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Avicultura

Vacina atenuada por precocidade como alternativa eficaz e segura no controle da Coccidiose

Além de promoverem imunogenicidade, possuem grande diferencial em relação ao menor dano no epitélio intestinal, uma vez que oocistos de Eimeria spp. selecionados por precocidade possuem capacidade limitada de replicação em comparação com cepas não atenuadas.

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Foto: Shutterstock

Um aspecto fundamental em relação a produtividade na avicultura é a manutenção da saúde e integridade do trato gastrointestinal, que influencia diretamente o estado nutricional, sanitário e imunológico das aves. Estes em homeostasia possibilitam eficiência na absorção e metabolização de nutrientes, impedem a fixação e multiplicação de agentes patogênicos no epitélio intestinal e estimulam imunidade efetiva para que a ave possa expressar todo seu potencial genético e maximizar seu desempenho zootécnico.

A Coccidiose aviária é uma enfermidade transmitida por protozoários intracelulares do gênero Eimeria. É caracterizada pela infecção do parasita nas células do epitélio da mucosa intestinal, muitas vezes, ocasiona inflamação, diminuição da capacidade de absorção e digestão de alimento, perda celular e impacto negativo na função de barreira física e imunológicas contra infecções bacterianas secundárias.

A Coccidiose clínica é facilmente diagnosticada através dos sinais clínicos identificados por diarreia, presença de sangue nas fezes, passagem de ração nas excretas, apatia, queda súbita de ganho de peso e consumo de alimento e, em alguns casos podendo levar a ocorrência de mortalidade. No entanto, a manifestação subclínica não apresenta sinais clínicos perceptíveis e geralmente é caracterizada pela baixa eficiência de índices de resultados zootécnicos, como menor taxa de crescimento, maior consumo de ração, uniformidade do lote, além de possibilidade de  predispor disbacterioses e favorecer a colonização, proliferação de agentes oportunistas como Clostridium perfringens, causador da enterite necrótica, além da proliferação de Escherichia coli e Salmonella spp. que podem gerar mais danos.

Dessa forma, o quadro clínico da parasitose possibilita a avaliação de efetividade das medidas de prevenção da enfermidade utilizadas e ações necessárias, porém quando a doença é subclínica esse diagnóstico pode ser mais difícil e demorado. Portanto, é extremamente importante a definição de avaliação de efetividade e escolha de um programa preventivo adequado para controle da Coccidiose, visando manter a integridade e saúde do epitélio intestinal e, consequentemente, maximizar a digestão e absorção de nutrientes para obter ótimos resultados zootécnico e financeiros.

Uma alternativa eficaz e segura no controle da Coccidiose em matrizes de frango de corte é uma vacina atenuada por precocidade de alta tecnologia, altamente eficaz, diferenciada e segura para a prevenção da Coccidiose composta pelas de espécies de Eimeria spp. mais prevalentes para reprodutoras: E. acervulina, E. maxima, E. tenella, E. brunetti e E. necatrix.

Vacinas atenuadas por precocidade, além de promoverem imunogenicidade, possuem grande diferencial em relação ao menor dano no epitélio intestinal, uma vez que oocistos de Eimeria spp. selecionados por precocidade possuem capacidade limitada de replicação em comparação com cepas não atenuadas. Isso significa que a quantidade de oocistos no pico de replicação da cepa da vacina de alta tecnologia será muito menor do que no pico gerado pelas cepas que são pouco atenuadas. Outro ponto importante é que a formação da imunidade inata e adquirida não causará surtos clínicos e subclínicos de coccidiose, pelo contrário a mucosa intestinal estará integra e saudável para maximizar a capacidade genética de desenvolvimento do animal.

Essa vacina contém um diluente com a inclusão de corante específico que possui particularidades que estimulam a ingestão da vacina no incubatório, uma vez que o controle dos procedimentos do correto armazenamento, preparo, administração e consumo da vacina no incubatório são fundamentais para desenvolver um modelo de vacina prática, segura e eficiente.

Os pintinhos têm preferências por pico de cor nas combinações laranja-vermelho e azul-violeta. A vista disso, foi avaliada a preferência dos pintinhos através de cores primárias (azul, vermelho e verde) e uma cor secundária (roxo claro ou violeta), obtida pela mistura das cores vermelho e azul. A cor roxo claro foi a cor onde pintinhos tiveram o maior comportamento de busca pelas gotas de vacina em baixa intensidade de luz e, por esta preferência, foi a cor eleita para o desenvolvimento do diluente.

Figura 1: Gota vacinal grossa com diluente na cor e fidelizador ideais para correta ingestão da vacina.

