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O sucesso da agricultura começa como correto manejo do solo
A perfeita compreensão do solo, os elementos que o compõe e suas características, permitem o entendimento da base para o correto manejo, visando uma agricultura eficaz e durável
Artigo escrito por Valter Casarin, agrônomo, engenheiro florestal, coordenador científico do instituto Nutrientes para a Vida e professor do Programa SolloAgro de Educação Continuada da Esalq/USP
O manejo do solo é o caminho para obtenção de sucesso nas atividades agrícolas. Várias características do solo têm relevância, principalmente aqueles relacionados aos atributos físicos, como localização, relevo, vegetação, tipos e graus de erosão, suprimento de água (clima), impedimentos à mecanização, e cuja utilização agrícola depende também de condições de infraestrutura e condições socioeconômicas. A perfeita compreensão do solo, os elementos que o compõe assim como as suas características, permitem o entendimento da base para o correto manejo do solo, visando uma agricultura eficaz e durável.
Esse processo consiste no conjunto de medidas tomadas anualmente e a longo prazo para melhorar e manter a produtividade das culturas; eles se complementam e estão ligados ao modo de exploração. Um bom planejamento e a aplicação cuidadosa de métodos agronômicos garantem um alto rendimento de produtos com qualidade e reduzem o impacto negativo da cultura sobre o meio ambiente.
O ponto inicial é classificação do solo, a qual sempre esteve intimamente ligada ao uso agrícola da terra, pois foi inicialmente estabelecida para tais fins. Em um primeiro momento a classificação do solo dará a ideia da profundidade de atributos e de horizontes de diagnóstico orientando sobre a intensidade da limitação e sobre práticas agrícolas a serem usadas.
Com o conhecimento das propriedades físicas do solo será possível entender os mecanismos que governam a funcionalidade dos solos. O entendimento do comportamento físico do solo está associado ao seu uso e manejo apropriado, ou seja, orientar a irrigação, preparo e conservação de solo e água.
Assim, o conhecimento da retenção de água no solo permitirá avaliar a capacidade do solo em armazenar água, fator que é influenciado pela textura e estrutura do solo. Com o entendimento da água no solo é possível manejar corretamente a irrigação, determinando o momento, a quantidade e como aplicar a água no ciclo vegetativo da cultura.
Mediante esses conhecimentos básicos, as operações mecanizadas serão inseridas no sistema de produção agrícola. Essas operações são a forma de elevar a eficiência global do processo. Como regra essencial às boas práticas da mecanização agrícola, os implementos devem ser capazes de atender os requisitos agronômicos das plantas, e não o oposto.
Nesse sentido, a agricultura de precisão é uma ferramenta fundamental para o manejo da variabilidade espacial e temporal associada à produção agrícola, quando se objetiva incrementar a produtividade das culturas e a qualidade ambiental. O conhecimento detalhado sobre as áreas de cultivo agrícola permite definir estratégias de manejo mais eficientes, especialmente para o uso racional de insumos.
Apesar dos recentes avanços tecnológicos e científicos, o clima ainda é a variável mais importante na produção agrícola. O clima pode exercer influência sobre os estágios da cadeia de produção agrícola, incluindo, colheita, armazenagem, transporte e comercialização. Os principais elementos que afetam a produção agrícola são a radiação solar, a temperatura, a umidade, a velocidade do vento, a precipitação e o fotoperíodo. Da mesma forma que o clima pode favorecer as culturas, permitem o desenvolvimento de plantas daninhas. O controle de plantas daninhas é um problema relevante em áreas de cultivos agrícolas , as quais se destacam pela elevada capacidade de competição pelos recursos naturais (água, luz, nutrientes e espaço físico) com as culturas. As recomendações atuais são para o uso de sistemas integrados de manejo do solo e da cultura, envolvendo práticas de cobertura contínuas do solo.
A manutenção da cobertura do solo é uma prática básica para a conservação do solo. A conservação do solo representa o conjunto de práticas agrícolas destinadas a preservar a fertilidade química e as condições físicas e microbiológicas do solo. O princípio básico da conservação do solo deve ser o de manter a produtividade do solo próxima à sua condição original, ou o de recuperá-lo, caso sua produtividade seja baixa, usando-se, para tanto, sistemas de manejo capazes de controlar a ação dos agentes responsáveis pela degradação e erosão do solo. A maior parte dessas medidas coincidem com aquelas recomendadas para o preparo do solo, como o uso de cobertura morta, o plantio em nível e a redução do uso de máquinas e implementos.
