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Patense está entre as 500 Maiores e Melhores da Revista Exame

A Patense, que está entre as 25 maiores exportadoras do Porto de Paranaguá, conta agora com uma nova unidade no Rio de Janeiro, e tem a expectativa de crescer 80% este ano.

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Na semana passada (29/6), aconteceu a 43ª edição do Melhores e Maiores em São Paulo. A revista EXAME destacou as 500 maiores e melhores companhias de todos os segmentos. E a Patense não poderia ficar de fora. Está entre as empresas mais bem preparadas para as exigências do mercado que não são poucas.

A crise que atravessa o País é uma oportunidade para que empresas mostrem o quão visionárias e estratégicas são para operar seu negócio e passar ilesa pela crise. Com o mercado interno abalado, pela retração de consumo, algumas optaram por expandir operações fora do país. Foi o caso da Patense.

Com a alta do dólar, juros altos, eleições municipais e a abertura de mercados, como o caso da Ásia, a Patense, melhor indústria de ração animal (eleita, em 2015, pela revista Globo Rural) encontrou na exportação uma saída.

Hoje, 30% de sua receita bruta vem do comércio exterior. O balanço e os números dos últimos anos são animadores. Se consolidados, até o final deste ano, a meta de faturamento – do presidente e de sua equipe de gestão – será superada.

 

“Em 2010, existia uma análise profunda de como o mercado interno brasileiro reagiria à crise que afetava o mundo. Diante disto e dos prognósticos favoráveis em relação à exportação, traçamos um plano estratégico de internacionalização de nossos produtos. Obtivemos o Certificado de Empresa Exportadora do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) para duas indústrias: Patos de Minas e Itaúna -MG, e começamos a exportar para os continentes asiático, africano e sul-americano. Foi uma realização enquanto empresário e cidadão. Conseguimos adotar uma política econômica que contribui para superávits comerciais, não só das alterosas como do Brasil. Somos a única empresa mineira a realizar exportação direta de farinhas”, comemora Clênio Gonçalves, presidente da empresa.

 

A Patense, que está entre as 25 maiores exportadoras do Porto de Paranaguá, conta agora com uma nova unidade no Rio de Janeiro, e tem a expectativa de crescer 80% este ano. 

 

Sobre a Patense – A empresa utiliza como matéria prima subprodutos do abate animal gerados pela indústria frigorífica, como vísceras, penas, ossos e até o sangue. Entre os principais resultados do processamento destes subprodutos está a farinha e o sebo. Ambos utilizados como ingredientes de rações para nutrição de aves, suínos, peixes e pet food. O setor de reaproveitamento de resíduos animais, além da função econômica do mercado de produção industrial de carnes, possui relevância indiscutível para a preservação do meio ambiente. Na Patense, todo o transporte dos subprodutos é realizado por frota própria, em veículos adaptados e adequados, que garante a agilidade e a entrega da matéria-prima nas 5 unidades da empresa, espalhadas pelo país. A coleta é realizada em mais de 500 cidades de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Paraná e agora também no Rio de Janeiro

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas

American Nutrients recebe certificação em bem-estar animal

Produtos da linha de saúde do úbere atenderam critérios de avaliação durante auditoria de empresa da Nova Zelândia

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Divulgação/American Nutrients

A American Nutrients, empresa especialista em saúde animal, com sede no estado do Rio Grande do Sul, recebeu a certificação em bem-estar animal para seus produtos da linha de saúde do úbere ORDENHA 10 pré-dipping e ORDENHA 10 pós-dipping, no último dia 13 de novembro. A comprovação é emitida pelo movimento #BebaMaisLeite, em parceria com a empresa de consultoria da Nova Zelânida QConz, sendo baseado nas regras da Organização Mundial de Saúde (OMS), bem como nas pesquisas desenvolvidas por universidades e instituições brasileiras e internacionais, adaptadas para a realidade da pecuária leiteira do Brasil.

O programa tem como objetivo credenciar empresas do setor agropecuário que estejam alinhadas com os propósitos de promover o bem-estar animal através de seus produtos ou serviços. “A conquista dessa certificação reforça o comprometimento da American Nutrients com a visão de saúde única, alinhando diretrizes que integram a saúde animal, humana e meio ambiente. Inovar na prática, levando as melhores soluções para nossos clientes e parceiros”, ressaltou o diretor da empresa Claus André Kettermann.

Os requisitos básicos para a certificação envolveram análises e indicadores específicos, integrando um eficiente controle de qualidade e de processos, atendimento à legislação vigente e estudos de eficácia. “Todos os produtos da linha de saúde do úbere da American Nutrients atenderam integralmente os critérios de avaliação do programa, comprovando que a empresa adota em seus processos, iniciativas voltadas a manutenção da saúde e bem-estar dos animais, garantindo segurança e confiabilidade para toda a cadeia da bovinocultura de leite”, ressaltou o diretor Kettermann.

