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Testes de Desempenho e Eficiência Alimentar começam na Fazenda Escola da Fazu

Antes do início das provas, os exemplares foram avaliados, ainda, pelo exame de ultrassonografia de carcaça.

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Foto: Divulgação/ABCZ

Todos os touros que vão participar do Teste de Desempenho e Eficiência Alimentar (TDEA) do Programa Nacional de Avaliação de Touros Jovens (PNAT) já estão na Fazenda Escola da Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu), em Uberaba (MG).

Nesta semana terminou o prazo da admissão e os animais passaram pelas primeiras avaliações. “A gente precisa estabelecer um protocolo sanitário para a seguridade desses animais, além das vacinações contra a clostridiose e doenças respiratórias. Então, primeiro, é o protocolo sanitário, seguido pela pesagem, que faz parte da avaliação dos animais”, conta a coordenadora de projetos da Fazu, Juliana Paschoal.

Antes do início da prova, os exemplares foram avaliados, ainda, pelo exame de ultrassonografia de carcaça. “A gente mede a área de olho de lombo, que é uma característica que está relacionada à musculosidade, com o rendimento à desossa do animal e, também, a espessura de gordura subcutânea, que está relacionada à precocidade e que é importante para o abate dos animais”, diz o professor Saulo da Luz Silva, da Universidade de São Paulo (USP).

Os animais passaram também pelo olhar apurados dos técnicos da ABCZ, na avaliação EPMURAS. “Para o animal vir para a fazenda, ele obteve a pontuação de ‘Muito Bom’ ou ‘Excelente’ no EPMURAS, e aqui ele tem que ter pelo menos ‘Bom’. É nessa avaliação de admissão que os animais recebem a pontuação, pela comissão tríplice, de pelo menos 25 pontos no EPMURAS”, explica Lauro Fraga, técnico de campo da ABCZ.

Com o fim do período de recepção dos animais, começa a fase de adaptação, com duração de 21 dias. “Aí sim, terá a prova oficial, acompanhando todo o desempenho do animal, o ganho de peso, até avaliar o peso final. Também no final dessa prova, é feita avaliação de carcaça, avaliação de tipo novamente, além da parte de andrologia completa, de qualidade de sêmen e, ainda, a eficiência alimentar”, conclui o Superintendente Técnico Adjunto de Fomento do Leite da ABCZ, Carlos Henrique Cavallari Machado.

Fonte: Assessoria ABCZ

Avicultura Avicultura

Estudo encontra 100% de resistência bacteriana para formaldeído e 50% para amônia quaternária

Em uma ampla avaliação realizada com amostras de campo, foi evidenciado a alta prevalência de APEC resistentes aos antimicrobianos e aos desinfetantes

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Arquivo / OP Rural - shutterstock

Artigo escrito por Gleidson Salles, Médico-veterinário, gerente de produto da Zoetis, e Giulia Pilati, pesquisadora pós-graduanda da Universidade Federal de Santa Cararina*

A colibacilose aviária, uma doença naturalmente oportunista com manifestação local ou sistêmica, é causada pela Escherichia coli patogênica aviária (APEC). A doença está distribuída em todo o mundo e tem um grande impacto econômico, especialmente na indústria de frangos de corte, devido à mortalidade, morbidade, falta de uniformidade no rebanho, redução da produção e aumento da condenação no abate.

O agente é responsável por causar diversas condições clínicas em aves, como aerossaculite, celulite, coligranuloma, colisepticemia, pericardite, peritonite, pleuropneumonia, pneumonia, onfalite, salpingite, síndrome da cabeça inchada (LM), panoftalmia, osteomielite e sinovite.

Os antimicrobianos mais comumente usados no tratamento da colibacilose aviária são β-lactâmicos (penicilinas, cefalosporinas), fluorquinolonas, lincosamidas, macrolídeos, quinolonas, sulfonamidas e tetraciclinas. Atualmente, muitos dos antimicrobianos utilizados na produção avícola também são utilizados na medicina humana. Isto levantou preocupações sobre a potencial transferência de genes de resistência a antibióticos entre animais e humanos.

Além de serem utilizados no tratamento e profilaxia de infecções humanas e animais, os antibióticos são amplamente utilizados como agentes metafiláticos e promotores de crescimento na produção animal. Tais práticas, no entanto, aumentam a pressão seletiva e podem favorecer o desenvolvimento de resistência antimicrobiana.

O desenvolvimento da resistência antimicrobiana é um processo complexo. A resistência pode ser classificada como inerente ou adquirida. A resistência inerente é a capacidade natural de algumas bactérias de resistir a certos antibióticos devido a propriedades intrínsecas, como a estrutura da parede celular ou vias metabólicas. A resistência adquirida, por outro lado, é o resultado de alterações genéticas nas bactérias, como mutações ou transferência de genes de resistência de outras bactérias.

