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Ministro se reúne com setor lácteo e pede sugestões para desburocratizar normas

Blairo Maggi diz que restrições não podem inibir a produção

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O setor lácteo foi o primeiro a ser ouvido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no processo de desburocratização da pasta. O ministro Blairo Maggi se reuniu na tarde da terça-feira (21) com representantes da cadeia produtiva e pediu que encaminhem sugestões ao grupo de trabalho que estuda mudanças nos procedimentos e normas do Mapa para reduzir a burocracia. “A legislação, às vezes, impõe tantas restrições que o produtor não consegue produzir”, observou Maggi.

Os representantes do setor aproveitaram a reunião para apresentar uma pauta de reivindicações ao ministro, que inclui a abertura do mercado chinês aos produtos lácteos brasileiros. Eles lembraram que o Brasil está aquém das exportações de laticínios de outros países, onde os produtores recebem subsídios. Em 2015, a cadeia produtiva exportou US$ 319,2 milhões, a maior parte para a Venezuela.
 
Outra demanda apresentada pelo setor foi com relação ao Guia Alimentar do Ministério da Saúde. De acordo com os produtores, a recomendação é de que o consumo se restrinja aos produtos in natura. De acordo com o guia, alimentos processados, como o iogurte, não devem ser consumidos pela população. Os produtores alegam que cumprem todas as normas internacionais e que os produtos seguem as orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde). A Secretaria de Defesa Agropecuária vai fazer a ponte com o Ministério da Saúde e Anvisa e verificar o que pode ser feito.

O ministro Blairo Maggi destacou que a responsabilidade pelo controle de qualidade dos alimentos deve ser do próprio produtor e não apenas do governo. Para o ministro, as empresas devem responder juridicamente pelos produtos que colocam no mercado.

O setor de carnes deve ser o próximo a ser ouvido pelo Ministério da Agricultura.

Fonte: Mapa

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Notícias Evento

EuroTier 2021 será digital

Evento terá programação que pode ser acompanhada através de sessões de vídeo e visitas virtuais

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Foto: Divulgação

A “EuroTier digital” que será realizada no próximo mês, (de 09 a 12 de fevereiro) terá dentro de sua programação, sessões específicas para suinocultura.

A DLG (Sociedade Agrícola Alemã) lançará nessa edição do evento, novas sessões de streaming de vídeo, denominadas DLG-Spotlights “Pig”, que visa oferecer aos criadores e especialistas a oportunidade de ver em detalhes, aspectos práticos na criação de suínos que será mostrada em uma fazenda .

O novo DLG-Spotlights Pig irá oferecer uma ampla gama de informações sobre questões práticas atuais, bem como conhecimento especializado.

O DLG-Spotlights Pig fará parte do programa técnico da DLG que acompanha a EuroTier digital.

Programação técnica

Nessa edição da EuroTier a programação de eventos técnicos acontecerão através de videoconferências interativas na plataforma digital da feira https://eurotier.digital.dlg.org/ na área “Programa Técnico”. Nesse local os visitantes podem participar das discussões com os palestrantes, ao vivo via chat.

Dentro da programação, além de palestras e apresentações especializadas, estão previstas também, conexões ao vivo para “visitas virtuais a fazendas de gado”.

O tema bem-estar animal será o foco de muitos eventos da EuroTier nesse ano. Para quem quiser saber mais, acompanhar ou se inscrever é só acessar www.eurotier.com.  A programação estará disponível em Inglês ou Alemão. Para ver a programação completa acesse o site do evento.

Fonte: O Presente Rural com informações da Assessoria da EuroTier
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Notícias Mercado

IPC registra alta de 0,86% na segunda semana de janeiro

Alimentos tiveram alta de 1,98% no período

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Antonio Cruz/ABr

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na cidade de São Paulo, medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), registrou alta de 0,86% na segunda semana de janeiro.

A inflação da alimentação teve uma elevação de 1,98% no período. Os produtos in natura tiveram uma alta de 5,77%, puxados por alimentos como a banana (8,87%) e o tomate (18,14%). A alimentação fora do domicílio registrou aumento de 1,09% nos preços.

Os gastos com habitação apresentaram uma inflação de 0,8% no período. A energia elétrica subiu 5,26% no período.

As despesas com educação registraram alta de 1,07%, com elevação de 4,61% dos custos com educação infantil.

Em saúde, os gastos tiveram elevação de 0,76%. Os contratos de assistência médica apresentaram uma alta de 0,97%.

Os transportes registram uma inflação de 0,74%. O preço do etanol teve alta de 1,9% no período e o da gasolina de 1,23%.

Fonte: Agência Brasil
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Notícias Rio Grande do Sul

Tecnologia no reforço da sanidade animal entra em nova fase

Poucos países tem o nível de informações disponíveis no Rio Grande do Sul

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Divulgação

A análise dos últimos focos de febre aftosa registrados no Rio Grande do Sul, há 20 anos, vai contribuir para a definição dos parâmetros utilizados nos modelos matemáticos que determinam a velocidade e direção da disseminação do vírus em caso de reintrodução da doença. “É possível usar parâmetros descritos da literatura, mas com realidades distantes do que ocorreu no estado. Com essa retrospectiva, poderemos simular – com maior precisão – o tamanho do foco, seus impactos, e a quantidade necessária de vacinas para aplicação emergencial, não só para o RS, mas para todo o país”, explica Diego Viali dos Santos, do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa.

A afirmação ocorreu durante reunião virtual, na terça-feira (19), que marcou o início oficial do trabalho da segunda fase do convênio do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do RS com a Universidade da Carolina do Norte (NCSU), o Ministério e a Secretaria da Agricultura. O professor Gustavo Machado, da NCSU, apresentou as temáticas que serão abordadas nesta etapa: a automatização da análise de movimentação animal, o desenvolvimento de modelos matemáticos de espalhamento de doenças exóticas, a implementação de planos de biossegurança nas propriedades com maior número de conexões e o apoio ao Programa Sentinela sobre trânsito de animais e abigeato na fronteira.

Na parte de automatização, os técnicos da Secretaria da Agricultura receberão treinamento para utilizar o “RabApp” (Rapid Access Biosecurity), um aplicativo que permitirá a qualquer servidor realizar a análise de movimentação, democratizando o acesso às informações geradas pelos modelos matemáticos. “Esse aplicativo foi desenvolvido para uso nos Estados Unidos, mas será criada uma versão para o Rio Grande do Sul, trazendo agilidade no uso das informações e permitindo a análise da movimentação retroativa em propriedades suspeitas, para todas as espécies de animais”, afirma Gustavo Machado.

Para o presidente do Fundesa-RS, Rogério Kerber, o convênio com a universidade norte-americana já na primeira etapa mostrou a importância na geração de informação estratégica para a defesa sanitária animal. “O Rio Grande do Sul tornou-se modelo para outros estados brasileiros que vêm buscando a mesma parceria para garantir ferramentas mais modernas e ágeis na análise de risco”, afirma. Gustavo Machado confirma que “poucos países têm o nível de informação sobre movimentação animal de que o RS dispõe hoje”. Com base no sucesso do trabalho que vem sendo realizado no Rio Grande do Sul, o Ministério da Agricultura também firmou acordo com a universidade, para levar a outros estados o que já está dando certo no estado gaúcho.

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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