Conectado com
O Presente Rural Youtube

Notícias Embrapa

14ª JINC tem palestra e apresentação de trabalhos de maneira online

Com o tema “Inteligência Artificial: A Nova Fronteira da Ciência Brasileira”, a Jinc terá transmissão pelo YouTube

Publicado em

em

Divulgação

Na quarta-feira (21) ocorre a 14ª Jornada de Iniciação Científica – Jinc num formato inovador: será online, desde a palestra de abertura até a apresentação dos trabalhos em forma de pôster e oral. Com o tema “Inteligência Artificial: A Nova Fronteira da Ciência Brasileira”, a Jinc terá transmissão pelo YouTube, a partir das 19 horas, no espaço virtual da Universidade do Contestado (UnC), no link https://www.youtube.com/watch?v=vOcJ8T18cl0

Logo após a abertura oficial, às 19h30, os participantes assistirão a palestra do Dr. Andrey Kuehlkamp, pesquisador associado da Universidade de Notredame – Indiana – Estados Unidos, que vai abordar o tema do evento, Inteligência Artificial, além de assuntos como visão computacional e machine learning.

Em seguida, às 20h30, iniciarão as apresentações orais dos trabalhos selecionados. Serão abertas salas virtuais, de acordo com as áreas inscritas, onde os estudantes terão 10 minutos para apresentar o trabalho, com discussão ao final. Cada sala terá cinco trabalhos sendo apresentados, com moderação de um profissional.

A sala de Ciências Biológicas e Engenharia (CBE) terá como moderadora a pesquisadora Ana Paula Bastos e poderá ser acessada das 20h30 às 21h15, pelo link https://meet.google.com/ftf-ezyh-huf.

Na sala de Ciências Sociais Aplicadas e Ciências da Saúde (CSA/CS) a moderação será da professora da UnC Elisete Ana Barp, também das 20h30 às 21h45, pelo link https://meet.google.com/pmd-efqm-png.

A pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves Estela Nunes será a moderadora da sala de Ciências Agrárias (CA). O acesso poderá ser feito pelo link https://meet.google.com/bzy-aicr-jdv, das 20h30 às 21h45.

E, a sala de Ciências Exatas e da Terra e Ciências Humanas (CET/CH) terá moderação da jornalista da UnC Camila Candeia Paz Fachi, no mesmo horário – 20h30 às 21h45, pelo link https://meet.google.com/ffc-obwy-tcs.

As apresentações de pôster, num total de 34 trabalhos selecionados, ficarão disponíveis na página do evento, pelo link http://www.cnpsa.embrapa.br/14jinc/index.php?pg=13.

A Jinc faz parte da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia do município e se consolidou como um evento voltado para a discussão da ciência e da pesquisa, com o foco na iniciação científica. O objetivo principal é divulgar e valorizar o conhecimento gerado em instituições de ensino. Ela é organizada pela Embrapa Suínos e Aves e a Universidade do Contestado – UnC, Campus Concórdia, com apoio do Instituto Federal Catarinense (IFC), e é aberto a participação de estudantes universitários de qualquer curso superior.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

1 × 3 =

Notícias Sanidade

China confirma peste suína em leitões na província de Yunnan

Caso surge em meio à crescente preocupação de que uma grave onda de doenças nos últimos meses tenha atingido o rebanho de suínos da China

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

Um surto de peste suína africana foi confirmado em leitões transportados ilegalmente através do condado de Funing, na província de Yunnan, no sudoeste da China, informou o ministério da fazenda.

O caso surge em meio à crescente preocupação de que uma grave onda de doenças nos últimos meses tenha atingido o rebanho de suínos da China, o maior do mundo.

Seis dos 36 porcos morreram, disse o Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais em um comunicado na noite de terça-feira (02), enquanto outros seis no caminhão estavam doentes.

Pequim relata poucos surtos de doenças em fazendas chinesas, mas alguns analistas estimam recentemente que cerca de um quinto do rebanho reprodutor no norte da China foi afetado durante o inverno.

Os preços médios dos leitões estão agora em 91 yuans (US$ 14) o quilo, 11% a mais que no ano anterior.

A peste suína africana é geralmente fatal para os porcos, mas estudos recentes identificaram algumas variantes menos letais que circulam na China.

