
Movimento global dos fertilizantes preocupa mercado em meio à escalada dos conflitos internacionais e dependência das importações.

Tecnologia com óleo de rícino e argila mineral aumentou absorção de nitrogênio e produção de biomassa em testes com capim.

Alta de até 33% na ureia e diesel acima de R$ 7 por litro podem acrescentar até R$ 300 por hectare e pressionar prêmios em 2026/27.

Recuos já atingem o Brasil e outros polos relevantes, mas cenário segue limitado por entraves logísticos no Oriente Médio.

Tensões no Oriente Médio elevam custos de energia e frete, pressionando nitrogenados e fosfatados no mercado global.

Escalada dos fertilizantes expõe desperdícios da adubação convencional e abre espaço para biossoluções e manejo foliar com ganho de 5% a 15% na produtividade.

Queda do MAP, KCl e ureia em sacas por tonelada coincide com recuperação das cotações do cereal na Bolsa de Chicago e na B3.

Omã e Catar, principais fornecedores do Brasil, registram alta nos preços devido à instabilidade logística e ao aumento do gás natural.

Alta nas cotações reflete riscos geopolíticos no Oriente Médio e incertezas sobre tarifas comerciais dos Estados Unidos.

Dependência de importações, cortes na produção iraniana e risco de tarifas dos EUA redesenham o mercado global do fertilizante nitrogenado.