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Notícias Avicultura

Vencedores do Prêmio Lamas 2021 apresentaram trabalhos durante a Conferência FACTA WPSA-Brasil

Exposição foi realizada de forma remota pelos pesquisadores

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A Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas (FACTA) promoveu nos dias 23 e 24 de junho, a apresentação dos trabalhos vencedores do Prêmio Lamas 2021, durante a Conferência FACTA WPSA-Brasil, inscritos nas categorias Nutrição, Sanidade, Produção e Outras Áreas.

Mais do que homenagear, o Prêmio objetiva divulgar ao setor os resultados do intenso trabalho de pesquisa e de experimentação desenvolvidos em Universidades e Centros de Pesquisa de todo o País, a fim de responder às questões levantadas pelo próprio setor produtivo nas diversas áreas especializadas na produção e processamento de produtos avícolas.

O nome do Prêmio é uma homenagem ao Prof. Dr. José Maria Lamas da Silva, respeitado técnico da avicultura brasileira, mestre da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais e formador de centenas de técnicos hoje militantes na avicultura brasileira.

Os primeiros colocados de cada área foram premiados com uma inscrição para a Conferência FACTA WPSA-Brasil 2022 e os livros da Coleção FACTA.

Confira os ganhadores:

Sanidade

Vencedor: “Epidemiologia molecular do vírus da laringotraqueíte infecciosa das galinhas (lti) na região de Guatapará-SP” – Renato Luís Luciano (SA – 12), do Instituto Biológico Descalvado – São Paulo/SP.

2º lugar Menção Honrosa: “Avaliação sorológica de aves vacinadas com dispositivo eletromecânico em comparação com seringa manual” – Eric de Andrade Culhari (SA-16), da Phibro Animal Health Corporation, Guarulhos/SP.

3º lugar Menção Honrosa: “Capacidade de formação de biofilme em isolados de salmonella spp. provenientes de frangos de corte” – João Vitor Monteiro Berbert (SA-17), da Universidade Estadual de Londrina, Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, Londrina/PR.

4º lugar Menção Honrosa: “Teste de sensiblidade aos anticoccidianos para eimeria maxima de granjas no estado de minas gerais” – Gleidson Biasi Carvalho Salles (SA-04), da Zoetis Indústria de Produtos Veterinários Ltda – São Paulo/SP.

 

Nutrição

Vencedor: ” Desempenho, digestibilidade e morfometria intestinal de frangos recebendo quillaja e yucca)” – Catarina Stefanello (NU- 12), da Universidade Federal de Santa Maria, Departamento de Zootecnia, Santa Maria/RS.

2º lugar Menção Honrosa: “Metagenômica de frangos de corte tratados com aditivo fitogênico de extrato de castanheira” – Ellen Hatsumi Fukayama (NU-33), zootecnista, e diretora Técnica do BITA – Busca Inteligente em Tecnologia Animal – Brasil.

3º lugar Menção Honrosa: “Grãos secos de destilaria com solúveis (ddgs) na dieta de frangos de corte” – Pedro Afonso de Souza Ezidio (NU-27), Universidade Estadual de Maringá, Departamento de Zootecnia, Maringá/PR.

 

Produção

Vencedor: “Mineração de dados aplicada a dados produtivos de matrizes pesadas” –  Geórgia Caetano de Almeida (PR-08), médica-veterinária, PR.

2º lugar Menção Honrosa: “Relações dos ácidos linoleico e alfa linolênico no desempenho de incubação de codornas japonesas” – Leticia Aline Lima da Silva (PR-18), da Universidade Estadual de Maringá, Departamento de Zootecnia, Maringá/PR

3º lugar Menção Honrosa: “Efeitos de diferentes ambiental na produtividade de frangos de corte” – Marconi Italo Lourenço da Silva (PR-20), da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia – UNESP, Produção Animal e Medicina Veterinária Preventiva, Botucatu/SP.