Fonte: Reuters
Continue Lendo

Notícias Gestão de Riscos

Contratação de apólices de seguro rural cresceu mais que o dobro em 2020

Foram contratadas 193 mil apólices em 13,7 milhões de hectares; seguradoras pagaram ano passado R$ 2,5 bilhões em indenizações aos produtores

Publicado em

em

Divulgação

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou nesta quarta-feira (03) o resultado consolidado da execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) em 2020. Foram aplicados R$ 881 milhões em subvenção ao prêmio, o que permitiu apoiar a contratação de 193.470 apólices de seguro rural. Essas apólices foram contratadas pelos produtores rurais em todas as regiões do país e totalizaram 13,7 milhões de hectares segurados. Já o valor total segurado por essas apólices representou a importância de R$ 45,7 bilhões.

A Ministra Tereza Cristina comemorou o expressivo crescimento das contratações em 2020 e destacou a necessidade de consolidar o seguro rural como uma das principais ferramentas de gestão de risco disponíveis para o produtor. “No ano passado, foi possível alcançar um patamar importante para o seguro rural. Em 2019, o PSR atendia cerca de 42 mil produtores, e em 2020 conseguimos apoiar 105 mil produtores”, aponta a ministra.

“Considerando os sucessivos problemas climáticos observados nos últimos anos, cada vez mais severos, o produtor rural não deveria plantar sem a proteção do seguro e seguindo as recomendações do Zarc. Apenas em 2020 as seguradoras pagaram em indenizações aos produtores aproximadamente R$ 2,5 bilhões, isso demonstra a efetividade do seguro”, avalia   o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola.

relatório publicado apresenta informações detalhadas sobre a execução do PSR em 2020, com destaque para as principais atividades. Para o próximo ano, está previsto o recurso de R$ 1 bilhão para o Programa, que depende ainda de aprovação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2020, em tramitação no Congresso Nacional. 

Contratação

O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente, 14 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. O seguro rural é destinado aos produtores pessoa física ou jurídica, independente de acesso ao crédito rural.

A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa. Para os grãos em geral, o percentual de subvenção ao prêmio pode variar entre 20% e 40%, a depender da cultura e tipo de cobertura contratada. No caso das frutas, olerícolas, cana-de-açúcar e demais modalidades (florestas, pecuário e aquícola) o percentual de subvenção ao prêmio será fixo em 40%.

Fonte: MAPA
Continue Lendo

Notícias Sanidade

Cigarrinha do milho ameaça segunda safra no Paraná

Enfrentamento do inseto e das doenças por ele transmitidas requer esforço conjunto de produtores e entidades

Publicado em

em

Divulgação

De 2019 para cá, o Paraná vem registrando um número assustador de lavouras infestadas pela cigarrinha do milho (Dalbulus maidis), inseto tinhoso que se esconde no cartucho da planta inoculando agentes que causam doenças, os chamados “enfezamentos” (vermelho e pálido), que podem levar à redução significativa da produção. Em algumas ocasiões, o prejuízo chega a 70%, com casos em que o milharal todo foi erradicado.

Desta forma, a performance histórica da safra 2019/20, quando o Estado colheu 15,5 milhões de toneladas do cereal, pode não se repetir na temporada atual. Pior, pode colocar em risco um momento ímpar da agricultura paranaense, quando o grão está bastante valorizado, permitindo a capitalização dos produtores.

Diante disso, diversas instituições de pesquisa, órgãos de governo e representantes do setor produtivo, inclusive o Sistema FAEP/SENAR, estão debruçados sobre este problema em busca de soluções conjuntas. O objetivo é levar informação técnica de qualidade para o campo para preparar os produtores, que até pouco tempo atrás conviviam de forma pacífica com o inseto, a combatê-lo com todas as armas disponíveis. “A melhor estratégia para combater a cigarrinha é pensar em soluções conjuntas e nunca de forma isolada. A pesquisa vem demonstrando que ações combinadas e adotadas em nível regional, como plantio sincronizado e rotação de cultivares, podem ter bons resultados”, afirma Ana Paula Kowalski, técnica do Departamento Técnico Econômico (DTE) da FAEP.

Sozinha, a cigarrinha não é capaz de causar prejuízos significativos. O problema está nas doenças que ela carrega e transmite às plantas sadias. Essas doenças (enfezamento causados por bactérias e a “risca do milho” causada por vírus) prejudicam o desenvolvimento das espigas, o enchimento dos grãos, favorece o apodrecimento do colmo e, por fim, o tombamento da planta. Tal qual o mosquito da dengue junto aos seres humanos, a cigarrinha é um vetor de doenças. Quando ela pica o pé de milho, inocula nele os agentes causadores de doenças. Isso explica a pouca eficácia do controle químico nestas situações.

