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Simpósio do Leite começa com ênfase a pesquisa científica e debate sobre qualidade

Primeiro dia do evento em Erechim teve importantes momentos reunindo o setor lácteo no norte do RS

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O Simpósio do Leite de Erechim começou nesta quarta-feira, 8, em Erechim, norte do RS. O primeiro dia do evento teve apresentação dos trabalhos de pesquisa dentro da Mostra de Trabalhos Científicos, debate sobre a qualidade do leite no Brasil, além de palestra sobre a lavoura leiteira.

Pela manhã, mais de 50 trabalhos de pesquisa foram apresentado dentro da Mostra de Trabalhos Científicos. Estes foram avaliados por uma equipe de profissionais do Instituto Federal do Rio Grande do Sul, IFRS – Campus de Erechim. A premiação dos vencedores será realizada nesta quinta, dia 9, segundo dia do Simpósio.

Andressa Ferreira da Silva veio do Rio de Janeiro para apresentar estudo sobre os casos de neosporose em bovinos leiteiros. Ela é professora na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Junto com ela, também os estudantes Rodrigo Andrade, Lara Sileciato e Gideão Galvão além do professor Heucimar Palhano, participaram da pesquisa.

A doença é responsável entre outras situações, por abortos. “Estamos apresentando o trabalho pela primeira vez, porém os estudos são constantes”, destacou ela. Se disse ainda feliz por estar tendo a oportunidade de mostrar sua pesquisa em um evento que julgou importante, como o Simpósio do Leite.

 

Qualidade do leite em debate

O debate sobre a qualidade do leite no Brasil foi o assunto do Fórum Nacional de Lácteos deste ano. O chefe geral da Embrapa Gado de Leite, com sede em Minas Gerais, Paulo do Carmo Martins foi o mediador do debate.

Na mesa estiveram ainda os panelistas, João Augusto Araújo Telles, que é chefe da Divisão Técnica do Senar/RS, o engenheiro agrônomo e doutorando em bovinos de leite, ainda Assistente Técnico Regional da Emater na área de Criações, Vilmar Fruscalso, Athaide Newman Rodrigues da Silva, gerente de Qualidade de Leite Cru do Laticínios Bela Vista Ltda (Piracanjuba), além do professor e doutor, coordenador do Serviço  de Análise de Rebanhos Leiteiros (Sarle/UPF), Carlos Bondan.

Paulo do Carmo Martins abriu o evento salientando que o evento era especificamente para debater qualidade e não o inverso. “O inverso é questão para polícia, é crime. Nós precisamos falar sobre qualidade. Felizmente temos algumas situações no País que já abrangem muito bem este assunto”, salientou.

Para Carlos Bondan ainda há gargalos a serem superados. “Um deles é a assistência técnica. Precisamos levar mais conhecimento ao nosso produtor para que ele possa gerar um produto de maior qualidade. Ainda temos onde evoluir, sabemos, mas muita coisa já foi feita em prol da melhor qualidade de produção”, apontou.

João Augusto Araújo Telles citou ainda a necessidade de se falar sobre a cadeia produtiva. “Há pontos que temos que discutir, produção de insumos, mão de obra no campo. A gente faz palestras para jovens justamente neste sentido de que ele possa retornar ao campo, gerir o negócio. Tem robô que está chegando para ordenhar, mas para guia-los ainda precisamos do ser humano”, exemplificou.

Vilmar Fruscalso apresentou números do setor no Rio Grande do Sul. “Hoje não se tem duvidas de que a produção leiteira é para o Rio Grande do Sul a atividade mais importante no agronegócio, seja econômica ou socialmente”, salientou. Sobre qualidade do leite, foi enfático: “precisamos pensar mais na percepção do produtor, como ele entende a qualidade”. “A gente evoluiu neste tema, claro, mas ainda temos caminho a andar”, pediu reflexão.

Athaide Newman Rodrigues da Silva apresentou o trabalho que sua empresa vem fazendo no sentido de ampliar a qualidade do leite. O debate ainda se deu em outros campos como a prorrogação da Instrução Normativa 62, que foi para 2018, aproximação da indústria da universidade e de outra parte da universidade com o produtor.

Ampliar assistência técnica entrou na pauta dos debates. O público também fez questionamentos aos debatedores levantando assuntos como a concorrência discriminatória, que de acordo com a pauta, nem sempre pensa na qualidade do produto.

 

Palestra

O zootecnista Davi Teixeira, também é diretor executivo do Serviço de Inteligência em Agronegócios (SIA), destacou a lavoura do leite, um novo conceito em produção na primeira palestra do evento.

