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Rebanho de bovinos e produção de leite caem, diz pesquisa

Estudo traz informações dos efetivos da pecuária existentes no país, da produção de origem animal e do valor da produção

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A safra recorde de grãos em 2017, influenciada por fatores climáticos favoráveis, contribuiu para a redução dos custos de produção no setor pecuário entre 2016 e 2017. Ainda assim, o ano foi marcado pela retração do rebanho de bovinos e da produção de leite, mas, em contrapartida, houve aumento significativo do rebanho suíno, que teve a maior expansão da série histórica e, principalmente, no número de galinhas (poedeiras) e galináceos. As informações constam da pesquisa Produção da Pecuária Municipal 2017 (PPM), divulgada na quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

O estudo traz informações dos efetivos da pecuária existentes no país, da produção de origem animal e do valor da produção, que fechou 2017 em queda de 0,4% comparativamente a 2016. Os dados indicam, por exemplo, que, enquanto o total de galináceos chegou a 1,4 bilhão de cabeças, com crescimento de 6% em relação a 2016 – o maior resultado da série histórica da pesquisa, iniciada em 1974 -, o total de bovinos fechou o ano em 214,9 milhões de cabeças, uma queda de 1,5% de um ano para outro.

Ao comentar os números da PPM 2017, a analista do levantamento, Mariana Oliveira, ressaltou o aumento dos rebanhos de suínos, galináceos e galinhas e as “pequenas quedas” de bovinos e caprinos. “Do ponto de vista da produção, destacou-se o aumento da produção de mel e dos ovos de galinha e de codorna. A queda de bovinos pode ser explicada pelo aumento do abate, em razão da queda do preço da arroba, o que é uma coisa cíclica: cai o preço da arroba, aumenta o abate de vaca como forma de reduzir o rebanho e, consequentemente, promover a alta do preço da arroba”, explicou.

Já o recuo do valor da produção, a analista explicou: “O valor de produção da pecuária caiu 0,4% de 2016 para 2017 em razão do preço de alguns dos principais produtos como o leite, que diminuiu 0,5% e afetou o valor total da produção”. Segundo Mariana, o aumento do abate de galináceos está diretamente ligado à situação econômica da população. “Uma vez que o preço do produto é inferior ao da carne, a tendência é que boa parcela da população opte pelo produto mais barato disponível”.

Bovinos e suínos

Em 2017, o total de bovinos no Brasil foi de 214,9 milhões de cabeças, uma queda de 1,5% com relação a 2016. “O ano foi marcado por um aumento no abate de matrizes, influenciado pelos baixos preços do bezerro e da arroba”, justificou o IBGE. O Brasil é detentor do segundo maior rebanho mundial, atrás apenas da Índia, e é o maior exportador e segundo maior produtor de carne bovina, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

A Região Centro-Oeste, destaque na produção de bovinos, apresentou 74,1 milhões de cabeças, correspondendo a 34,5% do total nacional em 2017. Mato Grosso segue como o estado com o maior plantel bovino, abrigando 13,8% – 29,7 milhões de cabeças. O estado tem grandes frigoríficos e é responsável pelo maior volume de abate bovino no país. A produção de bovinos segue avançando para o Norte, que possui o segundo maior número – 48,5 milhões de cabeças de gado – e foi a única região a apresentar crescimento em 2017, com variação de 1,0% em relação a 2016.

Dos 20 municípios brasileiros com os maiores números de bovinos em 2017, 11 estavam no Centro-Oeste e nove no Norte. São Félix do Xingu, no Pará, que apresentou o maior total nacional, teve um crescimento do rebanho nos últimos dez anos de 23,6%.

Já o rebanho brasileiro de suínos atingiu 41,1 milhões de cabeças em 2017, um aumento de 3,0% com relação a 2016. A Região Sul concentra o maior total com Santa Catarina no topo do ranking estadual, com 19,7% da soma nacional. Logo em seguida, aparecem o Paraná (16,8%) e Rio Grande do Sul (14,6%).

Galináceos, galinhas e produção de ovos

O total de galináceos em 2017 foi de 1,4 bilhão de cabeças. A Região Sul, destaque na produção e abate de frangos, foi responsável por 47,1% desse total, seguida da Região Sudeste (26,1%). Somente o Paraná abrigou 25,3% do total nacional.

O quadro para as regiões se inverte quando aborda o efetivo de galinhas (poedeiras). A soma nacional estimada em 242,8 milhões de cabeças – um aumento de 11,4% em relação ao ano anterior – teve sua maior concentração na Região Sudeste (38,7%), seguida da Região Sul (26,0%).