Outras pesquisas

Outras pesquisas demonstraram uma correlação direta entre a ingestão da vacina contendo oocistos e intensidade de luz, já que a atividade dos pintinhos é maior em intensidades de luz superiores, que resulta na maior ingestão de vacina. Considerando então uma vacina que deve ser ingerida no incubatório, devemos lembrar que as condições de intensidade de luz na maioria dos incubatórios são variáveis e muitas vezes o local onde os pintinhos são vacinados e mantidos após a vacinação antes do transporte para a granja possui pouca luminosidade, o que pode prejudicar a ingestão da vacina, por isso a importância da coloração e do fidelizador de consumo presente do diluente da vacina.

Figura 2: Hipramune T- estimulo da produção de linfócitos para gerar mais imunogenicidade.

Mais estímulo

A vacina para prevenção da coccidiose atenuada precocidade também é composta pelo o Hipramune T, que é um adjuvante (imunomodulador) de vacina viva, capaz aumentar o estímulo da resposta imune celular, crucial para fornecer uma imunidade forte, rápida e duradoura (Figura 2).

Atrelado a vacinação de Coccidiose em pintinhos de 1 dia de idade no incubatório, existem equipamentos específicos e tecnológicos para garantia do processo vacinal. Existe também o conceito de vacinação inteligente “smart vaccination” capaz de realizar a rastreabilidade das sessões de vacinação no incubatório. O uso de equipamento adequado para a vacinação de coccidiose é de suma importância para uma vacinação eficiente, uma vez que não basta apenas realizar um spray de maneira aleatória sobre os pintinhos, mas seguir os seguintes pontos: equipamento para vacinação regulado para administração de gotas grossas, em pressão adequada, em volume e dose recomendada, e uniformidade de aplicação na caixa.

É imprescindível o controle da Coccidiose na avicultura já que essa enfermidade onera os custos em relação aos prejuízos nos resultados zootécnicos. Atualmente estão disponíveis vacinas tecnológicas, práticas, seguras e de última geração com cepas selecionadas geneticamente e atenuadas por precocidade. Associado a ferramentas para processo vacinal é claramente possível ter sucesso na prevenção dessa parasitose, mantendo o equilíbrio entre saúde animal, produtividade, rentabilidade e qualidade do produto final.

As referências bibliográficas estão com a autora. Contato: bruna.oliveira@hipra.com.

Confira mais informações na edição 2022 de Nutrição e Saúde Animal clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Por Bruna Cereda de Oliveira, coordenadora do Projeto Coccidiose Hipra.

Avicultura Após oito anos

UFSM retoma tradicional Simpósio de Sanidade Avícola

Evento será realizado de forma on-line, entre os dias 05 e 07 de junho, permitindo a participação de estudantes e profissionais de diversas regiões do país.

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Foto: Julio Bittencourt

A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) está em clima de celebração com o retorno do Simpósio de Sanidade Avícola, que volta a acontecer após um hiato de oito anos. Este evento, anteriormente coordenado pela professora doutora Maristela Lovato Flores, teve sua última edição em 2016 e agora ressurge graças aos esforços do Grupo de Estudos em Avicultura e Sanidade Avícola da UFSM (Geasa/UFSM). O Jornal O Presente Rural será parceiro de mídia da edição 2024 do evento.

Sob a nova liderança dos professores doutores Helton Fernandes dos Santos e Paulo Dilkin, o evento chega a 11ª edição e promete manter o alto padrão técnico-científico que sempre marcou suas edições anteriores. “Estamos imensamente satisfeitos e felizes em anunciar o retorno deste evento tão importante para a comunidade avícola”, declararam os coordenadores.

O Simpósio está marcado para os dias 05, 06 e 07 de junho e será realizado de forma on-line, permitindo a participação de estudantes e profissionais de diversas regiões do país. “Com um programa cuidadosamente planejado ao longo dos últimos meses, o evento pretende aprofundar os conhecimentos sobre sanidade avícola, abrangendo temas atuais e pertinentes à Medicina Veterinária, Agronomia e Zootecnia”, evidenciou o presidente do Geasa/UFSM, Matheus Pupp de Araujo Rosa.

Entre as novidades deste ano, destaca-se o caráter beneficente do evento. Em solidariedade às vítimas das recentes enchentes que atingiram o estado do Rio Grande do Sul, 50% do valor arrecadado com as inscrições será doado para ajudar aqueles que foram afetados por essa adversidade.

Os organizadores também garantem a presença de palestrantes de renome, que irão abordar as principais pautas relacionadas à sanidade nos diversos setores da avicultura. “Estamos empenhados em proporcionar um evento de alta qualidade, que contribua significativamente para o desenvolvimento profissional dos participantes”, afirmaram.

