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Premix contrata novo gestor de Vendas para Minas Gerais e Espírito Santo

Márcio Henrique de Sousa Santos é médico veterinário, formado pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Betim (MG), e atuará nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

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Com o objetivo de atender ainda melhor seus clientes, estreitando o relacionamento comercial, a Premix anuncia a contratação de um novo gestor de Vendas para a região Sudeste.

Márcio Henrique de Sousa Santos é médico veterinário, formado pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Betim (MG), e atuará nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

Com experiência comercial em gestão de pecuária, nutrição de bovinos, gerenciamento de processos em fazendas e consultoria técnica, o profissional desenvolverá a equipe de vendas nos dois Estados, sob a supervisão do CEO da Premix, Marco Guidolin.

 

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JBS anuncia o programa “Juntos pela Amazônia”

Programa prevê plataforma blockchain para estender monitoramento aos demais elos da cadeia de fornecimento

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A JBS, segunda maior indústria de alimentos do mundo, tem como propósito produzir de forma cada dia mais sustentável. Há uma década, a Companhia monitora por imagens de satélites uma área superior ao território da Alemanha, garantindo que hoje 100% de seus fornecedores diretos de bovinos estejam em conformidade com suas políticas de compra responsável. Ou seja: desmatamento zero. Mas entende que pode ir além. E é por este motivo que nesta data a JBS apresenta o programa Juntos Pela Amazônia.

O Juntos Pela Amazônia é um conjunto de iniciativas com visão de longo prazo que visam aumentar a conservação e o desenvolvimento do bioma, engajando o setor e propondo ações para além da cadeia de valor da Companhia.

O programa integra a prioridade Mudanças Climáticas, do plano de metas globais de sustentabilidade da Companhia, apresentado em 2019. Os pilares fundamentais do Juntos Pela Amazônia são: (i) desenvolvimento da cadeia de valor; (ii) conservação e recuperação de florestas; (iii) apoio às comunidades; e (iv) desenvolvimento científico e tecnológico.

O primeiro pilar é composto por três principais iniciativas. A primeira delas é a Plataforma Verde JBS, uma plataforma blockchain que vai permitir que a Companhia inclua em sua base de monitoramento os fornecedores de seus fornecedores de bovinos até 2025.

A segunda iniciativa é o compartilhamento da tecnologia de monitoramento de fornecedores da empresa e da política de compra responsável com sua cadeia de valor, o que inclui toda a indústria de alimentos, desde pecuaristas, agricultores a instituições financeiras e do agronegócio. A terceira iniciativa será o apoio ambiental, agropecuário e jurídico aos fornecedores.

Os outros três pilares serão alcançados por meio da atuação do Fundo JBS Pela Amazônia para financiar ações e projetos para o desenvolvimento sustentável no bioma. A Companhia vai aportar R$ 250 milhões, nos primeiros cinco anos, podendo chegar a R$ 500 milhões até 2030.

“Estamos reafirmando publicamente o nosso compromisso com a sustentabilidade da Amazônia. Esperamos promover um avanço em escala não apenas em direção ao combate ao desmatamento, mas também à promoção da bioeconomia, agricultura sustentável e desenvolvimento social”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS.

Desenvolvimento da cadeia de valor

Atualmente, a Política de Compra Responsável de Matéria-Prima da JBS já monitora diariamente 100% dos fornecedores de bovinos da Companhia segundo critérios rígidos de sustentabilidade, com tolerância zero para o desmatamento, invasão de áreas protegidas como terras indígenas ou unidades de conservação ambiental, trabalho análogo à escravidão, ou uso de áreas embargadas pelo Ibama. Essa análise é feita online e diariamente, e abrange mais de 50 mil fazendas fornecedoras.

“Ao longo da última década fizemos investimentos significativos para viabilizar o que hoje é um dos maiores sistemas privados de monitoramento de fornecedores do mundo. Também nos engajamos em iniciativas setoriais – junto a organizações não governamentais e Ministério Público Federal – em estados da Amazônia Legal e programas educativos de melhoramento de manejo da terra junto aos nossos fornecedores”, afirma Wesley Batista Filho, presidente da JBS América do Sul e da Seara.

