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ORO AGRI projeta crescimento recorde no Brasil

Este planejamento ambicioso já é resultado imediato da aquisição da empresa pelo Grupo Omnia, em uma negociação na ordem de US$ 100 milhões.

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Presente em mais de 100 países, a ORO AGRI planeja elevar sua participação em 200% no Brasil, nos próximos cinco anos. Este planejamento ambicioso já é resultado imediato da aquisição da empresa pelo Grupo Omnia, em uma negociação na ordem de US$ 100 milhões.

A matriz da Omnia fica em Johanesburgo, na África do Sul, e tanto ela como a ORO AGRI atuam na agricultura brasileira desde 2008. “Tornar-se uma divisão internacional da Omnia aumentou nossa capacidade de investimento, não só no desenvolvimento de novos produtos como também na ampliação do número de fábricas”, avalia Luís Carlos Cavalcante, gerente geral da ORO AGRI  na América do Sul.

Segundo o executivo, o perfil inovador da ORO AGRI foi o que mais chamou a atenção da Omnia. A empresa buscava ampliar presença global e maiores oportunidades em novas tecnologias e produtos. Em outras palavras, a ORO AGRI proporcionou à empresa compradora acesso a uma geografia mais abrangente e, pelo menos, dez lançamentos mundiais previstos para os próximos anos.

Para dar suporte à chegada dos novos produtos, a fábrica brasileira da ORO AGRI, localizada em Arapongas (PR), terá a capacidade produtiva multiplicada. Desde 2012, essa será a quarta ampliação. Antes mesmo da negociação, a companhia já vinha de um crescimento de 90% no mercado brasileiro em 2017.

“Muito em breve a ORO AGRI será a divisão mais importante dos negócios da Omnia, tanto em faturamento quanto em lucratividade”, garante Cavalcante. A sinergia existente entre as duas empresas e o fato dos produtos da primeira estarem em franca expansão deverão encurtar a jornada.

ORO AGRI no Brasil

Tendo iniciado suas atividades em 2002 e presente no Brasil desde 2008, ORO AGRI é o acrônimo de Orange Oil for Agriculture ou Óleo de Laranja para Agricultura, traduzido para o português. O uso do óleo essencial da casca de laranja na agricultura e pecuária é exclusivo da ORO AGRI, devido a uma patente mundial da companhia, que, atualmente, possui quatro fábricas no mundo e operações bastante estabelecidas nos Estados Unidos, Europa, Ásia, África e Oceania.

“O empresário sul-africano Erroll Pullen fundou a ORO AGRI ao descobrir que o óleo essencial da casca de laranja utilizado na mineração tinha propriedades extremamente úteis na agricultura”, relembra Jeferson E. Philippsen, gerente de Produtos da ORO AGRI.

Segundo Philippsen, o principal diferencial é que os produtos da empresa precisam de apenas 15 minutos para serem absorvidos pela planta, mesmo que chova após esse intervalo, algo garantido apenas pela ORO AGRI. Foi a partir desta descoberta que nasceu a tecnologia Trans-Rapid™. Posteriormente, foi lançada a TransPhloem™, que aborda o processo de translocação dentro das plantas.

“A inovação está em nosso DNA. Começamos com um produto sem igual e sempre buscamos algo novo. Os lançamentos previstos para os próximos anos, por exemplo, serão soluções para problemas graves da agricultura e da pecuária para os quais ainda não existem produtos eficientes”, adianta Philippsen.

Como resultado, a empresa registra crescimento substancial. Em 2016, foi de 40%; em 2017, aumentou as vendas em 90% e deve encerrar 2018 com um faturamento de R$ 100 milhões. “Isso não nos deixa satisfeitos. Nosso mote é continuar na vanguarda das inovações tecnológicas da agricultura brasileira e mundial”, frisa Cavalcante

O gerente geral das operações na América do Sul atribui os números à credibilidade dos produtos perante os produtores rurais, à capilaridade da rede de distribuição e à qualidade da equipe de campo. A ORO AGRI  não possui representantes comerciais autônomos. Os técnicos regionais são Engenheiros Agrônomos contratados em regime CLT e respondem juridicamente pela empresa, condições que favorecem o âmbito das negociações, conferindo responsabilidade, compromisso e credibilidade junto aos clientes.