A cobertura do solo tem na matéria orgânica seu principal aliado, funcionando, de maneira geral, como um componente que equilibra o sistema de produção. O manejo escolhido passa pelo componente orgânico, que é uma alternativa que visa o aumento da matéria orgânica do solo, sem o qual não se consegue manter os microrganismos no sistema. A atividade biológica de um solo inclui todas as reações metabólicas celulares, suas interações e seus processos bioquímicos mediados ou conduzidos pelos organismos do solo. Assim, para uma sustentabilidade de cultivos é imprescindível a ativação biológica do solo através das práticas de manejo do solo.
Com a conservação do solo preserva-se as camadas mais férteis do solo, onde ocorrem os principais fatores químicos que influenciam a dinâmica de nutrientes no solo. Esses fatores químicos são a composição mineralógica do solo, a disponibilidade de nutrientes, a ausência de elementos tóxicos, o teor de matéria orgânica, as reações de sorção e precipitação e a salinidade. Da mesma forma que a textura e a estrutura, esses fatores atuam de maneira simultânea, interagindo entre si, e, portanto, não devem ser considerados isoladamente. A menor ou maior reserva de nutrientes no solo para as plantas estão associadas com a composição mineralógica, herdada, na maioria dos casos, do material de origem. O manejo químico do solo permitirá conservar a fertilidade do solo, que é uma ferramenta fundamental para a obtenção de boa produtividade, e pode ser conceituada como a capacidade que o solo apresenta para que as plantas nele cultivadas possam se desenvolver e produzir colheitas compensadoras, quando favoráveis sejam os fatores climáticos. A fertilidade do solo e a eficiência de adubos minerais e orgânicos são influenciadas por reações e equilíbrios inorgânicos e por processos metabólicos de microrganismos no solo.
Solos com boas propriedades de fertilidade são aqueles capazes de suprir à cultura implantada nutrientes essenciais nas quantidades e proporções adequadas para o seu crescimento e desenvolvimento durante seu ciclo, visando à obtenção de ganhos produtivos e permitindo identificar os principais fatores que limitam tal capacidade, bem como a capacidade de diagnose das condições do solo, possibilitando assim, uma tomada de decisão para a sua correção ou manutenção.
A ferramenta mais utilizada para determinar a quantidade necessária de nutrientes para as culturas é a análise do solo. Conhecer a fertilidade do solo mediante análise química juntamente com a textura do solo e o potencial de produção da cultivar a ser plantada é fundamental para a definição das quantidades de fertilizantes a serem utilizadas. Da mesma forma, o conhecimento do histórico da área também deve ser considerado, uma vez que os resíduos das adubações anteriores podem atingir níveis de toxidez, em especial para micronutrientes.
A eficiência na aplicação dos fertilizantes está ligada a correta correção da acidez e a eliminação do alumínio tóxico do solo. A calagem é responsável pela melhoria das condições químicas nas camadas superficiais do solo, principalmente no fornecimento de cálcio e magnésio para as plantas e neutralização da acidez. Por sua vez, a gessagem provoca a melhoria no subsolo, aumentando o teor de cálcio e enxofre e reduzindo a toxicidade do Al no solo. Uma prática não substitui a outra, sendo que calcário e gesso são insumos complementares e não substitutivos.
Com a devida correção da acidez pela aplicação de calcário e a melhoria do ambiente do subsolo pelo uso do gesso, a construção do perfil do solo se completa com a adubação. A adubação é a prática agrícola que consiste no fornecimento de fertilizantes ao solo, de modo a recuperar ou conservar a sua fertilidade, suprindo a carência de nutrientes e proporcionando o pleno desenvolvimento das culturas vegetais. A adubação correta aumenta a produtividade agrícola.
As estratégias como o monitoramento do solo e conhecimento das taxas de exportação de nutrientes pelas colheitas das culturas e avaliação do balanço de nutrientes no sistema é o caminho para definir a necessidade de adubação para uma determinada cultura.
O conhecimento relacionado às propriedades do solo, como as derivadas da física, química, fertilidade, microbiologia e bioquímica, combinadas com o conhecimento de matemática e da biologia, também permite o estudo da hidrologia e do manejo das bacias hidrográficas agrícolas, bem como as técnicas relacionadas à irrigação, drenagem e evapotranspiração, controle de escoamento e erosão, assim como a mecanização agrícola.
Fonte: Assessoria

