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Os riscos da presença de resíduos na carne

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Fonte de proteína, a carne é importante para alimentação humana por possuir um alto teor nutritivo, fundamental para manter o corpo funcionando. Portanto, todo o cuidado é pouco na hora de consumir. Se alguma parte do processo de criação, abate ou venda não estiver de acordo com as normas estabelecidas para controle de resíduos na carne, pode acontecer a ingestão de substâncias que prejudicam a saúde.
A carne, por exemplo, pode conter resíduos de medicamentos veterinários. O animal, antes de ser abatido, precisa de um período de carência para se desintoxicar da ação de medicamentos administrados para o combate de parasitas e outras doenças que podem atacá-lo. Vale ressaltar que não existe um período de carência único. O tempo é estabelecido por tipo de medicamento e por espécie de animal. São estudos complexos que fazem parte do dossiê exigido para liberação de registro do novo produto ou de sua renovação.
Para garantir que a carne esteja própria para consumo, os frigoríficos passam por análises rigorosas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil (MAPA), que estabeleceu o Serviço de Inspeção Federal (S.I.F) para avaliar a qualidade na produção de alimentos de origem animal. A fiscalização verifica se o produto atende aos requisitos mínimos de qualidade. Os produtos atestados recebem um selo de aprovação do S.I.F. 
O LabTec possui uma importante função neste processo de inspeção das amostras de carne. As análises são realizadas de acordo com as normas do Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes  (PNCRC). O procedimento ocorre através de equipamentos ultrassensíveis que verificam se há presença de substâncias químicas potencialmente nocivas à saúde do consumidor. Estes resíduos podem ter origem de medicamentos veterinários, de agrotóxicos, contaminantes ambientais (aflatoxinas) ou de contaminantes inorgânicos, como metais pesados por exemplo. O laboratório chega a examinar aproximadamente 200 amostras por dia.
As análises também se aplicam às rações que são oferecidas aos animais que quando impróprias podem consequentemente afetar a composição da carne. Além disto, o Labtec possui um processo de detecção de resíduos antiparasitários em carne e leite bovino, carne suína, de aves e até equina. Outros resíduos que podem ser encontrados são as Quinolonas/ Fluroquinolonas que são antibióticos utilizados em aves para o tratamento das infecções bacterianas. Todos estes cuidados são essenciais para conferir segurança e qualidade alimentar da carne consumida. 
Empresas flagradas nos testes com produtos inadequados utilizam os resultados para tomarem as medidas de prevenção cabíveis e se adequarem às exigências do mercado. 
É fundamental que o consumidor fique atento à data de validade e ao aspecto físico do produto. A higienização no momento de embalar, transportar e as condições de armazenagem do estabelecimento devem ser observados para assegurar a integridade do alimento. Carne exposta sem a refrigeração correta pode ficar amolecida, umedecida ou com pedras de gelo na parte de baixo. A temperatura ideal para manter a carne refrigerada é de 8ºC. Não há outra forma do consumidor avaliar outra irregularidade a não ser por análises laboratoriais.
O consumidor que encontra um produto que não está de acordo com as regras estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) deve procurar os órgãos de defesa do consumidor como o Procon. O INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – realiza análises e testes periódicos e aleatórios em produtos de mercado, constantemente, com o objetivo de verificar a veracidade das informações nos rótulos e etiquetas.

Labtec: Fundado há mais de 30 anos, o laboratório está localizado na cidade de Hortolândia (São Paulo). O LabTec é habilitado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para fazer parte da Rede Brasileira de Laboratórios Analíticos em Saúde (REBLAS); possui acreditação do INMETRO na norma ISO-17025 e credenciamento no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), estando apto a fornecer serviços aos mais diversos ramos de atividade. 