Nesse contexto, realizamos um estudo que avaliou 100 lotes de carcaças de frango ( Gallus gallus domesticus ), coletados no Brasil, com o objetivo de investigar o genoma completo de isolados de Escherichia coli patogênica aviária (APEC) de fêmures de frangos de corte brasileiros ( Gallus gallus domesticus ), a fim de investigar a presença de genes de resistência antimicrobiana associados a bacteriófagos.

Um total de 63 isolados característicos de Escherichia coli foram obtidos de fêmures. Todos os isolados foram confirmados como Escherichia coli por meio de sequenciamento. Dos 63 isolados, 58 (92%) tinham entre 3 e 5 dos genes considerados preditores mínimos e poderiam ser caracterizados como Escherichia coli patogênica aviária (APEC). Destes, 40 (63,4%) apresentaram os cinco genes, outros 14 (22,2%) apresentaram quatro genes. Quatro deles (6,3%) apresentaram três genes e outros quatro, (6,3%) apresentaram entre um gene e dois genes.

Na figura 1 é possível avaliar os perfis de resistência de diferentes classes de antimicrobianos e desinfetantes frente as APEC’s encontradas no estudo. A presença ou ausência de genes de resistência a antibióticos e desinfetantes foi avaliada em isolados de E. coli submetidos para sequenciamento. Cada linha no conjunto de dados corresponde a uma amostra única, enquanto as colunas representam os genes de resistência identificados e os antibióticos ou classes de antibióticos correspondentes.

Neste estudo, genes de resistência previstos contra β-lactâmicos foram encontrados em 63,49% dos isolados contendo um ou mais genes. 49,2% dos isolados abrigavam pelo menos um gene de resistência à tetraciclina. Um dos aminoglicosídeos mais comumente utilizados na medicina veterinária é a gentamicina. No presente estudo, 78,1% dos isolados APEC abrigavam um ou mais genes de resistência aos aminoglicosídeos. 74,6% dos isolados continham genes de resistência previstos contra sulfonamidas.

Além das classes dos antimicrobianos, foram avaliados alguns desinfetantes comumente utilizados na avicultura, como é o caso do formaldeído e amônia quaternária, onde 100% das amostras com presença de APEC’s apresentaram resistência para formol e 50% para amônia quaternária, evidenciando a capacidade das APEC’s resistirem ao uso desses produtos.

Esses resultados evidenciam uma alarmante situação quando olhamos para os perfis de resistência antimicrobiana e aos desinfetantes. Novas abordagens se fazem necessárias para prevenção de colibacilose aviária.

O estudo na integra pode ser solicitado ao autor: gleidson.sales@zoetis.com

Fonte: Assessorio com autores
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Empresas Em Cascavel (PR)

Nutrição inteligente das aves de corte, com atenção à saúde intestinal, é assunto do Conexão Novus

Evento promovido pela empresa em Cascavel (PR), que recebeu gestores e técnicos de empresas avícolas da região.

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Foto e texto: Assessoria

“O futuro da cadeia de proteína animal somente será bem-sucedido se tiver a nutrição inteligente como pilar. A Novus quer fazer parte dessa transformação e, por isso, disseminamos conhecimento técnico sobre esse tema para quem está no campo”, detalhou Alessandro Lima, diretor comercial Latam da Novus, no Conexão Novus, evento promovido pela empresa em Cascavel (PR), que recebeu gestores e técnicos de empresas avícolas da região.

Nutrição inteligente está muito conectada com saúde intestinal e o sistema ósseo. Para explicar o tema, a Novus convidou a Dra. Jovanir Inês Müller Fernandes, professora da Universidade Federal do Paraná. “Os desafios nutricionais e sanitários têm causas multifatoriais. Por exemplo, a cama úmida e mal higienizada pode ser responsável pela proliferação de bactérias que impactam a saúde intestinal. A consequência é que a nutrição animal fica comprometida, pois o ambiente interfere na absorção de importantes nutrientes, como o cálcio. Dessa forma, a mineralização óssea é afetada levando a problemas, como artrite”, explicou a Dra. Jovanir.

Ela destacou que o desdobramento de problemas locomotores resulta em frangos de corte com menor rendimento da carcaça. “Uma ave com a saúde óssea comprometida sente dor ao andar, dificultando inclusive a frequência de idas ao comedouro e ao bebedouro. Logo, ela permanecerá deitada por mais tempo, o que pode causar lesões de pele e dermatites, as quais resultam em condenação da carcaça no abatedouro. Fazer a correta limpeza do ambiente e proporcionar bem-estar são pilares importantes para que os lotes alcancem todo o seu potencial produtivo. E estamos falando também em rentabilidade”, detalhou a especialista.

