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Notícias IFC 2019

O Brasil está preparado para a aquicultura 4.0?

Este é um dos importantes temas que compõem a programação do Internacional Fish Congress, no dia 19 de setembro

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Profissionais  e estudantes ainda podem garantir sua participação no International Fish Congress. O maior evento da cadeia de pescados será realizado de 17 a 19 de setembro, no Centro de Eventos Maestra, no Cataratas Resort, em Foz do Iguaçu, no Paraná. “O IFC reunirá toda a cadeia produtiva para discutir entraves à competitividade e estratégias de desenvolvimento”, destaca Altemir Gregolin, ex-ministro da Pesca e Aquicultura, atualmente consultor e professor da Fundação Getúlio Vargas.

As inscrições, com vagas limitadas, estão abertas com os seguintes valores: até 05 de setembro, R$ 350 para profissionais e R$ 175 para estudantes; a partir de 06 de setembro e durante o evento, R$ 450 para profissionais e R$ 225 para estudantes. As inscrições devem ser realizadas pelo site do evento. O Congresso Internacional, Seminários Internacionais da Aquicultura e Pesca e a feira de negócios Fish Expo Brasil vai reunir produtores, empresários, investidores, competidores internacionais, pesquisadores e estudantes em três dias de palestras e debates com o foco em aumentar a produtividade e ganhar mercados para os produtores de peixes, moluscos e camarões.

“O evento vai reunir o melhor time de especialistas nos temas nutrição,  uso de aditivos, manejo nutricional de acordo com a estação e as tendências mundiais. Para isso fomos buscar parceiros para garantir que os maiores experts nos assuntos estivessem reunidos em Foz do Iguaçu. Temos conferencistas dos Estados Unidos, França, Noruega, Peru, Áustria, entre outros países, além dos maiores pesquisadores e especialistas brasileiros” destaca Eliana Panty, Diretora Executiva do International Fish Congress & Fish Expo Brasil.

O evento vai reunir ainda mais de 40 empresas dos setores de equipamentos, nutrição, sanidade e tecnologia para aquicultura na feira de Negócios Fish Expo Brasil, que será realizada em paralelo ao congresso internacional. A mostra de trabalhos científicos reuniu mais de 120 artigos inéditos que terá espaço privilegiado no espaço AquaInteligência. Estudantes e pesquisadores de todo o país enviaram trabalhos, resultado de pesquisas sobre piscicultura e aquicultura.

Novidades e tecnologias terão vitrine no espaço Aqua 4.0, que vai abrigar startups que desenvolvem projetos voltados para qualidade da água e segmento da produção e logística da cadeia do pescado. Mais informações através do email eventos@internationalfishcongress.com.br.

Seminário Internacional de Aquicultura

Aquicultura 4.0, evoluções na indústria de pescados, tendência e inovações em rações, serão alguns dos relevantes temas que integram a programação da quinta-feira, 19 de setembro, no IFC Brasil. A programação científica abre às 8h e encerra às 18h com temas como “Evoluções na indústria de proteína animal: os caminhos para a indústria de tilápia no Brasil” com o especialista Fernando Bocabello – DSM; “A Revolução Informacional e a Aquicultura 4.0. Estamos preparados?” com o conferencista Felipe Matias – Engenheiro de Pesca, MBA em Gestão Empresarial, mestre em Aquicultura e Sustentabilidade e Dr. em Biotecnologia em Recursos Pesqueiros.

O assunto tendências e inovações em rações para peixes será apresentado pelo especialista norte americano  Spencer Lawson  da  Manager, U P & C Technology da Wenger Manufacturing, uma das maiores empresas de equipamento de extrusão e peletização de rações. E o tema nutrição seque com a palestra inédita “ Tilápia Season: Ajustando o conteúdo da ração e o arraçoamento conforme a sazonalidade” com o conferencista Frederic Baron – GRUPO NEOVIA, França. O assunto interessa produtores do Sul do país que sofrem perdas relacionadas às baixas temperaturas de acordo com a estação do ano.

Hot Spots

O tema do momento “Nutrição de precisão: Como aproveitar ao máximo o alimento ingerido, aumentando a eficiência e poluindo menos o meio ambiente” será apresentada pelo Conferencista João Manoel Cordeiro Alves – Aquafeed Product Manager  do Grupo Guabi, trazendo para os congressistas o que  há de mais moderno em nutrição de precisão, evitando desperdícios e reduzindo impacto ambiental.

