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Pet Cuidados

Veterinária dá dicas sobre cuidados importantes nos primeiros meses de vida do pet

Dicas ajudam a facilitar a adaptação do pet ao novo lar, contribuindo para que a relação tutor e pet dê certo logo no começo

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Ao longo de 2021, a ROYAL CANIN®, marca que tem o compromisso de oferecer saúde através da nutrição a gatos e cães, está liderando conversas sobre a importância dos primeiros meses da vida de um filhote, já que este período influenciará diretamente sua saúde quando ele se tornar adulto.

Os tutores devem se preparar para a chegada do filhote e sua adaptação. Além de comprar os acessórios necessários para ele e cuidar dos preparativos adequados em casa, é vital levar o filhote ao Médico-Veterinário para uma verificação completa da saúde e para que possa tirar todas as dúvidas sobre o novo membro da família.

Confira, a seguir, dicas e orientações importantes da Dra. Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Coordenadora de Comunicação Científica da ROYAL CANIN® Brasil, que facilitarão a integração do pet e contribuirão para que a relação entre tutor e pet dê certo logo no começo.

1) Adaptação e alimentação

– O alimento para gatos e cães filhotes deve ser de alta qualidade e adequado à idade, raça ou porte. A ROYAL CANIN® possui fórmulas especialmente desenvolvidas para o crescimento e desenvolvimento saudável dos filhotes, que garantem uma nutrição especialmente desenvolvida para as necessidades específicas deste momento.

– Os pets adoram rotina. Por isso, uma boa dica é sempre fornecer o alimento no mesmo local e horário. Ao invés de deixar o alimento à vontade e disponível o tempo todo, respeite a quantidade indicada na embalagem e forneça em pequenas porções ao longo do dia, o que evitará o sobrepeso no filhote. Também é muito importante realizar a transição de alimentos de forma gradual quando a dieta do filhote mudar.

– Os filhotes são curiosos e gostam de explorar e, por isso, é importante garantir que a casa esteja segura antes de recebê-los. Cuidado com plantas tóxicas, objetos delicados e quebráveis. Restrinja o acesso à piscina e escadas. Telas nas janelas são fundamentais, especialmente para gatos.

– Verifique se possui tudo o que precisa para cuidar dele e ajudá-lo a se instalar no novo lar como, por exemplo: um local seguro e confortável para descanso, brinquedos interativos, comedouros e bebedouros, coleira e guia para os cães, material de limpeza seguros, equipamentos para higiene, etc.

2) Fornecimento de petiscos e recompensas alimentares

– Treinar o seu filhote é essencial para que ele se acostume com a guia e a coleira, aprenda a usar a caixa de transporte e saiba o local correto onde fazer suas necessidades. Petiscos são ótimas recompensas, mas lembre-se que as calorias devem ser contabilizadas no total diário. As calorias dos petiscos não devem exceder 10% do total de calorias ingeridas no dia.

– Outra possibilidade é utilizar croquetes da porção diária de seu alimento como recompensa, já que – dessa forma – o tutor não fornecerá calorias em excesso e manterá a dieta balanceada.

– Outras recompensas não relacionadas a alimentos podem ser elogios, atenção ou o brinquedo favorito dele. Tudo isso funcionará como um incentivo para ele repetir um bom comportamento.

3) Dicas de treinamento

– Dê o tempo necessário para o filhote conhecer a casa e vá, aos poucos, liberando o acesso aos diferentes cômodos. Supervisione para que ele não se perca e não acesse locais inadequados. Gatinhos, por exemplo, adoram se esconder dentro de armários ou dentro do forro do sofá.

– Mostre ao filhote onde fica sua área de dormir, área de alimentação e de necessidades. Esses locais devem ficar distantes uns dos outros.

– Para que o cão aprenda a ficar sozinho, introduza o distanciamento aos poucos para que ele não associe a uma experiência negativa.

