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Abraves 2013: Farmabase e a carne suína do futuro

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O crescimento da suinocultura no Brasil e no mundo é uma previsão atestada por inúmeras pesquisas de mercado. No ano que vem, a produção mundial vai saltar para 109 milhões de toneladas, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As importações de carne suína vão exigir quatro milhões de toneladas a mais até 2022. E o Brasil é um dos quatro maiores exportadores do planeta.  No plano interno, todo o segmento está envolvido na campanha para que o consumo per capita chegue a 18 quilos por habitante ao ano, até 2015. Este panorama virá acompanhado de intenso confinamento, maior produção por metro quadrado e, por consequência, a exigência de soluções cada vez mais intensas e criativas para a manutenção de um padrão sanitário de qualidade na cadeia produtiva.
Pois estes desafios foram discutidos intensamente nos encontros mantidos pela equipe da Farmabase durante o XVI Congresso da Associação Brasileira de Médicos Veterinários Especialistas em Suínos (Abraves), realizado na primeira semana deste mês, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá (MT). O encontro reuniu especialistas, estudiosos, criadores, representantes de entidades, executivos, profissionais de empresas do segmento e professores do Brasil, México, dos Estados Unidos, da Inglaterra, França, Espanha, Colômbia e Bélgica. Eles discutiram temas como sanidade, estratégias nutricionais para melhorar o desempenho no campo, melhoramento genético para a produção de uma carne mais magra, manejo para bem-estar animal, estratégias de gestão de granjas, sanidade e alternativas para maximizar a produtividade e otimizar a mão de obra.
A Farmabase, empresa que disponibiliza produtos direcionados à manutenção da saúde de suínos e aves, esteve presente no evento, em um estande localizado na Feira Tecnológica da Abraves 2013, recebendo clientes e parceiros para apresentar melhor os produtos de seu portfólio, reforçar as visitas já feitas e conversar sobre novas oportunidades. A equipe foi composta de quatro profissionais. Gladison Carioni, coordenador técnico de Suinocultura, André Grossi, coordenador comercial, Ewerton Zanelato, gerente de contas
especiais e o gerente de Marketing da Farmabase, Flavio Hirose. Eles foram recepcionados no espaço da Tecnomerc Tecnologia Animal, distribuidora que trabalha com os produtos Farmabase nos mercados a partir das unidades de Ribeirão Preto (SP), Rio Verde (GO) e Rondonópolis (MT), pelos parceiros Luciano Flores, diretor técnico, e Carmos Triacca, gerente de negócios suínos & aves.
“Foi bem proveitosa a nossa presença no evento. A Tecnomerc tem boa proximidade com os clientes da Farmabase, com quem conversamos bastante em Cuiabá. E ainda pudemos fazer novos contatos nestes três dias, auxiliando todos que nos procuravam relatando alguma dificuldade e precisando de nosso auxílio, do apoio de nosso portfólio de produtos para ser usado em ração e água”, conta Gladison Carioni, coordenador técnico de suinocultura da Farmabase.
O contato direto com os produtores de suínos, cooperativas, integradoras e empresas do segmento também foi elogiado pelo diretor técnico da Tecnomerc Tecnologia Animal, Luciano Flores. “Estamos há menos de cinco anos no mercado e foi nossa primeira aparição numa feira. É um marco para nós, muito importante estar aqui. Estamos muito satisfeitos por mostrar todo o trabalho dos nossos parceiros, como é o caso da Farmabase. E levar, assim, inovações tecnológicas para o mercado brasileiro”, explica.
A Farmabase disponibiliza ao mercado brasileiro trinta e três produtos direcionados à manutenção da saúde de suínos e aves, divididos em cinco categorias: sistêmicos, entéricos, biossegurança, antiparasitários, saúde e desempenho. São soluções importantes para um setor que promete avançar fortemente no sentido de investimentos em produção, comercialização, qualidade de carne e sanidade absoluta em todo o processo da cadeia. “Foi ótimo estarmos na Abraves. O número de suinocultores ficou bem acima de outros anos, principalmente desta região. O estande teve excelente visitação e pudemos fomentar clientes, apresentar melhor os produtos, uma espécie de ‘mesa de negócios’ mesmo. A Suinocultura está crescendo bastante no Centro Oeste por causa dos grãos. São muitos projetos, grandes integradoras e os produtores independentes que investem em industrialização da carne que produzem. E a Farmabase propõem opções de tratamento e sanidade que se encaixam apropriadamente a esta nova realidade”, sintetiza.
Farmabase 
A Farmabase é uma empresa brasileira com padrão de qualidade global que atua nos mercados de suinocultura e avicultura industrial. São quase 20 anos de participação, contribuindo para a produção de animais saudáveis e alimentos seguros.