Nos demais países, o foco da empresa está na fruticultura, já no Brasil os maiores mercados são as culturas de soja, milho e algodão. “O Brasil também é o único país onde desenvolvemos produtos voltados para pastagens”, ressalta Philippsen. Com 10% de um mercado bastante pulverizado, a Oro Agri lidera as vendas de surfactantes no País.

A fábrica brasileira fica em Arapongas (PR) e gera 70 empregos diretos. Os produtos mais comercializados por aqui são WETCIT, ORO-FAST, ORO-STAR, ORO-CINETIC, COWBOY e ORO-GRASS. Os dois últimos, voltados à pecuária.

Grupo Omnia

A empresa é uma multinacional que nasceu há mais de 60 anos na África do Sul, estando presente em 24 países. O grupo tem faturamento de US$ 2,5 bilhões e capital aberto na Bolsa de Valores de Johannesburgo, sendo dividido em quatro unidades de negócios: agricultura, químicos, mineração e trading de investimentos.

Na Agricultura é representada pela Omnia Fertilizantes, líder de mercado no continente Africano e pioneira na produção de NPK granulado e fertilizantes líquidos para aplicação no solo. Produz e comercializa fertilizantes no continente Africano e Oceania, além de exportar para Europa, Ásia e América.

Nas últimas décadas, o Grupo Omnia tem investido pesado em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em nutrição vegetal, ciência do solo e uso eficiente de água. Qualidade evidente também na ORO AGRI, que possui parcerias com dezenas de instituições de pesquisas dentro e fora do Brasil.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Novo Consumidor.

Novas gerações despertam em indústrias alimentícias urgência de olhar para bem-estar animal

Jovens entre 18 e 29 anos são os que têm maior preocupação com os métodos de abate utilizados pelas marcas

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Divulgação Alegra Foods

Qual é a origem da carne que você consome? Esse é um ponto que vem sendo debatido com cada vez mais frequência no mundo. No Brasil, a discussão ainda engatinha, capitaneada principalmente pelas novas gerações de consumidores. Uma pesquisa realizada pela World Animal Protection já demonstrava, lá em 2016, que nove em cada dez brasileiros acreditam que um sistema de bem-estar animal produz uma carne de melhor qualidade e que os jovens de 18 a 29 anos, no geral, têm maior preocupação com os métodos de abate.

“Estudos já comprovaram que o manejo que antecede o abate interfere diretamente na qualidade da carne, independente da espécie animal”, relata o responsável técnico da Alegra, indústria de alimentos de origem suína, Marcelo Tirelli de Siqueira. A empresa dos Campos Gerais do Paraná é uma das pioneiras no Brasil na forma adequada de tratamento dos seus animais. Em 2017, foi a primeira a planta a conquistar a certificação em bem-estar suíno, pela World Quality Services (WQS). O desenvolvimento de uma estrutura voltada ao bem-estar animal foi um quesito trabalhado desde o início do projeto da indústria. “Esse sempre foi um cuidado na elaboração da unidade, por isso, optou-se por instalar um sistema de insensibilização por CO2, como alternativa a outros métodos mais econômicos e largamente utilizados no Brasil e no mundo”, explica Tirelli.

Com conhecimento e comprometimento focado no bem-estar animal, o veterinário sanitarista da Alegra, Marlon Vanderlei Weirich Pappen, ficou recentemente em primeiro lugar no Prêmio Oink Paraná, uma competição de perguntas e respostas sobre conhecimentos técnicos da suinocultura quanto às Doenças Entéricas. O prêmio é uma iniciativa da MSD Saúde Animal, apoiada pela Agriness. “Participar deste campeonato foi uma grande experiência profissional e pessoal. Os temas abordados são essenciais para ter produtos com a qualidade que nós da Alegra prezamos. Com certeza esse prêmio é uma conquista de toda a equipe”, comenta Marlon.