Excesso de inseticidas

A nota técnica divulgada pela Adapar, no final de fevereiro, mostra o aumento significativo na quantidade de inseticidas aplicados nas lavouras de milho para controle da cigarrinha no Estado. O volume empregado na safra verão 2020/21 foi cerca de seis vezes maior que o utilizado na safra anterior, passando de 6.386 litros para 36.284 litros. “O controle com inseticidas não é tão efetivo porque a praga precisa se alimentar da planta para entrar em contato com o inseticida e morrer. Mas, quando ela morde a planta, já transmite as doenças”, observa o coordenador do programa vigilância e prevenção de pragas em cultivos agrícolas e florestais da Adapar, Marcílio Martins Araújo. Além disso, como a praga se desloca com muita rapidez, pouco tempo após a aplicação, já está de volta à lavoura.

Segundo Araújo, hoje a cigarrinha está presente em todo Paraná. A Adapar coletou 64 amostras em diversas regiões, em novembro de 2020, e constatou que 40% do total estavam contaminados com enfezamentos pálido e vermelho. “Todas as regiões produtoras comerciais de milho têm a doença”, sentencia Araújo.

De acordo com ele, isso se explica pela facilidade de o inseto sobreviver em campo e se multiplicar migrando de lavouras mais velhas para mais novas. “A cigarrinha encontra plantas verdes para servir de hospedeiro praticamente o ano inteiro, pois temos o milho primeira e segunda safras, além do plantado para silagem e o verde”, observa Araújo. Desta forma, a cigarrinha conta com farta disponibilidade de plantas para sobreviver e se multiplicar ao longo de todo ano, expandindo sua área de atuação.

Diferença de cultivares

No caso do produtor Edilson Gorte, de Palmeira, nos Campos Gerais, a cigarrinha chegou de forma inesperada nesta safra 2020/21. Sua família produz milho em escala comercial na região há 40 anos, mas até então nunca havia se incomodado com o inseto. “Fomos pegos de surpresa. Já sabíamos da existência desse inseto vetor nas regiões de Minas Gerais, Mato Grosso e até no Paraná, nas regiões Norte e Nordeste. Mas sabíamos que ele não se deslocava por muitos quilômetros. Além disso, em nossa região não fazemos a safrinha”, afirma o produtor que não esperava encontrar problemas tão sérios por conta da praga.

Com 408 hectares dedicados ao milho na temporada atual, Gorte trabalhou com híbridos tolerantes aos enfezamentos e outros suscetíveis. As diferenças ilustradas nas fotos das lavouras falam por si só. A área plantada com os cultivares suscetíveis foi praticamente toda destruída pelas doenças.

A escolha de variedades resistentes ou tolerantes aos enfezamentos é uma das principais estratégias de controle. A resistência genética de alguns híbridos proporciona níveis de produtividade muito superiores àqueles sem resistência, de modo que vale à pena pesquisar quais as variedades mais estão disponíveis na sua região e optar por elas na hora da semeadura.

Produtividade ameaçada

Na visão do produtor e presidente do Sindicato Rural de São João, na região Sudoeste, Arceny Bocalon, a chegada da cigarrinha nas lavouras veio acompanhada de perdas significativas. “Por aqui, o pessoal teve prejuízo. Há uns dois, três anos fechamos 210 sacas por hectare. Esse ano passou um pouco das 82 sacas por hectare. Isso por causa da cigarrinha, pois o milho não se desenvolve. Dá até raiva de entrar na lavoura”, avalia.

Na lida com o milho desde “piá”, Bocalon conta que nunca viu uma infestação como essa. “Começou a atingir a região há uns três anos, veio vindo aos poucos, os produtores não tomaram cuidado e agora a cigarrinha tomou conta”, lamenta.

O receio no momento é que a safrinha, que representa uma área muito maior dedicada ao cereal no Paraná, vá a campo em um ambiente repleto de cigarrinhas. “O milho verão pega um pouco da cigarrinha que sobreviveu no milho guaxo, no milho silagem. Dessa forma, a população que chega no milho verão é menor. O problema é que essa população se multiplica ao longo dessa primeira safra. Entre fevereiro e março ocorre o pico populacional da cigarrinha. Então, esse milho que está entrando agora, que é mais suscetível, vai encontrar um campo cheio de cigarrinha”, alerta o pesquisador da área de fitopatologia da Embrapa Milho e Sorgo, Luciano Viana Cota.

