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Semex Brasil leva grupo de clientes para o Canadá e participa da maior exposição de gado leiteiro do mundo

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O sonho de todo pecuarista é ver animais de qualidade e esbanjando saúde, e foi exatamente isso que um grupo de 53 clientes e parceiros da Semex Brasil, pôde conferir durante uma viagem ao Canadá, no mês de novembro. 
Divididos em três grupos, criadores de gado Holandês, Jersey e clientes do programa Semex Progressive, conheceram as maiores fazendas produtoras de leite do mundo. Na oportunidade, eles puderam conhecer algumas das tecnologias utilizadas nos rebanhos, técnicas de manejo, além de acompanhar as tendências para o próximo ano.
Integrante do grupo de gado holandês, o cliente da Semex Stênio de Andrade Galvão, gostou muito do que viu nas fazendas. "A viagem é muito interessante para acompanhar as principais tecnologias do mercado. Com certeza a troca de experiências e o conhecimento adquirido junto aos melhores especialistas do mundo vão agregar ao nosso trabalho.
Entre as propriedades visitadas estão Ferme Comestar, Ferme Jacobs, Gen-Com Holstein, Ferme Laitière Blondin, Ferme Gillette, Crovalley, Willdina Holsteins,Bridon Farms, Spruce Avenue Farm e Rexlea Jersey.
Um dos momentos mais aguardados da viagem foi a visita à Royal Winter Fair, realizada em Toronto, no Canadá. A maior exposição de gado leiteiro do mundo reuniu os melhores animais em pista e, mais uma vez, teve domínio da Semex em pista.
No stand da empresa, diretores, clientes e parceiros de diversos países do mundo puderam trocar experiências e conhecer algumas filhas de touros Semex que estiveram expostas em um amplo e confortável espaço.
Entre os destaques da exposição está a Campeã Vaca Suprema – Page-Crest Excitation Karlie, que também foi considerada Grande Campeã Jersey. No Holandês, o destaque foi Robrook Goldwyn Cameron, escolhida Grande Campeã Holandês da exposição. Para o Diretor Técnico de Raças Leiteiras da Semex, Dr. Claudio Aragon, Karlie tem características diferenciadas que a destacam. "Ela é expressão perfeita do que estamos buscando na raça, equilíbrio. Ela não é uma vaca muito grande e une com maestria força e caracterização leiteira, com um dos melhores úberes da raça", enfatiza.
Dr. Aragon também destaca a importância da Royal dentro do circuito de eventos mundial. "A Royal é daquelas exposições que consagram as grandes vacas. Karlie já havia levado o título de Grande Campeã da raça Jersey em Madison e repetiu o feito na Royal, com o bônus de ter sido nomeada também a Vaca Suprema da Exposição. Um feito e tanto quando analisamos que ela competiu com outras grandes vacas como Goldwyn Cameron, a Grande Campeã da raça Holandesa".
Dias antes de Goldwyn Cameron sagrar-se Grande Campeã da Royal em 2013, os clientes Emerson Carvalho e Junior Ferrari tiveram o privilegio de entregar o prêmio da categoria Vaca 4 Anos para Robrook Goldwyn Cameron, na Exposição Internacional Holstein Québec.

Fonte: Ass. Imprensa da Semex

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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