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MSD: Especialista destaca impactos da ileíte na produção e nos animais de reposição na PorkExpo 2018

A médica veterinária e coordenadora de Assistência Técnica de Suinocultura da MSD, Brenda Marques, participa do programa científico do evento nesta quarta-feira 26, às 17h20

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A incidência de Enteropatia proliferativa em suínos e seus impactos na produção e nos animais de reposição serão debatidos na tarde desta quarta-feira, dia 26 de outubro, a partir das 17h20, pela médica veterinária Brenda Marques, durante a programação científica da PorkExpo 2018, que acontece nesta semana em Foz do Iguaçu, no Paraná.

A Enteropatia Proliferativa Suína (EPS) é causada pela bactéria intracelular, Lawsonia intracellularis, e é responsável por grandes perdas econômicas em sistemas tecnificados de produção suína. Redução no ganho de peso e queda na taxa de conversão alimentar, sobretudo ao final da fase de terminação, são alguns dos principais impactos da enfermidade. A forma aguda da enfermidade, em animais de reposição, além da mortalidade, implica em aumento de gastos com medicamentos além de consequências negativas na performance reprodutiva desses animais.

De acordo com a especialista, os prejuízos estimados podem variar de R$ 6,5 até R$ 49,00, por leitão. Ela ainda destaca, entre as consequências da enfermidade, uma alta incidência de desuniformidade do lote, sobretudo em casos subclínicos. “Ela (desuniformidade) está associada a infecção por Lawsonia subclínica. Então, são dados de comprometimento da performance ao final da terminação, que é um animal bastante valioso”, salientou.

A palestra “Enteropatia proliferativa dos suínos: impacto na produção e nos animais de reposição”, apresentada pela médica veterinária e coordenadora de Assistência Técnica de Suinocultura da MSD Saúde Animal, Brenda Marques, vai acontecer nesta quarta-feira 26, a partir das 17h20, na sala 2.

 

Sobre a palestrante

Médica Veterinária graduada pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Brenda Marques é mestre em Ciências Veterinárias na área de Clínica e Sanidade de suínos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Desde 2010 ela atua na área técnica de empresas do setor farmacêutico com foco em suinocultura, além de ter atuado como Consultora técnica nacional e como Supervisora Técnica. Há cinco anos, ela ocupa a posição de Coordenadora de Assistência Técnica de Suinocultura da MSD Saúde Animal.

 

Serviço:
Palestra: “Enteropatia proliferativa dos suínos: impacto na produção e nos animais de reposição”

Palestrante: Brenda Marques
Data: 26 de outubro (quarta-feira)
Horário: 17h20
Local: Hotel Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention, Sala 2
Endereço: Av. Costa e Silva, 3500, Foz do Iguaçu, PR.

 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Marfrig lança ferramenta de monitoramento de produtores indiretos

Sobreposição de diversos mapas identificará áreas críticas de cria e recria de gado na Amazônia

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Divulgação/MAPA

A Marfrig, maior produtora global de hambúrgueres e uma das maiores companhias de carne bovina do mundo, acaba de lançar o Mapa de Mitigação de Risco de Fornecedores Indiretos, uma iniciativa inédita que permitirá localizar onde estão concentradas as áreas de cria e recria de gado no Brasil (fornecedores indiretos da companhia), sob a perspectiva de risco socioambiental. “Para produzir e preservar o meio ambiente, precisamos saber a localização e o contexto social dos produtores de bezerros”, afirma Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade e comunicação da Marfrig. “A ferramenta vai nos servir como uma espécie de radar para isso.”

Baseada na utilização da inteligência territorial com foco em áreas de desmatamento e áreas de produção de bezerros, a plataforma é resultado de uma parceria da Marfrig com a Agroícone, consultoria que desenvolve soluções e tecnologias em cadeias do agronegócio. Por meio da sobreposição de um conjunto de mapas, como os mapas de pastagens e de presença de floresta nativa, serão identificadas áreas críticas e prioritárias para a aplicação de ações que possibilitem mais visibilidade às etapas iniciais da produção.

A expectativa é que o uso do Mapa de Mitigação de Risco de Fornecedores Indiretos possa ser aplicado também a outros biomas, dando escala a programas complementares previstos no Plano Marfrig Verde+, lançado em julho. Um dos exemplos é o Programa de Reinclusão de Produtores Bloqueados que, em parceria com os produtores e o setor público, atua identificando ações que possibilitem a regularização de áreas dos fornecedores bloqueados, permitindo reinseri-los na cadeia formal de suprimentos.