O Brasil se destaca mundialmente na produção e exportação de frangos, sendo o maior exportador e segundo maior produtor de carne de frango, também de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Os principais destinos do produto brasileiro em 2017 foram Arábia Saudita, Japão e China.

Sul e Sudeste lideram produção de leite

A produção brasileira de leite em 2017 foi de 33,5 bilhões de litros, uma retração de 0,5% em relação a 2016. As Regiões Sul e Sudeste encabeçam a produção nacional, com 35,7% e 34,2% do total de litros, respectivamente.

Em relação ao número de vacas ordenhadas, é na Região Sudeste que está localizada a maior parte desses animais: 30,4% do total de 17,1 milhões no Brasil. No entanto, a maior produtividade nacional é encontrada na Região Sul, o que a mantém com o status de maior produtora de leite desde 2015.

O principal estado produtor de leite no Brasil é Minas Gerais, que possui ainda o maior rebanho de vacas ordenhadas. Em 2017, foi responsável por 26,6% da produção de leite e por 20,0% do total de vacas ordenhadas.

O preço médio nacional em 2017 foi de R$ 1,1 por litro de leite, uma queda de 5,6% em relação a 2016, ano que atingiu o maior valor da série histórica pela queda na produção e competição pelo produto por parte da indústria. O valor de produção anual gerada na atividade foi de R$ 37,1 bilhões.

Fonte: EBC

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Notícias Paraná

Nova diretoria do Sindiavipar se reúne com governo e entidades representativas do agronegócio

Ao todo, nove instituições foram visitadas nas três primeiras semanas de atuação da gestão

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Rodrigo Felix Leal/AEN

A nova diretoria do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) concluiu, na sexta-feira (25), agenda de trabalho desde a posse, em 1º de setembro. Neste primeiro ciclo de trabalho algumas instituições empresariais e organizações públicas relacionadas ao setor avícola foram visitadas para expor os planos da atual gestão. “Concluímos um giro com as entidades que possuem uma aderência maior com nossa atividade. Nove instituições foram visitadas nas três primeiras semanas”, afirma o presidente do Sindiavipar, Irineo da Costa Rodrigues.

Este trabalho teve início logo depois da cerimônia de posse da nova diretoria do Sindiavipar, que foi recebida pelo governador do Paraná Carlos Massa Ratinho Júnior, em audiência no Palácio Iguaçu. No encontro, Ratinho Júnior destacou que a avicultura é um setor fundamental para o Estado. “Temos muito interesse em ampliar a produção, em receber novos investimentos. É uma cadeia que gera milhares de empregos. Queremos ajudar na instalação de novas plantas e no acesso ao crédito”, afirmou o governador.

As visitas institucionais tiveram sequência com a participação de comitiva formada pelo presidente do Sindiavipar Irineo da Costa Rodrigues, do tesoureiro Roberto Kaefer e do diretor-executivo Inácio Kroetz, que estiveram com o superintendente Federal de Agricultura no Paraná no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) Cleverson Freitas, com o presidente do Sistema Ocepar José Roberto Ricken, com o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo do Paraná (Sedest) Márcio Nunes, e com o Secretário de Saúde do Estado do Paraná (Sesa) Carlos Alberto Gebrim Preto.

O grupo também teve agenda com o Secretário da Agricultura e do Abastecimento do Estado do Paraná (Seab) Norberto Ortigara, com o Presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) Otamir Cesar Martins, com o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) Carlos Valter Martins Pedro, com o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) Ágide Meneguette e com o vice-presidente e diretor de operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) Wilson Bley Lipski.

Primeiras Movimentações

De acordo com o presidente do Sindiavipar, as primeiras movimentações de trabalho com os principais atores da economia paranaense visam uma prioridade que será a marca registrada da nova gestão: fomentar a atividade avícola, aproximação com os associados e defesa dos interesses de toda a cadeia produtiva que integra o setor avícola. Rodrigues destaca que a avicultura paranaense concentra 20% do Valor Bruto da Produção (VPB) do Estado (Deral), o equivalente a 1/5 de tudo o que é gerado de riqueza no Paraná e gera 68 mil empregos diretos e cerca de 1 milhão de outros postos de trabalho de forma indireta, conforme estimativa do Sindiavipar com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Hoje, a avicultura do Paraná é a maior produtora e exportadora de carne de frango do Brasil, tendo abatido 1,87 bilhão de cabeças em 2019 (Sindiavipar). Esta produção foi responsável por cerca de 40% das exportações brasileiras em volume, com o Paraná respondendo por 1,58 milhão de toneladas, e 37,23% da soma das receitas, com US$ 2,56 bilhões no período segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia (Secex).