Ele explicou que o novo conceito proposto, parte do princípio que tem que se buscado aumentar a produção e a produtividade de leite por um caminho geralmente inverso. “Degradamos os pastos em poucos pastoreios, passamos o ano inteiro enchendo os cochos de silagem gerando, com isso, a necessidade de utilizar rações concentradas com alto teor proteico e custo elevado”, salienta.

De acordo com ele, lavouras ideais para se obter rendimento e qualidade do leite seriam pastagens manejadas em suas faixas ótimas de ingestão de forragem pelos animais, conforme a espécie forrageira, potencializando a ingestão diária de folhas verdes e complementando as dietas com rações de alta energia e baixa proteína, ficando a forragem conservada como fonte de fibra e estratégia para vazios forrageiros que ainda possam existir.

 

Segundo dia

O Simpósio deste ano será composto por cinco importantes palestras, todas nesta quinta, dia 9 de junho. A primeira delas abordará o impacto do tratamento precoce do edema de úbere, pelo palestrante, Marcelo Feckighaus, com apoio da Ouro Fino.

O segundo tema do dia será sobre atualidades na hipocalcemia de vacas leiteiras, prevenções e implicações, em palestra do professor Rodrigo Almeida, que terá apoio da Bayer.

A médica veterinária, Cristiane Azevedo, com apoio da Zoetis, abordará o tema criação de terneiras, como criar uma futura vaca em lactação.

As doenças do caso em bovinos leiteiros será tema da palestra de Rogério Carvalho Souza, com apoio da R&R Aperfeiçoamento e ReHagro.

Para fechar o ciclo de palestras, o pesquisador e consultor, Wagner Beskow, da Transpondo, falará sobre a visão neozelandesa de melhoramento de bovinos leiteiros aplicada ao Brasil, com apoio LIC NZ Brasil.

 

Inscrições poderão ser feitas no dia

Para quem ainda não se inscreveu pelo site oficial do evento, haverá a possibilidade de realizar o ingresso no Simpósio, no início do dia. Mais informações podem ser conferidas no site oficial do evento, no endereço www.simposiodoleite.com.br, pelo email [email protected] ou pelos telefones (54) 9691-8408 e 9680-1635.

 

PROGRAMA DO SIMPÓSIO DO LEITE DE ERECHIM 2016

Dia 9 de junho

13º Simpósio do Leite

7h15 às 8h15 – Inscrições

8h15 – Palestra 01: Impacto do tratamento precoce do edema de úbere Dr. e Prof. Marcelo Feckinghaus – apoio Ouro Fino

9h – Espaço Empresarial – Syngenta

9h15 – Palestra 02: Atualidades na hipocalcemia de vacas leiteiras: prevenção e implicações – Dr. e Prof. Rodrigo Almeida/UFPR Curitiba – Apoio Bayer

Intervalo – milk break

11h15 – Palestra 03: Criação de Terneiras: Como criar a futura vaca em lactação – Dra. Cristiane Azevedo – apoio Zoetis

12h – Intervalo para almoço (CTG ao lado)

13h30 – Premiação da 5ª Mostra de Trabalhos Científicos

14h – Espaço Empresarial – Zoetis

14h – Palestra 04: Doenças de cascos em bovinos leiteiros Dr. e Professor Rogério Carvalho Souza PUC /MG – apoio R e R Aperfeiçoamento e RE HAGRO

14:45 Intervalo – Milk Break

15:15 – A visão neozelandesa de melhoramento de bovinos leiteiros aplicada ao Brasil: passado, presente e futuro Dr. Wagner Beskow, Ph.D. pesquisador e consultor – apoio LIC NZ Brasil

 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Temporais após onda de frio aumentam preocupação de produtores no Sul; veja vídeo

Inmet prevê chuva acima da média em parte da região, solo encharcado e maior risco de doenças fúngicas nas culturas de inverno.

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Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

As imagens registradas pelo agricultor Geraldo Hardi Weisheimer mostram a intensidade da chuva de granizo que atingiu a Linha Sanga Guarani, próximo ao distrito de Bom Princípio, no interior de Toledo (PR), no fim da tarde de domingo (28). Em poucos minutos, o gelo cobriu o solo da propriedade rural, acompanhado de chuva intensa e ventos associados à frente fria que voltou a provocar instabilidades no Sul do Brasil.

Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

Até o momento, não há levantamento oficial dos prejuízos. Produtores da região avaliam possíveis danos em lavouras e estruturas rurais.

