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Visita à Itaipu: Lideranças conhecem projetos de inovação tecnológica

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Dirigentes de centrais e cooperativas agrícolas da região Oeste do Paraná visitaram a usina hidrelétrica de Itaipu e o Parque Tecnológico Itaipu (PTI), ontem (13), e assistiram a uma apresentação do Programa Oeste em Desenvolvimento, iniciativa que tem apoio da binacional.
O objetivo da visita foi aprofundar o diálogo de Itaipu com as entidades e avaliar cenários para melhorar a integração das cadeias produtivas da região. Participaram da visita representantes da Coopavel (Cascavel), Frimesa (Medianeira), C.Vale (Palotina), Copagril (Marechal Cândido Rondon), Cotriguaçu (Cascavel) e Primato (Toledo).
O grupo foi recebido no Centro de Recepção de Visitantes (CRV) pelo diretor-geral brasileiro de Itaipu, Jorge Samek, e pelo diretor técnico, Airton Dipp. Também estiveram presentes o superintendente da Fundação PTI, Juan Carlos Sotuyo, e o assistente da Direção Geral, Herlon Goelzer de Almeida.
A visita à Itaipu foi completa – desde o Parque da Piracema até a cota 40, antigo leito do Rio Paraná, passando pela galeria de drenagem da cota 56, local pouco explorado até mesmo por empregados de Itaipu. O grupo também desceu à galeria das tampas dos geradores (cota 108), o eixo da turbina (cota 92) e a Subestação Isolada a Gás (ou GIS, na sigla em inglês).
No PTI, os dirigentes das cooperativas visitaram o Edifício das Águas e conheceram detalhes de alguns dos programas desenvolvidos no local, como o Centro Internacional de Hidroinformática (CIH) e o Laboratório de Automação e Simulação de Sistemas Elétricos (Lasse).
Ainda no PTI, no Centro Internacional de Energias Renováveis–Biogás (CIBiogás-ER), o grupo foi recebido pelo diretor do espaço, Rodrigo Regis de Almeida Galvão, e pelo superintendente de Energias Renováveis de Itaipu, Cícero Bley Júnior.
O presidente do Fórum de Desenvolvimento Econômico do Território Oeste do Paraná, Mario Cesar Costenaro, apresentou a metodologia adotada pelo Programa Oeste em Desenvolvimento e as potencialidades da região, especialmente nos temas ligados ao trabalho das cooperativas. “A economia da região Oeste do Paraná depende muito das cooperativas. E quando pensamos no modelo do Programa Oeste em Desenvolvimento, pensamos nas cooperativas não apenas como participantes, mas como líderes deste processo. Porque as cooperativas têm essa capacidade de liderança”, afirmou Herlon de Almeida.
Oportunidades
O diretor-executivo da Frimesa, Elias José Zydek, disse que a visita atingiu dois grandes objetivos. O primeiro foi permitir que os conselheiros conhecessem Itaipu e PTI com mais profundidade – a central reúne as cooperativas Lar, C.Vale, Copacol, Copagril e Primato. O segundo foi avaliar as oportunidades que projetos desenvolvidos no complexo hidrelétrico, especialmente no PTI, abrem para as cooperativas.
“Temos aqui grandes empresas do agronegócio do Oeste do Paraná, que desenvolvem grandes projetos, e que certamente poderão se beneficiar das tecnologias que estão sendo criadas por Itaipu. Acho que esse é o grande feito, que, particularmente, me deixa muito otimista”, destacou Zydek.
Ainda segundo ele, a aproximação de Itaipu, PTI e cooperativas, e a articulação por meio do Programa Oeste em Desenvolvimento, poderão inaugurar um novo ciclo para a região. “Acho que esse encontro será um marco na aceleração da relação entre a ciência e a prática”, destacou.
Irineo da Costa Rodrigues, diretor-presidente da Cooperativa Lar, lembrou que a visita já estava sendo planejada há quase um ano; concretizada, superou as expectativas do grupo. “Nós temos uma aproximação forte com Itaipu, em muitos programas, mas agora percebemos que podemos fazer muito mais. Aqui temos um potencial enorme de geração de conhecimento”, afirmou.
Rodrigues comentou que essa aproximação poderá permitir, por exemplo, o desenvolvimento de soluções para necessidades específicas das cooperativas. “Nós somos um país que precisa se desenvolver, e ninguém se desenvolve sem ciência e tecnologia”, pontuou.
O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, disse que as cooperativas sempre tiveram uma visão de Itaipu como grande geradora de energia. “Neste contato, percebemos que Itaipu também gera conhecimento e cria novas tecnologias. Quem ganha com isso é o Oeste, é o Estado do Paraná e também o Brasil”, salientou. “Porque você sai de uma empresa de energia para uma empresa de difusão do conhecimento e geração de tecnologia para as nossas futuras gerações”, enalteceu.

