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Secretário-substituto do MAPA faz entrega oficial de IN de importação de material genético a ABPA

Além da entrega da IN, o encontro teve como pauta debates relativos ao setor de genética avícola brasileira e biosseguridade nas importações

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O vice-presidente técnico da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Rui Eduardo Saldanha Vargas, e o diretor de produção da entidade, Ariel Mendes, receberam hoje, em São Paulo (SP), o Secretario-substituto de Mobilidade Social, do Produtor Rural e do Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pedro Alves Correa Neto. 

O encontro aconteceu durante reunião conjunta das Câmaras de Casas Genéticas, de Sanidade e do Setor de Ovos, na sede da associação.

Na oportunidade, o Secretário fez a entrega oficial da Instrução Normativa nº 17, de 11 de maio de 2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU), que define os critérios e os processos para importação de material genético avícola. A publicação define a ABPA como responsável pelo parecer técnico para a importação, que deverá ser aprovação do Ministério.

 Além da entrega da instrução normativa, o encontro teve como pauta debates relativos ao setor de genética avícola brasileira, biosseguridade nas importações, entre outros pontos.

“O Brasil é, hoje, uma plataforma de exportação de material genético avícola graças ao processo de excelência aplicado pelas casas genéticas de alta qualidade, que importam avós e definem as estratégias de produção segundo a demanda de mercado.  Neste contexto, a ABPA e o Mapa desempenham um importante papel pela biosseguridade, garantindo a excelência produtiva e a preservação de nosso status sanitário”, destaca Vargas.

Fonte: Assessoria ABPA

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Notícias Mercado

Exportações da América Latina e do Caribe caíram 13% em 2020

Apesar da retração nas vendas externas, a contração foi menor que a prevista em agosto do ano passado, quando o órgão tinha projetado queda de 23% no valor exportado para 2020

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Ivan Bueno/APPA

A crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19) fez o comércio exterior na América Latina e no Caribe registrar o pior desempenho desde a crise financeira global de 2008 e 2009. O valor das exportações na região caiu 13% em 2020, enquanto as importações recuaram 20%. Os números constam de relatório divulgado na sexta-feira (22) pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

Apesar da retração nas vendas externas, a contração foi menor que a prevista em agosto do ano passado, quando o órgão tinha projetado queda de 23% no valor exportado para 2020.

Segundo o documento, a pandemia agravou a tendência de desintegração comercial e produtiva que se manifestava na América Latina e no Caribe desde meados da década passada. Para reverter o quadro, a Cepal recomenda que os países da região promovam uma agenda compartilhada de facilitação do comércio; investimentos em infraestrutura de transporte e de logística e cooperação digital em setores que podem dinamizar a economia.

Na avaliação da Cepal, o comércio intrarregional ajuda a diversificar a produção e a internacionalizar empresas, principalmente as de menor porte. A integração latino-americana, ressalta o órgão, também ajuda a reduzir a igualdade de gênero no comércio, ao impulsionar a participação de mulheres empreendedoras nas cadeias produtivas regionais e em setores dinamizadores.

Commodities

O relatório também ressalta que a recuperação dos preços das commodities (bens primários com cotação internacional) a partir do segundo semestre ajudou a segurar a queda nas exportações. No entanto, adverte a Cepal, essa melhora pode ser temporária, caso se confirmem incertezas nos países latino-americanos, como novas ondas de casos da covid-19 e lentidão no acesso à vacinação.

Na divisão por sub-regiões, a América Central teve a menor queda nas exportações em 2020, de apenas 2%. Isso se deve, segundo a Cepal, ao fato de que o comércio nos países centro-americanos se concentra em produtos essenciais, como bens farmacêuticos e agroalimentares. As exportações recuaram 16% no Caribe e 13% (mesmo valor da média regional) na América do Sul e no México.

Pela primeira vez, o relatório apresentou um capítulo especial sobre as desigualdades de gênero no comércio internacional. Segundo a Cepal, que analisou dez países da América do Sul e o México, uma em cada dez mulheres ocupadas estava em setores ligados à exportação, enquanto a mão de obra masculina é empregada em todos os setores exportadores.

