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Santa Catarina, Argentina e Uruguai se unem no controle populacional de javalis

Devido à rápida dispersão desses animais no território, a intenção é criar uma ação integrada entre Uruguai, Argentina e Brasil para ter mais eficácia no controle dos javalis

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Santa Catarina, Argentina e Uruguai integram ações para controlar a população de javalis e porcos asselvajados. O assunto foi tema do III Seminário Internacional sobre Manejo de Javali e Porcos Asselvajados, que aconteceu segunda e terça-feira (22 e 23) na cidade de La Rioja, Argentina. O secretário da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina, Airton Spies, e o comandante da Polícia Militar Ambiental em Lages, Major PM Adair Alexandre Pimentel, participaram do evento, e apresentaram a experiência catarinense na gestão e manejo das populações de javalis.

Devido à rápida dispersão desses animais no território, a intenção é criar uma ação integrada entre Uruguai, Argentina e Brasil para ter mais eficácia no controle dos javalis.

Ações em Santa Catarina

Santa Catarina é referência nacional no controle populacional dos javalis. Com uma estratégia que integra os setores público e privado, o Estado realiza ações de educação ambiental, monitoramento, autorização de caça, instalação de armadilhas em propriedades rurais e acompanhamento da sanidade animal. Um aplicativo deve ser lançado em breve para aumentar a eficácia no controle dos animais.

Prejuízos causados pelos javalis

Os javalis causam problemas ambientais, perdas econômicas aos produtores rurais e representam uma ameaça à biodiversidade e a segurança das pessoas. Para Santa Catarina, a preocupação principal é com a ameaça à sanidade animal. Segundo o secretário da Agricultura, Airton Spies, o animal pode ser vetor de doenças que afetam animais domésticos, principalmente suínos e bovinos. “Para Santa Catarina o controle do javali e dos porcos asselvajados é uma prioridade. A agropecuária representa 29% do Produto Interno Bruto catarinense, dos quais 60% são compostos pela produção de carnes e leite”, ressalta.

Fonte: Assessoria

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Notícias Clima

Primavera começa hoje com transição entre estações seca e chuvosa

Com o gradativo aumento das chuvas em grande parte do país nesta época do ano, tem-se o início do plantio das principais culturas de verão

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Divulgação/MAPA

A Primavera no Hemisfério Sul inicia nesta terça-feira (22) às 10h31 e termina no dia 21 de dezembro às 07h02. Climatologicamente, é um período de transição entre as estações seca e chuvosa no setor central do Brasil, e marca o início da convergência de umidade oriunda da Amazônia, que define a qualidade do período chuvoso sobre as Regiões Centro-Oeste, Sudeste e parte centro-sul da Região Norte.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), durante a estação, os volumes acumulados de precipitação no norte da Região Nordeste costumam ser inferiores a 100 mm, principalmente no norte do Piauí e noroeste do Ceará. As temperaturas são mais elevadas em grande parte da Região Norte, interior da Região Nordeste e em alguns pontos da parte central do Brasil.

Os primeiros episódios da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) podem ocorrer durante a primavera, com chuvas no Sudeste, Centro-Oeste, Acre e Rondônia. Já na Região Sul, podem ocorrer episódios de Complexos Convectivos de Mesoescala (CCM), que estão associados a chuvas fortes, rajadas de vento, descargas atmosféricas e eventual granizo. Com o gradativo aumento das chuvas em grande parte do país nesta época do ano, tem-se o início do plantio das principais culturas de verão.

Para os próximos meses, os modelos de previsão de ENOS do IRI (Research Institute for Climate and Society) indicam uma probabilidade acima de 70% de que estas condições de La Niña se iniciem durante a primavera de 2020 e permaneçam até o verão 2020/2021. Neste sentido, é fundamental esperar por atualizações futuras através do monitoramento da temperatura da superfície do mar no Pacífico, pois existem outros fatores, como a temperatura na superfície do oceano Atlântico Tropical e na área oceânica próxima à costa do Uruguai e da Região Sul, que poderão influenciar o regime de chuvas no Brasil, dependendo da combinação destes fatores durante esta estação.

Confira o prognóstico por região para o período entre outubro e dezembro de 2020:

Região Norte

A previsão climática para o trimestre indica um predomínio de áreas com probabilidade de chuvas acima da faixa normal, exceto sobre a parte norte da região, sudeste do Pará e noroeste do Tocantins, onde existe uma tendência das chuvas ocorrerem abaixo da média. Para o próximo trimestre, a previsão para a temperatura do ar próximo a superfície indica que deverá prevalecer acima da média. Entretanto, na divisa entre os estados do Pará e Amazonas, as temperaturas devem ser mais amenas, devido à persistência das chuvas nesta área.

Região Nordeste

Na Região Nordeste, a previsão para a primavera indica chuvas próximas à média ou acima em grande parte da região, com exceção de algumas localidades sobre o norte da Bahia e leste do Nordeste Brasileiro, onde as chuvas permanecerão ligeiramente abaixo da climatologia. As temperaturas serão predominantemente elevadas nos estados do Maranhão e Piauí, porém, nas localidades onde há a probabilidade de chuvas acima da média, os termômetros devem registrar temperaturas próximas à climatologia ou levemente inferiores à média.