Fonte: O Presente Rural com informações de assessoria

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Operação do Mapa fiscaliza a produção de fertilizantes em São Paulo

Na ação, foram apreendidos 100 mil litros de produtos fluidos e 412 toneladas de fertilizantes sólidos.

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Fotos: Divulgação/Mapa

Uma equipe do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizou, de 08 a 12 de agosto, uma operação de fiscalização da produção de fertilizantes no estado de São Paulo. Na ação, foram apreendidos 100 mil litros de produtos fluidos e 412 toneladas de fertilizantes sólidos. O estado é o maior em número de estabelecimentos produtores de fertilizantes do Brasil.

O objetivo da ação foi auditar os processos de produção e os procedimentos de controle de qualidade de fertilizantes, inoculantes e biofertilizantes. “Os produtos que contém microrganismos têm sido uma tendência crescente no mercado de fertilizantes na atualidade”, destaca o coordenador de Fertilizantes, Inoculantes e Corretivos, Henrique Bley.

Durante a operação, auditores fiscais federais agropecuários fiscalizaram 34 empresas da região de Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Barretos. A equipe também fez 26 coletas de produtos para análises fiscais, sendo que as amostras de inoculantes representam o equivalente a 260 mil doses de produto.

Ao todo, foram emitidos 22 autos de infração. Na ocasião, oito empresas foram embargadas cautelarmente para realização de adequações, sendo que a principal irregularidade constatada foi a ausência ou insuficiência de análises de controle de qualidade das matérias-primas e produtos acabados.

A fiscalização constatou também que diversas empresas produtoras de fertilizantes fluidos estão produzindo adjuvantes. “Essa atividade, embora isenta de registro no Mapa, deve estar devidamente separada e identificada na área fabril, bem como os rótulos dos produtos não devem fazer qualquer menção ao registro da empresa na área de fertilizantes, inoculantes e corretivos”, explica Bley.

Participaram da ação 16 auditores fiscais federais agropecuários, com apoio logístico das Unidades Técnicas Regionais e da Superintendência Federal de Agricultura no Estado de São Paulo (SFA-SP).

Fonte: Mapa
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Notícias Estimativa de produção

VBP estimado para 2022 chega a R$ 1,220 trilhão

As lavouras registraram alta de 3%. Algodão, café, tomate e trigo estão entre os produtos com melhores desempenhos.

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Foto: Arquivo/Claudio Neves/Portos do Paraná

O Valor Bruto da Produção (VBP) estimado para este ano é de R$ 1,220 trilhão, 0,3% acima do obtido em 2021, que foi de R$ 1,217 trilhão. O dado tem como base as projeções de safras divulgadas pela Conab e pelo IBGE em agosto, e que apontam para conclusão da colheita das principais lavouras.

De acordo com análise da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e a pecuária, contração de 5,5%.

“O decréscimo do faturamento da soja devido à queda de produção e a retração das principais atividades da pecuária são os principais fatores afetando negativamente o VBP deste ano. Somadas, as reduções de faturamento da soja e da pecuária resultam em um decréscimo de R$ 64 bilhões a preços de 2022. Mas em geral, este ano é de bom desempenho para a agropecuária”, diz nota da secretaria.

Entre as lavouras com melhor desempenho estão: algodão, com aumento real do VBP de 39,2%; banana, 12,5%; batata inglesa, 18,4%; café, 35,8%; cana de açúcar, 10,2%; feijão, 10,1%; milho, 16,6%; tomate, 30%; e trigo, 39,8%. As culturas foram impulsionadas pela alta de preços.

A pecuária teve retração nas atividades relacionadas a bovinos, frangos e suínos, em razão da queda de preços na comparação com o ano anterior. As exceções são para leite e ovos, que apresentam melhores resultados.

