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Modelo inovador de intercooperação completa um ano e colhe resultados expressivos

Fruto da união de três cooperativas paranaenses, Unium mostra consolidação da marca no agronegócio brasileiro

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Há exatamente um ano, a região dos Campos Gerais, no Paraná, ganhava uma nova marca para representar três grandes cooperativas. No dia 10 de novembro de 2017, Frísia, Castrolanda e Capal lançaram a Unium e, desde então, o trabalho da nova marca tem sido divulgar a intercooperação no Brasil.

O processo inovador, considerado único no País, chegou como um modelo de negócio idealizado pelas cooperativas, mas que seguiu com gestões independentes. “A intercooperação já vinha atuando há alguns anos e sentíamos falta de uma marca para assinar os produtos que são feitos em conjunto. Colocar três marcas na mesma embalagem seria algo impraticável”, lembra o gerente de marketing da Unium, Cracios Consul.

Desde sua criação, a Unium trabalhou com focos específicos para cada uma das cooperativas e seus negócios. Ao longo deste ano, alguns desses desafios ficaram evidentes e foram superados, trazendo resultados expressivos para a marca.

 

A Alegra – um dos negócios da Unium – tinha como um dos seus objetivos o crescimento na exportação. Até o ano passado, a empresa enviava produtos para 25 países. Hoje, no mercado externo, são 1.550 clientes em 30 países. Além disso, a indústria também comemora a ampliação da capacidade de abates, o que traz um ganho na capacidade de produção dos cortes. “A Alegra completou três anos agora em outubro e o crescimento da empresa é visível. Outra grande conquista nesse último ano foi aCertificação de Bem-Estar Animal, sendo a primeira planta industrial de suínos a receber o selo NAMI” (explicar o que é selo NAMI), comemora Consul.

Na área do trigo, o Moinho ganhou destaque com a entrada no mercado regional de varejo com as marcas Herança holandesa e Precisa, que atendem diretamente o consumidor final. A Herança Holandesa é conhecida no mercado por suas vendas B2B (Business to Business), ou seja, pela comercialização entre empresas, voltada para grandes indústrias e marcas de biscoitos. O lançamento dos novos produtos voltado a todos os tipos de clientes completou dois meses e, segundo o coordenador de Negócios do Moinho de Trigo, Cleonir Ongaratto, o número de vendas vem crescendo consideravelmente.

Na linha de lácteos, também foi um ano de reconhecimentos. Em março, a Castrolanda Cooperativa Agroindustrial conquistou o certificado FSSC 22.000 (Food Safety System Certification). O reconhecimento é válido para produtos da família do leite e derivados UHT, alimentos enterais UHT, alimentos vegetais UHT e produtos lácteos a granel e seus derivados. Além disso, a cooperativa também confirmou recentemente um investimento de R$ 125 milhões que será utilizado para dois aportes diferentes, um deles voltado para a expansão da industrialização de leite. O investimento será para a implantação de uma fábrica de leite em pó, construída ao lado da Unidade de Beneficiamento de Leite (UBL), em Castro, com capacidade de produção de três toneladas por hora, possibilitando a ampliação da produção de creme de leite. A perspectiva é que a ampliação da planta fabril seja inaugurada em agosto de 2019.

Mas nem só de comemorações foi o primeiro ano da marca. A greve dos caminhoneiros, que aconteceu em maio de 2018, parando o País, trouxe inúmeros prejuízos para diversos setores, entre eles o agronegócio. Durante os dez dias de paralisação, as cooperativas dos Campos Gerais tiveram perdas irreparáveis, com milhares de litros de leite jogados fora diariamente e animais sofrendo por falta de ração. Os estragos sentidos foram sendo, aos poucos, recuperados, mas o setor ainda sente o trauma.

 

Unium também comemora

No entanto, para a Unium, o crescimento foi expressivo . A marca fechou seu primeiro ano com a previsão de novos negócios que trarão investimentos de peso para o Paraná, como a nova Usina de Biogás, prevista para ser instalada em setembro de 2019. A capacidade da Usina será de um megawatt, instalada em uma área de quatro mil m², de propriedade das cooperativas na cidade de Castro, graças a um investimento de R$ 10 milhões.