 

Outras áreas

Vencedor: “Modelo fuzzy de classificação da vulnerabilidade de aviários de frangos de corte ao calor” – Milena Coutinho Franco (OA-16), da UFPR/SCA, curso Zootecnia, Curitiba/PR

2º lugar Menção Honrosa: “Desenvolvimento de um equipamento para mensurar a dor no sistema locomotor de frangos de corte” – Angélica Signor Mendes (OA-10) do Departamento de Agronomia e Zootecnia, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, Dois Vizinhos/PR.

3º lugar Menção honrosa: “Frequência das lesões histológicas indicativas de white striping e wooden breast em frangos de corte” – Vivian Aparecida Rios de Castilho (OA-06), da Universidade Federal da Grande Dourados, Departamento de Zootecnia, Dourados, Mato Grosso do Sul/MS.

Fonte: Assessoria
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Notícias Leite

Produtores e técnicos de cooperativa participam de capacitação do Programa Balde Cheio

Nessa capacitação inicial foi realizada uma entrevista com os quatro produtores envolvidos que participaram juntamente com o técnico da cooperativa que vai fazer o acompanhamento

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Técnicos e produtores rurais vinculados à Cooperativa Mista de Pequenos Agricultores da Região Sul, (Coopar) participaram de capacitação do Programa Balde Cheio na última quinta-feira (29/07). A capacitação foi realizada de forma virtual e contou com a presença do instrutor do programa, Juliano Alarcon Fabrício, e com os coordenadores do Balde Cheio no Rio Grande do Sul (RS), a pesquisadora Renata Suñé, da Embrapa Pecuária Sul, e o analista Sergio Bender, da Embrapa Clima Temperado.

A Coopar, sediada em São Lourenço do Sul, é mais uma entidade a participar do Balde Cheio e terá o acompanhamento técnico de quatro produtores de leite da região. Para Estevão Kunde, diretor técnico da Coopar, o projeto chega em um momento em que a atividade cresce na região, mas que precisa de mais tecnologia e conhecimento para avançar. “O projeto propicia uma aproximação entre técnicos e produtores, com grandes possibilidades de desenvolvimento para ambos”. Já o analista da Embrapa, Sérgio Bender, ressaltou que o Balde Cheio ajuda a mudar a realidade de produtores familiares, sempre com a estreita participação dos próprios produtores e dos técnicos.

Nessa capacitação inicial foi realizada uma entrevista com os quatro produtores envolvidos que participaram juntamente com o técnico da cooperativa que vai fazer o acompanhamento. O instrutor do programa no RS, Juliano Fabrício, fez diferentes perguntas sobre a atividade nas propriedades, como o tamanho da área utilizada para a produção de leite, número de vacas em lactação, tipos de pastagens utilizadas no inverno e no verão, entre outras. Segundo o instrutor, um primeiro passo é o próprio produtor conhecer melhor a atividade e o meio é fazer o registro de todas as questões relacionadas à produção e comercialização. “É preciso ter dados econômicos, dados sobre a produção leiteira, da produtividade de cada vaca, dados climáticos e tudo mais que tem relação direta com a atividade”.

No Rio Grande do Sul o programa foi retomado há mais de dois anos e hoje já está presente em várias propriedades de diferentes regiões. De acordo com a pesquisadora Renata Suñé, cada uma das unidades atendidas tem suas metas e objetivos, que são detectadas e priorizadas entre os técnicos e os produtores. “Já temos observados ganhos em várias propriedades, sempre de acordo com os objetivos de cada produtor, seja o aumento da oferta de forragem, aumento da produtividade por vaca, a qualidade do leite, entre outras questões relacionadas à atividade”.

Balde Cheio

O Balde Cheio é uma metodologia de transferência de tecnologia que tem o objetivo de capacitar profissionais da assistência técnica, extensão rural e pecuaristas em técnicas, práticas e processos agrícolas, zootécnicos, gerenciais e ambientais. As tecnologias são adaptadas regionalmente em propriedades que se transformam em salas de aula. Sem apresentar um modelo pronto, o programa leva em conta as características de cada propriedade e o perfil de cada produtor.