Em publicação nas redes sociais, Weisheimer descreveu o impacto do temporal. “Ver o chão da nossa Linha Sanga Guarani coberto de gelo hoje dói no coração de quem entende o suor de cada dia. A natureza tem sua força, e a gente, como agricultor, aprende a respeitá-la e a se reerguer, mesmo com o prejuízo batendo à porta”, ressaltou

O episódio ocorre após uma sequência de dias de frio intenso e tempo seco. A formação de um ciclone extratropical na costa do Uruguai, associada ao avanço de uma frente fria, voltou a provocar chuva forte, rajadas de vento e queda localizada de granizo no Paraná. Nesta segunda-feira (30), os maiores acumulados são esperados entre o Oeste, Sudoeste e Centro-Sul do Estado, onde os volumes podem se aproximar de 100 milímetros.

O cenário reforça a previsão agroclimática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o

Foto: Geraldo Hardi Weisheimer

trimestre de junho a agosto. Embora o Paraná deva registrar volumes de chuva próximos da média, o Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina tendem a receber precipitações acima do normal, mantendo os solos com elevada umidade em praticamente toda a Região Sul.

Para a agricultura, a disponibilidade de água favorece o desenvolvimento das culturas de inverno e contribui para a conclusão do ciclo das áreas mais tardias de milho segunda safra no Paraná. Por outro lado, o excesso de chuva aumenta o risco de doenças fúngicas em cereais como trigo, cevada e aveia, além de dificultar pulverizações, adubações e outras operações mecanizadas devido ao encharcamento do solo.

Segundo o Inmet, os excedentes hídricos devem persistir principalmente em junho e julho, com maior intensidade no Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná. Apesar do baixo risco de deficiência hídrica durante o inverno, o excesso de umidade exigirá atenção redobrada dos produtores no monitoramento fitossanitário e no planejamento das atividades de campo ao longo dos próximos meses.

Fonte: O Presente Rural
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Seara reposiciona carne suína no Brasil e já captura mais da metade da receita com estratégia de marca

Programa Açougue Suínos Seara Reserva e inovação de portfólio sustentam avanço em categoria historicamente dominada
por produtos sem agregação de valor

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Foto: Divulgação JBS

A Seara, da JBS, está consolidando uma mudança estrutural no mercado brasileiro de carne suína ao avançar sobre um dos principais gargalos da categoria: a ausência de marca e padronização no ponto de venda. Combinando inovação de portfólio, inteligência de mercado e transformação do varejo, a companhia já captura mais da metade da receita do segmento com um modelo baseado em valor agregado.

O movimento ocorre em um momento de crescimento consistente do consumo. A carne suína deve atingir 19,5 kg per capita no Brasil, consolidando-se como uma das proteínas que mais avançam no país, presente hoje em 93% dos lares. Ainda assim, cerca de 80% do volume vendido em açougues segue sem identificação de marca ou procedência, espaço que a Seara tem ocupado com uma estratégia estruturada para descomoditizar a categoria.

João Campos, presidente da Seara, avalia que o crescimento recente do consumo abre espaço para uma nova fase, em que qualidade percebida, conveniência e confiança passam a orientar a decisão de compra. “O brasileiro redescobriu a carne suína, e o nosso objetivo é liderar essa nova fase. Investimos na inovação para oferecer soluções de consumo, aliando qualidade à praticidade exigida pelo dia a dia”, afirma.

No centro dessa estratégia está o Açougue Suínos Seara Reserva, programa estruturado para transformar o ponto de venda e profissionalizar o varejo. A iniciativa atua sobre gargalos históricos do setor, como falta de padronização, perdas operacionais e escassez de mão de obra qualificada, e combina capacitação, consultoria técnica e fornecimento de produtos certificados.

Presente em mais de 1.300 lojas e apoiado por uma rede de mais de 130 consultores, o programa registra 93% de retenção entre os clientes e vem sustentando ganhos de margem, redução de perdas e aumento de fluxo nas lojas. Na prática, funciona como uma alavanca de crescimento para o varejo e, ao mesmo tempo, como uma plataforma de inteligência para a indústria.

Além do impacto operacional, o Açougue Suínos Seara Reserva se consolidou como um ativo estratégico para a companhia, ampliando a previsibilidade de demanda, fortalecendo a fidelização do varejo e funcionando como canal de testes e inteligência de mercado.