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Coops Day 2026 mobiliza Santa Catarina com ações em 12 municípios

O cooperativismo será celebrado em Santa Catarina com uma programação que combina eventos presenciais, ações de rua e atividades de comunicação em diferentes regiões do Estado. As iniciativas marcam o Dia Internacional do Cooperativismo, o Coops Day 2026, celebrado mundialmente no primeiro sábado de julho.

Foto: Shutterstock
Neste ano, a mobilização tem como tema “Cooperativas por um mundo pacífico”, definido pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI), e orienta as ações do movimento em diversos países. A proposta relaciona o cooperativismo à construção de sociedades mais inclusivas e sustentáveis, com base em inclusão econômica, participação social e fortalecimento das comunidades.
No Estado, a programação envolve tanto eventos abertos ao público quanto ações simultâneas de divulgação em municípios catarinenses.
Programação cultural
Em Chapecó, o Coops Day 2026 foi realizado na última quinta-feira (02), no Teatro do Centro de

Foto: Divulgação
Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nes. O encontro reúne cooperados, colaboradores, autoridades e comunidade em uma programação aberta ao público.
O evento contou com abertura oficial, apresentações culturais e interação com os Mascotes do Cooperativismo. O destaque foi o espetáculo do Grupo Sou Arte, de Campo Mourão (PR), inspirado no tema mundial do cooperativismo em 2026.
Ações de rua
Além da programação em Chapecó, o Sistema Ocesc promove no sábado (04) uma série de blitzes em parceria com emissoras de rádio em 11 municípios de Santa Catarina.
As ações serão realizadas em espaços públicos, praças e parques, com transmissões ao vivo, interação com o público, distribuição de brindes e participação de cooperativas locais.

Foto: Shutterstock
As atividades integram a celebração do Coops Day, data reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) e promovida pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI), que destaca a contribuição das cooperativas para o desenvolvimento econômico e social.
Segundo o coordenador de comunicação da Ocesc, Paulo Henrique Santhias, a proposta é ampliar o alcance do tema no cotidiano da população. “Queremos levar a mensagem do cooperativismo para onde as pessoas estão, mostrando de forma leve e interativa como esse modelo de negócios gera desenvolvimento, oportunidades e qualidade de vida”, afirma.
Municípios participantes
As ações ocorrerão em Florianópolis, Joinville, Blumenau, Lages, Tubarão, Concórdia, Chapecó, São Miguel do Oeste, Caçador, Criciúma e Canoinhas (local a confirmar).
Em Chapecó, também estão previstas atividades na Praça do Loteamento Vederti I e em frente ao Boca Sport Bar.
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Copagril recebe honraria da Assembleia de Mato Grosso do Sul por atuação no cooperativismo
Cooperativa foi uma das seis representantes do ramo agropecuário reconhecidas pela contribuição ao desenvolvimento econômico e social sul-mato-grossense.

A Copagril foi uma das cooperativas homenageadas com a Medalha e o Diploma de Honra ao Mérito Legislativo em Homenagem ao Cooperativismo Sul-Mato-Grossense, durante sessão solene realizada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), na última quarta-feira (1º) , em Campo Grande (MS). A homenagem integrou a programação da Semana do Cooperativismo e reconheceu pessoas, instituições e cooperativas que contribuem para o fortalecimento do movimento cooperativista e para o desenvolvimento econômico e social do Estado.

Homenagem reconheceu a contribuição da Copagril para o cooperativismo sul-mato-grossense – Foto: Divulgação/Copagril
A solenidade foi proposta pelo deputado estadual Professor Rinaldo Modesto, presidente da Frente Parlamentar de Defesa do Cooperativismo (Frencoop/MS), que destacou a importância do setor para Mato Grosso do Sul. Atualmente, o cooperativismo representa cerca de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual, reunindo mais de 138 cooperativas, aproximadamente 668 mil cooperados e cerca de 15,5 mil empregos diretos.
Entre as cooperativas do ramo agropecuário, apenas seis receberam a honraria, evidenciando o protagonismo da Copagril no desenvolvimento do cooperativismo sul-mato-grossense. A cooperativa foi representada na cerimônia pelo diretor vice-presidente, Cesar Luiz Petri, e pelo diretor-secretário, Ademir Luis Griep.
O reconhecimento reforça a trajetória construída pela Copagril no Estado, onde atua desde a década
de 1980. Nos últimos anos, a cooperativa intensificou seu plano de expansão, ampliando sua presença em diferentes regiões do Mato Grosso do Sul. De 2025 a 2026, foram inauguradas seis novas unidades, consolidando a estratégia de crescimento e de proximidade com os produtores rurais.
Para o diretor vice-presidente, Cesar Luiz Petri, a homenagem demonstra que o trabalho