Tendências mundiais estarão em debate nas palestras “Uso de aditivos e seus resultados zootécnicos:  com o Professor e Pesquisador da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE, Wilson Boscollo, que vai apresentar as últimas tendências em aditivos nutricionais na produção de peixes e na palestra “Sanidade nutricional e qualidade da água na piscicultura: O uso de aditivos e biorremediadores como estratégia para aumentar a imunidade e alcançar melhores resultados econômicos : como o especialista José Luiz Mouriño – Professor e Pesquisador da Universidade Federal de Santa Catarina.

O evento propõe questionamentos e soluções nos avanços da genética e modelo de produção serão debatidos nas palestras “Uma Nova Era no melhoramento genético da tilápia? Seguiremos o caminho do frango?, questiona o Conferencista Diones Bender Almeida, diretor de melhoramento genético da Genomar Genetics Latino América, Mestre e Doutor em Zootecnia. Bender desenvolve programa exclusivo de genética de tilápia para a Aquabel em parceria com a Aquagen e Genomar.  As tendências da produção de tilápia em tanques-redes serão apresentadas pelo Conferencista Eduardo Yamashita – Gerente Técnico Latam Áqua – DSM, que vai falar sobre as experiências de campo e resultados.

A programação ganha temas hot spot como “O uso de ácidos orgânicos no controle de gram negativos (foco em Francisela) e óleos essenciais no controle de gram positivos, com foco em estreptococos” pelas mãos do Conferencista Internacional Dr. Benedict Standen que vem da Austria através da parceria e apoio da empresa BIOMIN – ERBER GROUP.

As prioridades e investimentos da Embrapa Pesca e Aquicultura serão abordadas na palestra “Pesquisa, desenvolvimento e inovações em aquicultura” com o Conferencista Alexandre Freitas – Diretor Geral da Embrapa Pesca e Aquicultura.

O Internacional Fish Congress é voltado para empresários, aquicultores, pescadores, armadores de pesca, agentes do mercado, prestadores de serviços, fornecedores, dirigentes, profissionais do setor e formadores de opinião. A programação científica do evento foi construída com a colaboração das entidades do setor, Secretaria Nacional de Aquicultura e Pesca, empresas e profissionais do setor.

Fonte: Assessoria
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Notícias Pecuária

Exportação de carne bovina segue consistente, mas preocupação com China aumenta

Mercado físico voltou a se deparar com negócios acima da referência média em algumas regiões do país

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O mercado físico de boi gordo apresentou preços firmes nas principais regiões de produção e comercialização do país na terceira semana de junho. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o mercado físico voltou a se deparar com negócios acima da referência média em algumas regiões do país. “Apesar dos frigoríficos operarem com uma condição melhor em suas escalas de abate, por enquanto não são evidenciadas condições para pressionar os pecuaristas, considerando que a oferta de animais terminados segue restrita neste momento”, disse ele.

Enquanto isso, o ritmo de embarques de carne bovina permanece em bom nível no decorrer do mês de junho, avaliando que a China ainda está atuante no mercado internacional. “No entanto a preocupação fica à cargo dos embarques do segundo semestre, com sinalização por parte do mercado chinês de maior volume de oferta de carne suína. Ou seja, haveria uma menor necessidade de importação”, apontou o analista.

Já no mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem firmes. Conforme Iglesias, o ambiente de negócios sugere por menor espaço para reajustes no curto prazo, em linha com o menor apelo ao consumo no decorrer da segunda quinzena do mês. “Importante mencionar que o consumidor médio ainda opta por proteínas mais acessíveis, com ênfase a carne de frango, algo bastante compreensível no atual ambiente macroeconômico”, assinalou Iglesias.

Com isso, os preços a arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 17 de junho:

  • São Paulo (Capital) – R$ 322,00 a arroba, contra R$ 320,00 a arroba em 10 de junho, subindo 0,63%.
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 312,00 a arroba, contra R$ 310,00 (+0,65%).
  • Goiânia (Goiás) – R$ 305,00 a arroba, ante R$ 302,00 (+0,99%).
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 312,00 a arroba, contra R$ 310,00 a arroba (+0,65%)
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 310,00 a arroba, estável.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Consumo aquecido de frango no Brasil garante suporte aos preços

Consumo aquecido no Brasil, garantindo uma boa reposição entre o atacado e o varejo, contribuiu para um novo movimento de alta nos preços

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O mercado brasileiro de carne de frango registrou uma semana de preços mais altos para o quilo vivo, com o recuo nos preços do milho trazendo um pouco de alívio ao setor no que tange aos custos.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, o consumo aquecido no Brasil, garantindo uma boa reposição entre o atacado e o varejo, contribuiu para um novo movimento de alta nos preços.

