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ACCS comemora 60 anos

Nesta quarta-feira (24) uma das mais importantes associações de suinocultores do Brasil comemora 60 anos de história e conquistas

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Em 2003, pela primeira vez a ACCS teve uma eleição com duas chapas; grupo de oposição, que na época enxergava a necessidade de mudanças, venceu a eleição

Nascida do propósito de melhorar a genética da suinocultura e engajar os produtores do Estado, a Associação Catarinense dos Produtores de Suínos (ACCS) comemora 60 anos de trajetória em 2019. A data – 24 de julho – simboliza a união de forças que sustenta o trabalho da entidade, considerada hoje a mais representativa do Brasil neste setor.

Atenta às exigências do mercado e às necessidades dos produtores, a ACCS trabalha dando suporte às granjas e também auxilia nas negociações e pleitos que vêm do campo. “A ACCS sempre foi fundamental, pois desde o começo trabalha de olho na indústria para fortalecer o melhoramento genético”, diz o presidente da entidade, Losivanio Luiz de Lorenzi. “Não dá para mensurar o peso da entidade, é uma importância fundamental no aprimoramento do plantel e no crescimento das propriedades”.

Desde o momento de sua implantação, a ACCS teve atuação significativa, a ponto de elevar a região ao reconhecimento de todo o Brasil, como centro de referência na produção e industrialização de suínos, e de conquistar para Concórdia o direito de realizar anualmente a exposição nacional de suínos.

Com conquistas gradativas todos os dias, a entidade enxerga um futuro cheio de desafios. “Sempre vamos ter que bater em alguma coisa diferente para que a carne suína consiga o seu espaço. Já estamos entrando bem no mercado, mas precisamos fazer com que o consumidor veja as questões de saúde, os valores agregados e tudo de bom que tem a nossa proteína”, frisa Lorenzi.

A fundação da entidade

A ACCS foi fundada em 24 de julho de 1959, por um grupo de 81 pessoas, com o objetivo principal de auxiliar no melhoramento genético da suinocultura catarinense. Mas a importância deste papel nasceu bem antes. Os primeiros agricultores a colonizar as terras próximas a Concórdia já criavam porcos para consumo da própria família.

A engrenagem se tornou, com o tempo, um negócio. Lá nos anos de 1950, os cinco principais frigoríficos da região já empregavam mais de 1700 funcionários (Sadia / Perdigão / Chapecó / Seara/ Pagnoncelli). Nasceram as primeiras granjas especializadas, incentivadas pelas indústrias para ampliar a qualidade do produto das raças existentes.

De lá para cá, a ACCS protagoniza a história por se preocupar com a qualidade da suinocultura e com a defesa dos interesses dos produtores. Desde o início, a entidade associou os primeiros produtores, acompanhou o nascimento de granjas que até hoje mantem-se ativas.

Iniciou um trabalho de genética, sanidade, tradição e consumo diante de todo o Estado Catarinense. Foi a pioneira ao implantar a primeira Central de Sêmen do país, visando o melhoramento das raças, maior produção de carne por animal – menos gordura, realizando exposições de suínos vivos e julgamento de animais.

Trabalho de excelência

Após contribuir para formar uma suinocultura de excelência, ao longo das últimas cinco décadas, a ACCS participou com grande responsabilidade de ações que mudaram o valor da suinocultura catarinense. Conquistar o Reconhecimento da OIE – Organização Mundial de Saúde Animal para com Santa Catarina, como área livre de febre aftosa sem vacinação tornou a suinocultura catarinense mais forte. Sendo referência em produção de suínos no mundo, é possível fortalecer também as propriedades.

Central de Coleta e Difusão Genética

Nesta trajetória, a Associação Catarinense de Criadores de Suínos confirma seu pioneirismo no melhoramento genético com a inauguração da Central de Coleta e Difusão Genética da ACCS, na comunidade de Fragosos, em Concórdia. O funcionamento da Central é mais um importante avanço na produção de suínos em Santa Catarina, já que a estrutura tem à disposição as melhores genéticas do mercado e respeita todos os padrões de bem estar animal em seu processo produtivo.

Com base no número de machos alojados, a Central atinge a produção mensal de 19 mil doses de sêmen. Para se ter uma ideia do avanço, em setembro de 2014, quando a ACCS reassumiu os trabalhos da Central, a produção foi de apenas 2.577 doses no mês.

Ao longo de sua trajetória, a ACCS também foi uma grande apoiadora do sistema cooperativista, que através da união, faz uma sociedade mais forte. Com o objetivo de amparar os suinocultores independentes, a ACCS fundou a Cooperativa Agroindustrial dos Suinocultores Catarinenses, a Coasc, no dia 13 de fevereiro de 2014.