O monitoramento de toda a cadeia de produtores na Amazônia é um trabalho extremamente complexo. Estima-se que para cada um dos mais de 16.000 de fornecedores diretos localizados na região existam outros dez indiretos. Para melhorar a visibilidade dessa cadeia, a Marfrig firmou, em 2020, uma parceria com a ONG Amigos da Terra – que lidera o Grupo de Trabalho de Fornecedores Indiretos (GTFI) no Brasil. A empresa também deu início a um projeto piloto para adotar a ferramenta Visipec, ampliando ainda mais o monitoramento com o cruzamento de dados disponíveis.

“O desenvolvimento de diversas ações simultâneas e interconectadas em rede contribuirá para que os fornecedores indiretos participem da cadeia da formalidade, regularizem suas propriedades, tenham acesso a crédito para se tecnificar e cumpram os critérios de sustentabilidade preconizados pela empresa”, diz Pianez.

Fonte: Assessoria
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JBS anuncia o programa “Juntos pela Amazônia”

Programa prevê plataforma blockchain para estender monitoramento aos demais elos da cadeia de fornecimento

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A JBS, segunda maior indústria de alimentos do mundo, tem como propósito produzir de forma cada dia mais sustentável. Há uma década, a Companhia monitora por imagens de satélites uma área superior ao território da Alemanha, garantindo que hoje 100% de seus fornecedores diretos de bovinos estejam em conformidade com suas políticas de compra responsável. Ou seja: desmatamento zero. Mas entende que pode ir além. E é por este motivo que nesta data a JBS apresenta o programa Juntos Pela Amazônia.

O Juntos Pela Amazônia é um conjunto de iniciativas com visão de longo prazo que visam aumentar a conservação e o desenvolvimento do bioma, engajando o setor e propondo ações para além da cadeia de valor da Companhia.

O programa integra a prioridade Mudanças Climáticas, do plano de metas globais de sustentabilidade da Companhia, apresentado em 2019. Os pilares fundamentais do Juntos Pela Amazônia são: (i) desenvolvimento da cadeia de valor; (ii) conservação e recuperação de florestas; (iii) apoio às comunidades; e (iv) desenvolvimento científico e tecnológico.

O primeiro pilar é composto por três principais iniciativas. A primeira delas é a Plataforma Verde JBS, uma plataforma blockchain que vai permitir que a Companhia inclua em sua base de monitoramento os fornecedores de seus fornecedores de bovinos até 2025.

A segunda iniciativa é o compartilhamento da tecnologia de monitoramento de fornecedores da empresa e da política de compra responsável com sua cadeia de valor, o que inclui toda a indústria de alimentos, desde pecuaristas, agricultores a instituições financeiras e do agronegócio. A terceira iniciativa será o apoio ambiental, agropecuário e jurídico aos fornecedores.

Os outros três pilares serão alcançados por meio da atuação do Fundo JBS Pela Amazônia para financiar ações e projetos para o desenvolvimento sustentável no bioma. A Companhia vai aportar R$ 250 milhões, nos primeiros cinco anos, podendo chegar a R$ 500 milhões até 2030.

“Estamos reafirmando publicamente o nosso compromisso com a sustentabilidade da Amazônia. Esperamos promover um avanço em escala não apenas em direção ao combate ao desmatamento, mas também à promoção da bioeconomia, agricultura sustentável e desenvolvimento social”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS.

Desenvolvimento da cadeia de valor

Atualmente, a Política de Compra Responsável de Matéria-Prima da JBS já monitora diariamente 100% dos fornecedores de bovinos da Companhia segundo critérios rígidos de sustentabilidade, com tolerância zero para o desmatamento, invasão de áreas protegidas como terras indígenas ou unidades de conservação ambiental, trabalho análogo à escravidão, ou uso de áreas embargadas pelo Ibama. Essa análise é feita online e diariamente, e abrange mais de 50 mil fazendas fornecedoras.

“Ao longo da última década fizemos investimentos significativos para viabilizar o que hoje é um dos maiores sistemas privados de monitoramento de fornecedores do mundo. Também nos engajamos em iniciativas setoriais – junto a organizações não governamentais e Ministério Público Federal – em estados da Amazônia Legal e programas educativos de melhoramento de manejo da terra junto aos nossos fornecedores”, afirma Wesley Batista Filho, presidente da JBS América do Sul e da Seara.

A Plataforma Verde JBS é uma iniciativa inédita que vai cruzar informações dos fornecedores da Companhia com dados de trânsito de animais. A nova tecnologia permitirá estender aos demais elos da cadeia produtiva o monitoramento socioambiental que já é feito nos fornecedores da empresa na Amazônia. A iniciativa usará tecnologia blockchain justamente para dar confidencialidade e segurança no acesso às informações e transparência nas análises dos fornecedores. O trabalho será auditado e seus resultados reportados no relatório anual e de sustentabilidade.

A Companhia fará campanhas de engajamento com fornecedores e entidades para que até o final de 2025, os fornecedores de seus fornecedores estejam na Plataforma Verde JBS. “Estamos muito confiantes na participação de todo o setor. Acreditamos que com o engajamento de todos conseguiremos provocar mudanças significativas em busca de uma produção cada vez mais sustentável”, afirma Renato Costa, presidente da Friboi.

