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VOZ DO COOP

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Mercado mexicano de olho na carne suína brasileira

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O presidente da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio Lorenzi, faz uma análise sobre a recente notícia da abertura do mercado mexicano para carne suína produzida no Brasil.

Santa Catarina é o primeiro Estado habilitado a exportar a proteína para os mexicanos, pois é o primeiro reconhecido como zona livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

 

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A qualidade do ar dentro da granja e seu impacto na produtividade

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No Minuto Agro de hoje, convidamos o gerente Nacional de Serviços Técnicos da Ceva Saúde Animal, Pedro Filsner, para apontar os fatores que influenciam na qualidade do ar nas granjas e as consequëncias para os planteis.

 

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Notícias

Academia do Fomento: uma plataforma de formação e conexão de extensionistas e profissionais da indústria de aves e suínos

Lançada a primeira plataforma para profissionais do fomento da indústria de aves e suínos do continente. Um programa de formação e qualificação voltado para quem trabalha diretamente com empresas, cooperativas e criadores

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Foto: Divulgação

A Academia do Fomento está empenhada em abordar três pilares essenciais durante seus eventos: métodos e técnicas de extensão rural, aprendizagem e comunicação assertiva. Reconhecemos a importância crítica desses elementos para capacitar adequadamente os profissionais de extensão rural. Por isso, estamos dedicados a integrar esses tópicos fundamentais, que são vitais para aprimorar a atuação do extensionista no campo.

A Academia do Fomento tem como principal objetivo capacitar e aprimorar as habilidades dos profissionais envolvidos na extensão rural, com foco na Indústria de Aves e Suínos. O propósito central é proporcionar um entendimento mais profundo do contexto dos produtores rurais, abordando suas necessidades e os desafios diários, enquanto desenvolve técnicas eficazes de comunicação para estabelecer uma interação colaborativa entre extensionistas e produtores. E mais: a academia visa promover o fortalecimento dos setores de aves e suínos, incentivando a adoção de práticas sustentáveis e contribuindo para o aumento da produtividade de maneira responsável e equilibrada com os recursos naturais.

A Academia vai tratar de temas essenciais, como métodos de extensão rural, inteligência emocional, comunicação verbal e não verbal, técnicas de persuasão e processos de aprendizagem do adulto, habilidades que são fundamentais para o sucesso na prática da extensão e no contato entre todos os atores da cadeia produtiva da proteína mais comercializada no planeta.

“A comunicação é a melhor ferramenta do extensionista. Afinal, a extensão é a conexão”, ensina a médica veterinária Gabriela Bittencourt, que tem ampla experiência em avicultura, com atuação em reprodução, incubatório e corte, além de especialista em Sanidade Avícola e mestre em Sanidade e Produção Animal.

Essa questão do relacionamento humano como ponto de partida para resultados expressivos em atividades empresariais, tal como a indústria das carnes, vai receber um tratamento especial na Academia. “Para praticar o processo de resolução de conflitos, devemos abandonar completamente o objetivo de levar as pessoas a fazerem aquilo que nós queremos”, já afirmava o psicólogo Marshall Rosenberg, autor do livro ‘Comunicação não violenta’, que realizava workshops para ensinar como um conflito pode ser resolvido rapidamente e sem conflitos, utilizando os métodos de terapia de Carl Rogers, com quem trabalhou. O desafio é preocupação cotidiana de quem tem a tarefa de incentivar o aumento da qualidade e produtividade das granjas e das indústrias. “Extensionistas excelentes buscam conectar-se e conhecer genuinamente seus produtores granjeiros, funcionários para o ponto exato de partida onde estão e quais necessidades almejam suprir e alcançar”, receita a Engenheira Agrônoma da KCS Agro, Kali Simioni.

Outro nome de peso da extensão reforça a necessidade de uma nova postura profissional para a Suinocultura e Avicultura avançar em na Proteína Animal 2030. “Extensionista bom é o que vira”, fala curto e grosso Naldo Dalmazo, mais de 40 anos de experiência no mercado, com foco no Gerenciamento de Processos e Formação de Equipes, atendendo empresas do porte de JBS, BRF, BANVIT (Turquia), além de grandes cooperativas exportadoras no Brasil.