Em breve, mais detalhes sobre os palestrantes, temas específicos e informações sobre inscrições serão divulgados. Para acompanhar todas as atualizações, você pode também seguir  o perfil oficial do Geasa/UFSM pelo Instagram. “O Simpósio de Sanidade Avícola é uma excelente oportunidade para a comunidade acadêmica e profissional se reunir, trocar conhecimentos e contribuir para o avanço da avicultura, enquanto também apoia uma causa social de grande relevância”, ressalta Matheus.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

No Dia Mundial do Frango, foco setorial se concentra na garantia de abastecimento

Além da segurança alimentar, setor detém importante papel socioeconômico no Brasil.

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Foto: Shutterstock

Hoje, 10 de maio, é o Dia Mundial do Frango, data criada pelo Conselho Internacional da Avicultura (IPC, sigla em inglês) para celebrar a cadeia produtiva e estimular o consumo de uma das mais importantes e versáteis proteínas animais do mundo.

Neste ano, a avicultura do Brasil abordará uma perspectiva diferente dos anos anteriores. A celebração deste ano exaltará a importância desta proteína para a garantia de segurança alimentar e para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

Em toda a cadeia produtiva, são 3,5 milhões de empregos diretos e indiretos. Apenas nas fábricas são mais de 300 mil postos de trabalho de um setor com Valor Bruto de Produção superior a R$ 90 bilhões.

É uma enorme força de trabalho que produziu no ano passado 14,8 milhões de toneladas em território brasileiro – desde 2013, o Brasil adicionou cerca de 2,5 milhões de toneladas em sua produção.

Quase 35% disto é direcionado a mais de 150 países nos cinco continentes – capilaridade que proporcionou ao Brasil a liderança mundial nas exportações da proteína, sendo responsável por 38% do total do comércio internacional. Para fins de comparação, as agroindústrias brasileiras exportaram no último ano mais que as vendas internacionais de Estados Unidos e União Europeia – segundo e terceiro maiores, respectivamente – somadas, e é maior do que toda a produção da Rússia (quinto maior produtor global da proteína). São embarques que geram receitas próximas a US$ 10 bilhões (dados de 2023).

O impacto econômico e social da carne de frango para o Brasil não está apenas nos dados macroeconômicos. O peso social individualizado da proteína se vê em seu consumo per capita. Cada brasileiro consome, em média, 45 quilos da proteína – índice alcançado em 2020 e que se mantém desde então. É, de longe, a proteína animal mais consumida pelo brasileiro.

São números que mostram a relevância e a missão deste setor com o Brasil – para onde é destinada 65,3% de toda a produção nacional. “Nossa cadeia produtiva é continental, e tem papel determinante nos hábitos, na economia e na cultura gastronômica de Norte a Sul. Do campo às fábricas, são bilhões em investimentos em tecnologia de ponta para garantir a qualidade e a sanidade dos produtos, com maior produtividade. É um dos alicerces alimentares do País, e pilar econômico de diversas regiões. Neste dia, celebramos um setor resiliente, que cumpre seu papel e que seguirá atuando para que não falte o acesso a este alimento de alta qualidade para as famílias de todo o país”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Fonte: Assessoria ABPA
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Avicultura

Especialista aponta umidade e profundidade da cama como fatores críticos ao desenvolvimento das aves

Ao garantir um ambiente saudável e confortável para as aves, bem como a qualidade do produto final, os produtores não apenas protegem sua própria operação, mas também contribuem para a segurança alimentar e a sustentabilidade do setor como um todo.

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Fotos: Shutterstock

O manejo adequado da cama de frangos de corte é uma peça fundamental no quebra-cabeça da produção avícola. Ao garantir um ambiente saudável e confortável para as aves, bem como a qualidade do produto final, os produtores não apenas protegem sua própria operação, mas também contribuem para a segurança alimentar e a sustentabilidade do setor como um todo.

Bacharel em Ciência Animal, mestre em Nutrição de Aves e doutora em Gestão Ambiental de Aves, Connie Mou: “Não há um sistema de gestão único que funcione para todos, pois ele varia de acordo com as necessidades de produção, recursos disponíveis, mão de obra e equipamentos” – Foto: Arquivo pessoal

A bacharel em Ciência Animal, mestre em Nutrição de Aves e doutora em Gestão Ambiental de Aves, Connie Mou, elenca que o manejo correto da cama visa garantir um ambiente propício para o desenvolvimento saudável das aves. “Para alcançar esse objetivo é essencial gerenciar e manter as propriedades benéficas da cama, como absorção, evaporação, isolamento e amortecimento, com foco especial em conservar a umidade entre 20 e 25%”, ressalta Connie. Ela vai tratar deste assunto no 24º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), que acontece entre os dias 09 e 11 de abril, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó, SC.

Controlar a umidade da cama é fundamental para prevenir o crescimento de microrganismos patogênicos e garantir a saúde das aves. Uma cama bem manejada também proporciona um ambiente confortável para as aves se movimentarem, descansarem e se alimentarem, contribuindo assim para o bem-estar animal e o desempenho produtivo. Além disso, o manejo correto da cama pode ter benefícios ambientais, como a compostagem do material usado, que pode ser reaproveitado como fertilizante orgânico, contribuindo para a sustentabilidade da operação avícola.