A metodologia parte de um diagnóstico do estabelecimento rural e, a partir daí, com o acordo do técnico e do produtor, estabelece metas e um planejamento para alcançá-las. Estes ajustes ou mudanças vão desde a melhoria na produção de forragem para os animais até o controle zootécnico do rebanho e um melhor gerenciamento e organização da propriedade.

Fonte: Assessoria
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Notícias Suinocultura

Nova instrução normativa de bem-estar animal nas granjas brasileiras é tema de evento on-line promovido pela ASES e ABCS

O evento aconteceu na última quinta-feira (29), e contou com a participação dos associados da ASES, técnicos, profissionais da área de suinocultura e demais interessados.

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A nova instrução normativa (IN 113/2020) que visa as adequações de manejo e as instalações para o bem-estar animal nas granjas suinícolas brasileiras foi tema de um evento on-line promovido pela ASES, em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), na última quinta-feira (29).

Sendo promovido por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS) e tendo o apoio dos frigoríficos Cofril, Mosquini e Zuculoto, a abertura do encontro contou com as falas do presidente da ASES, Jayme Meroto, da diretora técnica da ABCS, Charli Ludtke, através de um vídeo enviado, e da coordenação do evento ficou por conta do diretor executivo da ASES, Nélio Hand.

Em seguida, o público participante, que foi composto por associados da ASES, técnicos, profissionais da área de suinocultura e demais interessados, pôde acompanhar a palestra do médico-veterinário e consultor de Mercado da ABCS, Iuri Machado, que, logo de início, destacou a importância de se promover o bem-estar animal (BEA).

Iuri também apresentou um histórico recente da situação do bem-estar animal no Brasil, explicou as exigências mínimas de manejo e instalação nas granjas – enfatizando os prazos para adequações, e fez um comparativo entre as exigências da normativa e as tendências de exigências do varejo. Além disso, o palestrante explanou sobre a portaria Nº 365/2021, que foi recentemente publicada, que regulamenta o manejo pré-abate e de abate.

O público pôde participar do evento por meio de perguntas que foram endereçadas e respondidas pelo palestrante. Nélio fez um balanço do evento e destacou a parceria com a ABCS que vem resultando em diversos eventos e treinamentos para os associados da ASES.

“Muito importantes essas parcerias entre a ABCS e a ASES para que possamos levar a informação precisa ao suinocultor capixaba. Esse, a propósito, tem sido um dos focos do trabalho da associação: levar informação, e orientação aos associados da ASES para que possam estar atentos e acompanhem a realidade e evolução da suinocultura em muitos aspectos, inclusive em relação ao bem-estar animal, que vem sendo alvo de amplas discussões nos últimos anos e que foi muito bem detalhado pelo palestrante Iuri Machado em nosso treinamento”, encerrou Nélio.

Fonte: Assessoria
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Notícias Cooperativismo

C.Vale e Cooatol oficializam processo de incorporação

Anuncio foi feito após aprovação em assembleia na manhã dessa sexta (30)

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Fotos: Divulgação

Em assembleia geral extraordinária realizada em conjunto na manhã dessa sexta(30), foi aprovado a incorporação da Cooatol a Cooperativa C. Vale.

Sede da Cooatol em Toledo-PR

O objetivo dessa união visa potencializar as atividades operacionais das 19 unidades de recebimento da Cooatol, garantindo maior escala na originação de grãos, oferta de insumos e bens de produção aos seus cooperados e clientes.

Outra vantagem para os associados da Cooatol é uma garantia de crescimento contínuo e sustentável, com garantia de assistência técnica, fomento e ampliação na matriz de negócios.

 

Veja na integra, o que diz o comunicado emitido pelas cooperativas:

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