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Notícias Aniversário

Nucleovet comemora 50 anos em grande estilo

Evento na sede da entidade, em Chapecó, registrou o cinquentenário, com participação de associados e autoridades

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Homenagem aos ex-presidentes do NUCLEOVET

Homenagem aos ex-presidentes, lançamento do e-scrapbook “Vetor de Desenvolvimento”, inauguração do salão de festas e do novo campo de futebol marcaram as comemorações do cinquentenário do Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet). O evento festivo ocorreu no sábado (9) e reuniu associados e autoridades, na sede da entidade, em Chapecó (SC).

Lançamento do e-scrapbook “Vetor de Desenvolvimento”. Presidente Luiz Carlos Giongo recebe edição do autor Julmir Cecon

O e-scrapbook é um recorte de memórias intermídia. De autoria de Julmir Ceccon, resgata e eterniza a história do Nucleovet. Fotos, vídeos, atas e documentos deram origem ao material. Os melhores momentos dos depoimentos que geraram o impresso foram transmitidos em vídeo durante a solenidade do cinquentenário. “Tínhamos o desafio de trazer essa história e não deixar ela se perder. Foi uma responsabilidade e uma grande honra produzir esse material e tentar transmitir um pouco de tudo o que o Nucleovet representa”, sublinhou o presidente da entidade, Luiz Carlos Giongo. De acordo com Giongo, o trabalho desenvolvido nestes 50 anos foi de superação e inovação. “Agora, o futuro nos desafia. Continuar crescendo é um compromisso de todos para que possamos construir os próximos 50 anos do Nucleovet”.

Fundador e primeiro presidente, Rubem Cesar Farah

Placas de homenagens e os primeiros exemplares do e-scrapbook foram entregues aos ex-presidentes do Nucleovet. O fundador e primeiro presidente, Rubem Cesar Farah, salientou que o Nucleovet foi criado porque a classe precisava de uma representação e iniciou sua atuação com uma ampla campanha para a erradicação da febre aftosa em Santa Catarina. “Esse foi o marco de desenvolvimento do agronegócio no Estado. Sem essa segurança era difícil avançar. Hoje, graças a campanha que reuniu os médicos veterinários, que deram importante contribuição, Santa Catarina tem o título de estado livre de febre aftosa sem vacinação”.

Secretário de Estado da Agriculta, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva

O secretário de Estado da Agriculta, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva, salientou sobre o status sanitário de Santa Catarina, diferencial alcançado por meio de um trabalho conjunto que envolve os médicos veterinários e zootecnistas. “Neste ano, já exportamos mais de US$ 2 bilhões de dólares. Nossos produtos são enviados para países exigentes e isso só é possível devido ao excelente status sanitário que temos”, frisou, ao acrescentar a importância do conhecimento para impulsionar o agro e transformar a vida das pessoas. “O Nucleovet contribui também nesse aspecto, ao realizar os Simpósios nas áreas de avicultura, suinocultura e bovinocultura de leite”.

Vice-presidente da SOMEVESC, Luiz Carlos Peruzzo

O vice-presidente da Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária (Somevesc), Luiz Carlos Peruzzo, ressaltou o papel das entidades para a profissão. “Queremos que o Nucleovet tenha muitos 50 anos e que nossa profissão continue sendo representativa”.

 

 

 

O evento encerrou com música ao vivo com o Quarteto Coração de Potro e almoço de confraternização.

 

HISTÓRIA

Fundadores do Nucleovet

O Nucleovet foi fundado em 9 de outubro de 1971. Foi um dos primeiros núcleos criados em Santa Catarina, atendendo uma solicitação da Somevesc, que queria implantar associações regionais da classe no Estado. Desde sua fundação, a finalidade é promover o aperfeiçoamento de médicos veterinários e zootecnistas, promoção e compartilhamento do conhecimento e de tecnologias voltadas para o agronegócio. Também busca a união dos profissionais da área pelo esporte e recreação, trabalhos sociais, conscientização da população para a saúde única (união entre a saúde animal, humana e ambiental), controle de zoonoses e o importante papel que esses profissionais desempenham na sociedade.