As auditorias foram feitas pela QCONZ América Latina Consultoria e Treinamento, empresa que atua há 16 anos desenvolvendo sistemas de qualidade para setor primário e prestando serviços de auditoria, consultoria e treinamento. A empresa é líder de mercado na Nova Zelândia, além de ser referência em excelência para os órgãos públicos e indústrias do país em que atua.

Requisitos que foram auditados para a certificação:

– Atendimento integral à legislação vigente (Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento)

– Procedimentos de boas práticas de fabricação implementados

– Ambos os produtos devem possuir, em sua composição, matérias-primas que proporcionem conforto e bem-estar ao animal durante e após a ordenha

– Controle de processos durante a fabricação dos produtos, desde o recebimento das matérias-primas, análises de controle de qualidade e garantia de rastreabilidade

– Eficiência antimicrobiana comprovada dos produtos pré-dipping e pós-dipping, tanto in vivo, quanto in vitro, frente a microrganismos comumente relacionados a incidência de mastite clínica e subclínica

– Pós-dipping deve possuir potencial de hidratação do teto comprovado após o uso

– Treinamentos periódicos da equipe de produção e comercial

– Eficiente Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC)

– Possuir o conceito de sustentabilidade como cultura na empresa

Fonte: Ass. de Impressa.
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Empresas Evento

FMC participa do Dia de Campo Digital da C.Vale com tecnologias sustentáveis para soja e milho

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Entre os dias 18 a 22 de janeiro, a FMC participa do Dia de Campo digital C.Vale, levando inovações para os mercados de soja e milho. No evento, que será realizado em moderna plataforma online, a companhia estará presente com a equipe técnica especializada apresentando seu amplo e eficiente portfólio, com soluções para controle para pragas, plantas daninhas e doenças nas culturas de soja e milho, além de oferecer os benefícios do novo programa de relacionamentos da empresa, o JUNTOS produtor.

“Para nós, é uma grande satisfação estar presente nesse grande evento para estreitar nosso relacionamento com os produtores e com a C.Vale. Estamos com um portfólio ainda mais robusto, levando soluções e praticidade ao dia a dia do produtor, garantindo produtividade e sustentabilidade em sua lavoura. Além disso, queremos marcar uma nova etapa do relacionamento entre a empresa e os agricultores, com efeitos práticos na forma de buscar e multiplicar soluções personalizadas, tudo isso por meio do JUNTOS”, comenta o Gerente de Marketing Regional da FMC, Bruno Lucas.

O JUNTOS é um programa de benefícios, onde os produtores ganham FMC Coins toda vez que adquirem produtos da empresa nos estabelecimentos participantes. Para isso, basta fazer o upload das notas fiscais na plataforma juntosfmc.com.br. Com a moeda, é possível resgatar prêmios (catálogo online com as mais variadas opções) e benefícios exclusivos, como equipamentos, programas de capacitação e consultorias especializadas.

 

TECNOLOGIAS

Para a cultura da soja, a FMC destaca seu projeto de soja, que tem como objetivo divulgar as importantes iniciativas que a Companhia vem realizando com todos os elos da cadeia na troca de conhecimento e ações que buscam melhores práticas e resultados no campo.

Na ocasião, a equipe técnica da companhia apresentará, para ambas as culturas, os inseticidas Hero®, que utiliza sua alta potência inseticida para conter percevejos adultos, com resultados imediatos, Premio® e Avatar®, tecnologia de ponta para controle de lagartas, que promove a proteção da lavoura por mais tempo contra as espécies mais importantes do milho e da soja, e Talisman®, uma solução completa para manejo de percevejos, controlando ovos, ninfas e adulto e impulsionando a performance no manejo da praga. Outro destaque tecnológico para a cultura da soja é o herbicida pré-emergente Stone®, utilizado para controlar as plantas daninhas desde seu início, mesmo as mais difíceis, deixando o caminho limpo para a produtividade.

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Empresas

Planejamento é o segredo para uma sucessão bem realizada

No Brasil em média 75% dos negócios familiares fecham as portas após o processo sucessório, para fugir dessa realidade, empresa de tecnologia do agro há mais de 3 anos prepara sua transição no comando

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Novo diretor executivo da J.Assy, Leonardo Vieira.

A sucessão dos negócios no Brasil ainda é um grande tabu nas corporações. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Sebrae, as empresas brasileiras familiares têm papel fundamental na economia, pois representam cerca de 65% do PIB e empregam 75% da força de trabalho do País. No entanto, um levantamento realizado pela consultoria PwC indica que 75% das empresas familiares fecham as portas após serem sucedidas.

Além disso, 72,4% das empresas não apresentam uma sucessão definida para cargos-chave como os ligados à diretoria, presidência, gerência e gestão. Para não correr o risco de cometer esse erro tão comum, a J.Assy, empresa especialista em soluções tecnológicas para plantio, nos últimos anos vem estruturando a troca no comando da companhia.