Adicionalmente a Companhia também vai disponibilizar assessoramento jurídico, ambiental e agropecuário para auxiliar produtores na melhoria do manejo de suas propriedades. A JBS vai ampliar suas ações educativas em sustentabilidade para sua cadeia de fornecimento agropecuário e aumentar os investimentos no desenvolvimento de plataformas digitais para regularização ambiental, como já faz nos estados de Mato Grosso e Pará.

Como parte do Programa Juntos Pela Amazônia, a Companhia também anuncia hoje o compartilhamento de sua tecnologia de monitoramento de fornecedores com pecuaristas, instituições financeiras e outras empresas que desejarem adotar critérios socioambientais na relação com suas cadeias de valor.

O monitoramento feito pela JBS na Amazônia já permitiu o bloqueio comercial de fornecedores em situação de não conformidade com as políticas de compra da empresa. Agora, a Companhia anuncia sua disposição de compartilhar essa tecnologia de monitoramento com instituições financeiras e outras empresas que quiserem aplicá-lo.

Fundo JBS pela Amazônia

A empresa anuncia também a constituição do Fundo JBS pela Amazônia, dedicado a financiar iniciativas e projetos para ampliar a conservação da floresta e o desenvolvimento sustentável das comunidades que nela vivem, com aporte de R$ 250 milhões nos primeiros cinco anos.

A JBS convidará seus stakeholders a contribuírem para o Fundo, e se compromete a igualar sua contribuição às doações de terceiros na mesma proporção. A meta é levar os recursos do fundo a um total de R$ 1 bilhão até 2030.

Serão apoiados projetos em três frentes: conservação e restauração da floresta; desenvolvimento socioeconômico das comunidades e desenvolvimento científico e tecnológico.

O Fundo será presidido por Joanita Maestri Karoleski, ex-CEO da Seara, com o apoio de um Conselho de Administração, um Conselho Fiscal, um Conselho Consultivo e um Comitê Técnico (veja nomes abaixo). O Comitê Técnico e o Conselho Consultivo auxiliarão na escolha de projetos que receberão aportes do Fundo, que será auditado pela KPMG. Todo o processo será reportado e os resultados publicados no site.

“Conter o desmatamento ilegal é um desafio central para a defesa da Amazônia. Esse problema só será combatido efetivamente por um olhar voltado à qualidade de vida e à geração de renda para a população da região, indígenas, ribeirinhos e quilombolas, por exemplo”, afirma Joanita Maestri Karoleski, presidente do Fundo. “Acreditamos em uma Amazônia sustentável, pois sabemos que preservação ambiental e desenvolvimento socioeconômico são indissociáveis”, ressalta a executiva.

Fonte: Assessoria
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Pif Paf conquista certificação ambiental inédita

Empresa comemora certificação inédita, que atesta a qualidade de seu inventário de gases de efeito estufa e reforça o compromisso com o meio ambiente

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O compromisso com a sustentabilidade garantiu à Pif Paf Alimentos mais uma conquista inédita. A empresa recebeu o Selo Ouro no Programa Brasileiro GHG Protocol, importante ferramenta usada para entender, quantificar e gerenciar as emissões de gases de efeito estufa de uma organização. Resultado ainda melhor do que o alcançado em 2019, quando a companhia foi a primeira no setor de alimentos congelados em Minas Gerais a participar da iniciativa e realizar esse mapeamento, o que lhe rendeu o Selo Prata. Neste ano, com o Selo Ouro, a companhia se junta a outras duas do setor como as únicas que possuem essa certificação.

A nova classificação Ouro atesta que, além de seguir todas as diretrizes do programa, a Pif Paf teve o inventário corporativo auditado por uma instituição verificadora independente, o que assegura credibilidade, exatidão e qualidade ao processo de mensuração. “É muito gratificante recebermos mais um reconhecimento dos nossos esforços diários para garantir uma atuação responsável e sustentável aos processos produtivos. Valoriza ainda mais nosso compromisso com o meio ambiente, com a integração das mudanças climáticas ao nosso negócio e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU”, destaca a vice-presidente de Gente, Gestão e Sustentabilidade, Maria Paula Brancatelli.

O inventário desenvolvido pela empresa – uma espécie de raio X das principais fontes de emissão de gases de efeito estufa em cada processo – reúne dados que permitem definir novas metas e estratégias responsáveis, bem como adotar tecnologias e procedimentos que reduzam os impactos ambientais das atividades. O Protocolo de Gases de Efeito Estufa (GHG Protocol) é um método utilizado por diversos países. No Brasil, é aplicado por meio do Programa Brasileiro GHG Protocol, coordenado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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