Diretor-secretário da Copagril, Ademir Luis Griep, com o diretor vice-presidente Cesar Luiz Petri representaram a Copagril na cerimônia realizada em Campo Grande (MS) – Foto: Divulgação/Copagril
desenvolvido pela cooperativa vem gerando resultados concretos para o desenvolvimento regional. “Receber esta homenagem é motivo de muito orgulho para a Copagril. É o reconhecimento de uma trajetória construída com seriedade, compromisso com os cooperados e investimentos constantes no Mato Grosso do Sul. Seguiremos trabalhando para fortalecer o agronegócio e levar cada vez mais oportunidades aos produtores da região”, destaca Petri.
O diretor-secretário, Ademir Luis Griep, ressalta que a expansão da cooperativa no Estado está diretamente ligada aos princípios do cooperativismo. “Esse reconhecimento pertence a todos que fazem parte da Copagril. Nossa missão é estar cada vez mais próximos do produtor, oferecendo soluções, assistência técnica e segurança para que ele possa produzir com eficiência. É gratificante ver esse trabalho sendo valorizado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul”, afirma Griep.
Para a Copagril, a homenagem representa o reconhecimento de um trabalho pautado nos princípios do cooperativismo, na geração de oportunidades para os cooperados e no compromisso com o desenvolvimento regional. A expansão da cooperativa no Mato Grosso do Sul reafirma esse propósito, levando soluções, tecnologia, assistência técnica e fortalecendo o agronegócio em um dos estados mais promissores do país.
A Medalha e o Diploma de Honra ao Mérito Legislativo foram instituídos pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul para reconhecer pessoas e instituições que contribuem de forma significativa para o fortalecimento do cooperativismo, um modelo de negócio que segue impulsionando o desenvolvimento econômico, social e sustentável do Estado.
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Veto ao Projeto dos Safristas mantém impasse sobre contratação de temporários no campo
Texto aprovado pelo Congresso previa preservar o acesso a programas sociais para trabalhadores contratados durante a safra. Cooperativas e setor produtivo defendem derrubada do veto.

Ampliar a oferta de mão de obra formal durante os períodos de safra sem comprometer a proteção social dos trabalhadores é um dos principais desafios enfrentados pela agropecuária brasileira. Como forma de oferecer uma solução para essa questão, o Projeto de Lei (PL) 715/2023, conhecido como Projeto dos Safristas, apoiado pelo cooperativismo, foi aprovado no Congresso Nacional. Apesar de sua importância para o setor, a proposta foi integralmente vetada pela Presidência da República e, por isso, a expectativa agora é de que a decisão seja revertida no Parlamento.

Foto: Gilson Abreu
De autoria do deputado Zé Vitor (MG), membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o projeto prevê que a renda obtida em contratos temporários de safra não seja considerada para a exclusão imediata de programas sociais. A medida busca reduzir a informalidade, ampliar as oportunidades de trabalho no campo e atender à demanda de produtores rurais e cooperativas que enfrentam dificuldades para contratar trabalhadores durante os períodos de colheita.
Relator da matéria, o deputado Evair de Melo (ES), também membro da Frencoop, defende que a iniciativa responde a uma demanda histórica do setor produtivo e cria condições para ampliar a formalização das relações de trabalho. “A ideia é fomentar a formalização do trabalho em diversas culturas agrícolas. As regras dos programas sociais e a remuneração por produtividade acabam criando um cenário que incentiva a informalidade. Precisamos oferecer segurança para quem quer trabalhar e para quem precisa contratar”, afirma.
Cooperativas defendem mudança
O Projeto dos Safristas conta com apoio do Sistema OCB e de cooperativas agropecuárias, que afirmam enfrentar dificuldades recorrentes para formar equipes durante os períodos de colheita.
Segundo a entidade, a escassez de mão de obra formal afeta diferentes cadeias produtivas e tem levado produtores e cooperativas a buscar alternativas para atender à demanda sazonal de trabalhadores.

Foto: Divulgação
Dados do Sistema OCB indicam que o ramo agropecuário reúne 1.172 cooperativas, movimenta R$ 438,2 bilhões por ano e responde por mais de 257 mil empregos diretos no país.
Para a presidente-executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, a proposta cria um mecanismo para aproximar políticas de assistência social e de geração de emprego. “O desafio da mão de obra no campo só será resolvido com regras que estimulem a formalização. O Projeto dos Safristas representa um avanço porque aproxima políticas sociais e políticas de emprego, beneficiando trabalhadores, cooperativas e toda a cadeia agropecuária”, afirma.
Próximo passo depende do Congresso
Com o veto presidencial, o projeto retorna ao Congresso Nacional, que decidirá, em sessão conjunta de deputados e senadores, se mantém ou derruba a decisão do Executivo. Caso o veto seja rejeitado, o texto poderá ser promulgado e entrar em vigor.
A discussão ocorre em um momento em que produtores rurais e cooperativas relatam dificuldades para preencher vagas temporárias durante as safras, especialmente em atividades que exigem grande número de trabalhadores em períodos concentrados. O Projeto dos Safristas foi apresentado como uma tentativa de reduzir esse gargalo por meio de incentivos à contratação formal, sem impacto imediato sobre os benefícios sociais recebidos pelos trabalhadores.