Fonte: Ass. Imprensa da Farmabase

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Notícias Internacional

Brasil pode propor novas regras para subsídios agrícolas na OMC, diz porta-voz

Porta-voz disse não ter conhecimento sobre se algum país esteja disposto a tratar desse assunto no momento

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REUTERS/Adriano Machado

O governo brasileiro vai defender a reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC) e pode propor novas regras para subsídios agrícolas caso se aprovem normas mais restritivas para subsídios industriais, disse o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, nesta terça-feira (25).

“A posição brasileira é que a reforma da OMC é necessária, pois as regras são de décadas atrás. O Brasil negocia qualquer tema, mas se tornarem mais restritas as regras para subsídios industriais, o Brasil vai propor regras para subsídios agrícolas”, afirmou Rêgo Barros, em briefing à imprensa no Palácio do Planalto.

O porta-voz disse não ter conhecimento sobre se algum país esteja disposto a tratar desse assunto no momento.

“Não obstante, é um direito nosso, até por soberania nacional, de colocarmos as nossas intenções, as nossas definições das tratativas que venham a ocorrer e, eventualmente se nós tivermos que enfrentar decisões e tratativas advindas de outros países, nós vamos ter que usar as ferramentas diplomáticas e comerciais que são normais nesse tipo de negociação”, destacou.

O porta-voz disse que, durante a viagem da comitiva presidencial à reunião do G20 no Japão, será realizada uma reunião do Brics à margem dessa cúpula. Ele citou o fato de que o Brasil exerce a presidência do Brics —formado também por Rússia, Índia, China e África do Sul— este ano.

Bolsonaro, segundo o porta-voz, inicia a sua viagem internacional nesta terça-feira e retorna no sábado. Segundo ele, o governo brasileiro quer estabelecer um relacionamento mais profundo com os países do G20 e outros convidados ao encontro.

Rêgo Barros também citou uma reunião prevista com presidente chinês, Xi Jinping, antes do encontro do G20. Ele destacou que a China é o “maior parceiro” comercial do Brasil, que o vice-presidente Hamilton Mourão já esteve naquele país asiático e que o planejamento para uma viagem para lá no segundo semestre está bastante adiantado.

O porta-voz disse que novas reuniões bilaterais poderão ser confirmadas ao longo da viagem. Segundo ele, o governo também poderá abordar assuntos referentes à crise na Venezuela durante o giro.

Fonte: Reuters
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Notícias Suinocultura

Da porta da granja para dentro, é com ela

Conheça a história da produtora que aparece no ranking dos dez melhores suinocultores do Brasil (5ª) e do Paraná (1ª)

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Acervo Pessoal

Não é trabalho, é paixão. Cada animal que sai da Granja Palmital, no interior de Marechal Cândido Rondon, PR, tem um capricho todo especial, pois passou pelas mãos da suinocultora Olides Terezinha Kawacki Schneider. “Desde que meu pai foi para o agronegócio sempre fui a mais participativa na atividade. Na infância fui muito próxima a pequenos animais e isso evoluiu no decorrer da vida para a suinocultura”, conta.

Nascida no Rio Grande do Sul, aos dois anos de idade Olides chegou com a família em Marechal Cândido Rondon. Seu pai, relembra, seguindo a tradição do avô que tinha um curtume de couro no Sul, abriu uma sapataria no município e, alguns anos mais tarde, uma loja de calçados – a qual ela e as irmãs mantêm até hoje.

Contudo, o patriarca também investiu em uma área de terra. “Meus pais só tiveram filhas mulheres e de nós três, eu era a que mais tinha aptidão na atividade. Mesmo trabalhando na loja, era de minha responsabilidade o controle da parte dos suínos e do gado leiteiro, tudo feito manualmente. Fiz isso por muitos anos e eu adorava”, se recorda.

Em 2004, faleceu o pai de Olides, Eni e Cleri. Por estar no dia a dia junto ao seu pai e por conhecer a forma de manejo da suinocultura, ela assumiu a granja.

Expertise

Na Granja Palmital há muito mais do que apenas animais. Desde meados de 2013, Olides investiu na genética DB e passou a produzir sua própria reposição de leitoas. “Hoje entram na propriedade apenas fêmeas e machos avós. Temos a central de inseminação, fábrica de ração e cultivamos o milho para a produção da ração”, detalha.

Olides não trabalha de forma integrada. Por conta da oscilação do mercado, no entanto, há cerca de cinco anos deixou de fazer o ciclo completo e passou à venda de leitões crechados.

Recentemente, mais uma fase do ciclo de produção foi quebrado, quando a suinocultora passou a fazer a venda de leitões desmamados. “De 50% a 60% do resultado que obtemos é por conta da mão de obra qualificada e isso máquina nenhuma vai substituir”, garante.