Neste sentido, a nova gestão do Sindiavipar vai apresentar propostas que visem atender a demandas que permitam o desenvolvimento da economia estadual, do setor e da sociedade, entre elas, questões de infraestrutura, envolvendo energia elétrica e vias de transporte. “O alcance social do setor avícola é muito grande. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) no entorno das plantas de produção é diferenciado”, exemplifica Rodrigues a respeito da importância estratégica do setor para a economia e o desenvolvimento dos municípios.

Fonte: Assessoria
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Notícias Semana Nacional da Carne Suína

Treinamentos virtuais da SNCS conectam colaboradores das redes de varejo participantes com conteúdo informativo

A campanha estará presente no varejo brasileiro de primeiro a 15 de outubro

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Divulgação

A última fase de preparação para a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS) foi concluída com sucesso ao lado dos oito maiores varejistas do país. Entre os dias 15 e 25 de setembro, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) capacitou mais de 1.200 colaboradores do Carrefour, Extra, Pão de Açúcar, Grupo Big, Hortifruti, Natural da Terra, Lopes Supermercados e Oba Hortifruti.

O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, agradeceu a todas as redes e aos colaboradores pela participação. “Essa parceria com o varejo é de uma importância gigantesca pois nos proporciona a grande vantagem de chegar ao consumidor, saber o que ele espera e poder conversar com ele. E é para isso que estamos aqui, temos uma história gigante para contar.” Os treinamentos aconteceram de forma online e em diferentes plataformas para atender melhor às necessidades de cada rede, como o YouTube, Zoom e o Workplace, aumentando a capacidade de engajamento dos participantes.

Todas as redes puderam assistir a um talk show onde o médico veterinário Iuri Pinheiro respondeu às principais dúvidas dos consumidores a respeito da carne suína. De forma muito dinâmica, ele abordou questões relacionadas à segurança alimentar, manipulação de alimentos e a produção de suínos, reforçando que a carne suína não transmite doenças e é absolutamente segura para a alimentação humana. A palestra teve também a participação da nutricionista Thaliane Dias e do nutrólogo Dr Daniel Magnoni que atestaram a saudabilidade da proteína, desmistificando informações incorretas e reiterando que a proteína pode ser consumida por qualquer pessoa em qualquer fase da vida.

E por falar em consumo, o chef de cozinha Jimmy Ogro deliciou a todos com receitas práticas e diversificadas, preparando cortes de carne diferentes para cada rede. Além disso, ainda compartilhou dicas de preparo e tempero, mostrando para todos como a carne suína pode ficar ainda mais saborosa e ganhar espaço em diferentes pratos, com diferentes combinações. Os representantes dos varejistas tiveram espaço também para falar sobre as estratégias de cada rede para a SNCS e também as expectativas de crescimento esperadas durante o período de campanha. E para encerrar, as equipes responderam a pergunta “o que o treinamento Paixão por Carne Suína desperta em você?”. Separamos aqui algumas das melhores frases que traduzem muito bem como foi a experiência.

“A carne suína desperta curiosidade de saber sobre tudo. Aqui na loja não só vendemos carne suína para os nossos clientes, também ensinamos como prepará-la de um modo que a carne venha a ficar muito mais gostosa”, comentou Ruan Santos, do Carrefour.

“Gosto muito da carne suína e desde criança eu escuto esse comentário do bichinho da cabeça. Consumia sempre bem passada para não correr risco, fico feliz em saber dessa informação pois infelizmente esses mitos ainda existem. Parabéns pelos esclarecimentos”, afirmou José Claudenildo Paiva Avelino, do GPA.

“O treinamento Paixão por carne suína desperta uma vontade de reinventar todos os cardápios diários para utilizar cada vez mais esta proteína que esteve em nossos pratos de maneira sempre discreta devido aos mitos envolvendo ela. Muito obrigado pelo treinamento, onde aprendemos muito”, disse Luan Alves, do Grupo BIG.

“O treinamento promove embasamento para falarmos mais sobre carne suína com nossos clientes. É super interessante nos mantermos por dentro das novidades desse produto tão nutritivo”, contou Maria Aparecida, da Hortifruti e Natural da Terra.

“O treinamento nos traz informações detalhadas sobre como tirar as dúvidas de nossos colaboradores e clientes sobre a segurança da produção da carne suína e sobre a manipulação, trazendo confiança a equipe e ao público”, expôs Rafael Barbosa de Lima, do Lopes Supermercados.

