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Visão neozelandesa de melhoramento de bovinos leiteiros integra temas do Simpósio do Leite de Erechim
Palestrante vai destacar as boas ações que estão sendo aplicadas no Brasil durante evento em Erechim, que já tem inscrições abertas
O Simpósio do leite vai abordar uma série de temas em sua 13ª edição, em junho deste ano. Entre eles estará a visão neozelandesa de melhoramento de bovinos leiteiros aplicada ao Brasil: passado, presente e futuro. Esta palestra será ministrada pelo Ph.D, pesquisador e Consultor, Wagner Beskow.
De acordo com ele, a Nova Zelândia tem uma experiência no leite que o Brasil precisa conhecer melhor para seu próprio benefício. Com apenas 11.970 produtores, obtém 21,3 billhões de litros/ano. "Nós, se considerarmos apenas o leite inspecionado ("profissional"), produzimos 24,5 bilhões de litros, com cerca de 270.000 produtores. Se corrigirmos o leite deles, com muito mais sólidos que o nosso, a produção da Nova Zelândia equivale a 31,1 bilhões de litros de leite com padrão brasileiro de sólidos. Ou seja, 27% mais volume de leite que todo o Brasil, com apenas 4,4% do nosso número de produtores, em um país do tamanho do RS, sem subsídios desde 1984. Este é o contexto de onde extraímos os dados que apresentaremos no 13° Simpósio do Leite em Erechim, no qual se insere o rebanho que produz tais resultados", destaca Beskow.
"Estamos falando de um rebanho com média nacional de apenas 1,33 doses de sêmen por concepção (1,30 a 1,36 nos últimos 10 anos), um intervalo médio entre partos de 368 dias (estável há pelo menos 15 anos), CCS de 182.000 células/mL, 4,78% de gordura e 3,85% de proteína bruta (médias de todo o país). Para nós, chegam a ser valores inacreditáveis, sonhados por qualquer produtor ou indústria", explica o palestrante.
De acordo com ele, isso tudo foi conseguido em relativamente pouco tempo, pois a história da Nova Zelândia é muito recente, se comparada à do Brasil. A colonização europeia do país se iniciou nos anos 1830, mas em 1875 já passavam a exportar produtos lácteos. O rebanho inicial era predominantemente Shorthorn, que evoluiu para o Jersey e o Holandês da linhagem Frísia. Hoje, 73% do rebanho nacional faz parte do controle leiteiro oficial, explica Beskow.
"Estes resultados foram obtidos com metas claras, buscadas ano após ano por todos, apoiadas em controle oficial e buscando um objetivo comum nacional: o de ser competitivo mundialmente. Para saber como trazer isso para nossa realidade será necessário participar do Simpósio, pois não teríamos espaço suficiente para abordar aqui", enfatiza.
Sobre o que o Brasil ainda precisa evoluir para tornar as propriedades mais rentáveis, Breskow, diz gestão será fundamental. "Saber o que se deseja atingir, traçar objetivos e metas, ter um método e perseguir essas metas ano após ano. Não existe uma segunda maneira. Esta é a única e até hoje temos sido péssimos nisso. Não dá mais para ser assim", explica.
Atualmente se tem muito mais em mente esta questão do melhoramento do bovino de leite, mas o produtor está preparado para isso? Breskow diz que a maioria dos produtores ainda não compreende. "Praticamente todos sabem que é recomendada a inseminação artificial. Poucos anotam os acasalamentos, raros possuem controle leiteiro, critérios de seleção e registros genealógicos. Ou seja, o pouco melhoramento que se faz é ainda sem método. Não tendo método não se sabe o que buscar e não se tem como corrigir rumos. É possível obter avanços com menos trabalho e vamos falar disso no Simpósio, também", amplia.
Melhoramento do bovino de leite
Ainda segundo o pesquisador e palestrante, que estará no Simpósio do leite de Erechim, o melhoramento do bovino de leite pode levar em qualquer direção, inclusive a de retrocesso. "Por isso o produtor tem que estabelecer o que deseja atingir. O que recomendamos é uma vaca rentável e cada sistema de produção precisa buscar uma vaca diferente. Para ser rentável, porém, independentemente de sistema, ela precisa emprenhar, produzir acima da média de seus pares, repetir cria a cada 365 dias e durar", destaca.