De acordo com o levantamento, as mulheres estão concentradas em poucas atividades que exportam, como indústria têxtil e de confecção e o turismo (no caso de serviços exportados). Com a pandemia da covid-19 e o fechamento de fronteiras, destacou a Cepal, esses foram justamente alguns dos setores mais afetados, com as restrições à mobilidade e a retração do comércio impactando as trabalhadoras desses segmentos.

Para a Cepal, o fortalecimento da integração e da complementação produtiva regional assegura a participação das mulheres em setores estratégicos para reduzir as desigualdades de gênero num mundo pós-pandemia. O órgão também sugere a incorporação de cláusulas relacionadas ao tema em acordos e disciplinas comerciais e a promoção do acesso das mulheres ao crédito, às tecnologias e ao emprego em setores dinamizadores. O relatório recomenda o apoio à internacionalização de empresas lideradas por mulheres.

Fonte: Agência Brasil
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Notícias Pecuária

Silagem de qualidade exige atenção e planejamento

O início do ano é marcado pela ensilagem de milho para os pecuaristas leiteiros

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O início do ano é marcado pela ensilagem de milho para os pecuaristas leiteiros. No entanto, esse processo tem início bem antes, com a escolha do híbrido. O médico veterinário do Departamento de Assistência Técnica (DAT) da Capal, Diogo Souto, ressalta que a cooperativa se preocupa em indicar ao produtor materiais que tenham resultados comprovados, considerando as condições específicas de cada um.

“Temos um trabalho forte de pesquisa com a Fundação ABC, em que se faz uma triagem dos materiais recomendados para cada realidade, cada altitude, cada produtor. Não trabalhamos com marcas ou bandeira. O objetivo é trazer a opção que vai dar o melhor retorno econômico para o produtor”, aponta. Quando se fala em ensilagem, uma das principais exigências é o ponto de corte correto. No entanto, antes disso, há um tópico que muitas vezes é negligenciado: a programação do tamanho da trincheira.

Diogo Souto explica que esta definição de tamanho deve ser feita de modo técnico, pois o tamanho da trincheira influenciará na retirada da silagem depois. “Muitas propriedades não têm o planejamento e fazem uma trincheira muito longa, muito alta, muito larga, e depois não conseguem ter uma retirada diária adequada”, comenta. Para definir o tamanho da trincheira, é importante que o produtor converse com o técnico que o atende na propriedade.

Ponto de corte

O ponto de corte é outro assunto que demanda conversa com a equipe técnica. Diogo Souto assinala que o olhar atento para o milho é uma ferramenta para acertar no ponto de corte – quebrar a espiga e avaliar quanto de amido há no grão de milho.

De acordo com ele, o ponto ideal para a colheita da silagem é quando há duas partes de amido para uma parte de leite no grão. Porém, ele enfatiza que a equipe técnica está bem instruída e equipada, contando inclusive com um determinador de matéria seca, para definir o momento correto. Depois de colhida a silagem, é necessário dar uma atenção especial à compactação, que também deve ser realizada de maneira técnica.

Há cálculos que indicam o tamanho das camadas e o tempo de compactação, de acordo com o volume da silagem. “O ideal é não fazer camadas muito grossas, com 15 a 30 centímetros. Tem um tempo de compactação também, que seria de 1 a 3 minutos por tonelada de silagem descarregada na trincheira. Quanto melhor compactada, melhor será a qualidade da silagem”, complementa.

Fonte: Assessoria
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Notícias Rio Grande do Sul

Monitoramento da soja mostra que pragas estão longe das lavouras neste momento

Nesta safra, até o momento, o levantamento da Instituição na região aponta que nestas lavouras o nível de dano econômico à planta não é registrado em função das condições ambientais serem favoráveis

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Há mais de cinco anos, a Emater/RS-Ascar vem assistindo produtores no Manejo Integrado de Pragas e Doenças em lavouras de soja (MIP) nos municípios de Palmares do Sul, Viamão, Glorinha, Camaquã e Gravataí, para acompanhar, junto com os produtores, o desenvolvimento da cultura e as condições de saúde das plantas. Nesta safra, até o momento, o levantamento da Instituição na região aponta que nestas lavouras o nível de dano econômico à planta não é registrado em função das condições ambientais serem favoráveis, explica o extensionista Guilherme Martins Costa.