A Plataforma Verde JBS é uma iniciativa inédita que vai cruzar informações dos fornecedores da Companhia com dados de trânsito de animais. A nova tecnologia permitirá estender aos demais elos da cadeia produtiva o monitoramento socioambiental que já é feito nos fornecedores da empresa na Amazônia. A iniciativa usará tecnologia blockchain justamente para dar confidencialidade e segurança no acesso às informações e transparência nas análises dos fornecedores. O trabalho será auditado e seus resultados reportados no relatório anual e de sustentabilidade.

A Companhia fará campanhas de engajamento com fornecedores e entidades para que até o final de 2025, os fornecedores de seus fornecedores estejam na Plataforma Verde JBS. “Estamos muito confiantes na participação de todo o setor. Acreditamos que com o engajamento de todos conseguiremos provocar mudanças significativas em busca de uma produção cada vez mais sustentável”, afirma Renato Costa, presidente da Friboi.

Adicionalmente a Companhia também vai disponibilizar assessoramento jurídico, ambiental e agropecuário para auxiliar produtores na melhoria do manejo de suas propriedades. A JBS vai ampliar suas ações educativas em sustentabilidade para sua cadeia de fornecimento agropecuário e aumentar os investimentos no desenvolvimento de plataformas digitais para regularização ambiental, como já faz nos estados de Mato Grosso e Pará.

Como parte do Programa Juntos Pela Amazônia, a Companhia também anuncia hoje o compartilhamento de sua tecnologia de monitoramento de fornecedores com pecuaristas, instituições financeiras e outras empresas que desejarem adotar critérios socioambientais na relação com suas cadeias de valor.

O monitoramento feito pela JBS na Amazônia já permitiu o bloqueio comercial de fornecedores em situação de não conformidade com as políticas de compra da empresa. Agora, a Companhia anuncia sua disposição de compartilhar essa tecnologia de monitoramento com instituições financeiras e outras empresas que quiserem aplicá-lo.

Fundo JBS pela Amazônia

A empresa anuncia também a constituição do Fundo JBS pela Amazônia, dedicado a financiar iniciativas e projetos para ampliar a conservação da floresta e o desenvolvimento sustentável das comunidades que nela vivem, com aporte de R$ 250 milhões nos primeiros cinco anos.

A JBS convidará seus stakeholders a contribuírem para o Fundo, e se compromete a igualar sua contribuição às doações de terceiros na mesma proporção. A meta é levar os recursos do fundo a um total de R$ 1 bilhão até 2030.

Serão apoiados projetos em três frentes: conservação e restauração da floresta; desenvolvimento socioeconômico das comunidades e desenvolvimento científico e tecnológico.

O Fundo será presidido por Joanita Maestri Karoleski, ex-CEO da Seara, com o apoio de um Conselho de Administração, um Conselho Fiscal, um Conselho Consultivo e um Comitê Técnico (veja nomes abaixo). O Comitê Técnico e o Conselho Consultivo auxiliarão na escolha de projetos que receberão aportes do Fundo, que será auditado pela KPMG. Todo o processo será reportado e os resultados publicados no site.

“Conter o desmatamento ilegal é um desafio central para a defesa da Amazônia. Esse problema só será combatido efetivamente por um olhar voltado à qualidade de vida e à geração de renda para a população da região, indígenas, ribeirinhos e quilombolas, por exemplo”, afirma Joanita Maestri Karoleski, presidente do Fundo. “Acreditamos em uma Amazônia sustentável, pois sabemos que preservação ambiental e desenvolvimento socioeconômico são indissociáveis”, ressalta a executiva.

Fonte: Assessoria
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Pif Paf conquista certificação ambiental inédita

Empresa comemora certificação inédita, que atesta a qualidade de seu inventário de gases de efeito estufa e reforça o compromisso com o meio ambiente

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O compromisso com a sustentabilidade garantiu à Pif Paf Alimentos mais uma conquista inédita. A empresa recebeu o Selo Ouro no Programa Brasileiro GHG Protocol, importante ferramenta usada para entender, quantificar e gerenciar as emissões de gases de efeito estufa de uma organização. Resultado ainda melhor do que o alcançado em 2019, quando a companhia foi a primeira no setor de alimentos congelados em Minas Gerais a participar da iniciativa e realizar esse mapeamento, o que lhe rendeu o Selo Prata. Neste ano, com o Selo Ouro, a companhia se junta a outras duas do setor como as únicas que possuem essa certificação.