Nessa caminhada, passou a promover três dos principais eventos técnicos do Brasil e da América Latina, totalizando mais de 5 mil participantes: o Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS) e o Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite (SBSBL). Esses eventos são referência em transferência de conhecimentos, aperfeiçoamento da classe, desenvolvimento de novas tecnologias, assim como troca de experiências nessas áreas.

Aliado ao trabalho em prol da categoria, também promove ações para a sociedade. Tradicionalmente, o Nucleovet doa parte do valor das inscrições dos Simpósios para entidades. Entre 2020 e 2021, o NUCLEOVET doou importante quantia em dinheiro para o combate da covid-19 (principalmente no Hospital Regional do Oeste – HRO) e coordenou uma campanha de proteínas animais que arrecadou, comprou e fez doação de mais de uma tonelada de carne para diversas entidades.

 

PRESIDENTES

Muitos profissionais associados e voluntários da entidade lideraram essa caminhada, imbuídos de grande força de vontade, altruísmo e muito trabalho para fazer esta história acontecer. Marcaram época os times de trabalho ao longo de 27 diretorias, sendo representadas por seus presidentes, em ordem cronológica: Rubem Farah, Gilberto Vasconcelos, Olisses Santini, Jurandir Machado, Romualdo Gurak, Nivaldo de Lima, Claudio Kracker, João Carlos Locatelli, Carlinhos Marcon, Rogério Delatorre, Jorge Munari, Ronaldo Carlos de Almeida Filho, Alderi Miguel Crestani, Milton Hanauer, Luis Carlos Farias, Roberto Curzel, Luciane Surdi, Nelva Grando, Miguel Canal, Rodrigo Toledo, João Batista Lancini, Rogério Balestrin, Luis Carlos Peruzzo, Rodrigo Santana Toledo e atualmente Luiz Carlos Giongo.

Evento reuniu associados na sede do Nucleovet

 

Ex-presidentes, autoridades e associados participaram da solenidade

 

Presidente do NUCLEOVET, Luiz Carlos Giongo

 

Transmissão dos melhores momentos dos depoimentos que geraram o material impresso

 

Inauguração do salão de festas e do novo campo de futebol

 

Descerramento da placa que marca os 50 anos do NUCLEOVET

 

Brinde marcou as comemorações dos 50 anos do Nucleovet

Fonte: Assessoria

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Malásia habilita quatro novas plantas de carne de frango

Mercado com critérios halal passa a contar com 07 plantas brasileiras

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Foto - DIVULGAÇÃO Vibra

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou a informação divulgada hoje pelo Ministério da Agricultura e Pecuária sobre a autorização de quatro novas plantas para exportação de carne de frango para o mercado da Malásia.

A habilitação pelas autoridades sanitárias malásias alcança quatro plantas frigoríficas do Brasil – duas unidades da BRF, uma da JBS Aves e uma da Vibra Agroindustrial, que estão localizadas no Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. As unidades habilitadas se somarão às outras três plantas frigoríficas já autorizadas a embarcar produtos para a Malásia – duas da BRF e uma da Jaguafrangos, localizadas no Mato Grosso, Minas Gerais e Paraná.

A Malásia é reconhecida internacionalmente como um dos mercados com os mais elevados critérios para produtos halal entre as nações de maioria islâmica, e tem aumentado significativamente as suas importações de carne de frango do Brasil. No ano passado, o país importou 13,6 mil toneladas, volume 45,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

“Mais que dobramos o número de plantas habilitadas a atender o mercado malásio, que deverá registrar bons incrementos nos volumes embarcados ao longo de 2024. É uma importante notícia para o Brasil, que é o maior exportador global de carne de frango halal e tem visto sua presença aumentar no mercado islâmico”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Conforme o diretor de mercados, Luís Rua, “a articulação de ações entre o Ministério da Agricultura e as demais pastas do Governo, como o Ministério das Relações Exteriores, vem conquistando grandes avanços para a ampliação da presença internacional das proteínas do Brasil, o que se reflete, por exemplo, nas novas habilitações para a Malásia.