Milho guaxo é vilão

Sabe aquele milho tiguera, que nasceu sozinho no campo e aparentemente não faz mal a ninguém? O milho guaxo, ou voluntário, que decidiu se desenvolver ali mesmo, à revelia da vontade do agricultor? Pois bem, ele pode estar guardando pragas e doenças prontas para atacar seu milharal assim que a próxima safra começar.

Uma das principais estratégias da cigarrinha do milho para se perpetuar nas lavouras é permanecer em campo nestas plantas solitárias, onde sobrevivem e se multiplicam até encontrarem a próxima safra nas redondezas. O milho tiguera funciona como uma “ponte verde” pela qual o inseto atravessa de uma safra para outra.

Segundo a entomologista e pesquisadora da Embrapa Milho e Sorgo, Simone Mendes, na última década, com a introdução de cultivares resistentes à herbicidas, a eliminação do milho voluntário ficou mais difícil no campo. “Com isso criou-se essa ponte verde do inseto, que ficou difícil de controlar”, observa. A falta de controle eficiente destas plantas é um dos grandes responsáveis pelo aumento das infestações desta praga.

Além de um “hotel” de cigarrinhas, estas plantas voluntárias também se tornam hospedeiras dos patógenos que promovem doenças, em especial molicutes causadores dos enfezamentos vermelho e pálido. “Eles colonizam o floema da planta e, ao fazer isso, entopem o fluxo de seiva. Com isso o crescimento fica difícil, ela fica ‘enfezada’, isto é, não cresce e não enche a espiga”, explica Simone.

Desta forma, a erradicação das plantas voluntárias de milho consiste em uma das estratégias mais acertadas para o enfrentamento da cigarrinha do milho.

MIP Milho é aliado contra a praga

Outra ferramenta importante no controle da cigarrinha do milho é o monitoramento constante da lavoura. “Monitorar e entender o que está acontecendo na lavoura é fundamental. Uma praga comum no Paraná é o percevejo barriga verde, e o produto para controle desse inseto tem efeito na cigarrinha do milho. Entender a lavoura como um todo é passo fundamental para escolher as estratégias de controle e ter economia”, observa a entomologista e pesquisadora da Embrapa Milho e Sorgo, Simone Mendes.

O SENAR-PR oferece, desde 2016, o curso “MIP (Manejo Integrado de Pragas) – inspetor de campo – Soja”, que leva ao campo um conhecimento fundamental: identificar os insetos que existem na sua lavoura, diferenciando as pragas dos seus inimigos naturais e assim podendo avaliar o risco de dano econômico e a hora mais apropriada de realizar uma intervenção com agroquímicos.

Em 2020, o SENAR-PR levou a campo o curso “MIP (Manejo Integrado de Pragas) – Milho”, com os mesmos conhecimentos para a cultura do milho. Por conta da pandemia do novo coronavírus, as aulas tiveram que ser suspensas naquele ano, mas voltaram a ser oferecidas em 2021.

Segundo a técnica Flaviane Medeiros, do Departamento Técnico (Detec) do SENAR-PR, no início deste ano os instrutores do curso passaram por uma atualização, ministrada pela Embrapa Milho e Sorgo e pelo IDR-PR, para incluir a cigarrinha do milho entre as pragas com risco de dano econômico na cultura. Para participar do curso, o aluno precisa ter completado o curso na área de MIP Soja. “Se o produtor já fez o MIP soja, ele já acredita nessa metodologia, então vai apenas aplicar esse conhecimento na cultura do milho”, afirma Flaviane.

O curso é extremamente prático. “Tem apenas uma aula teórica e o restante é prática de campo”, afirma Flaviane. Para participar, o aluno deve dispor de uma área de dois hectares de milho, para realizar o monitoramento.

Informação é o melhor remédio

Uma das armas encontradas para enfrentar a cigarrinha do milho e as doenças por ela transmitidas é a conscientização dos produtores. Desta forma, a cartilha “Manejo da Cigarrinha e Enfezamentos na Cultura do Milho”, desenvolvida pela Embrapa Milho e Sorgo com apoio do Sistema FAEP/SENAR-PR, em parceria com Sistema Ocepar, Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Embrapa Milho e Sorgo e o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR), traz uma série de informações sobre o comportamento inseto no campo, as doenças que ele transmite, as principais formas de detecção e, principalmente de controle da praga.

Fonte: Sistema FAEP
Continue Lendo
Dia Estadual do Porco – ACSURS

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.