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Avicultura

Presidente do Sindiavipar participa de debate no Show Rural Coopavel

Roberto Kaefer foi um dos convidados do fórum de debates RIC Rural em Pauta para falar do cenário do agronegócio em 2024

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Roberto Kaefer, presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) - Foto: Divulgação

O empresário Roberto Kaefer, presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), foi um dos convidados para participar do fórum de debates , durante o Show Rural Coopavel, em Cascavel, no Oeste do Paraná, realizado na manhã da última terça-feira (06).

Com o tema Cenário Atual e Perspectivas Econômicas e Comerciais para o Agronegócio para 2024, o evento foi conduzido pelo jornalista Sérgio Mendes e reuniu outros nomes de destaque do agronegócio brasileiro, como o especialista Marcos Jank, que é professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do Centro Insper Agro Global; o presidente da Coamo Agroindustrial Cooperativa, Airton Galinari; e o presidente do Grupo RIC, Leonardo Petrelli.

Um dos pontos altos do debate foi sobre a análise do cenário internacional e o volume de exportações brasileiras no agronegócio para o mercado asiático – em especial a China – e a exploração de novos mercados.

Roberto Kaefer aproveitou a oportunidade para apresentar os números do mercado avícola paranaense. Hoje, o Paraná é o maior produtor e exportador de aves e derivados do Brasil. O estado é responsável por cerca de 36% da produção nacional, além de 42% do volume de exportações do segmento.

A avicultura do Brasil, como um todo, está preparada tecnicamente para exportar cada vez mais. Ásia e o Oriente Médio são os grandes compradores. A avicultura do Paraná está se preparando diariamente para isso, afirmou, referindo-se aos investimentos em infraestrutura e inovação.

Segundo Kaefer, os produtores e as indústrias vêm investindo diariamente em novas tecnologias e recursos para aumentar ainda mais a produtividade, como informações disponíveis em bancos de dados avançados. Hoje o Paraná tem 36% da produção nacional. Chegar em 50% é logo ali, enfatizou.

O presidente do Sindiavipar lembrou ainda o caráter social da avicultura, que só no Paraná gera mais de 100 mil empregos diretos. Temos uma responsabilidade social muito grande. Por isso, trabalhamos para que o setor tenha uma alta rentabilidade”, observou.

A 36ª edição Show Rural em Cascavel começou no último domingo (04) e segue até hoje (09) no Centro Tecnológico Coopavel, em uma área de 700 mil m², o Show Rural é um dos maiores eventos do agronegócio da América Latina e reúne cerca de 600 expositores nesta edição. A expectativa é gerar R$ 5,5 bilhões em negócios.

SINDIAVIPAR

O Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) representa as indústrias de produtos avícolas. Em 2022, a produção paranaense atingiu a marca de 2.044.433.779 frangos, o que equivale a 35% da produção brasileira. Nesse mesmo período, a avicultura registrou o maior VBP (Valor Bruto da Produção) do Paraná, com R$ 45,25 bilhões, à frente inclusive da soja – que alcançou a marca de R$ 35,78 bilhões. A carne de frango produzida no Paraná é exportada para mais de 14o países. (coloquei assim porque em 2023, foram 146 mercados).

O processamento de aves no Paraná se concentra em 29 municípios e 35 indústrias. Além disso, a avicultura gera milhares de empregos diretos e cerca de 1,5 milhão de empregos indiretos no Estado. São mais de 19 mil aviários, aproximadamente e 8,4 mil propriedades rurais distribuídas em 312 municípios paranaenses. As indústrias associadas ao Sindiavipar são responsáveis por 94% da produção estadual.

Segundo o Relatório da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Brasil ocupa o primeiro lugar no mercado global de carne de frango, sendo o principal exportador do produto. Em 2022, foi responsável pela produção de 14,38% da carne de frango consumida no mundo. As indústrias associadas ao Sindiavipar contribuem com mais de 40% das exportações brasileiras do produto. 

Fonte: SINDIAVIPAR

Avicultura

Exportações de carne de frango crescem 4,2% em maio

Resultado é o segundo melhor do ano e quinto maior da história.

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Foto: Ari Dias

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 451 mil toneladas em maio, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 4,2% o total embarcado no mesmo período do ano passado, com 433,3 mil toneladas.

No mesmo período, as vendas de carne de frango geraram receita de US$ 818,7 milhões, saldo 5,6% menor que o total registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 867,4 milhões.