– Gatos devem ter, diariamente, brincadeiras que simulam a caça. Use brinquedos como ratinhos, bolinhas e varinhas. Alimentos úmidos são as recompensas ideais para finalizar a “caçada”.

– É importante reforçar as ações desejadas e parabenizar o filhote por isso. Reforce sempre o comportamento positivo.

– Não castigue ou repreenda um filhote que tenha cometido um “acidente”. Em vez disso, ignore as ações indesejadas.

– As sessões de treinamento não precisam ser complicadas ou durar horas. Depois de um tempo, a atenção do filhote pode começar a se desviar. Portanto, faça sessões de treinamento curtas e frequentes, mesmo que seja necessário repetir a mesma sessão algumas vezes.

– Para ajudar o filhote a entender, é vital ser consistente. Por exemplo, você não deve permitir algo um dia e proibir em outro. Quando se trata de treinamento, a melhor abordagem é sempre usar as mesmas palavras para os mesmos comandos e incentivar os membros da família a fazerem o mesmo.

Fonte: Assessoria
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Pet Cuidados

Abinpet tem material inédito com orientações sobre armazenamento correto de pet food

O foco principal é auxiliar distribuidores e lojistas em relação às melhores práticas

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A Abinpet – Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação formulou um material para orientar as melhores práticas em relação ao armazenamento de pet food e snacks para os animais.

“O foco principal é auxiliar distribuidores e lojistas em relação às melhores práticas, mas a linguagem é simples e de fácil compreensão. Dessa forma, é um material interessante, inclusive, para as famílias e suas casas”, comenta José Edson Galvão de França, presidente-executivo da Abinpet. A entidade tem 40 anos de história, e agrega toda a experiência dos associados, muitos deles fabricantes de alimento completo para pets.

Para acessar o material, acesse este link hospedado no Portal Melhores Amigos, mantido pela Abinpet.

Uma das principais tônicas do material é que podem ocorrer falhas nos processos de manuseio e armazenagem dos alimentos. Para evitar momentos como esses, é necessário realizar adaptações específicas nos locais de processamento, distribuição e venda.

Os riscos de contaminação são diferentes em cada etapa da cadeia. “Nos processos industriais, há programas de limpeza, controle de pragas e, principalmente, manejo dos resíduos. Por isso, é um ambiente com baixíssimo risco de contaminação. Na distribuição, o risco ainda é considerado baixo, pois, geralmente, os produtos estão embalados e o controle de pragas é exigido pela fabricante. No entanto, é fundamental adotar práticas de limpeza industrial. É necessário, agora, que tanto os pontos de venda, quanto as famílias adotem medidas adequadas.

Veja algumas dicas simples, presentes no material editado pela Abinpet

  • O local de armazenamento do pet food deve ser protegido da chuva e sol
  • É importante cuidar de condições básicas de higiene e limpeza; afastado de umidade, ventilado e em bom estado de conservação.
  • Em áreas de muita circulação de insetos, telas melhoram a proteção contra pragas
  • Mantenha ralos sem utilização tampados
  • Nunca armazenar os produtos diretamente no chão.
  • Eliminar do local todo e qualquer material que não apresente utilidade funcional, como materiais plásticos, caixas de papelão antigas, pedaços de madeira e metais.

Dados de mercado

A pandemia do coronavírus influenciou negativamente a indústria de produtos para animais de estimação. Um dos principais motivos é a alta do preço de matérias-primas. Para as companhias que produzem pet food, por exemplo, a alta foi de mais de 100% em ingredientes básicos como farinhas de carne e de vísceras, soja, trigo e óleo de frango. Já itens como arroz e milho tiveram aumento de 91% e 65%.

Dessa forma, apesar do faturamento de R﹩ 27 bilhões, crescimento de 21,2% em relação a 2019, o balanço geral é de que o segmento industrial tem sofrido prejuízos, mesmo levando em conta a produção de outros itens como medicamentos e acessórios para animais de estimação.