A cooperativa foi fundamental, por exemplo, em épocas de crise, oferecendo insumos de qualidade e com preço justo aos produtores.

O diferencial comercial da cooperativa é tão grande, que no início de 2017 foi inaugurada a AgroCoasc. A primeira loja agropecuária da marca está localizada no coração de Concórdia e tem uma grande variedade de preços e produtos.

Participação na política

Seja na esfera municipal, estadual ou federal, a ACCS tem forte participação na política em busca das melhores condições para os suinocultores produzirem. Em 2013, os parlamentares catarinenses aprovaram a criação da Frente Parlamentar da Suinocultura, uma proposta da ACCS que tem como objetivo agilizar as os pleitos propostos para melhorar o setor.

Lei de Integração e Cadecs

Atuando como mediadora nas Comissões de Acompanhamento e Conciliação da Integração, a ACCS acompanha de perto a relação entre produtores e integrados para que a Lei de Integração seja cumprida. Através de uma lei específica, integradoras e seus integrados têm direitos e deveres assegurados.

Salário Educação

No ano de 2010 a ACCS ingressou com uma ação coletiva para que os produtores empregadores rurais deixassem de pagar o imposto “salário-educação”, que incidia sobre a folha de salários à alíquota de 2,5%.

Em 2015 o processou terminou com ganho de causa para a ACCS, permitindo que todos os produtores empregadores rurais deixassem de pagar o imposto, além de terem os valores pagos indevidamente restituídos.

A partir de então, vários empregadores rurais do Estado de Santa Catarina vem se beneficiando através desta decisão, sendo que até o momento já foram recuperados mais de R$ 3 milhões.

Integração entre os associados

Na última década, a ACCS estreitou os laços com os proprietários das granjas de material genético com a realização do Encontro de Produtores de Material Genético do Estado de Santa Catarina. Essa é uma oportunidade para a troca de conhecimento e também oportunizar momentos de lazer para os produtores e suas famílias.

Leilão de Suínos

A entidade também foi precursora na realização do 1º Leilão de Suínos transmitido ao vivo pelo Canal Rural – uma experiência inédita no país. O fato memorável ocorreu durante a Expo Concórdia 2015.

A certeza de que o leilão seria um sucesso se confirmou pelo potencial genético dos produtores catarinenses, em especial das granjas Bagdá, Canadá, Embrapa Suínos e Aves e Suruvi que participaram do leilão e que tiveram 100% dos animais comercializados.

Comunicação e inovação

Hoje a ACCS distribui informações para milhares de pessoas ao redor do mundo através de seus canais de comunicação, sempre com o intuito de aumentar a visibilidade da proteína animal mais consumida ao redor do mundo.

Compromisso renovado

Inovação, dedicação e muito trabalho. Esses são os principais atributos que posicionam a ACCS como uma das entidades mais representativas da suinocultura brasileira. Na data em que comemoramos 60 anos, renovamos o nosso compromisso em trabalhar muito em prol do desenvolvimento da atividade em Santa Catarina. O apoio dos nossos produtores, indústrias e lideranças setoriais, nos fornece energia para construir uma entidade ainda mais forte.

Fatos marcantes na história da ACCS

1959 – Foi fundada a ACCS. Período marcado por profundas transformações na suinocultura, já que a atividade estava em franca expansão, mas tinha dificuldades com a logística.

1962 – Os produtores começaram a receber raças de suínos e aves de outros países, com foco no aumento da produtividade na propriedade.

1964 – Na década de 60, começaram as exposições de animais, eventos que motivavam os produtores a melhorarem os plantéis. Concórdia foi o grande palco da época.

1970 – A ACCS colocou à disposição uma equipe com 40 funcionários para realizar o registro genealógico do plantel de suínos, estrutura fundamental para o controle dos animais daquele período.

ANOS 70 – Attílio Fontana doou um terreno para a construção da sede própria da ACCS, uma das grandes conquistas para o desenvolvimento da entidade e do fortalecimento da classe.

1971 – Santa Catarina lidera a produção suinícola com destaque para o trabalho de excelência desenvolvido pela ACCS. Concórdia também ganhou destaque no cenário nacional.

1976 – Foi inaugurada em Concórdia a primeira Estação de Teste de Reprodutores Suínos. Através da liderança da ACCS, a suinocultura de SC ganhou notoriedade por todo o país.

1976 – Foi construída a primeira central de sêmen do país. O objetivo era difundir amplamente as características almejadas em termos de qualidade e produtividade.

1978 – O Centro Nacional de Pesquisa de Suínos incorporou a área de avicultura. Hoje a instituição é a Embrapa Suínos e Aves – uma referência mundial no desenvolvimento de estudos.