Foto: Arquivo/OP Rural

Considerando o período entre janeiro e maio, os embarques de carne de frango alcançaram 2,152 milhões de toneladas, número 1,4% inferior ao registrado no mesmo período de 2023, com 2,183 milhões de toneladas. A receita gerada pelas exportações nos cinco primeiros meses do ano totalizou US$ 3,842 bilhões, saldo 10,2% inferior ao total embarcado no mesmo período de 2023, com US$ 4,281 bilhões.

Ainda analisando os embarques de maio, o Paraná seguiu como principal exportador, com 198,9 mil toneladas, número 11,2% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Em seguida estão Santa Catarina, com 89,6 mil toneladas (+2,2%) e Rio Grande do Sul que, diante dos impactos logísticos causados pelas enchentes de maio, registrou queda de 11,4% nos embarques do mês, com total de 56,4 mil toneladas. São Paulo, com 25,4 mil toneladas (+4,9%) e Goiás, com 22,9 mil toneladas (+15,4%) completam o ranking dos cinco maiores estados exportadores. “O resultado de maio foi o segundo maior do ano e o quinto do histórico mensal das exportações de carne de frango. É um indicativo importante sobre o ritmo das exportações do ano, que devem manter patamares acima das 430 mil toneladas mensais.  Lamentavelmente, as tristes adversidades ocorridas no Rio Grande do Sul também deixaram suas marcas no fluxo de exportações do estado”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

No ranking dos principais destinos, a China lidera com 49,8 mil toneladas importadas em maio, volume 23,6% menor que o total registrado no mesmo período do ano passado. Em seguida estão Emirados Árabes Unidos, com 39,6 mil toneladas (+22,2%), Arábia Saudita, com 37,5 mil toneladas (+31,2%), Japão, com 32,2 mil toneladas (-15,4%), África do Sul, com 32,1 mil toneladas (+12,6%), Iraque, com 24 mil toneladas (+35,5%) e México, com 20,5 mil toneladas (+96,3%). “O Brasil tem reforçado sua posição como maior fornecedor global de carne de frango halal, com fortes incrementos nas vendas para o Oriente Médio e nações do Norte da África, como é o caso da Líbia e a recentemente aberta Argélia. Há que se destacar também outros países do continente africano, com o retorno da presença brasileira em mercados com potencial de crescimento nos próximos meses”, analisa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Fonte: Assessoria ABPA
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Avicultura

Competividade da carne de frango cresce frente a suína, mas cai para bovina

Enquanto em maio a carcaça suína era negociada a R$ 3,07/kg acima da carne de frango, nesta parcial de junho, a diferença ampliou-se para R$ 3,14/kg, evidenciando, assim, o aumento da competitividade da proteína avícola frente à suína.

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Foto : Jonathan Campos

As proteínas avícola e suína, ambas negociadas no mercado atacadista da Grande São Paulo, vêm registrando valorizações nesta parcial de junho (até o dia 12).

Pesquisadores do Cepea alertam, contudo, que os avanços nos preços da carne suína se destacam. Já no caso da proteína bovina, os valores apresentam queda de maio para junho.

Diante disso, a competitividade da carne de frango tem crescido frente à carne suína, mas diminuído em relação à bovina.

Dados do Cepea mostram que, enquanto em maio a carcaça suína era negociada a R$ 3,07/kg acima da carne de frango, nesta parcial de junho, a diferença ampliou-se para R$ 3,14/kg, evidenciando, assim, o aumento da competitividade da proteína avícola frente à suína.

Para a carne bovina, a diferença média passou de R$ 9,33/kg em maio para R$ 8,75/kg em junho, tornando a carne bovina mais atrativa ao consumidor.

 

Fonte: Assessoria Cepea
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Avicultura Troca de experiência e inovação

Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural terá novidades em 2025

No ano que vem, evento deve ganhar novo formato e ser realizado em Foz do Iguaçu (PR).

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O cenário atual e as perspectivas futuras para a avicultura, com enfoque nas oportunidades de crescimento e nos desafios enfrentados pelo setor, foram destaque no 2º e último dia do Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural.

Diferente do ano passado, quando a avicultura passou por uma série de dificuldades, neste ano, lideranças do setor que participaram do congresso destacaram um cenário positivo. Para elas, 2024 será um dos melhores anos da história para o setor.

O Congresso de Avicultores e Suinocultores aconteceu na terça (11) e na quarta-feira (12), em Marechal Cândido Rondon. Trata-se de um evento promovido anualmente pelo jornal O Presente Rural, em parceria com a Lar Cooperativa Agroindustrial e a Frimesa, com apoio do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná, o Sindiavipar, e da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos, a ABCS. Assista à matéria!

Fonte: O Presente Rural
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SIAVS 2024 E

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