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Startups têm proporcionado soluções inovadoras ao produtor rural

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Foto: O Presente Rural

De acordo com a Secretaria do Comércio Exterior (SECEX), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o agronegócio é responsável por 42% das exportações brasileiras, atingindo US$ 102 bilhões em 2018. Esses dados mostram que o setor agropecuário é dos mais dinâmicos do país e representa cerca de 23% do PIB.

Quando falamos sobre as inovações desse segmento, o Brasil é o sexto país no mercado de atuação das agtechs, segundo dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups). Já de acordo com um levantamento realizado pela SP Ventures, em parceria com Centro Universitário FEI  e com as startups Agtech Garage, Usina, Esalqtec e Agrihub, existem cerca de 338 agtechs mapeadas. Isso mostra o potencial que o país tem no desenvolvimento de ferramentas voltadas para a agricultura de precisão, seja para reduzir custos na lavoura ou beneficiar o agricultor na tomada de decisão.

Confira abaixo algumas startups que têm proporcionado soluções inovadoras com objetivo de ajudar cada vez mais a evolução do segmento:

 

Agrosmart

plataforma de agricultura digital líder na América Latina, que oferece informações que auxiliam produtores rurais a tomarem melhores decisões na irrigação, manejo de pragas e doenças, plantio e colheita, aumentando a eficiência da produção. A empresa monitora lavouras, integra diferentes fontes de dados e gera modelos agronômicos e climáticos, com base nas condições de solo, microclima e genética. Da agroindústria à empresas de alimentos e bebidas, a Agrosmart transforma dados em inteligência, tornando a agricultura mais produtiva, sustentável, transparente e resiliente ao clima.

 

Agrize

A startup catarinense que passou por aceleração na Spin – primeira e maior rede de aceleradoras startup+indústria do país – foi criada em 2015 para facilitar a vida dos produtores que plantam arroz. A solução garante agilidade e segurança, pois a aplicação dos defensivos agrícolas ocorre de forma remota, não deixando o operador exposto aos venenos. Vale lembrar que não é apenas os rizicultores que ganham com a medida: os consumidores têm menos chance de ingerir arroz com agrotóxico

 

IDGeo

A agtech acelerada pelo programa InovAtiva Brasil oferece soluções de gestão agrícola desde o plantio até a colheita, transformando as imagens obtidas por meio de sensoriamento remoto e geoprocessamento em diagnósticos precisos, principalmente para o setor canavieiro. Com a Cana Viva, tecnologia desenvolvida pela empresa – única e específica para o setor canavieiro – a IDGeo permite que o agricultor consiga entender o comportamento da lavoura e diagnosticar com precisão todos os tipos de interferência (pragas, mato, falhas etc), facilitando assim sua tomada de decisões estratégicas, como a aplicação de defensivo agrícola ou fertilizante em todas as áreas.

 

Intergado

Idealizada para fazer parte da transformação do agronegócio brasileiro por meio de tecnologias de precisão que auxiliam os pecuaristas na tomada de decisão, a startup tem soluções que permitem aos criadores de gado monitorar em tempo real o quanto o animal está comendo, bebendo água e se pesando por dia, além de diagnosticar precocemente possíveis doenças e promover o melhoramento genético dos animais para eficiência alimentar.

 

NetWord Agro
Startup acelerada pelo programa InovAtiva Brasil proporciona um ambiente computacional web com elementos de IoT que disponibiliza aos agricultores o monitoramento continuado, com sensor de proximidade da variação espacial georreferenciada dos atributos de solos e sua necessidade nutricional.

Grão Direto 

Tem como objetivo conectar agricultores, compradores, corretores e armazéns de forma muito mais eficiente, tornando a compra e venda de milho, soja, sorgo e outros grãos mais moderna e segura, a startup passou pelo ciclo de aceleração do InovAtiva Brasil em 2017.

 

Fonte: Assessoria
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Empresas Bovinos

Premix se une à ABCZ em projeto que visa aprimorar qualidade da carne de raças zebuínas

O programa visa atender à crescente demanda por alimentos de qualidade produzidos de forma sustentável

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Foto: Divulgação

Seguindo o seu compromisso de contribuir para o desenvolvimento de uma pecuária cada vez mais sustentável, a Premix uniu forças com a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) no projeto “Zebu, carne de qualidade”, cujo objetivo é incentivar a produção sustentável de carne bovina de alto padrão das raças zebuínas.