1981 – Como forma de protesto para cobrar ações de combate à crise, um porco foi lançado de paraquedas durante a Exposição Nacional de Suínos, em Concórdia.

2002 – Com a apresentadora Ana Maria Braga como garota propaganda, o consumo da carne suína saltou de sete para 13 quilos per capita ao ano.

2003 – Pela primeira vez a ACCS teve uma eleição com duas chapas. Um grupo de oposição, que na época enxergava a necessidade de mudanças, venceu a eleição.

2005 – Em 2005 ocorreu a primeira SuiLeite, em Concórdia, evento que teve forte atuação da ACCS. O momento era de extrema importância para adquirir conhecimento e realizar negócios.

2007 – Em Paris, Santa Catarina recebeu o certificado da OIE como estado livre de febre aftosa sem vacinação, uma das principais conquistas da suinocultura catarinense.

2008 – Os suinocultores do estado se comprometeram a assinar um TAC para realizar adequações relacionadas ao destino dos dejetos suínos e recomposição da mata ciliar.

2015 – Os estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul foram certificados como área livre de Peste Suína Africana pela OIE. Lideranças do setor estiveram em Paris mais uma vez para receber o reconhecimento.

Fonte: Assessoria
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Notícias 32ª Reunião Anual CBNA

Congresso sobre Nutrição e Bem-Estar Animal encerra inscrições de trabalhos científicos dia 12 de setembro

Evento vai reunir lideranças dos segmentos de aves, suínos e ruminantes de 12 a 14 de novembro, em Campinas, SP

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Termina no próximo dia 12 de setembro o prazo para envio de trabalhos científicos para a 32a Reunião Anual CBNA “Nutrição e Bem-Estar Animal”. Até esta data a comissão científica do evento vai receber trabalhos nas áreas de nutrição de aves (corte e postura), suínos e ruminantes (corte e leite). O trabalho que receber a pontuação mais alta de cada área vai receber o Prêmio CBNA de Pesquisa, que além de um prêmio no valor de R$ 1.500, vai conceder uma inscrição gratuita para qualquer dos eventos realizados pela entidade no próximo ano.

Os trabalhos que atingirem as segunda e terceira melhor pontuação de cada área vão receber o Prêmio Menção Honrosa, que vai dar ao premiado uma inscrição gratuita para qualquer um dos eventos que o CBNA vai realizar em 2020. As normas para a apresentação de trabalhos científicos estão disponíveis no site do evento.

Realizada pelo Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA), a 32a Reunião Anual vai debater as mais recentes pesquisas e tecnologias nas áreas de nutrição e bem-estar animal nos segmentos de avicultura, suinocultura e ruminantes entre os dias 12 e 14 de novembro de 2019, em Campinas, no interior de São Paulo. O objetivo é reunir profissionais da cadeia produtiva com especialistas de renome internacional para debater o futuro da nutrição e do bem-estar animal, anunciou o médico veterinário e presidente do CBNA, Godofredo Miltenburg.

Outras informações sobre a 32a Reunião Anual CBNA “Nutrição e Bem-Estar Animal” estão disponíveis na página do evento ou podem ser obtidas pelo telefone (19) 3232.7518 ou pelo e-mail cbna@cbna.com.br.

Fonte: Assessoria
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Notícias Nutrição

Santa Catarina quer investir na produção de cereais de inverno para alimentação animal

Plantio de trigo, aveia, cevada e centeio pode representar uma alternativa importante de renda para os produtores

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Cleverson Beje

Santa Catarina quer incluir cereais de inverno na alimentação de suínos e aves, diminuindo a demanda por milho. O plantio de trigo, aveia, cevada e centeio pode representar uma alternativa importante de renda para os produtores e também trazem um novo fôlego para o setor produtivo de carnes e leite. Governo do Estado, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), iniciativa privada e representantes dos produtores rurais estudam a inclusão dos cereais de inverno na alimentação animal como forma de diminuir a dependência de milho.

Todos os anos, cerca de quatro milhões de toneladas de milho saem do Centro Oeste ou de outros países para abastecer as cadeias produtivas de suínos, aves e leite em Santa Catarina. Segundo o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa, a produção de outros cereais para complementar a ração animal pode ser um passo importante para garantir a competitividade do agronegócio catarinense em longo prazo. “Além disso, os produtores rurais terão uma renda extra, aproveitando as lavouras também no período de inverno”, ressalta.

O uso de cereais de inverno, como o trigo, cevada e aveia, para alimentação animal não é novidade, essa já é uma prática comum em outros países e que pode ser aplicada também em Santa Catarina. Embora no Brasil não existam cultivares desenvolvidas especificamente para produção de ração, os agricultores poderão utilizar algumas sementes já disponíveis para outras finalidades.