De acordo com José Roberto Assy, engenheiro agrônomo, fundador da marca e consultor em agronegócio, desde que a empresa foi criada há 23 anos, a ideia sempre foi que ela durasse mais de 100 anos, ou seja, que tivesse continuidade, tendo presença global sendo líder em tecnologia. Mas, para isso acontecer, tudo precisa estar bem definido desde o começo, ou seja, é fundamental ter transparência e saber aonde quer chegar. “Na questão da sucessão sempre estive atento para dar oportunidade aos mais jovens que mostram talento ou características diferenciadas. Pois, a ideia sempre foi conseguir em determinado momento delegar a empresa”, diz.

Nos últimos anos, J.Assy começou a ter mais atenção ainda com seu processo sucessório principalmente após a entrada de alguns jovens profissionais que começaram a se destacar ocupando cargos chaves. “Um desses jovens e competentes foi o engenheiro agrônomo, Leonardo Vieira, que será meu sucessor e novo diretor executivo. Esse é um processo que está sendo estruturado há muito tempo e esse ano entendemos que seria o momento ideal para a passagem de bastão. Vou continuar muito presente na J.Assy à frente dos negócios internacionais. E também como presidente do conselho, estarei muito ligado a outras empresas do agro, novas tecnologias e acordos”, destaca o fundador.

Desafios

O novo diretor executivo, terá o desafio de manter o crescimento e os investimentos em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D). Setor este que a empresa reinveste cerca de 30% do seu faturamento com o objetivo de desenvolver e levar soluções cada vez mais eficientes e tecnológicas aos produtores.

De acordo com Vieira, agora que a área de P&D está 100% pronta, com os equipamentos mais modernos do mundo, a chance de desenvolver novos produtos que vão mudar o cenário agrícola é gigantesca.  “É o momento em que nós queremos trabalhar muito forte a modernização da empresa, principalmente a parte de digitalização de todas as áreas e processos para continuar crescendo ano a ano”, diz.

Apesar do ano atípico do mercado moldado pela pandemia, a J.Assy, se adaptou rapidamente e manteve um crescimento próximo a 30% em relação ao ano passado. Segundo o novo diretor, a meta para os próximos anos é ainda mais ousada. “Tivemos resultados bem expressivos em 2020 e para 2021 nós estamos estimando algo bem maior, um avanço em torno de 40%”, ressaltou.

Ainda de acordo com Vieira, a empresa pode chegar ainda mais longe diante do tamanho do investimento que realizaram em P&D. Para atingir a meta, a J.Assy está trabalhando para desenvolver ainda mais tecnologias disruptivas a fim de mudar o cenário agrícola e a experiência do agricultor com o produto. O objetivo principal é que ele produza mais e economize mais no momento das operações.

A empresa já está focada em produtos autônomos, de tecnologias em inteligência artificial, ou seja, conectividade, telemetria, controle remoto. A J.Assy,  que surgiu com o carro-chefe em produtos como discos e dosadores, altamente mecânicos, agora conta por exemplo, com dosador pneumático com motor elétrico, o Selenium Elétric, o que comprova a imersão no mundo  tecnológico.

“Nós temos pessoas nos Estados Unidos e um time que é liderado pelo José Roberto que está seguindo para a Europa. Estamos antenados a novas tendências de mercado e depois consolidamos isso no desenvolvimento. Mas, já temos algumas áreas trabalhando em produtos que vão ser entregues em cinco ou seis anos com a mais alta tecnologia”, adianta o diretor executivo.

Trajetória do novo diretor

O novo diretor executivo está na empresa há 7 anos. Vieira iniciou a carreira como estagiário e após algum tempo percebeu que tinha potencial de crescimento. E assim foi se preparando, realizou alguns cursos direcionados a gestão e ano após ano foi evoluindo passando por várias áreas. “Entrei como estagiário, fui para a área de assistência técnica, e depois, pós-venda. Em 2015 recebi o convite do José Roberto para coordenar todo o time comercial e este foi um grande desafio para mim, porém, tive total apoio dele e de todos os líderes da empresa para reestruturar o setor comercial”, ressalta Vieira.

A partir de 2017 se torna gestor do Marketing, e começa então a se preparar para essa troca no comando da empresa. Passou a se inteirar e participar dos assuntos que antes eram só o José Roberto que tomava as decisões. “Passei a trabalhar lado a lado, participando, ouvindo e ganhando experiência, e de seis meses para cá ganhei autonomia para tomar algumas decisões até chegar nesse momento que para ele foi fundamental”, lembrou Vieira.

Ainda segundo ele, esses últimos anos de preparação foram decisivos para essa transição tranquila. “Eu e o José Roberto temos uma relação de transparência muito boa dentro da empresa. Eu pedi seu suporte e ele sempre esteve do meu lado. E foi assim, desde o momento que assumi a área comercial até agora na passagem de bastão, na parte de direção. Sinto totalmente seguro e preparado para essa grande responsabilidade e o maior desafio de minha carreira”, finaliza o novo diretor executivo.

Fonte: Ass. de Imprensa
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CONBRASUL/ASGAV

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