“Nosso objetivo será gerar energia elétrica e, futuramente, gerar também biometano e fertilizante organomineral. Nossas cooperativas têm visitado a Europa nos últimos três anos para buscar referências em energias renováveis e aplicá-las no Brasil, sempre com o intuito de atingir metas firmadas no Acordo de Paris, que foca no aumento da participação da bioenergia sustentável na matriz energética brasileira para 18%”, destaca Cracios Consul.

Dentro desse contexto de expansão, também foram feitos investimentos no uso da marca Unium, tanto nas embalagens dos produtos, quanto nos totens de identificação das plantas, aumentando a percepção de valor da marca para os consumidores e clientes. “Esse reconhecimento que buscávamos ficou evidente no retorno que tivemos por parte dos nossos parceiros e pela mídia. Para 2019 estamos otimistas. Acreditamos que a recuperação econômica e as novas condições de trabalho irão alavancar ainda mais nossas vendas, ampliando nossa participação de mercado”, completa o gerente.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Cooperativismo

Coamo antecipa nesta terça-feira R$ 100 milhões de sobras

O pagamento será efetuado de forma simultânea em todas as Unidades e cada cooperado irá receber conforme sua movimentação durante o ano na fixação dos produtos soja, milho, trigo e aquisição de insumos

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Foto: Divulgação

A antecipação de parte das sobras de cada exercício já é uma tradição na Coamo Agroindustrial Cooperativa. O dinheiro, apelidado de 13º do cooperado será distribuído nesta terça-feira (10) no valor de R$ 100 milhões. É um momento aguardado com grande expectativa pelos agricultores associados e as comunidades na área de atuação da cooperativa no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. O comércio, também, espera ansioso pelas Sobras da Coamo para incremento da movimentação neste final de ano.

O pagamento será efetuado de forma simultânea em todas as Unidades e cada cooperado irá receber conforme sua movimentação durante o ano na fixação dos produtos soja, milho, trigo e aquisição de insumos. O restante das Sobras será devolvido aos cooperados após a Assembleia Geral Ordinária, agenda para 10 de fevereiro de 2020.

Conforme o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, é uma satisfação para a diretoria antecipar esse benefício para o quadro social. “A Coamo possui tradição do pagamento antecipado das sobras nesta época do ano. É um momento bastante aguardado pelos associados que podem passar o fim de ano mais feliz, mais tranquilo. É um valor significativo.”

Ele recorda que 2019 foi um ano de dificuldades e incertezas na parte política e economia brasileira, mas que, mesmo assim, os resultados da Coamo foram bons. “Fazemos questão de transferir o que é dos cooperados para eles que são os donos da cooperativa e recebem parte do lucro, que no cooperativismo é chamado de sobras.  Quanto mais participar, mais forte ele fica e mais forte fica a cooperativa”, diz Gallassini.

Fonte: Assessoria da Coamo
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Empresas Vaccinar

Vaccinar contrata Gerente de Nutrição da Linha de Suínos

Tal contratação segue a estratégia da empresa de fortalecer seu departamento de Nutrição e de embasar o crescimento da linha de suínos, principalmente na região sul do país

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Lisandro Haupenthal, gerente de Nutrição da Linha de Suínos da Vaccinar Nutrição e Saúde Animal

Lisandro Haupenthal é o novo gerente de Nutrição da Linha de Suínos da Vaccinar Nutrição e Saúde Animal, empresa 100% brasileira posicionada entre as líderes do setor no Brasil.  No que tange a suinocultura, Lisandro será responsável pela área de P&D, pela equipe de especialistas da linha de suínos, pelo atendimento a clientes e pela equipe de assessoria técnica de campo, ficando sediado na filial de Pinhais, no Paraná.

Graduado em Medicina Veterinária, Lisandro tem mestrado com foco na área de Nutrição de Monogástricos, pela Universidade Federal de Mato Grosso. Com 25 anos de experiência na suinocultura, com gerenciamento de granjas, integração, projetos de expansão e melhoramento genético de suínos, trabalhou em empresas nacionais e multinacionais do segmento, acumulando ampla experiência em planteis de grande porte.

Tal contratação segue a estratégia da empresa de fortalecer seu departamento de Nutrição e de embasar o crescimento da linha de suínos, principalmente na região sul do país, onde a Vaccinar, além de sua unidade produtiva em Pinhais, adquiriu sua 5ª unidade produtiva, em Toledo (PR).