“O aprendizado ativo envolve conversar, debater, praticar, ensinar os outros. Apresentando metodologias e técnicas de extensão para melhorar o relacionamento da agroindústria e cooperativas com os seus integrados”, reforça Naldo, que foi gerente de plantas Industriais onde ‘pôs a mão na massa’ e entregou resultados com os métodos que ensina hoje.

“A extensão rural é uma escola infinita, que precisa ser estudada e lapidada por todos que estão ligados diretamente a isso”, resumiu Gustavo Bernart, Supervisor de Fomento suínos na Coopavel.

“A Academia do Fomento será composta por encontro presencial anual para conexão e valorização dos profissionais do fomento, treinamentos presenciais e on-line, treinamentos in company e muito mais” adianta Flavia Roppa responsável pelo lançamento da plataforma.

Vai ser uma Academia de compreensão, expressão, aceitação, clareza, cooperação, atenção, escuta ativa, empatia. “No complexo trabalho de extensão, o profissional precisa deixar o interlocutor confortável porque, assim, ele vai demonstrar interesse nos novos conhecimentos. Na essência, a Academia do Fomento será um dia 100% focado no desenvolvimento profissional e pessoal do profissional, transformando-o em um trabalhador de resultados para as granjas, agropecuárias e indústrias de aves e suínos”, justifica Alexandre Lima responsável pelo lançamento da plataforma.Academia do Fomento

Data: Dia 22 de outubro de 2024
Loca: Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention, Foz do Iguaçu, Paraná, Brasil
Público alvo: Extensionistas rurais e profissionais do fomento da indústria de aves e suínos de todo o país.

Fonte: Assessoria
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Suínos

Como o controle das doenças respiratórias suínas ajuda o produtor?

Abordagem integrada permite mitigar os impactos dos sinais clínicos na granja, preservar o desempenho dos suínos e impulsionar a rentabilidade dos produtores

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(Foto: divulgação)

As doenças respiratórias representam um desafio significativo para a suinocultura, pois impactam o desempenho dos animais e, consequentemente, a lucratividade das granjas. O surgimento dessas enfermidades engloba a ação de agentes bacterianos ou virais, fatores ambientais e práticas de manejo.

Fatores como o estresse ambiental, responsável por promover queda de imunidade nos animais, e um manejo sanitário deficiente podem facilitar a incidência e proliferação das patologias na granja.

“As doenças respiratórias demandam gastos com manejo e medicação, impactam o ganho de peso dos animais, comprometem a imunidade do plantel como um todo e interferem na qualidade da proteína suína ao final da criação”, detalha Marcio Dahmer, médico-veterinário gerente de marketing da linha de suínos da Ceva Saúde Animal.

Algumas pesquisas apontam que, no Brasil, mais de 60% dos suínos apresentam lesões pulmonares ao abate, fato que eleva o percentual de condenação das carcaça nos frigoríficos acarretando mais perdas ao produtor.

Dentre as doenças relacionadas ao trato respiratório, destacam-se as infecções causadas pelos agentes, Mycoplasma hyopneumoniae, Circovírus suíno tipo 2 (PCV2) e Actinobacillus pleuropneumoniae (APP).

O Mycoplasma hyopneumoniae é o agente da Pneumonia Enzoótica (PE), uma doença respiratória crônica. Este patógeno compromete o sistema respiratório dos suínos, resultando em lesões nos pulmões e bronquíolos. A infecção geralmente ocorre em animais jovens, afetando principalmente os suínos nas fases de crescimento e engorda.

O M. hyopneumoniae coloniza as vias respiratórias, desencadeando uma resposta inflamatória que causa tosse, dispneia e diminuição do ganho de peso. Além disso, a PE predispõe os suínos a infecções secundárias por agentes bacterianos, como Actinobacillus pleuropneumoniae e Pasteurella multocida, exacerbando os sinais clínicos e os prejuízos econômicos.

Os impactos da pneumonia enzoótica na produtividade incluem a piora na conversão alimentar e atrasos no crescimento. Estudos demonstraram que a PE pode reduzir o ganho diário de peso em até 33% e aumentar o custo de produção em cerca de 10%.