Qualidade da cama

A qualidade da cama é de extrema importância no desempenho das aves e na saúde intestinal. A especialista em avicultura, ressalta que se a cama for mal gerida, pode se tornar um ambiente ideal para o desenvolvimento de agentes patogênicos nocivos, que podem acabar afetando as aves e provocando doenças. “Níveis excessivos de umidade na cama podem contribuir para o desenvolvimento de lesões nas patas das aves. Além disso, a cama desempenha um papel importante na produção de amônia, se não for cuidadosamente gerenciada, pode levar a níveis elevados de amônia no ambiente, o que foi demonstrado em pesquisas como prejudicial ao sistema respiratório das aves, impactando a função do sistema imunológico, podendo também aumentar o risco de proliferação de bactérias oportunistas.

Vários fatores podem influenciar a umidade da cama, incluindo o uso de água pelas aves, a densidade e as taxas de ventilação. De acordo com a doutora em Gestão Ambiental de Aves, a melhor maneira de abordar o manejo da cama é monitorar a umidade relativa do aviário constantemente e manter um registro histórico de qual é a umidade relativa do ar no aviário ao longo da vida do lote, entre lotes, para entender quão bem está sendo feito o trabalho dentro do aviário, a fim de garantir um equilíbrio adequado de umidade.

Connie diz que nos Estados Unidos aprendeu-se ao longo dos últimos 20 anos que o sucesso da gestão da cama é fortemente influenciado pela educação do produtor. “Existem diversos sistemas de gestão disponíveis para manejo das camas, porém, o sucesso deles depende da capacitação adequada dos produtores. Não há um sistema único que funcione para todos, pois ele varia de acordo com as necessidades de produção, recursos disponíveis, mão de obra e equipamentos”, salienta.

Quanto aos sinais de que a cama precisa ser renovada, a especialista conta que nos Estados Unidos a troca acontece quando começa a aparecer areia na cama ou quando se torna muito profunda. “Um sistema não precisa de uma cama com mais de seis polegadas, cerca de 15 cm de profundidade, pois uma cama mais profunda pode dificultar o gerenciamento da amônia e da umidade”, aponta.

Quanto ao reaproveitamento da cama, quando gerenciado corretamente, pode ser mais benéfico do que prejudicial. Isso ocorre porque a cama reutilizada já possui uma população microbiana estabelecida, o que pode acelerar o desenvolvimento da imunidade das aves. “Já em camas novas é muito mais imprevisível quais microrganismos irão povoar as aves desse alojamento, o que pode impactar o desenvolvimento do sistema imunológico dos frangos”, expõe.

Ventilação

Quanto ao manejo adequado da ventilação, seu impacto na qualidade da cama e na saúde das aves é significativo. O objetivo principal da ventilação é remover a umidade gerada pelas aves, o que está diretamente ligado à qualidade da cama e à saúde das aves. “Sem um programa de ventilação adequadamente executado, nunca será possível alcançar uma boa qualidade da cama e, consequentemente, uma boa saúde das aves. Portanto, o manejo adequado da ventilação é essencial para garantir um ambiente saudável e higiênico para as aves durante todo o ciclo de produção”, frisa a mestre em Nutrição de Aves.

Preparação do alojamento

Para garantir um ambiente saudável para as aves, as melhores práticas para a preparação inicial do alojamento antes da chegada dos pintinhos incluem o gerenciamento dos níveis de umidade, mantendo-os abaixo de 20%, e garantindo uma profundidade adequada da cama para acompanhar a deposição de umidade das aves. “É importante observar a aparência da cama, pois se ela ficar muito fina, há maior chance de níveis mais elevados de amônia. Se não houver opção de tratamento de cama para reduzir a amônia no início do lote, torna-se ainda mais crítico gerenciar”, salienta a bacharel em Ciência Animal.

Controle da proliferação de patógenos na cama

Em relação ao controle da proliferação de patógenos na cama, como Salmonella e Escherichia coli, é importante entender que nunca será possível controlar totalmente esses microrganismos, mas apenas gerenciá-los. “A área do microbioma nos aviários ainda é muito mal compreendida, e há muito a ser aprendido sobre como esses organismos interagem. No entanto, uma estratégia eficaz é gerenciar a umidade da cama, pois a água é um dos principais fatores que esses microrganismos precisam para sobreviver”, expõe Connie, acrescentando: “Mantendo a cama o mais seca possível e pelo maior tempo possível, podemos reduzir as chances de crescimento desses patógenos a níveis que impactariam negativamente nossas aves”.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor avícola acesse a versão digital de Avicultura de Corte e Postura clicando aqui. Boa leitura

Fonte: O Presente Rural
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