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Mato Grosso recebe Fórum de Baixa Emissão de Carbono

Lucas do Rio Verde será sede da 5ª edição do evento no dia 1ª de abril

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O próximo Fórum sobre Suinocultura de Baixa Emissão de Carbono já tem data marcada. O município de Lucas do Rio Verde, no estado do Mato Grosso, será palco do evento no dia 1º de abril. A ação é promovida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), com o apoio do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), da Embrapa Suínos e Aves, do Sebrae Nacional, e do Banco do Brasil.

Voltado para produtores de suínos, gerentes de granja, chefes de setor, técnicos, acadêmicos e agentes financiadores, o Fórum tem o objetivo de levar informações e inovações tecnológicas sobre o tratamento de dejetos na suinocultura. A ação faz parte Projeto Suinocultura de Baixa Emissão de Carbono, que atende as propostas do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC), e também do Protocolo de Intenções celebrado entre o setor suinícola e o Mapa, em 2014.

Nilo de Sá, diretor executivo da ABCS, comenta a importância da realização do evento no atual cenário econômico do setor. "O Fórum surge justamente no momento em que o setor enfrenta os altos custos de produção, encadeados pela alta do milho. Por isso se apresenta como uma boa opção para ampliar os conhecimentos e se informar sobre as novas tecnologias e medidas disponíveis, que podem auxiliar numa produção mais eficiente e rentável", afirma.

Na programação do evento serão apresentadas palestras sobre o Plano ABC e o Projeto Suinocultura de Baixa Emissão de Carbono; tecnologias de produção mais limpa; geração de renda a partir dos dejetos; viabilidade econômica para tecnologias de baixa emissão de carbono; e oportunidades de financiamento. O conteúdo é resultado de pesquisas realizadas ao longo de um ano, pelas entidades envolvidas no projeto, para avaliar e disseminar alternativas economicamente viáveis para o tratamento de dejetos oriundos da produção suinícola. 

O fiscal federal agropecuário do Mapa, Sidney Medeiros, explica que a meta do Plano é tratar 4,4 milhões de metros cúbicos de dejetos animais até 2020. "Por meio do conteúdo apresentado no Fórum, podemos comprovar que os efluentes gerados na suinocultura não são um problema, mas uma nova opção de renda nas propriedades rurais. Nosso objetivo é cooperar para que o maior número possível de produtores adote essas tecnologias e assim também possam contribuir para a redução da emissão de gases causadores de efeito estufa", afirma Medeiros.

O Fórum é gratuito e, em Lucas do Rio Verde, acontece a partir das 14h, como parte da programação da Show Safra. A feira é um dos maiores eventos agropecuários da região e, este ano, ocorre de 29 de março a 1º de abril, na Fundação Rio Verde, localizada na Rodovia MT 449 km 08. Esta será a 5ª edição do evento, que também já passou pelos estados do Paraná, Minas Gerais, Goiás e Santa Catarina, beneficiando mais de 400 pessoas.

Fonte: Assessoria

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O Brasil da insegurança jurídica

Invasões, seja por demarcações injustas ou por atos de grupos como o MST, desencadeiam um efeito dominó de consequências prejudiciais.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Enfrentamos um momento crucial em que a segurança jurídica no meio rural tornou-se vital para a sustentabilidade de nosso país. O risco iminente de demarcações indevidas de terras produtivas e invasões, promovidas por diferentes frentes, ameaça não apenas os produtores rurais, mas reverbera negativamente em toda a sociedade.

Ao permitir demarcações em áreas que têm sido fonte de sustento para gerações de agricultores, corremos o sério risco de desmantelar não apenas propriedades, mas o cerne da produção de alimentos que sustenta nossa nação. A história e os esforços incansáveis dos produtores, que adquiriram legalmente essas terras, estão em perigo.

Invasões, seja por demarcações injustas ou por atos de grupos como o MST, desencadeiam um efeito dominó de consequências prejudiciais. Afetam a produção agrícola, ameaçam o abastecimento de alimentos e geram instabilidade econômica em um momento em que precisamos mais do que nunca de segurança e tranquilidade.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo na suinocultura acesse a versão digital de Suínos clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editor-chefe do Jornal O Presente Rural, jornalista Giuliano De Luca
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Agricultura digital promove uma revolução tecnológica nos campos

Com o avanço contínuo da tecnologia e a crescente conscientização sobre a importância da sustentabilidade, é apenas uma questão de tempo antes que a agricultura digital se torne a norma em todo o mundo.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Agricultura digital, também conhecida como agri-tech ou agtech, tem emergido como uma revolução nos campos agrícolas, impulsionada pela aplicação de tecnologia e ferramentas digitais. Este avanço abrange uma ampla gama de tecnologias, desde automação até biotecnologia, monitoramento de informações e análise de dados. A crescente demanda por alimentos e a ameaça das mudanças climáticas têm impulsionado a adoção dessas tecnologias nos últimos anos, e os resultados são notáveis.