 

Fonte: ABPA
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Demanda enfraquecida de farelo de soja mantém pressão sobre cotações

Na média das regiões acompanhadas pelo Cepea, as cotações do produto caíram 2% comparando-se a média da primeira quinzena de abril com a média de março. No comparativo anual, a queda foi de 19,8%, em termos reais.

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Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

Os preços do farelo de soja seguiram em queda no mercado brasileiro na primeira quinzena de abril, refletindo a cautela de consumidores, sobretudo domésticos.

Indústrias esmagadoras também não mostraram grande interesse em negociar, por conta da valorização da matéria- -prima e da dificuldade no repasse para o derivado.

Também atentos à firme procura por óleo de soja, consumidores esperam pelo aumento no volume do grão esmagado e, consequentemente, por um excedente de farelo, em um contexto em que a recuperação na oferta da Argentina deve limitar as exportações brasileiras deste derivado.

Na média das regiões acompanhadas pelo Cepea, as cotações do farelo de soja caíram 2% comparando-se a média da primeira quinzena de abril com a média de março.

No comparativo anual, a queda foi de 19,8%, em termos reais (IGP-DI de março).

Em Campinas (SP), Mogiana (SP), Rondonópolis (MT), Santa Rosa (RS), Passo Fundo (RS), Ijuí (RS) e Chapecó (SC), os preços do derivado foram os menores desde setembro de 2019, também em termos reais.

Por outro lado, o movimento de baixa foi limitado pelas exportações intensas. Segundo dados da Secex, o Brasil embarcou volume recorde de farelo de soja no primeiro trimestre de 2024, somando 5,2 milhões de toneladas, 15% superior ao registrado há um ano.

Os principais destinos do derivado brasileiro foram Indonésia (18,6%) e Tailândia (12,7%).

Fonte: Por Débora Kelen Pereira da Silva, do Cepea.
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Asgav promove campanha de valorização da carne de frango produzida no Rio Grande do Sul

Por meio deste movimento, o setor avícola quer destacar a procedência e a qualidade do produto que é disponibilizado no mercado gaúcho.

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Foto: Shutterstock

Incentivar o consumo de carne de frango produzida no Rio Grande do Sul. Este é o objetivo da 3ª etapa da Campanha de Valorização das Marcas produzidas no estado, promovida pela Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav). Por meio deste movimento, o setor avícola quer destacar a procedência e a qualidade do produto que é disponibilizado no mercado gaúcho. Com o slogan “Carne de Frango do RS, a gente reconhece pelo sabor”, o intuito é reforçar o trabalho de divulgação em veículos de imprensa e redes sociais, como já ocorreu nos dois ciclos anteriores. A campanha começou nesta segunda-feira (22) e vai se estender até 30 de julho, com foco principal nas redes sociais e comunicação estratégica.

A continuidade desta ação da Asgav é fortalecer o consumo interno da carne de frango produzida no Rio Grande do Sul. O presidente executivo da Asgav, José Eduardo dos Santos, comenta que a ideia desta nova etapa é de uma campanha criativa e dinâmica para conscientizar a população sobre os benefícios de levar para as suas mesas um produto gaúcho. “Este é um movimento contínuo e proativo da Asgav em busca de alternativas para melhorar as condições de competitividade para o setor, pois valorizar a produção local é valorizar milhares de pessoas, famílias, produtores e trabalhadores do nosso Estado”, esclarece.

Raio x da avicultura

Atualmente, o Rio Grande do Sul é o terceiro maior produtor e exportador de carne de frango do Brasil. Tem 7,3 mil produtores e 21 frigoríficos.

A média de produção de carne de frango do estado é de 1,8 milhão de toneladas.

As vagas de trabalho criadas pelo setor são significativas. São 35 mil empregos diretos e 550 mil empregos indiretos.

Fonte: Assessoria Asgav
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