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Planejamento proporciona crescimento de 30% à Vaccinar

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O ano de 2014 está marcado como um período de mudança na história da Vaccinar. Avaliado como muito bom pelo corpo diretivo da empresa, é considerado como de estabilização do nível de controle dos negócios. Em decorrência do planejamento e estratégias adotadas, a companhia alcançou um crescimento de mais de 30% em termos de receita em relação a 2013 e se consolidou como organização competitiva, comparável às maiores do segmento. 

“Esse resultado grandioso tem muito a ver com o processo de planejamento”, explica Danielle Gillis, Diretora de Planejamento e Assuntos Estratégicos. Antecipando-se às questões de mercado e às necessidades do cliente, preocupando-se com infraestrutura e logística eficiente e, ainda, destacando-se pela qualidade, a Vaccinar assegurou um desenvolvimento que lhe permitiu dobrar de tamanho nos últimos quatro anos.

Para isso, ações que possibilitam à empresa avançar sistematicamente rumo a seus objetivos são o alicerce do processo. Desse modo, investimentos em infraestrutura, pesquisa e recursos humanos têm sido a tônica que movimenta continuamente o sistema. Entre as realizações mais marcantes sobressaem-se, por exemplo, modificações na Unidade de Bom Despacho e Martinho Campos, com ampliações do espaço de armazenagem, modernização do processo de expedição e aumento da capacidade produtiva. Capacitação e treinamentos visando à manutenção de um quadro de colaboradores talentosos e comprometidos com a qualidade foi outro foco dos investimentos.

De acordo com Gillis, o planejamento possibilitou a conquista de grande parte do que foi objetivado maximizando os resultados pelo melhor aproveitamento das oportunidades. Ele proporcionou, por exemplo, a correta seleção dos investimentos por meio do mapeamento das possibilidades, por isso a gente vem crescendo, mas precisamos contar com a estrutura necessária para atender à demanda criada”, acrescenta. “Assim, além de fábricas funcionando com total qualidade é preciso contar com gente capacitada e treinada”, sublinha.  

O objetivo da empresa continua ser dobrar de tamanho, mas agora em três ou, no máximo, em quatro anos. Para isso, criar condições que assegurem o desenvolvimento é essencial. De olho no futuro, a Vaccinar pretende investir em novas fábricas, prioritariamente, nas regiões Sul, Centro Oeste e Nordeste, áreas consideradas estratégicas para o atendimento e comercialização dos produtos. Assim, novos projetos para otimização do sistema, contratos e processos internos são implantados continuamente com a finalidade de gerar produtividade e agilidade às operações. 

Nesse contexto, a Diretoria Comercial tem papel estratégico. Segundo Júlio Pinto, Diretor Comercial, para sustentar essa taxa de crescimento arrojada, é preciso contar com uma equipe gerencial de primeira qualidade na área Comercial, pessoas capazes de selecionar, contratar, treinar e capacitar uma equipe de mais de 130 representantes para vender soluções e não apenas produtos. “Trata-se realmente de aplicar tecnologia a campo”, explica. “E isso é um dos pontos fortes da Vaccinar. É sem dúvida a melhor do mercado”, assegura.  Julio conta que para tornar o processo decisório ainda mais rápido e encurtar a distância entre a empresa e o mercado, a partir deste ano, a Companhia reduziu os níveis hierárquicos em seu organograma e na prática.  

Continuando, o gestor acrescenta que a empresa deseja se manter cada vez mais próxima dos clientes e prospectos, e que essa é a melhor forma de identificar e entender as necessidades do cliente. Trabalhando em conjunto com a equipe técnica, essas necessidades, rapidamente, são materializadas em soluções, representadas por produtos e programas que proporcionam melhores resultados zootécnicos e alavancam o negócio do cliente. Conceitos como o HD (High Definition) praticamente em todas as linhas; Nutrição de Precisão; Rações Iniciais Completas; Aditivos e Suplementos de última geração são levados ao mercado por uma equipe de venda técnica especializada e comprometida com a qualidade da empresa.  

Do mesmo modo, no processo de consolidação das mudanças, a Diretoria Administrativo-Financeira agrega conhecimentos que contribuem significativamente para a concretização das metas. Desde 2013, o setor mantém seu foco na reestruturação das atividades no que diz respeito à apuração dos resultados e à melhoria dos processos.

 
Fátima Araújo, Diretora Administrativo-Financeira da Vaccinar, considera que ao desempenhar atividades de melhoria contínua dos processos e gestão dos recursos financeiros, a área contribui para sustentar o crescimento da Companhia. A Diretora complementa que o setor existe para controlar e subsidiar os recursos financeiros para manter os negócios nos patamares desejados e assegurar informações de qualidade para os sócios e demais interessados.

Não é por acaso que a Vaccinar conseguiu dobrar de tamanho duas vezes em oito anos e tem a ousadia de planejar dobrar novamente nos próximos três. Isso acontece porque inovação em tecnologia de nutrição, investimentos em processos produtivos e gerenciais e, principalmente, capital humano de qualidade, treinado, capacitado, motivado e comprometido são os pilares que possibilitam concretizar os objetivos. “Em curto prazo, seremos líderes do mercado de nutrição no segmento de premixes”, prevê Julio Pinto.   

Fonte: Ass. de Imprensa Vaccinar

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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