No caso da cevada, por exemplo, quando o cereal não obtiver o padrão para produção de malte pode ser utilizado para compor a ração. O mesmo acontece com o trigo, que pode ser usado tanto para a panificação ou para alimentação animal. “Existem terras que não são aproveitadas no inverno em Santa Catarina e os produtores estão ansiosos para obter uma alternativa de renda. São áreas ociosas que podem ser aproveitadas para plantação de cereais de inverno”, destaca o presidente da Coocam, João Carlos Di Domenico (Paco).

O secretário Ricardo de Gouvêa explica ainda que este é um programa com resultados a longo prazo e que envolve vários elos da cadeia produtiva. “Estamos trabalhando com representantes de vários setores para analisarmos o cultivo dos cereais de inverno e a conversão alimentar. Há um entendimento das agroindústrias e das cooperativas de que esse é um plano viável para Santa Catarina. É importante aproveitarmos essas discussões envolvendo representantes de produtores, cooperativas, iniciativa privada e técnicos da área para evoluirmos e fomentarmos novas culturas no estado. O que pode ser rentável tanto para o produtor quanto para a cadeia produtiva de carnes e leite”, afirma.

O incentivo para produção de cereais de inverno vem complementar as outras ações desenvolvidas pelo Estado para aumentar o fornecimento de insumos. Santa Catarina trabalha para viabilizar a Rota do Milho, trazendo o grão do Paraguai diretamente para o Oeste, além de executar o Programa Terra-Boa, que apoia a produção de milho de alta qualidade.

Milho em Santa Catarina

O milho é fundamental para abastecer as cadeias produtivas de proteína animal instaladas em Santa Catarina. O estado é o maior produtor nacional de suínos, segundo maior produtor de aves e se destaca também na produção de leite. Isso levou o agronegócio catarinense a um consumo de 7 milhões de toneladas de milho por ano, com uma produção média de 3 milhões de toneladas.

Fonte: Assessoria
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Notícias Nutrição

Produção de alimentos para animais na América Latina aumentará em 2019

Em 2018 a região registrou quase 163.3 bilhões de toneladas, o que representou 15% da produção global de alimentos para animais

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Arquivo/OP Rural

A indústria de nutrição animal tem aumentado sua produção ano após ano. Segundo dados da FeedLatina (Associação Latino-americana de Nutrição Animal), a expectativa para 2019 é de crescimento perto de 2.5% com relação a 2018.

A associação, que conta com o apoio de outras entidades do setor como Sindirações no Brasil, Conafab no México, Caena na Argentina e Audina no Uruguai, afirma que existe uma oportunidade no setor graças à participação regional de produtos como carnes de bovinos, frangos e suínos. “O mercado latino-americano tem registrado uma maior participação na produção mundial em consequência dos problemas sanitários que estão ocorrendo na Ásia e como resultado do consumo interno mais estável ou com crescimento em alguns países do bloco. O consumidor também está em busca por carnes e produtos derivados da pecuária de melhor qualidade e cada vez mais acessíveis”, afirma Pablo Azpiroz, presidente para FeedLatina.

Segundo informações da FeedLatina, com dados que contemplam um total de 19 países distribuídos na América do Sul, América Central, Caribe e México, a produção total de alimentos para animais em 2018 na região registrou aproximadamente 163.3 bilhões de toneladas, um incremento de 2.32% em relação a 2017. Esta cifra representou 15% da produção global de alimentos para animais naquele ano. “Conseguimos bons resultados no ano anterior, por isso, nossa expectativa para este ano é de crescimento constante”, comenta Azpiroz.

Desde 2009 o setor tem vivenciado um aumento significativo na região. No ano passado, o setor avícola deteve 52% do montante total, divididos em 38.3% pela produção de frango e 14.1% para a de ovos. Na sequência encontramos a suinocultura com 20.7% e o último lugar é para o setor de bovinos que representa aproximadamente 19% da produção total.

Atualmente é possível constatar uma diversificação das opções para a indústria de nutrição animal. Os desafios para o setor são amplos em termos de quantidade e qualidade, por isso, a FeedLatina tem agrupado mais associações e empresas para unir o trabalho na América Latina e assim conseguir melhores resultados econômicos e regulatórios de forma a facilitar e fomentar a importação e exportação não só entre os países do bloco, mas também com os de outros continentes.

É com esse objetivo que na próxima terça-feira (27) a FeedLatina realizará o I Workshop de assuntos regulatórios de nutrição animal em São Paulo, SP. No evento serão apresentados alguns desafios da indústria, expectativas regulatórias e o seu impacto econômico.

Fonte: Assessoria
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