Isoladamente, o faturamento de pet food cresceu 24% entre as indústrias do setor. Mas a defasagem é de cerca de 29% em relação aos gastos da indústria, de acordo com a Abinpet. Ou seja, o saldo para os fabricantes de alimento é negativo, mesmo com o aumento de 11% na produção. Foram 3,15 milhões de toneladas de alimento para animais de estimação produzidas em 2020. Em 2019, o número foi de 2,85 milhões de toneladas, crescimento de 3,8% em relação ao ano anterior. Pet vet cresceu 18% em faturamento e pet care, 9,5%.

Fonte: Assessoria
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Pet Interação

Pesquisa aponta a importância dos pets no desenvolvimento de crianças e jovens durante o confinamento

O estudo realizado pela Mars Petcare revelou que a maioria dos pais enxergam os gatos e cães como bons companheiros para seus filhos, principalmente em momentos de estresse

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A pandemia mexeu com o estilo de vida de toda a população mundial e, certamente, os mais afetados foram as crianças e jovens. A maioria precisou se adaptar aos novos hábitos impostos pelo confinamento com o ensino virtual e isso afetou o bem-estar físico e mental pela falta de contato com os colegas de classe. Pensando nisso, a Mars Petcare realizou uma pesquisa online entre fevereiro e março de 2021 com dois mil pais nos EUA e Reino Unido para entender os benefícios dos animais na vida dos pequenos.

Os dados mostraram que o convívio com um pet pode reduzir o estresse e até mesmo melhorar a função cognitiva entre os estudantes. 83% dos pais entrevistados afirmam que o gato ou o cão da família ajudou os filhos a se sentirem menos solitários durante o isolamento social.

As principais descobertas da pesquisa destacam que a boa relação entre seres humanos e pets, na infância e adolescência durante o confinamento trouxe inúmeros benefícios, incluindo motivação no ambiente de estudo e interesse na prática de atividades físicas. Confira abaixo:

Entre os entrevistados:

• 83% disseram que a presença de um animal ajudou o filho a se sentir menos solitário;

• 72% alegaram que a criança está mais motivada com um animal de estimação por perto;

• 56% chegaram a dizer que ter um animal em casa ajudou a melhorar o desempenho acadêmico dos filhos;

• 83% disseram que os pets ajudam a reduzir a ansiedade dos filhos;

• 85% afirmaram que ter um gato ou cão em casa tornou o aprendizado virtual mais agradável para os jovens.

Os pais entrevistados ​​também encontraram muitos outros motivos para elogiar a presença dos pets. A maioria afirmou que eles ajudaram a aumentar a autoconfiança de seus filhos, mantê-los em uma rotina diária, ofereceram mais oportunidades para prática de atividades físicas e até mesmo melhorou o humor de toda a família.

Em relação ao tempo:

A pesquisa também descobriu que alguns pais acham que o tempo que o animal passa com a família também beneficia a ele mesmo.

• 87% acharam que o tempo extra que o pet passa com seus filhos foi agradável para o animal;

• 77% acreditam que o tempo extra deixou o pet mais calmo.

Os pets no ambiente de estudo:

Para muitos pais as interações controladas e regulares com animais nas escolas poderiam apoiar a confiança, felicidade e aprendizado dos filhos.

• 80% acharam que a interação controlada com pets deve ser usada nas escolas à medida que os alunos começam a fazer a transição para outras salas de aula;

• 75% acreditam que as escolas devem investir mais na introdução de animais no ambiente tradicional de sala de aula.

Com esses dados é possível perceber o impacto positivo no bem-estar físico e emocional de crianças e adolescentes durante o confinamento também é possível enxergar que a convivência com gatos e cães se tornou importante e necessária na rotina desses jovens.

Fonte: Assessoria
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Pet PET

Aves em casa: 11 dicas para cuidar bem desses pets

Confira os cuidados essenciais para escolher gaiola, comedouros, brinquedos e manter uma rotina saudável para a ave

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As aves pet, entre elas espécies populares como os periquitos, calopsitas e agapornis, estão cada vez mais presentes nos lares brasileiros. No entanto, antes mesmo de adquirir uma ave pet, é importante criar um ambiente adequado e seguro para esse tipo de animal. Confira 11 dicas para ter aves pet em casa.