Reconhecimento

Em maio deste ano, Olides apareceu no ranking dos dez melhores suinocultores do Brasil, ocupando o 1º lugar no Estado do Paraná e o 5º lugar em nível nacional. No Prêmio Melhores da Suinocultura Agriness, ela conquistou o Leitão de Prata, que representa o 2º lugar na categoria 301 a 500 matrizes, com um resultado de 35,01 desmamados/fêmea/ano. “Receber um prêmio como este é muito gratificante, só acrescenta o nosso trabalho e nos dá o incentivo de buscar melhores índices”, salienta.

Ela comenta que, pelos resultados que obtém, muitas pessoas até se decepcionam ao conhecer a Granja Palmital. “Muitos acham que é um lugar com muita modernidade e tecnologia, mas é tudo simples e funcional”, descreve.

Os resultados, diz, são oriundos de poucas mudanças na rotina da granja e também de uma longa jornada de trabalho árduo e cuidadoso no manejo dos animais.

A rondonense frisa que, além de sua dedicação, os números são frutos de outro fator: os colaboradores que passaram pela granja ao longo dos anos. “O mérito não deixa de ser meu, mas é pequeno em comparação ao de quem está lá no dia a dia. Na contratação de colaboradores, prezo muito em saber se a pessoa gosta de suínos, porque isso conta com o sucesso dos resultados”, mensura. “A partir do momento que um suinocultor visualizar sua granja como um hospital, que os animais que lá estão precisam ser atendidos e assistidos da melhor forma possível, com isso todos serão beneficiados, animais com bem-estar e sanidade, e proprietários com bons resultados”, complementa.

Representatividade

Apesar de a maioria das pessoas ligarem as atividades do campo aos homens, o número de mulheres que estão à frente da administração de propriedades rurais tem aumentado significativamente nos últimos anos. E Olides é uma prova disso. “Hoje as mulheres vão atrás do que querem e fazem, não é mais como antigamente. Muitas estão na suinocultura, no gado leiteiro, tocam a propriedade, porque gostam disso e é o que querem para si como profissão. Talvez as mulheres que estão no campo não se expõem tanto, por isso não são tão vistas, mas o agronegócio está sim muito difundido entre elas”, considera.

A rondonense menciona que a mulher tem até mesmo mais habilidade pela questão materna, do toque de sensibilidade e pela exigência com os cuidados e higiene, o que resulta em sanidade e bons resultados. “Parabenizo todas as mulheres que estão presentes hoje ou projetando seu futuro para o agronegócio e principalmente a suinocultura”, conclui.

Fonte: O Presente
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Notícias Mercado

Importação de soja brasileira pela China recua 31% em maio com impacto de peste suína

Queda nas importações acontece em um momento em que a China já reporta 137 surtos de peste suína africana

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Ivan Bueno/APPA

As importações de soja da China junto a seu principal fornecedor, o Brasil, caíram 31% em maio quando na comparação com o mesmo mês do ano passado, mostraram dados de alfândegas, com compradores segurando aquisições do ingrediente para ração animal em meio a um surto de peste africana que reduziu o rebanho chinês de suínos.

A China comprou 6,3 milhões de toneladas de soja do Brasil em maio, contra 9,124 milhões de toneladas no mesmo mês do ano anterior, de acordo com a Administração Geral de Alfândegas. A queda nas importações acontece em um momento em que a China já reporta 137 surtos de peste suína africana em quase todas suas províncias e regiões. O primeiro surto foi registrado no início de agosto de 2018.

O movimento também seguiu-se a esperanças de que uma guerra comercial entre China e Estados Unidos pudesse chegar a um fim, o que levou compradores a segurar importações da América do Sul com a expectativa de comprar produto dos EUA. As tensões comerciais, no entanto, escalaram novamente ainda no início de maio.

Os EUA eram o segundo maior fornecedor de soja da China antes da guerra comercial, mas as importações junto aos norte-americanos recuaram fortemente após o governo chinês ter colocado tarifas de 25% sobre as cargas dos EUA. “Os embarques de maio foram agendados principalmente em abril e março, quando o mercado esperava que os grãos dos EUA poderiam vir para a China. Os processadores, portanto, não fizeram estoques”, disse um gerente de uma produtora de ração no Norte da China. “Os processadores de soja também não agendaram tantas compras principalmente devido à peste suína africana”, acrescentou o gerente, que não quis se identificar.

A peste suína pode reduzir a produção de carne suína da China em cerca de 30% neste ano, segundo o Rabobank. As importações de soja da China junto aos EUA foram de 977.024 toneladas, ante 489.539 toneladas no ano anterior, segundo os dados de alfândega.

No total, a China comprou 7,36 milhões de toneladas de soja em maio, queda de 24% na comparação anual, segundo dados já divulgados anteriormente pelo país.

Fonte: Reuters
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