De acordo com levantamento semanal de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços tiveram algumas alterações para os cortes congelados de frango. No atacado, o preço do quilo do peito seguiu em R$ 7,70, o quilo da coxa subiu de R$ 7,25 para R$ 7,30 e o quilo da asa de R$ 9,80 para R$ 9,90. Na distribuição, o preço do quilo do peito continuou em R$ 7,90, o quilo da coxa passou de R$ 7,45 para R$ 7,50 e o quilo da asa de R$ 9,90 para R$ 10,00.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de modificações em alguns preços durante a semana. No atacado, o preço do quilo do peito continuou em R$ 7,80 e o quilo da coxa aumentou de R$ 7,35 para R$ 7,40 e o quilo da asa de R$ 9,90 para R$ 10,00. Na distribuição, o preço do quilo do peito permaneceu em R$ 8,00 e o quilo da coxa avançou de R$ 7,55 para R$ 7,60 e o quilo da asa de R$ 10,00 para R$ 10,10.

As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 216,964 milhões em junho (8 dias úteis), com média diária de US$ 27,120 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 136,605 mil toneladas, com média diária de 17,075 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.588,20.

Na comparação com junho de 2020, houve alta de 40,10% no valor médio diário, ganho de 12,26% na quantidade média diária e avanço de 24,80% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo subiu de R$ 5,00 para R$ 5,30. Em São Paulo o quilo aumentou de R$ 5,10 para R$ 5,50.

Na integração catarinense a cotação do frango passou de R$ 3,60 para R$ 3,90. No oeste do Paraná o preço mudou de R$ 5,00 para R$ 5,25. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo avançou de R$ 4,80 para R$ 5,00.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango subiu de R$ 4,90 para R$ 5,20. Em Goiás o quilo vivo aumentou de R$ 4,90 para R$ 5,20. No Distrito Federal o quilo vivo passou de R$ 5,00 para R$ 5,25.

Em Pernambuco, o quilo vivo passou de R$ 5,70 para R$ 5,75. No Ceará a cotação do quilo subiu de R$ 5,70 para R$ 5,75 e, no Pará, o quilo vivo permaneceu em R$ 5,80.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Cotações do milho caem forte no Brasil com tombo em Chicago e “pré-colheita”

As baixas foram quase gerais, iniciando pelos portos e atingindo também o interior

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O mercado brasileiro de milho apresentou quedas significativas nesta semana. As baixas foram quase gerais, iniciando pelos portos e atingindo também o interior. A combinação de queda na Bolsa de Chicago, dólar mais fraco e a “pré-colheita” da safrinha, que deve trazer aumento da oferta adiante, pesou sobre os preços. Os compradores se afastaram das negociações e as bases de cotações do milho foram aos poucos caindo nos últimos dias.

Na Bolsa de Chicago, somente nesta quinta-feira o contrato setembro caiu quase 7%. O mercado foi pressionado por uma combinação de fatores, como a fraca demanda para o cereal norte-americano e a expectativa de clima úmido e favorável às lavouras no cinturão produtor.

O cereal também foi impactado pela postura do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), que surpreendeu os investidores ao dizer que poderia aumentar as taxas de juros em um ritmo muito mais rápido do que o esperado. Isso pode pressionar adiante o dólar para cima e levar a quedas das commodities.

Com isso, os preços baixaram nos portos para exportação e houve declínios também ao produtor. A oferta cresceu sem o interesse do comprador.

No balanço dos últimos sete dias, entre a quinta-feira (10 de junho) e esta quinta-feira (17 de junho), o milho no Porto de Santos na base de compra caiu de R$ 86,00 para R$ 75,00 a saca, baixa de 12,8%.

O preço do milho em Campinas/CIF no mesmo comparativo caiu na venda de R$ 99,00 para R$ 91,00 a saca, queda de 8,1%. Na região Mogiana paulista, o cereal recuou na venda de R$ 99,00 para R$ 88,00 a saca, perda de 11,1%.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço caiu de R$ 95,00 para R$ 90,00 a saca, baixa de 5,3%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação recuou de 83,00 a saca para R$ 77,00 (-7,2%). Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o valor caiu de R$ 97,00 para R$ 93,00 a saca, baixa de 4,1%.

Fonte: Agência SAFRAS
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