Em relação ao desempenho das regiões, Centro-Oeste tem o maior VBP, somando R$ 410,62 bilhões; seguida pelo Sudeste (R$ 305,5 bilhões), Sul R$ (R$ 284,8 bilhões), Nordeste (R$ 115,99 bilhões) e Norte (R$ 76,56 bilhões). Entre os estados, os cinco primeiros são Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Goiás.

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e o faturamento bruto dentro do estabelecimento ao longo do ano, a partir do cálculo da safra agrícola, da pecuária e dos preços obtidos pelos produtores nas principais praças do país e dos 26 maiores produtos agropecuários nacionais.

Fonte: Mapa
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Notícias No Rio Grande do Sul

45ª Expointer é lançada com expectativa de público de mais de 600 mil pessoas

Exposição vai ocorrer entre os dias 27 de agosto e 04 de setembro no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).

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O Governo do Rio Grande do Sul deu a largada, na segunda-feira (15), para a 45ª Expointer, que vai ocorrer entre 27 de agosto e 04 de setembro no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O lançamento ocorreu no espaço Multiverso, no Cais Embarcadero, em Porto Alegre, com a presença do governador Ranolfo Vieira Júnior; do secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Domingos Velho Lopes; além de outros secretários estaduais, prefeitos, autoridades, convidados e imprensa.

No local, foram exibidas centenas de imagens do fotógrafo da Seapdr, Fernando Dias, que representam a diversidade produtiva do setor agropecuário gaúcho. “A Expointer é a feira onde demonstramos para o país e para o mundo a nossa principal vocação. Neste ano, temos uma expectativa altamente positiva, seja em relação ao número de circulação de pessoas ou de negócios, porque não haverá restrições para a presença de público. Por tudo isso, vamos transferir a sede do governo para o parque de exposições durante os nove dias da feira”, disse o governador.

Nos últimos dois anos, a feira ocorreu em meio a um cenário de restrições impostas pela pandemia – em 2020, foi fechada ao público; em 2021, contou com número de visitantes limitado para cumprimento dos protocolos de saúde.

Além de eventos técnicos, oficinas, julgamento de animais e exposição e venda de produtos, a edição de 2022 terá atividades de entretenimento, leilões e shows artísticos e culturais. Também haverá discussão de temas relevantes para a agropecuária gaúcha e nacional: inovação, tecnologia, produção sustentável, reservação de água, agricultura de baixa emissão de carbono e desenvolvimento econômico aliado à preservação do ambiente.

Secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Domingos Antonio Velho Lopes: “Esperamos mais de 600 mil pessoas e movimentar cerca de R$ 4 bilhões em negócios” – Fotos: Itamar Aguiar/Palácio Piratini e Rodrigo Martins/Seapdr

“Esperamos mais de 600 mil pessoas e movimentar cerca de R$ 4 bilhões em negócios. Queremos que a feira represente a alma gaúcha, com toda a sua diversidade e pluralidade de culturas. É essa imagem que pretendemos passar, de um estado onde a harmonia e o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva são exemplos para o mundo”, disse o secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Domingos Antonio Velho Lopes.

Detalhes

Ao todo, 6.378 animais foram inscritos na feira (5.093 de argola e 1.285 rústicos). Haverá retorno de raças ausentes nos últimos anos e estreia de outras no evento. A admissão dos animais de argola no parque começará no dia 22, às 08 horas. O Pavilhão da Agricultura Familiar contará com 337 expositores, apresentando a variedade de produtos provenientes de agroindústrias familiares, setor de plantas e artesanato.

A área de máquinas e implementos agrícolas contará com a presença de mais de cem empresas, que apresentarão lançamentos, serviços e a tecnologia oferecida pelo segmento. Neste ano, a feira também terá um espaço de inovação que reunirá startups e tecnologias voltadas ao setor do agro.

Ingressos 

A venda de ingressos para visitação à feira será feita de forma on-line e presencial. A comercialização na plataforma virtual inicia-se nesta semana (informações no site da Expointer). A venda presencial ocorre apenas durante os dias do evento na bilheteria do parque (portão 3).

Os ingressos custarão R$ 16 (inteiro), R$ 8 (meia entrada), R$ 40 (estacionamento de visitantes) e R$ 400 (camping para expositores). Pedestres poderão ingressar no parque entre 08 horas e 20h30 pelos portões 2 e 6.

A Expointer é uma realização do governo do Estado e dos copromotores Febrac, Fetag, prefeitura de Esteio, Simers, Sistema Farsul e Sistema Ocergs-Sescoop/RS.

Fonte: Ascom
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