Já o PCV2, agente da Circovirose Suína é considerado endêmico na suinocultura tecnificada. Altamente contagioso e extremamente resistente, o vírus causa prejuízos milionários aos suinocultores em todo mundo. Sua presença causa impactos negativos associados à queda no sistema imunológico dos leitões, sinais clínicos respiratórios e entéricos e perdas reprodutivas

A taxa de morbidade da Circovirose suína pode chegar a 70% e a de mortalidade 80%. Os animais que desenvolvem a Circovirose Suína, mas não vão a óbito, perdem peso progressivamente e passam a ser considerados como refugos na produção.

E, por fim, a Pleuropneumonia Suína é conhecida como uma das mais importantes doenças respiratórias dos suínos. A patologia caracteriza-se pelo desenvolvimento de broncopneumonia necrosante e hemorrágica, com exsudação de fibrina, causando pleurite e abscessos pulmonares.

A enfermidade acomete animais de todas as idades, mas os leitões são mais vulneráveis e severamente impactados. Em surtos ocasionados por uma cepa virulenta, a morbidade pode exceder a 50%, com índices de mortalidade variando entre 1% a 10%

A prevenção é a melhor estratégia para evitar os impactos destas enfermidades no campo. A adoção de medidas multifatoriais com investimentos no manejo, ambiente e nutrição adequados, associados à vacinação são indispensáveis e se mostram altamente efetivas.

Para auxiliar nessa missão, a Ceva, que é referência na prevenção das doenças respiratórias dos suínos, oferece aos suinocultores soluções inovadoras para manutenção da saúde e do bem-estar dos animais.

Entre elas, está o Ceva Lung Program (CLP), software desenvolvido especialmente para avaliar a saúde pulmonar dos animais ao abate, auxiliando na definição de protocolos mais adequados para cada granja individualmente.

Com a sua metodologia única baseada na escala de Madec para avaliar as broncopneumonias, e na metodologia SPES, de origem italiana, para avaliar as pleurisias, o CLP classifica de maneira precisa e em poucos minutos a presença, incidência, padrões de circulação e o impacto destas doenças na granja por meio de escalas de pontuação.

“O CLP é uma ferramenta de alto valor para o suinocultor, seu banco de dados é alimentado por informações de granjas do mundo todo que, combinadas com a informação da granja a ser analisada, permite a tomada de decisões específicas e mais efetivas para a abordagem preventiva das doenças respiratórias no plantel”, Marcio reforça.

Já com foco na imunização dos suínos, a Ceva desenvolveu a DUO® uma combinação das vacinas já consagradas no mercado para a Pneumonia Enzoótica (Hyogen®) e a Circovirose Suína (Circovac®), capaz de promover dupla proteção dos leitões com uma única aplicação.

O produto transforma o manejo sanitário contra estas doenças em um processo rápido, prático e eficiente. Mais do que contribuir com a otimização dos processos da granja, a combinação destes dois imunizantes potencializa os efeitos da Circovac, que quando unida à Hyogen, é capaz de conferir uma proteção até 26 semanas de vida dos leitões contra a circovirose e a pneumonia enzoótica, atuando durante toda a vida produtiva do animal.

Outra solução que é líder no mercado, com foco contra a pleuropneumonia suína, é a Coglapix®. Esta vacina, de terceira geração, conta com cepas inativadas e seus toxoides que protegem os animais dos principais sorotipos da doença existentes no Brasil, estimulando a imunidade e evitando efeitos pirogênicos. A tecnologia empregada na vacina, estimula a imunidade dos leitões e fortalece seus pulmões, resultando em uma redução significativa dos custos de tratamento e da mortalidade dos suínos.

“O combate às doenças respiratórias requer uma abordagem integrada, que envolve biosseguridade, manejo sanitário adequado, monitoramento contínuo e ações preventivas. Desta forma é possível garantir a sustentabilidade e o crescimento da suinocultura para um futuro ainda mais promissor”, finaliza Márcio.

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AJINOMOTO SUÍNOS – 2024

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