"O que temos hoje é o inverso dessas características predominando no campo, boa parte devido à fome, erros de manejo e sanidade, mas também por importantes limitações genéticas que vêm se agravando. A palestra em Erechim usará a experiência neozelandesa como guia para todos participantes, independentemente da genética que utilizem ou pretendam utilizar, pois o foco tem que ser o mesmo: a vaca rentável", completa Breskow.
Inscrições abertas
O Simpósio do Leite acontece na cidade de Erechim, junto ao Parque de Eventos da Accie, às margens das BRs 153 e 480. O primeiro lote de ingressos já está disponível à produtores, estudantes e pessoas ligadas ao segmento leiteiro e que tenham interesse em participar do evento, os valores são reduzidos.
A inscrição garante ao participante também o almoço do dia 9, que será servido junto ao CTG Sentinela da Querência.
Neste ano, o Simpósio chegará a sua 13ª edição, entre os dias 8 e 9 de junho, incluindo novamente o Fórum Nacional de Lácteos e a Mostra de Trabalhos Científicos. "A visão neozelandesa de melhoramento de bovinos leiteiros aplicada ao Brasil: passado, presente e futuro", será o tema da palestra de Wagner Beskow, Ph.D, pesquisador e Consultor- Transpondo. A palestra terá o apoio da LIC NZ Brasil e foi a última a ser anunciada pela comissão organizadora. Será o quinto tema a ser abordado no dia 9 de junho.
Fórum Nacional de Lácteos
O Fórum Nacional de Lácteos que terá moderador o doutor e chefe geral da Embrapa Gado de Leite, Paulo Carmo Martins. O evento acontecerá no primeiro dia do Simpósio, 8 de junho.
São convidados a debater no Fórum, o deputado federal e presidente da Subcomissão de Política Agrária na Câmara Federal, Alceu Moreira, o Secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo/MAPA, Caio Tibério Dornelles da Rocha e o chefe da Divisão Técnica do Senar/RS, João Augusto Araújo Telles e o engenheiro agrônomo e doutorando em bovinos de leite, Vilmar Fruscalso, ele que é assistente técnico regional da Emater RS, na área de Criações.
Além de Fruscalso, também o presidente da Emater RS, Clair Tomé Kuhn, confirmou a presença na abertura do Simpósio, no dia 8 de junho.
Mostra de Trabalhos Científicos
Uma das novidades para a próxima edição estará ligada a Mostra de Trabalhos Científicos. Além da apresentação dos trabalhos por estudantes, pesquisadores e professores, haverá uma palestra sobre a lavoura de leite, um novo conceito de produção, pelo zootecnista Davi Teixeira, que também é diretor Executivo do Serviço de Inteligência em Agronegócios (SIA).
Este ano a Mostra terá a coordenação do professor, Leonardo Souza, do curso de Engenharia de Alimentos, do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS – Erechim).
O Simpósio do Leite acontecerá no segundo dia de atividades e será composto por cinco palestras e mais novidades, como a inserção do Espaço Empresarial.
Mais informações podem ser conferidas no site oficial do evento, no endereço www.simposiodoleite.com.br, pelo email [email protected] ou pelos telefones (54) 9691-8408 e 9680-1635.
PROGRAMA DO SIMPÓSIO DO LEITE DE ERECHIM 2016
Dia 8 de junho
5ª Mostra de Trabalhos Científicos
8h – Inscrições
8h30 às 10h – Apresentação dos trabalhos inscritos na mostra científica
Intervalo – milk break
10h30 – Palestra: Lavoura de Leite: Um Novo Conceito de Produção – Zootecnista Davi Teixeira – Diretor Executivo do Serviço de Agronegócios (SIA)
12h – Intervalo para Almoço
13h – Inscrições
13h30 – Abertura Oficial do 13º Simpósio do Leite
Espaço Empresarial – a definir
14h30 – 7º Fórum Nacional de Lácteos
TEMA:
Cenário da qualidade do leite no Brasil e visão da indústria e produtores e ações governamentais em prol da qualidade do leite.
Moderador: Dr. Paulo Carmo Martins – Chefe geral Embrapa Gado de Leite Juiz Fora/MG
Convidados:
1 – Alceu Moreira – Deputado Federal e Presidente da Sub Comissão de Política Agrícola
2 – Caio Tiberio Dornelles da Rocha – Secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo/MAPA
3 – João Augusto Araújo Telles – Chefe da Divisão Técnica do SENAR/RS
4 – Eng° Agron. e Doutorando em Bovinos de Leite, Vilmar Fruscalso – ATR (Assistente Técnico Regional) da Emater/RS na área de Criações.
