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Visitantes do 31º Show Rural vão injetar R$ 60 milhões no comércio

O Show Rural Coopavel, que atrai pessoas de todo o Brasil e caravanas do exterior, chega à sua 31ª edição consolidado.

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Em média, cada visitante do Show Rural Coopavel gasta R$ 250 por dia para cobrir despesas de alimentação, transporte e estadia durante o evento. Considerando que a mostra se estende por cinco dias e espera atrair, de 4 a 8 de fevereiro de 2019, público de 250 mil pessoas, então serão R$ 60 milhões injetados nas economias de Cascavel e de cidades vizinhas no período. Essa é uma das informações compartilhadas pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, em encontro nesta semana com diretores da Acic.

O dinheiro que os visitantes deixarão no comércio vai reforçar o caixa principalmente de hotéis, bares, restaurantes e supermercados. “É uma grande cadeia que se movimenta em torno de um evento reconhecidamente dos mais importantes e dinâmicos do mundo”, afirma Dilvo. Somente nos cinco dias de visitação no parque serão mais de quatro mil pessoas profissionalmente envolvidas na recepção e atendimento aos visitantes. Da Coopavel, são mais de mil colaboradores diretamente ligados à organização e no desempenho de inúmeras tarefas que o evento exige.

O Show Rural Coopavel, que atrai pessoas de todo o Brasil e caravanas do exterior, chega à sua 31ª edição consolidado. “Mesmo assim, já começamos um amplo trabalho de reforço de divulgação para informar e convidar mais pessoas a participar”, segundo Dilvo. Apenas em um raio de 500 quilômetros de Cascavel, serão mais de 400 prefeituras, sindicatos, instituições de ensino e outros locais estratégicos que serão visitados e seus respectivos representantes e membros convidados a conhecer as novidades da mostra.

A Coopavel fará um esforço concentrado também para convidar agricultores, técnicos e autoridades de países vizinhos. “Ao mesmo tempo que vêm e conhecem novas tecnologias para melhorar as suas produtividades, abre-se a chance de parcerias, negócios e mercados”, afirma Dilvo. Melhorar a qualidade e a quantidade do que se produz é uma das principais contribuições que o Show Rural Coopavel oferece. Todas as principais commodities cultivadas na região e estados próximos estão representadas na feira. O trigo é um exemplo, já que a cooperativa é responsável, em sua área de cobertura, por 50% do que foi produzido em 2018.

 

Expectativa

Os preparativos para o 31º Show Rural Coopavel foram intensificados nas últimas semanas. Entre as novidades estão ampliação da capacidade de estacionamento de 12 mil para 14 mil veículos, novos currais na área pecuária e um portal de acesso. A expectativa de público, para 4 a 8 de fevereiro, é de 250 mil pessoas, com 520 empresas expositoras e estimativa de movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões. “Diante do clima de otimismo que toma conta do Brasil e do crescimento econômico que se espera a partir de 2019, o volume de negócios poderá ser ainda maior que o estimado”, afirma Dilvo Grolli.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Notícias Mercado Interno

Indicador do milho chega a menor patamar em cinco meses

Ritmo de negócios está limitado, tendo em vista a disparidade entre as ofertas de compradores e os pedidos de vendedores

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Arquivo/OP Rural

A oferta superior à demanda tem mantido os preços do milho em queda na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Em Campinas (SP), os valores voltaram a operar próximos dos patamares observados em novembro do ano passado. Entre 12 e 18 de abril, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa Campinas (SP) caiu 2,32%, a R$ 35,84/sc de 60 kg na quinta-feira (18), o menor patamar nominal desde meados de novembro/18.

No geral, o ritmo de negócios está limitado, tendo em vista a disparidade entre as ofertas de compradores e os pedidos de vendedores. Além disso, alguns produtores têm dado preferência em comercializar a soja – vale lembrar que a cotação da oleaginosa está firme, favorecida pelas altas do dólar e dos preços externos. No campo, o clima segue favorável ao desenvolvimento das lavouras de milho, o que pode resultar em antecipação da colheita.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Preços da soja sobem, mas médias mensais são as menores desde janeiro

Apesar dos recentes aumentos, na parcial deste mês, os valores da oleaginosa são os menores desde janeiro de 2019

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Divulgação

As cotações da soja registraram ligeira alta na semana passada, devido à valorização do dólar frente ao Real, à relativa estabilidade dos prêmios e ao aumento de cotas nos armazéns portuários, cenário que aumentou também a liquidez no mercado.

O Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá avançou 0,2%, a R$ 76,66/saca de 60 kg nessa quinta-feira (18). No mesmo comparativo, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná subiu 0,3%, a R$ 72,11/sc de 60 kg nessa quinta.

Pesquisadores do Cepea afirmam que, apesar dos recentes aumentos, na parcial deste mês, os valores da oleaginosa são os menores desde janeiro de 2019, em termos nominais. Isso se deve à menor procura de indústrias brasileiras, uma vez que grande parcela tem garantido os lotes por contrato a termo e negociado poucos volumes no spot. Além disso, as aquisições são para consumo a médio prazo, visto que agentes esperam preços menores.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Última semana da quaresma é marcada por preços estáveis

No geral, o mercado de ovos apresentou bom desempenho de vendas no período de Quaresma deste ano

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Divulgação

Apesar da estabilidade nas cotações dos ovos comerciais, o ritmo de negócios esteve mais intenso na semana passada. Com isso, colaboradores do Cepea afirmam que, no geral, o mercado de ovos apresentou bom desempenho de vendas no período de Quaresma deste ano.

Entre 11 e 18 de abril, as cotações do ovo tipo extra, branco, colocado na Grande São Paulo, registraram elevação de 0,3%, com a média da caixa com 30 dúzias passando para R$ 94,42 na última quinta-feira (18).  Para o produto vermelho, entregue na Grande SP, houve alta de 0,9% de 11 a 18 de abril, com a caixa de 30 dúzias comercializada a R$ 110,87 na quinta-feira.

Com o encerramento da Quaresma, avicultores consultados pelo Cepea se mostram receosos com o possível enfraquecimento das vendas nas próximas semanas. Parte dos agentes, inclusive, já cogita intensificar os descartes de poedeiras mais velhas.

Fonte: Cepea
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