Na produção, os benefícios da iniciativa aparecem na qualidade da mercadoria e na rotina de trabalho dos colaboradores. “O principal impacto é ver a mudança de comportamento dos colaboradores com os animais e a forma como o processo fica mais leve para todos. É o conceito do bem-estar único. Portanto, para os colaboradores, investimos em treinamentos sobre bem-estar animal, no descanso regulamentar durante sua jornada de trabalho, no rodízio de funções, na capacitação dos motoristas e no esclarecimento das normas aos responsáveis pelo transporte e aos cooperados”, diz. “O manejo correto evita hematomas, fraturas e estresse excessivo, fatores que comprometem a qualidade da carne e podem ocasionar a perda de nutrientes”, complementa.

Com esse crescimento da consciência dos consumidores sobre a procedência e qualidade dos produtos, o bem-estar animal se torna um diferencial competitivo para as empresas também. “Quando iniciamos a produção dentro desse modelo, foi uma questão de tempo até o reconhecimento de nossos controles sobre os códigos de práticas definidos por organizações nacionais e internacionais, como a World Animal Protection no Brasil e North American Meat Institute”, finaliza Tirelli.

Fonte: Ass. de Impressa Alegra.
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Empresas Agricultura.

Devido à falta de matéria-prima produtor deve estar atento a compra de máquinas e implementos

Desde o começo da pandemia muitas indústrias do setor têm sentido a escassez dos produtos e estão se desdobrando para fazer as entregas em dia

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Divulgação MP Agro

A pandemia causada pelo coronavírus gerou impacto em diversos segmentos e mercados. Um deles foi o de máquinas e implementos no agronegócio, que passou a enfrentar problemas com fornecimento de matéria-prima. Uma pesquisa online feita pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) avaliou os efeitos dos seis meses da pandemia na indústria, e mostrou que 47% das empresas estão encontrando dificuldades para conseguir insumos, matérias-primas e mercadorias.

Além disso, a pesquisa também apontou que 63% das empresas estão com o estoque baixo, fazendo com que o preço da matéria-prima aumente consideravelmente. Esse estudo realizado na grande São Paulo nos dá uma amostra da situação em todo o Brasil. A MP Agro de Ibaté-SP, por exemplo, fabricante de distribuidores de adubo, é uma das companhias que está tendo dificuldades com os fornecedores: “Começamos a sentir o impacto logo nos primeiros meses após o início da pandemia, mas neste último trimestre a situação tem se intensificado”, explica o diretor presidente, Douglas Peccin.

Demanda aquecida

Um outro ponto de destaque é o grande desafio de atender a forte retomada da demanda vinda do campo, pois com a pandemia, houve uma desaceleração abrupta e a retomada ocorreu da mesma forma, formando um “V”. “Os meses passaram e os estoques em geral acabaram sendo reduzidos a níveis mínimos de operação, o que ocasionou escassez no mercado e reajustes importantes de nossos fornecedores”, aponta, o gerente de suprimentos da MP Agro, Edson Marchetti.

A empresa tem seu sistema de gestão certificado pela ISO 9001 e uma estrutura de planejamento organizado, o que permitiu a garantia da contínua produção durante 2020. “Porém, se essa situação se estender por mais alguns meses, a indústria como todo o mercado, sentirá ainda mais a escassez de produto final na ponta. O cenário está bem incerto em relação ao fornecimento, não sabemos como serão os próximos meses, estamos vivendo um dia após o outro”, complementa ainda o diretor presidente da fabricante.

O que dizem os fornecedores

Há diversas razões apontadas para a situação adversa entre oferta e demanda no Brasil. A alta do dólar, a baixa produção devido à queda da força de produção causada pela diminuição de funcionários nas fábricas, o aumento das exportações em decorrência do câmbio favorável e ainda a normalização da demanda em países onde a doença está mais controlada.

O diretor de compras e qualidade da Suprir, uma das fornecedoras da MP Agro, Lucas Santos, fala sobre o cenário do aço. Segundo ele, o Brasil está vivenciando um momento de grande expansão no consumo, e isso tem acarretado atrasos no fornecimento da cadeia de suprimentos. “Quando surgiu a pandemia, prevíamos que a recuperação da demanda seria lenta no segundo semestre de 2020, e para nossa surpresa, temos observado uma forte retomada nos últimos meses. Além disso, o segundo lockdown na Europa está sendo feito de forma mais precisa e impactando pouco na atividade industrial”, diz. O que confirma o momento sentido pela fabricante de distribuidores de adubo.