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Sicredi

Decreto presidencial oficializa Padre Theodor Amstad como patrono do Cooperativismo Brasileiro  

Padre suíço que viveu no Brasil entre 1885 e 1938 fundou a primeira cooperativa no Brasil, atualmente chamada de Sicredi Pioneira RS 

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Memorial Padre Amstad está localizado na comunidade Linha Imperial, em Nova Petrópolis (RS) - Foto: Divulgação

Assinado pela presidência da República e publicado nesta segunda-feira, 9 de dezembro, no Diário Oficial da União, o documento oficializa Padre Theodor Amstad como patrono do Cooperativismo Brasileiro. O reconhecimento é uma homenagem ao trabalho realizado pelo padre suíço, que fundou a primeira cooperativa de crédito da América Latina, em 1902, na cidade de Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul, e que atualmente é a Sicredi Pioneira RS, uma das 111 cooperativas de crédito filiadas ao Sicredi.

Padre Theodor Amstad teve um papel importante na construção do cooperativismo no Brasil. Hoje, esse modelo de sistema colaborativo para produção e distribuição de riquezas se perpetua em áreas como da educação, saúde, agricultura, turismo, construção civil, terceiro setor e na de finanças, como o Sicredi, um dos maiores sistemas de cooperativismo de crédito do país, que reúne mais de 4 milhões de associados espalhados por 22 estados brasileiros e Distrito Federal.

Amstad nasceu em 9 de novembro de 1851, em Beckenried, na Suíça, e chegou ao Brasil em 1885, período de grande imigração europeia no país. O padre se estabeleceu na região de Nova Petrópolis, há cerca de 100 km da capital Porto Alegre, e logo começou a prestar assistência econômica, social e cultural aos colonos alemães e italianos que viviam na região.

Sempre comprometido com o desenvolvimento social e econômico das comunidades locais, que na época viviam basicamente da produção agrícola, Theodor criou a Bauernkasse, a Caixa de Economia e Empréstimos Amstad, na comunidade de Linha Imperial em Nova Petrópolis, cidade que desde 2010 leva o título de Capital Nacional do Cooperativismo.

A Bauernkasse seguiu o modelo “Raiffeisen”, surgido na Alemanha, em 1862, voltado aos agricultores mais pobres, que não tinham garantias a oferecer, mas que precisavam de recursos para desenvolverem suas produções. Esse modelo se espalhou pela Itália, França, Holanda, Áustria e Inglaterra e, no Brasil.

Segundo Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu), o pioneirismo do padre Theodor Amstad deu origem a um modelo de negócio que hoje está presente em aproximadamente metade dos municípios brasileiros.

“Graças a sua luta e visão de mundo mais justo e igualitário, hoje temos milhões de brasileiros em cooperativas de crédito que desenvolvem trabalhos de suma importância econômica e social. A história do Sicredi tem ligação direta com a trajetória de Theodor Amstad, foi ele quem nos ensinou a caminhar nos fez andar e nos deu a inspiração para continuarmos disseminando a cooperação entre as pessoas”, comenta Dasenbrock, que também destaca a importância dos programas Crescer e Pertencer, realizados pelo Sicredi com o objetivo de promover formação cooperativa para associados, colaboradores e comunidade em geral.

De acordo com o Banco Central, no Brasil já são mais de 10 milhões de associados ao Cooperativismo de Crédito e mais de 3,9 milhões deste total entraram para o segmento nos últimos cinco anos. “Em muitos municípios, as cooperativas de crédito são as únicas instituições financeiras presentes, o que contribui para a inclusão financeira e o desenvolvimento local das comunidades”, explica Dasenbrock.

Amstad morreu no dia 7 de novembro de 1938, na cidade de São Leopoldo (RS). O padre também ficou conhecido por percorrer mais de 100 mil quilômetros montado em uma mula para levar seu conhecimento e apoio às comunidades do interior do Rio Grande do Sul. Sua história é preservada fisicamente na comunidade Linha Imperial em Nova Petrópolis, onde fica o Memorial Padre Amstad. Cerca de três mil visitantes passam anualmente pelo local para conhecer um pouco mais da história do patrono do cooperativismo brasileiro.

Fonte: Assessoria do Sicredi
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