Região Centro-Oeste

A previsão do INMET para a Região Centro-Oeste aponta para uma irregularidade das chuvas para o próximo trimestre, onde devem permanecer acima da média sobre a parte central e norte de Mato Grosso, norte de Goiás e centro do Mato Grosso do Sul, principalmente no mês de novembro. Nas demais áreas, as chuvas devem permanecer próximas a média ou ligeiramente abaixo. Já para as temperaturas, as previsões indicam que as mesmas devem ultrapassar a média ao longo da estação, com exceção do Mato Grosso do Sul e sudoeste do Mato Grosso, onde as temperaturas poderão ser ligeiramente abaixo de seus valores climatológicos.

Região Sudeste

Para a Região Sudeste, a previsão do modelo do INMET para os próximos três meses é de chuvas acima da média em grande parte da região. No leste de São Paulo e centro de Minas Gerais, as probabilidades indicam o risco de chuvas abaixo da média. Com o retorno das chuvas mais regulares no mês de novembro, a previsão indica o predomínio de temperaturas próximas ou ligeiramente abaixo da média.

Região Sul

A previsão indica maior probabilidade de chuvas abaixo da climatologia em praticamente toda a região, exceto no norte do Paraná, onde as chuvas previstas devem ser acima da média. As temperaturas serão próximas à climatologia e ligeiramente acima da média em grande parte da Região Sul, entretanto as entradas de sistemas frontais ainda poderão provocar declínio nas temperaturas, principalmente sobre o nordeste do Rio Grande do Sul e leste de Santa Catarina.

Fonte: MAPA
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Notícias Previsão do tempo

Chuvas voltam de forma gradativa para o Centro-Oeste e Sudeste do Brasil

Temperaturas devem continuar elevadas, com máximas acima dos 30°C em praticamente todo o Brasil

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Divulgação

De acordo com o modelo numérico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a semana entre os dias 21 e 28 de setembro deverá marcar o retorno gradativo das chuvas nas regiões Centro-Oeste e Sudeste do Brasil. Há previsão de chuvas esparsas para a região Centro-Oeste com totais acumulados entre 07 e 40 mm durante a semana.

Na Região Sul, os acumulados de chuva deverão ser concentrados principalmente no sul do Rio Grande do Sul e extremo norte do Paraná, com valores variando entre 07 e 40 mm. Há pouca possibilidade de chuva em Santa Catarina.

No Sudeste, previsão de chuvas em quase toda a região, principalmente no norte de São Paulo, sul de Minas Gerais, sul do Espírito Santo e todo o Rio de Janeiro, onde as chuvas podem ficar na faixa entre 20 e 100 mm.

Na Região Nordeste, predominarão áreas sem chuva. Chance de chuvas com baixo volume apenas no litoral da Bahia e de Sergipe. Na Região Norte, os maiores acumulados de chuva deverão se concentrar na metade oeste, com totais variando entre 40 150 mm.

As temperaturas devem continuar elevadas, com máximas acima dos 30°C em praticamente todo o Brasil, podendo chegar em torno de 40°C, e mínimas entre 12 e 24°C.

Próxima semana 

A previsão numérica para o período de 29 de setembro a 07 de outubro de 2020 indica que as chuvas devem ficar concentradas no oeste da Região Norte, com totais entre 20 e 90 mm e no leste da Região Nordeste, com totais entre 05 e 30 mm. Na Região Sul, os totais de chuva devem ocorrer na faixa entre 15 e 125 mm, porém, os maiores volumes devem ocorrer no Rio Grande do Sul.

Nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, volta a predominar áreas sem chuva ou com chuvas de baixa intensidade. Os volumes mais significativos devem se concentrar na faixa leste do sudeste, com totais inferiores a 25 mm.

Fonte: MAPA
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Notícias Agricultura

Herbicida Paraquate tem vendas e uso proibidos no Brasil a partir de hoje

Defensivo era utilizado em culturas como a soja, trigo, milho, feijão, cana-de-açúcar, citros, batata, maçã, banana, arroz e algodão

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Arquivo/OP Rural

O herbicida Paraquate tem seu uso e comercialização proibidos a partir desta terça-feira (22), conforme deliberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em sua Resolução da Diretoria Colegiada (RDC 177), disse o Ministério da Agricultura.

A pasta “dará procedimento ao cancelamento do registro do Paraquate e adotará as providencias necessárias para o cumprimento da RDC”, informou em nota na segunda-feira (21).

Por ser considerado de alto nível toxicológico, o ingrediente ativo Paraquate teve as proibições de uso, produção e comercialização definidas em 2017, com prazo de três anos para entrar em vigor.

Em agosto deste ano houve um pedido de vista na decisão da Anvisa, que voltou a ser avaliada no último dia 15 e teve o banimento mantido por três votos de diretores a dois.

“A Anvisa manteve a decisão pelo banimento do ingrediente ativo Paraquate no Brasil, previsto para entrar em vigor a partir do próximo dia 22 de setembro… Com isso, o produto não poderá ser produzido ou usado no país, assim como também ficará proibida a importação desse ingrediente ativo”, informou a agência na ocasião.

O defensivo era utilizado em culturas como a soja, trigo, milho, feijão, cana-de-açúcar, citros, batata, maçã, banana, arroz e algodão.

Fonte: Reuters
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