A iniciativa evidencia todo o esforço da Premix e da ABCZ em prol do melhoramento da raça Nelore, conduzido para gerar animais produtivos, rústicos, econômicos e capazes de fornecer uma carne de ótima qualidade.

O programa visa atender à crescente demanda por alimentos de qualidade produzidos de forma sustentável, suprindo uma população cada vez mais exigente e levando em conta a constante preocupação com fatores que impactam na produção desses alimentos.

Durante 21 meses, 111 machos da raça Nelore, todos com RGN na categoria PO (puro de origem), serão suplementados com os protocolos da Premix relacionados à recria a pasto e ao confinamento, sendo que os animais serão posteriormente abatidos para se medir o diferencial econômico do uso de genética zebuína PO de qualidade.

Os animais, com idade entre 6 e 8 meses e 200 kg de peso médio, foram doados por 89 criadores de 10 estados brasileiros. O programa será conduzido na Fazenda Experimental da ABCZ – Orestes Prata Tibery Júnior, localizada no município de Uberaba (MG).

Ao final do período, as carcaças dos animais serão avaliadas e formarão um banco de dados para elaboração de novos critérios de produção sustentável de carne, com a descrição dos melhores e mais adequados protocolos de manejo nutricionais e sanitários.

Segundo Lauriston Bertelli, diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) da Premix, o projeto tem como foco submeter esses animais com qualidade comprovadamente superior a um protocolo de recria a pasto, que inclui suplementação moderada aditivada com o Fator P, um aditivo 100% natural.

“Nosso objetivo é produzir animais bem-acabados e com carne de qualidade, sendo que a produção por área deverá ser de 30 arrobas por hectare durante a fase de recria, que dura de 10 a 11 meses. Depois dessa etapa, os animais serão confinados e suplementados com núcleo natural concentrado para rações, aditivado com o Fator P, sem ionóforo e sem antibiótico, até o final do processo, seguindo depois para o abate”, explica Bertelli.

Durante o programa, a Premix será responsável por toda a dieta dos animais, utilizando sua experiência na condução e orientando todo o modelo operacional.

A empresa também irá medir o impacto dos animais na questão ambiental durante os 21 meses que envolvem o projeto. “Vamos calcular a pegada de carbono e comparar com a média nacional da pecuária de corte, já que o programa visa um protocolo de produção econômica, com qualidade e ambientalmente sustentável”, ressalta o diretor de PD&I.

O CEO da Premix, Marco Guidolin, destaca que as principais características para a produção de carne de qualidade, que são nutrição, sanidade, manejo e genética, estão presentes no projeto, cujo desafio é mostrar o potencial produtivo da raça Nelore.

A iniciativa tem grande importância para a pecuária de corte, uma vez que a ABCZ é uma entidade voltada ao melhoramento que reúne vários pecuaristas. “É uma ótima oportunidade para mostrarmos o nosso trabalho, por meio dos produtos, conceitos e protocolos de nutrição”, finaliza Guidolin.

 

Fonte: Assessoria
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Empresas Avicultura

Cobb discute manejo dos ovos desde a granja até a planta de incubação

O engenheiro e gerente Regional da Cobb para o Peru e a Bolívia, Rodolfo Solano, destacou estratégias de manejo de ovos para um frango de melhor qualidade em webinar promovido pela empresa

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Engenheiro e gerente Regional da Cobb-Vantress para o Peru e a Bolívia, Rodolfo Solano, - Fotos: Divulgação

O tema qualidade dos alimentos tem ganhado cada vez mais destaque na sociedade após o início da pandemia e será uma das marcas deixadas pelo novo coronavírus. Analistas concordam que o consumidor será mais cuidadoso ao escolher seus alimentos. A segurança, no entanto, já é prática comum em grandes companhias alimentícias, como na indústria avícola, que começa a cuidar da carne de frango que chega ao prato do consumidor muito antes de o pintinho nascer.

O engenheiro e gerente Regional da Cobb-Vantress para o Peru e a Bolívia, Rodolfo Solano, discutiu em webinar realizado pela empresa a necessidade de coletar os ovos logo após a postura para evitar contaminações. “O ovo precisa ser desinfectado o mais rápido possível, pois a cutícula (que protege o ovo) se solidifica em três minutos. E recomendamos coletar ao menos seis vezes ao dia”, pontuou o especialista destacando também as características de bons desinfetantes. “Amplo espectro bacteriano, ativo em baixas concentrações e que seja eficaz com matéria orgânica, que não seja tóxico para o meio ambiente e aos animais, boa capacidade de penetração, economicamente viável e compatível com a legislação de cada país”, declarou Solano.