O Dr. Edgar O. Oviedo-Rondón, professor da Universidade da Carolina do Norte (EUA), também falou sobre a importância da nutrição de matrizes para o desempenho dos lotes. “Estamos vendo a campo e também acompanhando na literatura que os minerais orgânicos ajudam a reverter os efeitos negativos, diminuindo o estresse oxidativo. É importante que os avicultores saibam que a qualidade da carcaça que está produzindo hoje é resultado da matriz que recebeu o correto manejo nutricional. Na produção avícola, o planejamento com antecedência é decisivo para bons e contínuos resultados”, completou.

Além de motivar o debate em torno do conhecimento técnico, a Novus desenvolve soluções acessíveis e de alta tecnologia para atender às necessidades dos avicultores. É o caso do Programa Scale Up, em que a equipe técnica orienta e acompanha o produtor com foco em melhorar a oferta de carne e a qualidade da carcaça a partir da nutrição inteligente e orientada de forma sustentável.

“A contribuição entre pesquisadores, empresas, cooperativas e agroindústrias é essencial para o contínuo avanço da produtividade na avicultura. Com conhecimento e a troca de diferentes experiências, conseguimos identificar os desafios e encontrar, juntos, as soluções para uma avicultura mais produtiva e que cumpre o seu papel de proporcionar alimentos de qualidade para a população. Essa é a ideia do Conexão Novus: conectar profissionais para somar forças e multiplicar conhecimento”, completou Kelen Zavarize, gerente de Serviços Técnicos para Avicultura da Novus.

Fonte: Assessoria Novus
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Empresas

As empresas Choice Genetics da França, Brasil e Polônia se juntam ao Grupo Axiom

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Divulgação/Grupo Axion

A aquisição das empresas Choice Genetics da França, Brasil e Polônia reforça a posição do Grupo Axiom como líder francês indiscutível em genética suína e fortalece, consideravelmente, sua presença no cenário internacional, juntando-se aos 5 principais players mundiais no negócio.

Guillaume Naveau, CEO do Grupo Axiom

Atualmente líder francês em genética suína, o Grupo Axiom representa cerca de 50% da produção suína francesa em termos de vendas de reprodutores e vendas de doses. “Temos uma base acionária poderosa, composta por cooperativas francesas, que faturam 16 bilhões de euros e são presentes na França e internacionalmente, tanto no setor suíno quanto em outras atividades agrícolas”, evidencia Guillaume Naveau, acrescentando: “Também somos o principal exportador francês de animais reprodutores, com uma forte influência internacional, já que hoje temos quatro filiais, um na Polônia, um no Brasil, um na Espanha e um na China, e cerca de 90 distribuidores em todo o mundo”.

Soluções inovadoras e competitivas aos produtores brasileiros

Com uma base de seleção genética mundial de 30 mil matrizes GGP coloca o Grupo Axiom em uma posição de destaque, permitindo-lhe realizar um trabalho de seleção minucioso. Esse amplo conjunto de dados proporciona uma base sólida para identificar e aprimorar características genéticas valiosas, resultando em avanços significativos na seleção e melhoramento genético. Esse tipo de recursos coloca o Grupo Axiom entre os líderes do setor, destacando-se pela sua capacidade de realizar seleções de alta qualidade e com precisão. “Temos duas frases chaves em nossos critérios de seleção. A primeira é desmamar mais, mais pesado e mais facilmente. Queremos ter animais com qualidades maternais e com o máximo de autonomia possível. A eficiência alimentar é também essencial nos nossos eixos de seleção.

Fizemos pesados investimentos para medir o índice de consumo de todas as nossas linhas e principalmente dos nossos machos reprodutores para oferecer o melhor aos nossos parceiros e clientes”, salienta Naveau, reforçando que o objetivo da Companhia é ter uma seleção global baseada na eficácia geral do plantel.

Objetivos a curto e longo prazo

Ao considerar o mercado da América do Sul, especialmente ao Brasil, o Grupo Axiom almeja estabelecer uma presença de longo prazo. A empresa está firmemente convencida de que a América do Sul não apenas é, mas também continuará a ser um dos principais centros de produção de suínos em escala global. “Reconhecemos os benefícios significativos que essa região oferece em termos de produção de carne suína, em quantidade e qualidade”, afirma Naveau.

Inicialmente, a Companhia vai buscar estabelecer um núcleo robusto de raças puras para fornecer reprodutores de alta qualidade aos seus parceiros no Brasil e em toda a América do Sul. “Para alcançar esse objetivo, contamos com o suporte de uma equipe local composta por cerca de 20 profissionais altamente capacitados. Além disso, o Grupo Axiom emprega aproximadamente 130 colaboradores no total, incluindo especialistas que podem ser mobilizados de diversas partes do mundo para complementar e apoiar nossos clientes e parceiros locais”, assegura.

Naveau afirma que a Axiom está entrando definitivamente no mercado sul-americano. “Faremos tudo o que for necessário para oferecer o melhor da nossa genética e disponibilizar uma equipe eficiente para apoiá-los no desenvolvimento da sua produção de suínos”, enfatizou.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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CBNA – Cong. Tec.

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