De acordo com o relatório “Feeding the Economy” de 2023, a agricultura digital está transformando as indústrias agrícola e de cultivo nos Estados Unidos. Os números são impressionantes: mais de 8,6 bilhões de dólares em atividade econômica, o que representa quase 20% do total do país, e o apoio direto a quase 23 milhões de empregos. Esses dados refletem não apenas um avanço econômico, mas também uma mudança fundamental na forma como a agricultura é conduzida.

Uma das grandes vantagens da agricultura digital é sua capacidade de melhorar a eficiência e aumentar a produtividade. Tecnologias como monitoramento de precisão, automação de equipamentos e estufas inteligentes estão possibilitando aos agricultores otimizar seus processos de produção. Imagens de satélite e drones, juntamente com sensores IoT, permitem o monitoramento preciso da saúde das culturas e das condições do solo, contribuindo para uma gestão mais eficiente dos recursos hídricos e uma melhor previsão de padrões climáticos. Além disso, a automatização de equipamentos, como tratores autônomos e robôs agrícolas, reduz a dependência de mão de obra humana e aumenta a eficiência operacional.

A sustentabilidade também é um aspecto crucial da agricultura digital. Práticas agrícolas de precisão possibilitadas por essas tecnologias permitem aos agricultores implementar métodos sustentáveis que reduzem suas pegadas de carbono, enquanto aumentam os lucros. Com uma população global prevista para chegar a quase 10 bilhões até 2050, de acordo com as Perspectivas da População Mundial de 2022 da ONU, a agricultura digital se torna não apenas uma opção viável, mas uma necessidade urgente para atender às crescentes demandas alimentares.

Além dos benefícios econômicos e ambientais, a agricultura digital também promove uma maior transparência e conscientização na cadeia de suprimentos alimentar. A gestão eficiente da cadeia de suprimentos, com tecnologias como blockchain e análise de big data, permite uma rastreabilidade eficaz dos alimentos, garantindo a origem e a qualidade dos produtos alimentícios desde a fazenda até o consumidor final.

No entanto, apesar de todos esses benefícios, a agricultura digital enfrenta desafios significativos. Os altos custos iniciais e de manutenção, a vulnerabilidade a ataques cibernéticos e a falta de padronização são apenas alguns dos obstáculos que os agricultores enfrentam ao adotar essas tecnologias. Superar esses desafios é essencial para aproveitar todo o potencial da agricultura digital e garantir um futuro sustentável para a produção de alimentos.

Com o avanço contínuo da tecnologia e a crescente conscientização sobre a importância da sustentabilidade, é apenas uma questão de tempo antes que a agricultura digital se torne a norma em todo o mundo. Os agricultores que abraçarem essas tecnologias estarão à frente de uma nova era na produção de alimentos, impulsionando a inovação e garantindo um futuro próspero para a agricultura.

Fonte: Por Ricardo Martins, especialista em comunicação e tecnologia
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Déficit na balança comercial de produtos da piscicultura alcança US$ 914 milhões em 2023

Maior déficit foi registrado no 4º trimestre, totalizando US$ 678 milhões negativos.

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Foto: Rodrigo Félix Leal

Em 2023, o déficit da balança comercial de produtos da piscicultura atingiu US$ 914 milhões. O maior déficit foi registrado no 4º trimestre, totalizando US$ 678 milhões negativos.

Destaque para o aumento das importações de salmão, que cresceram 4% em valor e 14% em peso, consolidando a espécie como o principal peixe de cultivo importado pelo Brasil no ano passado, alcançando US$ 837 milhões, equivalendo a 89% do total.

O pangasius se manteve na segunda posição, com US$ 97 milhões, seguido por curimatás, com US$ 1,7 milhões, e trutas, com US$ 1,1 milhões.

Por sua vez, a importação de 25 toneladas de tilápia, totalizando US$ 118 mil, na forma de filé congelado, proveniente do Vietnã e destinado ao Estado de São Paulo, fez com que a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) questionasse os ministérios da Pesca e Aquicultura (MPA) e da Agricultura e Pecuária (Mapa) sobre os  riscos sanitários associados ao produto, levando a suspensão, no início de 2024, das importações de tilápia do Vietnã.

Fonte: Com assessoria Peixe BR
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