“Nosso foco é liderar a evolução da carne suína no Brasil, saindo de um mercado pouco diferenciado para um modelo baseado em marca, padronização e valor agregado. O Açougue Suínos Seara Reserva é um ativo estratégico nesse movimento, porque conecta indústria e varejo, melhora a eficiência da cadeia e cria uma experiência de compra mais qualificada para o consumidor”, afirma João Victor Bobsin, diretor executivo comercial da Seara.

Em paralelo, a Seara acelera a inovação no portfólio para capturar novas ocasiões de consumo. Produtos diferenciados, como cortes porcionados, itens temperados e soluções prontas para preparo em forno ou air fryer, já representam 49% da receita da categoria, com meta de chegar a 60% até 2027.

A companhia também aposta na valorização de cortes premium, como prime rib suíno e medalhões de filé mignon suíno, além de linhas como Suculentíssimo e Seara Reserva, voltadas a conveniência e maior valor agregado.

Ao combinar marca, inovação e transformação do ponto de venda, a companhia avança para capturar o crescimento da categoria e consolidar sua posição em um dos mercados mais promissores do setor de alimentos no Brasil.

Fonte: Assessoria
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Após investir R$ 650 milhões, Porto de Paranaguá cobra avanço das ferrovias para evitar perda de competitividade

Presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, afirma que terminal está preparado para crescer, mas alerta que infraestrutura terrestre ainda limita a eficiência logística.

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Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

O modelo de gestão adotado pelo Porto de Paranaguá e os desafios da logística do agronegócio estiveram no centro dos debates do lançamento do Movimento Agroportos, realizado na quinta-feira (25), em Curitiba. Durante o evento, o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, apresentou medidas implementadas nos últimos anos para ampliar a eficiência operacional do terminal e defendeu investimentos em infraestrutura como caminho para reduzir o chamado “Custo Brasil”.

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “Somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

Garcia, que também preside a Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (Abeph), participou do painel “Regulação, Segurança Jurídica e Eficiência Portuária nos Portos do Sul”, mediado pelo diretor-presidente do IBI, Mário Povia. Ele expôs medidas exitosas adotadas nos portos paranaenses ao longo dos últimos anos, que podem servir de exemplo para outros portos em todo o Brasil. O Porto de Paranaguá é o primeiro do país a ter 100% de suas áreas portuárias arrendadas, garantindo segurança jurídica aos operadores. “Com nossas concessões, somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão. São mais de R$ 650 milhões em investimentos, em uma obra que está 95% concluída”, disse Garcia.

As regularizações das áreas arrendáveis promovidas pela Portos do Paraná a partir de 2019 trazem justamente a segurança jurídica discutida no painel. A partir de leilões públicos realizados na Bolsa de Valores do Brasil (B3), as empresas têm a garantia de que poderão investir, pois estão resguardadas por contratos robustos que protegem tanto o arrendante quanto a arrendatária.

Preparado

Ao mencionar a sustentabilidade, Luiz Fernando lembrou que o Porto de Paranaguá se tornou o primeiro porto público brasileiro a conquistar o selo internacional EcoPorts, a mais importante certificação mundial que reconhece as boas práticas de gestão ambiental portuária.

Com as obras mencionadas, o diretor-presidente assegura que o Porto de Paranaguá estará preparado para esse aumento de capacidade e produção no futuro. “O

Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia: “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos” – Foto: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

Paraná fez as concessões rodoviárias e R$ 90 bilhões serão aplicados nos contratos vigentes. E o vencimento da concessão da Malha Sul, em 2027, é a oportunidade que temos para discutir com o setor ferroviário, importantíssimo para que o Moegão funcione com sua capacidade plena”, completou.

Indagado sobre os problemas observados para uma discussão mais ampla por parte do Movimento Agroportos, Garcia destacou o custo logístico das cargas até o porto. Para ele, é preciso enfrentar essas deficiências para ganhar mais eficiência. “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos”, disse.

Alex Sandro de Ávila, secretário nacional de Portos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e presidente do Conselho de Administração da Portos do Paraná (Consad), também foi um dos painelistas. Ele ressaltou a gestão da Portos do Paraná, destacando a requalificação de áreas e os leilões, que geraram maior capacidade de investimento no Porto de Paranaguá. “A Região Sul ainda tem protagonismo no escoamento de cereais, até porque conta com portos extremamente preparados e especializados para essa atividade. Então, buscamos uma sinergia e harmonização, que já deram muito certo aqui no Sul e servem de bom exemplo para desenvolvermos projetos de crescimento nas regiões Norte e Nordeste do país”, disse Ávila.

Fonte: AEN-PR
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