17h – Coquetel
NOVIDADE:
Na Quarta Feira, 08/06/2016, será realizada uma confraternização entre os participantes em um PUB (a definir)
Dia 9 de junho
13º Simpósio do Leite
7h15 às 8h15 – Inscrições
8h15 – Palestra 01: Impacto do tratamento precoce do edema de úbere Dr. e Prof. Marcelo Feckinghaus – apoio Ouro Fino
9h – Espaço Empresarial – a definir
9h15 – Palestra 02: Atualidades na hipocalcemia de vacas leiteiras: prevenção e implicações – Dr. e Prof. Rodrigo Almeida/UFPR Curitiba – Apoio Bayer
Intervalo – milk break
11h15 – Palestra 03: Criação de Terneiras: Como criar a futura vaca em lactação – Dra. Cristiane Azevedo – apoio Zoetis
12h – Intervalo para almoço (CTG ao lado)
13h30 – Premiação da 5ª Mostra de Trabalhos Científicos
14h – Palestra 04: Doenças de cascos em bovinos leiteiros Dr. e Professor Rogério Carvalho Souza PUC /MG – apoio R e R Aperfeiçoamento e RE HAGRO
14:45 Intervalo – Milk Break
15:15 – A visão neozelandesa de melhoramento de bovinos leiteiros aplicada ao Brasil: passado, presente e futuro Dr. Wagner Beskow, Ph.D. pesquisador e consultor – apoio LIC NZ Brasil
Fonte: Assessoria

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Seara reposiciona carne suína no Brasil e já captura mais da metade da receita com estratégia de marca
Programa Açougue Suínos Seara Reserva e inovação de portfólio sustentam avanço em categoria historicamente dominada
por produtos sem agregação de valor

A Seara, da JBS, está consolidando uma mudança estrutural no mercado brasileiro de carne suína ao avançar sobre um dos principais gargalos da categoria: a ausência de marca e padronização no ponto de venda. Combinando inovação de portfólio, inteligência de mercado e transformação do varejo, a companhia já captura mais da metade da receita do segmento com um modelo baseado em valor agregado.
O movimento ocorre em um momento de crescimento consistente do consumo. A carne suína deve atingir 19,5 kg per capita no Brasil, consolidando-se como uma das proteínas que mais avançam no país, presente hoje em 93% dos lares. Ainda assim, cerca de 80% do volume vendido em açougues segue sem identificação de marca ou procedência, espaço que a Seara tem ocupado com uma estratégia estruturada para descomoditizar a categoria.
João Campos, presidente da Seara, avalia que o crescimento recente do consumo abre espaço para uma nova fase, em que qualidade percebida, conveniência e confiança passam a orientar a decisão de compra. “O brasileiro redescobriu a carne suína, e o nosso objetivo é liderar essa nova fase. Investimos na inovação para oferecer soluções de consumo, aliando qualidade à praticidade exigida pelo dia a dia”, afirma.
No centro dessa estratégia está o Açougue Suínos Seara Reserva, programa estruturado para transformar o ponto de venda e profissionalizar o varejo. A iniciativa atua sobre gargalos históricos do setor, como falta de padronização, perdas operacionais e escassez de mão de obra qualificada, e combina capacitação, consultoria técnica e fornecimento de produtos certificados.
Presente em mais de 1.300 lojas e apoiado por uma rede de mais de 130 consultores, o programa registra 93% de retenção entre os clientes e vem sustentando ganhos de margem, redução de perdas e aumento de fluxo nas lojas. Na prática, funciona como uma alavanca de crescimento para o varejo e, ao mesmo tempo, como uma plataforma de inteligência para a indústria.
Além do impacto operacional, o Açougue Suínos Seara Reserva se consolidou como um ativo estratégico para a companhia, ampliando a previsibilidade de demanda, fortalecendo a fidelização do varejo e funcionando como canal de testes e inteligência de mercado.
“Nosso foco é liderar a evolução da carne suína no Brasil, saindo de um mercado pouco diferenciado para um modelo baseado em marca, padronização e valor agregado. O Açougue Suínos Seara Reserva é um ativo estratégico nesse movimento, porque conecta indústria e varejo, melhora a eficiência da cadeia e cria uma experiência de compra mais qualificada para o consumidor”, afirma João Victor Bobsin, diretor executivo comercial da Seara.