1 – Investimento

O primeiro passo é compreender o valor a ser investido em gaiola, comedouros e outros objetos para que a ave tenha um lar saudável. Outra questão fundamental é estimar o valor de rações e alimentação de qualidade. Somente eventualmente e como petisco pode ser oferecido o mix de sementes, já que as sementes são ricas em gordura e não devem ser oferecidas diariamente à ave.

A dieta das aves deve ter como base a ração indicada para a espécie, sendo complementada com vegetais. “Você vai ter que comprar uma ração extrusada de qualidade. Esse animal precisa de uma dieta variada, saudável, a base da ração extrusada, com verduras, legumes e frutas. Além disso, são aves extremamente inteligentes, é um animal que demanda contato conosco, interação, brincadeiras. Isso custa tempo, custa dinheiro”, afirma a médica veterinária Bruna Barbosa, que atualmente é uma das responsáveis pela área de internação da Safari, uma empresa de São Paulo que presta serviços veterinários para hospitais e zoológicos.

2 – Pets em casa

Se a pessoa já tiver um outro animal em casa, como cachorro ou gato, precisa tomar muito cuidado e planejar a aquisição da ave, de modo que a ave pet tenha um ambiente só para ela e seguro. A ave não deve ficar solta em casa sem supervisão, pois corre o risco de ser atacada por outros animais. O cuidado é válido até mesmo para a interação entre diferentes espécies de aves. “Não tem problema você ter aves de espécies diferentes, mas com certeza não é recomendado deixá-las na mesma gaiola. A gente recebe na rotina veterinária muitos animais que sofreram por briga, que se machucaram, uns já chegaram até sem bico”, afirmou Bruna ao podcast Psitacast.

3 – Quarentena

Ao adquirir uma ave, é fundamental levar o animal para check-up com um médico veterinário. A ave pode ser portadora de um patógeno e demorar para manifestar uma doença, então o acompanhamento médico é imprescindível nesse momento. A quarentena é ainda mais importante se a pessoa já tiver outras aves em casa, para evitar que a introdução de uma nova ave no ambiente contamine as demais. “Na rotina veterinária, infelizmente atendemos muitas aves que acabam vindo ao óbito porque o tutor não tomou esse cuidado com a questão sanitária”, alerta Bruna.

4 – Escolha da gaiola

Ao comprar uma gaiola ou viveiro, deve-se observar a qualidade do material, a facilidade de limpeza e o tamanho. “As aves têm um bico muito forte, então não adianta querer economizar comprando uma gaiola mais barata como essas de alumínio, porque com certeza elas podem destruir. E quando a gente pensa nessa destruição, não é só uma questão financeira. Às vezes elas engolem esse material, então temos dois problemas: o da destruição em si, que é meramente monetário, e o risco de ingestão de material metálico, que vai necessitar de atendimento veterinário urgente, muitas vezes comprometendo a própria vida do animal”, alerta Bruna.

A gaiola ou viveiro deve facilitar a rotina de higiene. Os melhores modelos são os que apresentam uma grade e gaveta removível no fundo da gaiola, para permitir uma limpeza eficiente. “As aves não devem ter contato com as próprias fezes”, diz a veterinária. Em relação ao tamanho e formato da gaiola ou viveiro, é recomendável que haja espaço suficiente para a ave se movimentar e abrir integralmente as asas no interior da gaiola ou viveiro. Também é importante que a gaiola ou viveiro seja quadrada ou retangular. As opções com outros formatos comprometem a noção espacial e podem estressar o animal. “Existem livros e trabalhos científicos que abominam as gaiolas redondas, isso não só para as aves, em zoológicos, os recintos redondos são totalmente contraindicados”, alertou a médica em entrevista ao Psitacast.

