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Protocolo sanitário antes da entrada no confinamento é fundamental para sucesso da intensificação

Manejo sanitário deve ter início de 21 a 30 dias antes de os animais entrarem no confinamento

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O manejo sanitário deve ter início de 21 a 30 dias antes da entrada dos animais no confinamento - Fotos: Divulgação Biogénesis

Confinar animais para terminação é uma ferramenta imprescindível em qualquer projeto de intensificação pecuária. O que antes era uma simples estratégia de entressafra para explorar o “repique” do valor pago pela arroba se tornou um caminho para a evolução na pecuária para otimizar o modelo de produção. Estima-se que atualmente o sistema de confinamento representa cerca de 18% do volume de animais abatidos no Brasil.

Além do acompanhamento do peso dos animais, outras ações são importantes nos momentos próximos ao início do confinamento para prevenir problemas e garantir o máximo desempenho nas operações e na produtividade animal. Isso porque a intensificação traz riscos sanitários, que se não forem tratados de maneira estratégica podem comprometer os ganhos.

“Dentre os principais desafios dos animais de terminação estão os metabólicos, sanitários e de manejo, que podem influenciar na mortalidade e morbidade do rebanho. As principais causas de mortalidade no confinamento são pneumonia, clostridioses, fraturas, acidentes e as enterotoxemias”, explica o médico-veterinário e Coordenador de Serviços Técnicos a Biogénesis Bagó, João Paulo Lollato.

“As doenças respiratórias dos bovinos (DRB) ganham destaque nos desafios do confinamento porque decorrem dos desequilíbrios entre as defesas naturais dos animais e os fatores ambientais externos e estresse. As DRBs têm causas multifatoriais, como estresse, deficiência nutricional ou mudanças na dieta, exposição a agentes infecciosos, agrupamento de animais de diferentes origens e o transporte. Elas afetam índices produtivos e sanitários dos confinamentos, impactando diretamente na lucratividade do sistema”, ressalta Lollato.

Outra doença que representa um desafio nos animais de terminação é a clostridiose, que pode ser causada por mudança alimentar, manejos de curral ou concentração de animais.

Dessa forma, de 21 a 30 dias antes do início do confinamento os animais devem receber a primeira vacinação contra as principais doenças respiratórias e clostridioses. Além da vacinação, uma estratégia diferenciada que vem sendo aplicada em confinamentos de referência no Brasil é o uso de suplementação injetável contendo vitaminas (A e E) e micro minerais (Cobre, Zinco, Manganês e Selênio) para combater o estresse oxidativo.

“Os estudos sobre bem-estar animal revelam que o bovino gosta de rotina, de forma que qualquer mudança se torna um fator que catalisa a oxidação celular devido ao mecanismo de estresse. Alteração ambiental, nutricional, dominância, variação climática, transporte e poeira são situações muito presentes na rotina do dia a dia de um sistema de confinamento. Por isso, a suplementação injetável diminui os prejuízos do manejo e potencializam o metabolismo do animal para o período de confinamento”, pontua o médico-veterinário.

 

Manejo no dia do confinamento e rondas sanitárias

No dia em que os animais entram no confinamento eles devem passar pelo curral de manejo para receber a segunda dose da vacinação contra as principais doenças respiratórias e clostridiais. Nesse manejo recomenda-se uma dose de anti-helmíntico de amplo espectro à base de levamisol concentrado e mais uma dose da suplementação mineral e vitamínica injetável.

Entrada no confinamento requer protocolo sanitário

Um aspecto de vital importância no confinamento são as chamadas rondas sanitárias, procedimentos padronizados de vistoria e avaliação dos animais nos lotes que visam detectar os principais problemas nos estágios iniciais.

“A frequência das vistorias depende do desafio momentâneo na operação: nos primeiros 20 dias de confinamento, quando a chance de ocorrência de problemas é grande, devem ser realizadas pelo menos duas vistorias por dia, uma de manhã e outra à tarde. Já entre o 21º e 40º dia, quando a chance de ocorrência é média, pode ser feita uma vistoria diária preferencialmente pela manhã. Se caso for detectado algum surto em algum momento deve-se adotar a prática inicial de duas vistorias por dia. A partir do 41º dia basta uma vistoria a cada dois de manhã”, orienta Lollato.

Fonte: Assessoria

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Reunião Global da PIC reúne especialistas para discutir avanços técnicos na produção de suínos

Encontro internacional da PIC reúne especialistas da área técnica para debater sanidade, genética, biossegurança, inovação aplicada e eficiência produtiva na suinocultura.

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Foto: Divulgação/Agroceres PIC

A equipe da Agroceres PIC participou, nesta semana, da reunião global de Serviços Técnicos e Desenvolvimento de Produtos da PIC, realizada em Fort Worth, no Texas. O encontro reuniu mais de 250 profissionais de diferentes países. O objetivo foi discutir temas prioritários da suinocultura, como sanidade, genética, biossegurança, sustentabilidade e eficiência produtiva. A programação concentrou debates técnicos sobre os desafios da atividade e também promoveu a troca de experiências entre equipes que atuam diretamente na produção de suínos em diferentes regiões do mundo.

A programação incluiu temas como resistência à PRRS, pesquisa e desenvolvimento, fenotipagem digital, critérios de seleção genética, benchmarking global, robustez de matrizes, qualidade de carne, saúde e biossegurança. Também foram apresentadas iniciativas voltadas à sustentabilidade na produção. Esse conjunto de conteúdos reforçou o caráter técnico da reunião e destacou o valor da troca internacional de experiências para a atualização das equipes envolvidas com genética e produção suína.