Em paralelo, a Seara acelera a inovação no portfólio para capturar novas ocasiões de consumo. Produtos diferenciados, como cortes porcionados, itens temperados e soluções prontas para preparo em forno ou air fryer, já representam 49% da receita da categoria, com meta de chegar a 60% até 2027.
A companhia também aposta na valorização de cortes premium, como prime rib suíno e medalhões de filé mignon suíno, além de linhas como Suculentíssimo e Seara Reserva, voltadas a conveniência e maior valor agregado.
Ao combinar marca, inovação e transformação do ponto de venda, a companhia avança para capturar o crescimento da categoria e consolidar sua posição em um dos mercados mais promissores do setor de alimentos no Brasil.
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Após investir R$ 650 milhões, Porto de Paranaguá cobra avanço das ferrovias para evitar perda de competitividade
Presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, afirma que terminal está preparado para crescer, mas alerta que infraestrutura terrestre ainda limita a eficiência logística.

O modelo de gestão adotado pelo Porto de Paranaguá e os desafios da logística do agronegócio estiveram no centro dos debates do lançamento do Movimento Agroportos, realizado na quinta-feira (25), em Curitiba. Durante o evento, o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, apresentou medidas implementadas nos últimos anos para ampliar a eficiência operacional do terminal e defendeu investimentos em infraestrutura como caminho para reduzir o chamado “Custo Brasil”.

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “Somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná
Garcia, que também preside a Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (Abeph), participou do painel “Regulação, Segurança Jurídica e Eficiência Portuária nos Portos do Sul”, mediado pelo diretor-presidente do IBI, Mário Povia. Ele expôs medidas exitosas adotadas nos portos paranaenses ao longo dos últimos anos, que podem servir de exemplo para outros portos em todo o Brasil. O Porto de Paranaguá é o primeiro do país a ter 100% de suas áreas portuárias arrendadas, garantindo segurança jurídica aos operadores. “Com nossas concessões, somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão. São mais de R$ 650 milhões em investimentos, em uma obra que está 95% concluída”, disse Garcia.
As regularizações das áreas arrendáveis promovidas pela Portos do Paraná a partir de 2019 trazem justamente a segurança jurídica discutida no painel. A partir de leilões públicos realizados na Bolsa de Valores do Brasil (B3), as empresas têm a garantia de que poderão investir, pois estão resguardadas por contratos robustos que protegem tanto o arrendante quanto a arrendatária.
Preparado
Ao mencionar a sustentabilidade, Luiz Fernando lembrou que o Porto de Paranaguá se tornou o primeiro porto público brasileiro a conquistar o selo internacional EcoPorts, a mais importante certificação mundial que reconhece as boas práticas de gestão ambiental portuária.
Com as obras mencionadas, o diretor-presidente assegura que o Porto de Paranaguá estará preparado para esse aumento de capacidade e produção no futuro. “O

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná
Paraná fez as concessões rodoviárias e R$ 90 bilhões serão aplicados nos contratos vigentes. E o vencimento da concessão da Malha Sul, em 2027, é a oportunidade que temos para discutir com o setor ferroviário, importantíssimo para que o Moegão funcione com sua capacidade plena”, completou.
Indagado sobre os problemas observados para uma discussão mais ampla por parte do Movimento Agroportos, Garcia destacou o custo logístico das cargas até o porto. Para ele, é preciso enfrentar essas deficiências para ganhar mais eficiência. “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos”, disse.
Alex Sandro de Ávila, secretário nacional de Portos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e presidente do Conselho de Administração da Portos do Paraná (Consad), também foi um dos painelistas. Ele ressaltou a gestão da Portos do Paraná, destacando a requalificação de áreas e os leilões, que geraram maior capacidade de investimento no Porto de Paranaguá. “A Região Sul ainda tem protagonismo no escoamento de cereais, até porque conta com portos extremamente preparados e especializados para essa atividade. Então, buscamos uma sinergia e harmonização, que já deram muito certo aqui no Sul e servem de bom exemplo para desenvolvermos projetos de crescimento nas regiões Norte e Nordeste do país”, disse Ávila.
Notícias Cooperativismo
Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível
Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.
Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.
A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.
Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.
A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.