“Com esse treinamento, podemos proporcionar um atendimento com mais transparência para o nosso cliente sobre a proteína que ele está servindo a sua família no dia a dia. E incentivando cada dia mais o consumo da carne suína”, informou Tales Igor Paulino de Sousa, da OBA Hortifruti.

Lançamento

O lançamento da SNCS acontece no dia primeiro de outubro também de forma online. Este ano a campanha chega a todas as regiões brasileiras no mesmo dia e se estende até o dia 15. As equipes de varejo já estão preparadas e afiadas para transmitir todo o conhecimento adquirido. Acompanhe a estreia da maior vitrine de carne suína no varejo brasileiro, na próxima quinta-feira às 10h da manhã no YouTube ABCS Agro.

Fonte: Assessoria ABCS
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Notícias Saúde Animal

Santa Catarina ultrapassa marca de mil propriedades certificadas livres de brucelose e tuberculose

Santa Catarina possui uma das menores taxas de prevalência de brucelose e tuberculose do Brasil

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Divulgação/AENPr

Destaque internacional pela qualidade do seu agronegócio, Santa Catarina comemora os resultados no controle da brucelose e tuberculose bovina. Em setembro, o Governo do Estado ultrapassou a marca de mil propriedades rurais certificadas como livres das doenças.

“O controle da brucelose e tuberculose bovina é dos grandes desafios de Santa Catarina e acreditamos que será um dos próximos diferenciais competitivos do nosso estado. Num esforço conjunto do Governo do Estado, iniciativa privada e produtores rurais colhemos bons resultados com mais de mil propriedades certificadas pela Cidasc como livres dessas doenças. Uma conquista importante não só para garantir alimentos mais seguros para a população, mas também para preservar a saúde de nossos produtores”, destaca o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.

Santa Catarina possui uma das menores taxas de prevalência de brucelose e tuberculose do Brasil e a certificação das propriedades é um diferencial da produção catarinense que pode se tornar fundamental para exportação de leite, por exemplo.

No último levantamento feito pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), foi constatado que menos de 1% do rebanho catarinense tem brucelose ou tuberculose. Este índice é tão baixo que Santa Catarina é o estado brasileiro mais próximo de obter a classificação de área de risco insignificante para essas doenças.

“A parceria do Governo de Santa Catarina, agroindústria do leite, produtores rurais e entidades públicas e privadas é importante para que o estado possa conquistar níveis ainda maiores nos controles e na excelência sanitária do seu plantel” ressalta a presidente da Cidasc, Luciane Surdi.

Certificação como diferencial competitivo

O estado possui 1.045 propriedades rurais certificadas pela Cidasc, que já colhem os frutos desse esforço com a valorização da produção de leite, queijos e carne.

“Muitas agroindústrias de laticínios pagam um adicional no preço do litro do leite quando a propriedade é certificada como livre de brucelose e tuberculose. A vantagem econômica acabou incentivando ainda mais os produtores na busca pela certificação”, explica a presidente da Cidasc.

Mais saúde para quem consome e para quem produz

Brucelose e tuberculose são zoonoses e podem ser transmitidas para os seres humanos. Por isso as ações para erradicação das doenças têm um grande impacto na vida de quem produz e de quem consome.

Para que uma propriedade rural obtenha a certificação como livre de brucelose e tuberculose é necessário que todos os animais sejam testados, num intervalo de 6 a 12 meses e que não apresente nenhum animal reagente positivo.

As propriedades seguem normas diferenciadas também no trânsito de animais. O certificado é renovado anualmente.

Investimentos do Governo do Estado

Em 2020, o Governo do Estado ampliou os investimentos na vigilância para localização de focos das doenças, realizações de diagnósticos definitivos e abates sanitários dos animais contaminados. Todos os anos são realizados aproximadamente 500 mil exames para analisar a presença das zoonoses no rebanho catarinense.

Para manter a sanidade dos rebanhos catarinenses, os animais acometidos de brucelose ou tuberculose são abatidos sanitariamente e os proprietários indenizados pela Secretaria da Agricultura, com apoio do Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fundesa). Com a compensação, os produtores podem adquirir animais sadios para continuarem a produção de carne e de leite.

Vacinação

O rebanho catarinense pode ser vacinado com amostra RB51, seguindo as normas do Regulamento Técnico do Programa de Erradicação da Brucelose Bovina e Bubalina no Estado de Santa Catarina, atualizado em julho de 2017 pela Portaria SAR n°19/2017.

Já o uso da vacinação em massa, com a B19, é recomendado apenas para estados que possuem altos índices da doença, portanto é proibida em Santa Catarina para evitar custos desnecessários aos produtores e interferência nos testes de diagnóstico.

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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