos rebanhos do país. O lucro líquido do quarto trimestre totalizou 2,43 bilhões de reais.

Fonte: Reuters
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Notícias Logística

Medidas contra coronavírus afetam entregas de farinha de trigo

Entidade ressaltou necessidade de evitar o fechamento de fronteiras estaduais

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Arquivo/OP Rural

A descoordenação entre ações federais, estaduais e municipais de combate ao coronavírus tem prejudicado o fornecimento de farinha de trigo em algumas regiões do Brasil, ao criar gargalos para o transporte de mercadorias, disse a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) na quinta-feira (26).

Segundo a associação, em alguns Estados, de 30 a 35% das farinhas não estão sendo entregues. “A alimentação é uma atividade essencial e indispensável ao atendimento das necessidades da população. Hoje, a principal prioridade da Abitrigo, que representa a indústria nacional da moagem do grão, é o abastecimento de toda a cadeia do produto”, destaca.

A entidade ressaltou a necessidade de evitar o fechamento de fronteiras estaduais e garantir que os transportadores possam dispor dos serviços de apoio nas estradas, como os de borracharia e de alimentação, que foram dificultados pelo fechamento de restaurantes, além de evitar problemas em algumas estradas que apresentam limitação de trafego e da falta de caminhões pelo fechamento de lojas nas cidades. “A ausência dessas facilidades está acarretando sérias consequências para o fornecimento do produto”, reitera.

Para a Abritrigo, é importante a ação do Ministério da Infraestrutura junto às autoridades municipais, por meio de ações da Polícia Rodoviária Federal e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), com o objetivo de identificar e reverter decisões de prefeitos que prejudiquem o fluxo de mercadorias e o trabalho dos transportadores.

Fonte: O Presente Rural
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