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Santa Catarina avança na produção de carne bovina

Sistema Faesc/Senar promove 1º Dia de Campo Estadual do Programa de Desenvolvimento da Bovinocultura de Corte de Santa Catarina

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Com o objetivo de reunir os produtores rurais participantes dos 28 grupos do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em Pecuária de Corte o Sistema Faesc/Senar-SC promove o 1º Dia de Campo Estadual do Programa de Desenvolvimento da Bovinocultura de Corte de Santa Catarina. O evento será realizado em parceria com o Sebrae e está programado para esta sexta-feira (19), às 9 horas, na sede da Fazenda Araucária, na comunidade de Cambará, em Bom Retiro, na serra catarinense. O diretor-geral do Senar Daniel Carrara e o diretor-superintendente do Sebrae/SC Carlos Guilherme Zigelli participarão do evento.

A programação iniciará às 9 horas com recepção e credenciamento de cerca de 800 produtores os quais serão divididos em grupos para as visitas de campo que começam às 09h30 na Fazenda Araucária e seguem até às 12 horas.  Os produtores rurais conhecerão a propriedade e os avanços técnicos produtivos trazidos com o projeto no manejo da pastagem, integração lavoura-pecuária, melhoramento do campo nativo e genética.

“A intenção é demonstrar os avanços já alcançados e trazer informações atualizadas sobre gestão rural, manejo adequado, genética, nutrição, instalações das propriedades, entre outros assuntos ligados a produção de bovinos de corte”, explica o superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi.

Às 12 horas o presidente do Sistema Faesc/Senar José Zeferino Pedrozo apresentará os resultados do programa e às 13 horas ocorre encerramento seguido de almoço. O programa tem como objetivo proporcionar evolução no nível de gestão, aumento da produção com o incremento da renda líquida, melhorias na nutrição e no padrão racial dos bovinos de corte. Os 28 grupos pertencem a 27 Sindicatos Rurais e abrangem 73 municípios em todo o estado. Ao todo 840 produtores são atendidos por técnicos de campo que efetuam visitas mensais e supervisores técnicos.

De acordo com o coordenador do programa em Santa Catarina Antônio Marcos Pagani de Souza a metodologia desenvolve um trabalho de apoio aos produtores para melhorar a gestão da atividade, a nutrição dos rebanhos e a eficiência na produção de carne. “Além disso, com o protocolo de Inseminação Artificial por Tempo Fixo (IATF), desenvolvido por meio de parceria com o Sebrae, registramos avanço no número de vacas prenhes de 41% para 69%. Isso interfere diretamente na qualidade da produção e possibilita incremento de mais de 10% no valor de comercialização dos animais. Esses resultados demonstram que a produção de gado de corte é tão rentável quanto outras cadeias produtivas”, observa.

O presidente do Sistema salienta que a intenção é que, por meio da ATeG, os produtores rurais tenham cada vez mais eficiência tornando-se competitivos também no mercado de carne bovina, uma vez que, atualmente, Santa Catarina ainda precisa comprar carne de outros Estados. “Quanto mais investirmos em profissionalização, melhor preparados estarão os produtores para oferecerem ao mercado interno um produto de qualidade e, posteriormente, pensarem também em produzir para exportar uma vez que temos um importante diferencial sanitário como área livre de febre aftosa sem vacinação”, complementa.

A ATeG em pecuária de corte está presente nas regiões do planalto serrano, oeste, norte, meio oeste, extremo oeste e sul. A supervisora estadual do ATEG Pecuária de Corte, Paula A. Dias Coimbra Nunes esclarece que a iniciativa é totalmente gratuita aos produtores rurais, os quais são beneficiados com uma visita técnica e gerencial por mês pelo período de dois anos. As visitas têm foco na transmissão de conhecimentos relacionados à gestão das empresas rurais e técnicas de manejo voltadas às atividades pecuárias.

Fonte: O Presente Rural

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Notícias Sanidade

ABPA e DIPOA promovem encontro sobre inspeção

Será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos

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Divulgação/Agrostock

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura (DIPOA/MAPA) realizam ao longo desta semana um encontro conjunto para tratar sobre temas do sistema de inspeção do setor de proteína animal. A programação do evento, iniciada na segunda-feira (18), segue até sexta-feira (22), em São Paulo, SP.

Na ocasião, será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos. Além disso, também serão discutidas as ações e procedimentos de verificação oficial dos controles em estabelecimentos produtores de carne e suínos. Participam do encontro técnicos das agroindústrias produtoras e exportadoras e auditores fiscais do Ministério da Agricultura.

“Este é um trabalho que tem como princípio o fortalecimento do trabalho pela qualidade e a reconstrução da imagem do setor produtivo, seguindo todos os parâmetros legais em uma parceria do setor público e da iniciativa privada.  Esperamos realizar, em breve, novos eventos com o mesmo objetivo”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Leiteiro

Estoques reduzidos e menor produção elevam preço do UHT

Altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios

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O preço do leite UHT negociado no atacado do Estado de São Paulo subiu 0,24% entre as duas últimas semanas, fechando com média de R$ 2,4357/litro no período entre 11 e 15 de fevereiro. Conforme colaboradores do Cepea, as altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios.

Apesar da valorização, as negociações entre laticínios e atacados permaneceram baixas. Já o queijo muçarela se desvalorizou 0,83% na mesma comparação, fechando com média de R$ 17,2862/kg entre 11 e 15 de fevereiro. Quanto à liquidez no mercado deste derivado, permaneceu estável no período.

Fonte: Cepea
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Notícias No Paraná

Trigo pode ser boa alternativa ao produtor na 2ª safra

Como o clima está favorável, os preços e custos de produção irão balizar tomada de decisão dos agricultores

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Divulgação/SECS

Com o avanço da colheita dos grãos de verão no Paraná, triticultores do Estado já planejam a divisão das áreas de semeio na segunda safra. Como o clima está favorável ao desenvolvimento tanto do trigo quanto do milho, os preços e custos de produção é que irão balizar a tomada de decisão dos agricultores por um ou outro.

Segundo dados da equipe de custos agrícolas do Cepea, em Cascavel, PR, o custo operacional de produção do milho 2ª safra foi calculado em R$ 2.822,54/hectare, contra R$ 1.901,03/ha para o trigo. A produtividade média das últimas três safras foi de 93 sacas/ha para o milho e de 49 sc/ha para o trigo, de acordo com dados do Deral/Seab.

Considerando-se os valores médios de venda em janeiro/19, as receitas geradas seriam de R$ 2.724,08/ha para o milho e de R$ 2.343,38/ha para o trigo. Portanto, a receita obtida com a cultura do trigo foi suficiente para saldar os custos operacionais e gerar margem positiva ao produtor, de R$ 442,35/ha. Já a receita obtida com o milho 2ª safra não foi suficiente para cobrir o total de desembolsos, resultando em margem negativa ao produtor, de R$ 98,46/ha.

Fonte: Cepea
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