Já o representante da Cordob Indústria e Comércio, Wemerson Ricardo Cano, fabricante de soluções em processamento de chapas metálicas, afirma que houveram vários aumentos a partir de julho de 2020. “Tiveram impacto as bobinas FQ de aço carbono com variações de até 100% dependendo da espessura além, de insumos em geral, como gás, nitrogênio, eletricidade e outros consumíveis”, afirma.

O diretor da MP Agro endossa que mesmo com todas as intempéries enfrentadas esse ano, a empresa não tem medido esforços para cumprir seus compromissos com o cliente, conseguindo manter as entregas. Contudo, segundo ele o abastecimento de matéria prima deve se normalizar somente no final do primeiro trimestre de 2021. “O grande impacto está em nosso cliente que precisa do produto, do maquinário para produzir e não pode perder o time da sua produção, por isso é importante que ele esteja atento e realize suas compras com antecedência para garantir a sua máquina em campo quando for utilizá-la”, relata Douglas Peccin.

Fonte: Ass. de Imprensa MP Agro.
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Empresas Quimtia

Líder em nutrição animal conquista mercado sulista com criação de Centro de Distribuição no Rio Grande do Sul

Inaugurada em julho, a nova central da Quimtia já apresenta resultados positivos para a empresa

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Divulgação Quimtia

Uma das maiores empresas no mercado de nutrição animal da América do Sul, a Quimtia inaugurou o seu segundo Centro de Distribuição no Brasil. Localizada na cidade de Estrela, no Rio Grande do Sul, a central começou suas atividades em julho deste ano com o objetivo de aproximar a empresa dos clientes situados no extremo sul do país. O primeiro CD da companhia no país está situado em Chapecó, Santa Catarina. Além dessas instalações a empresa também conta com a Central de Produção estabelecida no Paraná.

De acordo com o diretor nacional da Quimtia, Anderson Andrade da Veiga, o espaço para do novo CD foi escolhido devido à proximidade com as regiões em que a empresa atua. “A maior parte dos nossos clientes estão situados no norte do RS, na serra gaúcha e no oeste do estado. Então foi a escolha mais lógica pensando na distribuição estratégica dos produtos”, explica. Para se aproximar ainda mais dos clientes com toda a qualidade e atenção devida, a empresa também estabeleceu sua presença física com um escritório exclusivo para o atendimento de consumidores e parceiros.

O CD de Estrela funciona como um armazém das mercadorias que já são comercializadas pela companhia, como os premix para aves, suínos e bovinos, além do fosfato bicálcico e os mais variados produtos que a Quimtia oferece para a nutrição e o bem-estar animal. O local também terá capacidade de manter matérias-primas utilizadas em larga escala.

O diretor nacional afirma ainda que uma das grandes vantagens de ter um Centro de Distribuição instalado perto do consumidor é poder entregar os produtos livre de impostos e com isso ser mais competitivo no mercado, sempre respeitando as leis fiscais. Outro benefício é a faturação direta, uma vez que a distribuição é feita no próprio estado e também manter a alta qualidade mesmo com a redução de custos em alguns processos.

O coordenador de negócios da empresa no Rio Grande do Sul, Fabio Oppermann, conta que, mesmo com pouco tempo de existência, o novo CD já traz resultados. “Conquistamos dezenas de clientes novos em todos os segmentos atendidos pela Quimtia. A chegada de novos parceiros é diária, isso porque implementamos a atuação a campo, por meio de distribuidores e representantes, todos segmentados”, ressalta.

Para Oppermann o crescimento das vendas superou as expectativas, principalmente pela inauguração ocorrer no meio de um ano atípico. “Com a abertura desta nova frente, a Quimtia passou a atender com plenitude o segmento de ruminantes, monogástricos e matérias-primas. Nossa especialidade nos diferentes tipos de clientes agregou ainda mais valor ao nosso atendimento e prestação de serviço”, comenta.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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