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Notícias Produtos Lácteos

Maior demanda para repor estoques eleva cotações do leite

Conforme colaboradores do Cepea, laticínios e atacados aumentaram a demanda pela matéria-prima para repor seus estoques

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Arquivo/OP Rural

As cotações dos produtos lácteos seguem em alta no atacado paulista. Conforme colaboradores do Cepea, laticínios e atacados aumentaram a demanda pela matéria-prima para repor seus estoques. Entre 14 e 18 de janeiro, o preço médio do leite UHT foi de R$ 2,4559/litro, 1,7% maior que o da semana anterior.

Para o queijo muçarela, a valorização foi de 0,42%, na mesma comparação, fechando com média de R$ 17,0496/kg na última semana. Participe da pesquisa do leite UHT e do queijo muçarela no atacado de São Paulo e receba informações exclusivas.

Fonte: Cepea
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Notícias Pro-CDD Agro

Dívidas de financiamento para produtores e cooperativas no BNDES são prorrogadas

Linha de Programa do Mapa tem limite de R$ 5 bilhões incluindo custeio e investimento

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Foto: O Presente Rural
Foi prorrogado para 30 de março o prazo para pagamento das dívidas do programa BNDES Pro-CDD Agro, conforme a circular 12/2019 do BNDES. O programa solicitado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) possui limite orçamentário de R$ 5 bilhões. O objetivo do Pro-CDD AGRO é conceder créditos para liquidação integral de dívidas de produtores rurais ou de cooperativas de produção.

Serão incluídas nesta prorrogação operações de crédito rural de custeio ou investimento que foram contratadas até 28 de dezembro de 2017, dívidas contraídas junto a fornecedores de insumos agropecuários ou instituições financeiras, inclusive decorrentes da emissão de Cédula de Produto Rural (CPR) e Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

A rolagem poderá incluir até 100% do valor do saldo devedor, limitado a R$ 20 milhões, com prazo de até 12 anos, incluindo carência de até 3 anos.

Os recursos podem ser contratados com base na Taxa de Juro de Longo Prazo (TJLP). O custo final inclui a remuneração do BNDES, de 1,5% ao ano, e a dos agentes financeiros, limitado a até 3% ao ano, totalizando uma taxa mensal final de aproximadamente 1%.

As operações de financiamento poderão ser contratadas com os 55 agentes financeiros credenciados para operar com recursos do banco. Entre eles há bancos públicos, privados, bancos de cooperativa, cooperativas de crédito, bancos de montadoras, agências de fomento e bancos de desenvolvimento.

Fonte: Mapa
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Notícias Brasil

Procura da soja começa a aumentar e preços sobem

Além dos compradores externos, algumas indústrias brasileiras já sinalizam necessidade de adquirir novos lotes de soja

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Divulgação/Ocepar

A valorização do dólar frente ao Real no acumulado de fevereiro atraiu compradores de soja para o Brasil. No entanto, as negociações foram limitadas pelo baixo interesse de venda por parte de produtores, que estão com as atenções voltadas aos trabalhos de campo e às entregas de contratos. Além dos compradores externos, algumas indústrias brasileiras já sinalizam necessidade de adquirir novos lotes de soja para abastecer os estoques.

Esse cenário impulsionou os prêmios de soja no Brasil, que, por sua vez, influenciaram as altas nos preços do grão no mercado doméstico. Entre 31 de janeiro e 15 de fevereiro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) subiu 1%, indo para R$ 77,83/sc de 60 kg na sexta-feira (15). No mesmo comparativo, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná teve alta de 0,5%, a R$ 72,62/sc de 60 kg.

A moeda norte-americana se valorizou 1,45% no mesmo período, a R$ 3,704 na sexta. A alta nos preços do grão, no entanto, foi limitada pela baixa demanda por derivados. Alguns avicultores e suinocultores têm reduzido as aquisições do farelo, e fábricas de ração sinalizam diminuição nas vendas. No mercado interno, a retração de produtores continua atrelada às incertezas quanto ao volume a ser colhido nesta safra (2018/19), devido ao clima desfavorável no período crítico de desenvolvimento dos grãos.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado Interno

Demanda firme e recuo vendedor sustentam altas do milho

Este cenário de demanda firme e retração vendedora têm mantido as cotações em alta

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Arquivo/OP Rural

Compradores de milho vêm, aos poucos, retomando as negociações, visto que sinalizam ter estoques mais curtos para as próximas semanas. Já vendedores seguem retraídos, fundamentados na redução da oferta e em dificuldades logísticas – na semana passada, a Conab divulgou novos números para a temporada 2018/19 que reforçam a queda na produção da safra de verão e o aumento da estimativa de produção para a segunda safra.

Este cenário de demanda firme e retração vendedora têm mantido as cotações em alta. Conforme colaboradores do Cepea, os valores estão em elevação na maior parte das regiões brasileiras, exceto no Rio Grande do Sul, onde a safra de verão é mais representativa e a colheita vem ocorrendo de maneira satisfatória. Além da retração de produtores dos estados de São Paulo e Santa Catarina, produtores do Centro-Oeste, que vinham ofertando volumes maiores até as semanas anteriores, já têm limitado os lotes e/ou aumentado o valor de venda.

Assim, entre 8 e 15 de fevereiro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas-SP) subiu 2,8%, fechando a R$ 41,10/sc de 60 kg na sexta-feira (15). No acumulado do mês, a alta é de 4,5%.

Fonte: Cepea
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