
Tensões no Oriente Médio elevam custos de energia e frete, pressionando nitrogenados e fosfatados no mercado global.

Escalada dos fertilizantes expõe desperdícios da adubação convencional e abre espaço para biossoluções e manejo foliar com ganho de 5% a 15% na produtividade.

Queda do MAP, KCl e ureia em sacas por tonelada coincide com recuperação das cotações do cereal na Bolsa de Chicago e na B3.

Omã e Catar, principais fornecedores do Brasil, registram alta nos preços devido à instabilidade logística e ao aumento do gás natural.

Alta nas cotações reflete riscos geopolíticos no Oriente Médio e incertezas sobre tarifas comerciais dos Estados Unidos.

Dependência de importações, cortes na produção iraniana e risco de tarifas dos EUA redesenham o mercado global do fertilizante nitrogenado.

Retorno da China às exportações de ureia e maior oferta global aliviam mercado.

Dependência de insumos russos e conflitos internacionais pressionam custos agrícolas.

Dependência da Rússia e interrupções globais de produção sustentam cenário de incerteza para insumos.

No Brasil, as cotações do fertilizante subiram 29% nos portos nacionais entre janeiro e julho, segundo a StoneX.