A nova classificação Ouro atesta que, além de seguir todas as diretrizes do programa, a Pif Paf teve o inventário corporativo auditado por uma instituição verificadora independente, o que assegura credibilidade, exatidão e qualidade ao processo de mensuração. “É muito gratificante recebermos mais um reconhecimento dos nossos esforços diários para garantir uma atuação responsável e sustentável aos processos produtivos. Valoriza ainda mais nosso compromisso com o meio ambiente, com a integração das mudanças climáticas ao nosso negócio e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU”, destaca a vice-presidente de Gente, Gestão e Sustentabilidade, Maria Paula Brancatelli.

O inventário desenvolvido pela empresa – uma espécie de raio X das principais fontes de emissão de gases de efeito estufa em cada processo – reúne dados que permitem definir novas metas e estratégias responsáveis, bem como adotar tecnologias e procedimentos que reduzam os impactos ambientais das atividades. O Protocolo de Gases de Efeito Estufa (GHG Protocol) é um método utilizado por diversos países. No Brasil, é aplicado por meio do Programa Brasileiro GHG Protocol, coordenado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Fonte: Assessoria
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Evonik reforça a corrente do bem

Desde o início da pandemia, muitas ações foram adotadas para preservar a saúde e segurança de todos os colaboradores; manter as fábricas em atividade; além de doações e o desenvolvimento de um sanitizante de mãos para doação

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Bem antes da contaminação por COVID-19 ser classificada como pandemia mundial, a Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, iniciou um plano de ação para proteção de seus colaboradores na região, assim como garantir a continuidade das atividades produtiva e comercial.

Já no mês de janeiro, instituiu um comitê de gerenciamento de crise dedicado ao assunto e, diante de todos os desafios impostos pela disseminação do Coronavírus, o posicionamento foi o de manter suas atividades em operação como forma de contribuir para abastecer setores essenciais, incluindo saúde, alimentação, transporte, agronegócio, nutrição animal, construção e embalagem, entre tantos outros.

 

Sanitizante para doação

Uma das ações colocadas em prática foi o desenvolvimento de um sanitizante para as mãos. O novo produto, denominado TEGO 2020F, foi manufaturado na unidade da Evonik instalada na cidade de Americana (SP) e teve a autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para distribuição na área da Saúde. Do total produzido, diversas entidades já receberam a doação do sanitizante, entre elas:

-Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) de Mogi das Cruzes (SP);
-Hospital do Exército de São Paulo;
-Hospital Maternidade São Camilo, de Aracruz (ES);
-Unidade Básica de Saúde Família Barra do Riacho (ES).
-Ação solidária

Ao mesmo tempo a empresa tem buscado direcionar ações solidárias para as comunidades nas quais está inserida com suas fábricas. Entre as doações já realizadas estão:

-cestas básicas para as famílias dos alunos que participam do Projeto Saber Viver, de Barra do Riacho, em Aracruz (ES);
-produtos de higiene, de limpeza, máscaras e luvas para o Asilo Recanto do Ancião de Barra do Riacho (ES);
-produtos de limpeza geral para a Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Barra do Riacho (ES);
-peróxido de hidrogênio e água destilada para a fabricação de sanitizante para as mãos que foram doados aos hospitais da região de Aracruz;
-equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), como luvas, macacões e óculos para a Secretaria Municipal de Saúde de Castro, no Paraná;
-dietas enterais às Casas André Luiz, referência no atendimento à pessoa com deficiência intelectual dentro do Estado de São Paulo.

“Por meio destas iniciativas reforçamos nossos valores e os pilares que sustentam nossa marca na região América Central e do Sul e no mundo”, observa Elias Lacerda, Diretor Presidente para a Região América Central e do Sul da Evonik.

Fonte: Assessoria
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