5 – Comedouros e bebedouros

É fundamental escolher comedouros e bebedouros com tamanho indicado para a espécie escolhida, para que a ave tenha uma postura adequada ao se alimentar e evitar que ela defeque sobre esses objetos, contaminando alimentos e água. Em relação ao material, a opção mais recomendada é o comedouro/bebedouro de porcelana. “Eu só gosto dos comedores de porcelana, são mais fáceis de limpar, então não ficam aquelas placas de sujeira acumulada como nos de alumínio e de plástico. E o principal é que os de porcelana não vão virar objeto de destruição. Apesar de ser mais caro, é muito melhor para a sua ave”, opina Bruna.

6 – Poleiros

Os poleiros devem ser colocados no interior da gaiola ou viveiro com cuidado, para que não haja sobreposição. A disposição dos poleiros deve evitar o acúmulo de fezes e eles não podem atrapalhar a movimentação do animal. Também é importante escolher poleiros com espessura adequada para a espécie e somente de madeira macia, não utilizando opções de plástico ou outro material. É possível incluir opções como os galhos naturais de goiabeira, por exemplo, ou de outras plantas – desde que a planta não seja tóxica para a ave. Esses cuidados vão permitir que a ave se exercite e não machuque as patas.

7 – Iluminação e sono

É importante que as aves tomem sol diariamente, por cerca de 15 minutos, para beneficiar a saúde. Mas o ambiente das aves não pode ter iluminação natural ou artificial excessiva e deve ser respeitado o fotoperíodo. As aves precisam dormir 12h por noite então, ao anoitecer, elas devem ficar em ambiente escuro e o mais silencioso possível. Aves que ficam acordadas durante a noite podem se estressar e desenvolver distúrbios hormonais e reprodutivos, entre outros problemas. “A iluminação é algo muito simples, mas infelizmente ela é muito negligenciada pelos donos de aves”, opina Bruna.

8 – Ventilação e temperatura

O ambiente das aves não pode ser abafado, mas também não pode permitir a passagem de correntes de ar. “O sistema respiratório das aves é muito sensível então excesso de vento com certeza faz mal para as aves”, diz Bruna. A temperatura ideal para a ave varia conforme a espécie, mas, em geral, as aves demandam temperatura superior a 28 graus. O frio pode matar a ave, por isso, em muitos casos pode ser recomendado utilizar lâmpadas de aquecimento ou aquecedores, mas com o cuidado de manter a umidade do ar em níveis desejados.

9 – Enriquecimento ambiental

As aves que vivem solitárias ou que levam uma vida entediante podem desenvolver distúrbios em cativeiro, desenvolvendo algum comportamento obsessivo-compulsivo que prejudica a saúde como, por exemplo, o hábito de arrancar as próprias penas. Desse modo, é importante investir em enriquecimento ambiental, oferecendo muitos brinquedos de madeira e criando atividades para estimular a ave e prevenir o estresse, como treinos de voo e atividades de forrageamento.

10 – Higiene

A limpeza frequente do local é fundamental para promover um lar saudável para as aves. A médica veterinária Bruna Barbosa recomenda limpar a gaiola com álcool ou com amônia quaternária e esperar o cheiro do produto ser eliminado antes de retornar com a gaiola para o ambiente das aves. Se não for possível, é importante pelo menos lavar a gaiola com água fervente. “A higiene é importantíssima para evitar a transmissão de doenças para as nossas aves e evitar que elas tenham contato com as próprias fezes”, afirmou durante entrevista ao Psitacast.

11 – Perigos no ambiente

A presença de móveis, pias, persianas, eletrodomésticos e até mesmo tomadas de energia podem representar riscos de acidentes para a ave. “Elas saem bicando tudo. Então, ave solta, somente com supervisão!”, alerta Bruna. O proprietário da ave também deve ter cuidado com a armazenagem de rações, guardando os alimentos em armário limpo e distante de produtos de limpeza, por exemplo, para evitar contaminação e possível intoxicação no animal.

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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