O Manejo Integrado de Pragas (MIP) é uma estratégia importante e baseada em critérios técnicos. O acompanhamento da lavoura é feito semanalmente com o uso do pano de batida, que é branco e tem o tamanho de 1,0 m de comprimento por 1,5 m de largura, e serve tanto para se verificar o número e o tamanho das pragas existentes, quanto o nível de danos ocasionados em relação ao estágio de desenvolvimento da planta. Para a inspeção, ele é colocado, pelos extensionistas e produtores, numa fileira de soja e são coletadas amostras das pragas e identificados os inimigos naturais. Com isso, os produtores podem tomar a decisão mais correta e assertiva sobre a necessidade de controle ou não das pragas. “Até agora não foi preciso aplicar inseticida em função de não haver níveis de danos econômicos comprovados nas lavoras acompanhadas”, destaca Martins Costa. Com o monitoramento, os benefícios são redução da aplicação de defensivos nas lavouras, diminuição dos custos e menor impacto ao meio ambiente.

Martins Costa ressalta que a calendarização de aplicações de inseticidas é um sério problema, pois provoca o uso indiscriminado de defensivos químicos, que também matam os inimigos naturais das pragas, causando o desequilíbrio do ecossistema e a seleção de pragas resistentes. Os inseticidas são ferramentas indispensáveis no manejo de pragas, no entanto, devem ser usados com embasamento técnico.

Lavouras com implantação de MIP

Em Palmares do Sul, Pedro Rogério Silveira Soares faz o monitoramento na lavoura que fica na RSC-101, km 137, estrada Capivari a Palmares do Sul, há três anos, em uma área de 46 hectares de soja. O produtor partiu para a soja porque estava perdendo produtividade e dinheiro com a monocultura do arroz e resolveu diversificar.

Em Camaquã, Vidal Duarte Rodrigues, da localidade de Cordeiro, tem plantio de soja e arroz em rotação. Com soja são 70 hectares e este é o segundo ano de parceria do produtor com a Emater/RS-Ascar para implantação do MIP. O extensionista da Emater/RS-Ascar, Émerson Portes, acompanha semanalmente a lavoura e informa que ela não vem apresentando problemas de pragas, como lagartas e percevejos, em níveis preocupantes, ou seja, que exijam controle através de aplicações de inseticidas.

O extensionista da Emater/RS-Ascar em Glorinha, Paulo Viegas, acompanha a produção de soja de José Ary Soares (45 hectares), de Renato Coelho Soares (20 hectares) e de Amarildo José Boeira Soares (45 hectares), todas na comunidade de Capão Grande. Segundo Viegas, os resultados do monitoramento mostram que, do início da germinação até o estágio atual, as lavouras estão se desenvolvendo sem problemas de pragas, não havendo necessidade de controle devido à população de pragas não ter alcançado, em nenhuma amostragem realizada, dano econômico.

No município de Viamão, o engenheiro agrônomo do Instituto Riograndense de Arroz (Irga), Edivane Portela, e o extensionista da Emater/RS-Ascar, Gladimir Ramos de Souza, acompanham lavouras de soja e constatam que estão limpas de pragas. Os produtores Cristiano Costa e Cristiano Costa Júnior cultivam 40 hectares de soja e 52 de arroz, em rotação, na localidade de Boa Vista e não necessitaram, até o momento, aplicar inseticidas na lavoura. Eles estão otimistas e acreditam que vão colher uma boa safra com custos reduzidos.

Já em Gravataí, o produtor de soja Valmir Cardoso Mendes, da localidade de Morungava, planta 62 hectares e a produção é acompanhada pelo extensionista da Emater/RS-Ascar, Fabian Antunes del Valle. Pelo monitoramento realizado semanalmente, desde o plantio até o momento, a lavoura apresenta bom desenvolvimento vegetativo e em cerca de 40% da área plantada já está iniciando a floração. Del Valle avalia que o acompanhamento constante tem mostrado pouca existência de pragas, como lagarta, ácaros e percevejos, e também não apresenta problemas com fungos e o produtor está seguindo corretamente as orientações e somente aplicando se for necessário. No ano passado, através do MIP soja, ele teve uma economia aproxima de R$ 350 por hectare.

Os dados coletados demonstram que essa é uma realidade da região. “Com as chuvas e o clima ajudando, a soja tem se mostrado promissora e nessas condições o produtor que realiza monitoramento de pragas contabiliza maior renda e benefícios ambientais”, conclui Martins Costa.

Fonte: Emater/RS
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