Entre os fatores que reduzem a eficácia dos desinfetantes, alertou, estão baixa concentração do produto, tempo insuficiente de contato do desinfetante, temperatura, pH e qualidade da água, além de presença de excesso de matéria orgânica no ovo. Uma das estratégias para evitar contaminações apontadas por Solano, é estimular que as galinhas coloquem os ovos nos ninhos, e não no piso, também conhecida como cama de aviário. Nas primeiras semanas de produção esse desafio é maior. Na medida em que a galinha cresce, ela tende a botar os ovos nos ninhos. “Na semana 25, 40% da postura é na cama. Na 32ª semana, só 2,5% é postura na cama”, mencionou. Ele destaca que ovos do piso devem ser levados separadamente para a incubação. Nos ninhos, que precisam ser limpos constantemente, orientou, é preciso boa ventilação e certo grau de escuridão para agradar a ave, seja para ninhos manuais ou automáticos.

Solano salientou que é preciso trabalhar com as condições de cada granja, que são muito diferenciadas em países da América do Sul, dando destaque também às pessoas envolvidas no processo. A manipulação excessiva dos ovos, por exemplo, provoca danos como fissuras, má formação e morte embrionária. “A delicadeza do manejo do ovo tem que ser adequada”, avalia o zootecnista.

Solano mencionou que o ovo ideal para ser incubado “deve ter entre 58 e 62 gramas de peso, com coloração marrom uniforme, limpo, com casca íntegra, em bom estado”. Ele destacou que a uniformidade do ovo é ideal para obter um frango uniforme. “Ovo uniforme é igual a frango uniforme”, pontuou. Solano destacou que a segurança na incubação passa por uma casca íntegra, que é a barreira de proteção contra microrganismos. Além disso, os poros da casca servem para o ovo perder água e CO2 e é fonte de oxigênio, fundamentais para a eclosão. Na incubação, deu destaque para atenção em ovos invertidos. Com a inversão na máquina de incubação, citou, haverá perda da qualidade do frango ao nascimento.

Transporte até a planta

Depois da coleta, desinfecção, e seleção, é feito o transporte, a incubação e o armazenamento. “O processo de bom armazenamento começa na granja. A temperatura é determinada pelo tempo de armazenamento”, apontou. “Muitas vezes que temos encontrado dificuldade no manejo da temperatura”, disse, destacando fluxo de ar entre os ovos. “Precisamos revisar todos os processos para ter bons resultados”, ampliou.

As atualizações sobre o manejo dos ovos, desde a granja até a planta de incubação, foram detalhadas em uma apresentação durante o webinar da Cobb, uma das maiores fornecedoras de matrizes de um dia para a avicultura mundial. A transmissão foi feita ao vivo para Brasil, Peru, Bolívia, Equador, Chile, Paraguai, Venezuela, Argentina e Uruguai. Esta apresentação, realizada através da plataforma Zoom, faz parte de uma série de 10 webinars realizados pela empresa, que foi até o dia 15 de junho.

Fonte: Assessoria
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Empresas Controle de pragas

Schippers do Brasil lança linha de raticidas MS Rodetox e passa a oferecer pacotes customizados para o controle de pragas em granjas!

Os produtos fazem parte do conceito “Galpão livre de pragas”, onde também se encaixam outras soluções para o controle de moscas e vetores no geral.

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Com foco em apresentar soluções completas para todos os pilares do método HyCare, a MS Schippers lança agora no mercado sua nova linha de rodenticidas MS Rodetox. Os produtos fazem parte do conceito “Galpão livre de pragas”, onde também se encaixam outras soluções para o controle de moscas e vetores no geral.

Os produtos da linha Rodetox estão disponíveis em quatro apresentações diferentes: bloco extrusado (que promove maior atratividade em relação ao bloco parafinado); grãos (um formato diferenciado e que tem sido bastante procurado por granjas e fazendas); pellets (formato padrão ainda muito utilizado); e pó (com indicação para uso em tocas e locais de passagem dos roedores).

Além dos produtos para controle químico de roedores, a empresa também oferece itens complementares como caixas porta-isca, e afirma que o objetivo é oferecer pacotes e soluções completas que facilitam a implementação e trazem resultados concretos.

A equipe técnico-comercial já segue fazendo um trabalho a campo para melhorar a implementação de protocolos para controle de pragas, de modo que isso seja feito com mais tecnologia e foco em resultados de longa duração.

Fonte: Assessoria
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Farma Talks- Farmabase

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