Fonte: Ass. Imprensa da LabTec

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Notícias Oportunidade de Negócios

Instituições financeiras oferecerão R$ 3 bi em crédito no Show Rural

Organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões

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Os bancos e as cooperativas de crédito que estarão presentes no Show Rural Coopavel 2019 vão disponibilizar R$ 3 bilhões aos produtores rurais que desejarem financiar máquinas, implementos ou fazer outros investimentos em suas propriedades. As taxas e prazos oferecidos serão os melhores do mercado.

O 31º Show Rural Coopavel terá a presença do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander,. BRDE e as principais cooperativas de crédito do País, entre elas Sicredi, Sicoob, Cresol e Credicoopavel. Os organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões.

O Show Rural Coopavel será de 4 a 8 de fevereiro e contará com 520 expositores. O público esperado é 250 mil pessoas. Uma das principais novidades desta 31ª edição é o Show Rural Digital, que contará com a participação de algumas das maiores empresas do mundo de tecnologia e inovação.

Fonte: Assessoria
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Notícias Tudo sobre avicultura

FACTA lança edição ampliada e revisada do livro “Produção de matrizes de frangos de corte”

Exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves

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Divulgação/Assessoria

A Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas (FACTA) lança a 3ª edição do livro “Produção de matrizes de frango de corte”, ampliada e com conteúdo revisado. A obra envolveu mais de 35 profissionais, sendo alguns colaboradores de empresas fortemente comprometidas com o setor avícola, bem como pesquisadores do mundo acadêmico.

O exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves, como o entendimento dos aspectos fisiológicos dos machos e das fêmeas, o manejo alimentar, as principais doenças e formas de tratamento, a relevância da casca dos ovos, ambiência, biosseguridade, o dimensionamento e gerenciamento das granjas de produção, dentre outros assuntos, que são abordados com profundidade, mas de forma didática, com ilustrações, tabelas e figuras, que facilitam o entendimento do texto.

O livro foi editado pelos membros da FACTA: Marcos Macari, Elisabeth Gonzales, Inaldo Sales Patrocínio e Neyre Norie Shiroma, com apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e das empresas Alltech do Brasil, Biocamp, Cargill Alimentos, Cobb-Vantress Brasil, Nutriquest Technofeed Nutrição Animal, Ceva Saúde Animal e Zoetis Indústria de Produtos Veterinários.

O livro pode ser adquirido no site da FACTA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Externo

Cinco unidades de frango do Brasil são desabilitadas a exportar a sauditas

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial

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Arquivo/OP Rural

Na segunda-feira (21) o serviço sanitário da Arábia Saudita apresentou o relatório das empresas brasileiras habilitadas a exportar para o país. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) a autorização se mantém para 25 plantas frigoríficas brasileiras de carne de frango. Atualmente, 58 plantas são habilitadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a exportar, mas somente 30 embarcam produtos efetivamente.

A ABPA informou em nota oficial que o impacto da decisão, portanto, é sobre cinco plantas frigoríficas, que deixam de exportar para o país. “As empresas autorizadas constam em uma lista divulgada pelas autoridades sauditas. As razões informadas para a não-autorização das demais plantas habilitadas decorrem de critérios técnicos. Planos de ação corretiva estão em implementação para a retomada das autorizações”, diz a nota.

A Associação comunicou que está em contato com o Governo Brasileiro para que, em tratativa com o Reino da Arábia Saudita, sejam resolvidos os eventuais questionamentos e incluídas as demais plantas. “Além disto, as plantas que hoje não estão habilitadas contarão com o apoio do Ministério para obter a autorização para exportar a este mercado”, afirma a ABPA.

Segundo o MAPA, o grupo habilitado respondeu no ano passado por 63% do volume das exportações brasileiras de carne de frango – porcentagem que correspondeu a 437 mil toneladas – para a Arábia Saudita.

Além do mais, o Ministério ainda está examinando o relatório e encaminhará aos estabelecimentos as recomendações apresentadas.

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial.

Fonte: O Presente Rural
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