Para Amanda Pimenta, gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC, o encontro é uma oportunidade de alinhar conhecimentos e compartilhar experiências entre equipes que atuam em contextos produtivos distintos. “A reunião reúne profissionais de diferentes regiões e áreas técnicas para discutir os temas mais relevantes da produção de suínos na atualidade”, comenta. “É um espaço importante para troca de experiências, apresentação de desafios, discussão de resultados e atualização conjunta sobre questões que vão de avanços mais amplos, como resistência a doenças, até aspectos técnicos do dia a dia das granjas”, afirma.

Segundo Amanda, ao reunir especialistas de Genética, Serviços Genéticos, Serviços Técnicos, Produção, Boas Práticas de Produção e Bem-estar Animal, o encontro amplia a circulação de conhecimento entre regiões e contribui para qualificar o debate técnico sobre temas que hoje estão na dianteira da evolução da suinocultura mundial.

Fonte: Assessoria Agroceres PIC
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Vetanco amplia linha Detoxa e reforça controle de micotoxinas

Reforçando o compromisso com o conceito “produtos seguros para alimentos seguros”, alinhando inovação às exigências dos mercados consumidores.

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Foto: Divulgação

A Vetanco anuncia a ampliação da linha Detoxa, fortalecendo seu portfólio de soluções para o controle de micotoxinas na produção animal e reforça o compromisso com o conceito “produtos seguros para alimentos seguros”, alinhando inovação às exigências dos mercados consumidores.

De acordo com Jovan Sabadin, Coordenador de Território Suínos para o estado de Santa Catarina, a presença de micotoxinas em matérias-primas e rações continua sendo um desafio relevante para a produção animal. “Monitoramentos recentes indicam alta frequência de contaminação e aumento da multicontaminação, situação que pode impactar desempenho, saúde animal e eficiência econômica. Nesse cenário, cresce a demanda por soluções capazes de reduzir riscos de forma direcionada, considerando o perfil de contaminação e as características de cada sistema produtivo”, afirma.

Em parceria com a Dr Bata Ltda., a Vetanco já atua há anos com tecnologia de biotransformação de micotoxinas por meio da linha Detoxa. Até o início de 2025, o portfólio era composto pelo Detoxa Plus. A partir do primeiro semestre de 2025, passou a contar também com o Detoxa Performance e, agora, recebe o Detoxa Goal, ampliando as opções para atender diferentes objetivos produtivos e níveis de desafio.

A tecnologia da linha Detoxa baseia-se na inativação de micotoxinas nas porções iniciais do trato gastrointestinal, com maior ação em pH ácido. “As formulações combinam biotransformadores enzimáticos exclusivos, desenvolvidas para atuar sobre micotoxinas relevantes como fumonisinas, zearalenona, ocratoxinas e tricotecenos, além de agentes de adsorção que auxiliam no controle de aflatoxinas”, conclui Jovan.

Fonte: Assessoria Vetanco
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Copacol apresenta novo produto de tilápia em feira no Paraná

Lançamento ocorreu na ExpoApras, que reuniu 60 mil visitantes e 450 empresas em Pinhais.

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Foto: Divulgação/Copacol

Ver o produto Copacol em uma gôndola de supermercado dos Estados Unidos, Oriente Médio ou algum cantinho da Europa é um orgulho para quem faz parte disso tudo. Melhor ainda é entender de perto a satisfação dos clientes que negociam as compras em encontros anuais.

Cada conquista é celebrada pela Copacol que agora conta com o “Selo A Tilápia mais Vendida é do Brasil” e apresenta esse diferencial nas feiras nacionais e também em outros países considerados referências em alimentação. “A Copacol possui a liderança no mercado na linha de tilápias, com apresentação de produtos que atendem a versatilidade da cozinha brasileira e mercados exigentes, como norte americano. Somos pioneiros na atividade e estamos atentos ao que o consumidor busca na hora de escolher o produto. Além de qualidade e segurança, contamos com sabor e praticidade inconfundíveis”, ressalta o gerente de Marketing, Alexandre Lachi.

Uma das novidades neste ano é o Petisco de Tilápia Empanada, ideal para momentos especiais ao lado de amigos e familiares: fácil de preparar, saboroso e saudável. Produto que esteve em evidência na ExpoApras, em Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, reforçando o posicionamento como referência em inovação, qualidade e compromisso com o consumidor. “Estar na ExpoApras é um privilégio para a Copacol, que preza pela qualidade e pela excelência na produção dos alimentos, e por meio da feira pode apresentar as novidades aos supermercadistas paranaenses que oferecem aos consumidores essa dedicação presente em nossos produtos”, afirma o diretor-presidente Copacol, Valter Pitol.

A feira apresenta ao Brasil novidades que em breve estarão nos supermercados. Pelos corredores do evento passaram 60 mil visitantes, em estandes de 450 empresas, e a expectativa é movimentar R$ 1,1 bilhão em negócios. A Copacol se consagra como uma das fieis participantes, demonstrando a confiança e a credibilidade com o cliente e o consumidor. “É nesse momento que observamos a cooperação que mantém nossos laços por décadas. Estamos ao lado de quem mantém os mesmos valores e ajuda a construir um mundo melhor para todos. E dessa forma participamos de feiras ao redor do mundo: buscamos fortalecer vínculos e gerar desenvolvimento de onde surge tudo isso, nas propriedades dos nossos cooperados”, complementa Pitol.

Fonte: Assessoria Copacol
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