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JBS suspende demissões em unidade de Presidente Epitácio após decisão da Justiça

A decisão da juíza de suspender as demissões dos 795 funcionários da unidade acata pedido do Ministério Público do Trabalho

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A JBS informou nesta terça-feira (26) que suspenderá temporariamente as demissões na unidade de Presidente Epitácio (SP), obedecendo liminar da juíza da Vara do Trabalho de Presidente Venceslau emitida na segunda-feira (25).

“A JBS informa que foi notificada e cumprirá a decisão judicial, com a suspensão temporária das rescisões de contrato de trabalho alusivas à unidade de Presidente Epitácio (SP)”, informou a empresa em nota.

Em meados de junho, a JBS informou que fecharia a unidade de desossa na cidade do interior de São Paulo devido a mudanças nas regras tributárias do estado em meio a um ambiente econômico desafiador.

O fechamento chegou a ser adiado à espera de uma alternativa para a continuidade das operações. Mas na semana passada, a JBS decidiu fechar definitivamente a plantadepois que não houve uma proposta por parte do governo do estado de SP para manter o frigorífico em funcionamento.

A decisão da juíza Andreia Nogueira Rossilho de Lima de suspender as demissões dos 795 funcionários da unidade acata pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT).

Segundo a decisão da juíza, não houve negociação coletiva antes da dispensa em massa dos trabalhadores.

“O entendimento hoje dominante é que a empresa não pode unilateralmente tomar medidas que terão repercussão social, como as demissões coletivas, mas sim buscar soluções negociadas, a fim de minimizar tais impactos, tanto das pessoas diretamente envolvidas como da comunidade em que está inserida”, segundo a decisão divulgada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região.

A JBS terá de colocar os trabalhadores da unidade em atividade ou sob licença remunerada até que sejam definidos os critérios, em negociação com o sindicato representativo dos trabalhadores, com a presença do MPT, para dispensa ou retorno das atividades.

A juíza ainda fixou multa de R$ 100 por dia, por cada trabalhador dispensado (total: R$ 79,5 mil/dia), caso a empresa não cumpra a decisão judicial.

Fonte: CarneTec

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Notícias Seguro

FAEP propõe separar seguro do milho safrinha de outros cereais de inverno

Junto com entidades do setor, Federação encaminhou sugestões ao plano trienal para aprimorar o programa de subsídio federal aos produtores

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Divulgação

A FAEP, junto com a Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab), Sistema Ocepar e Federação dos Trabalhadores Rurais e Agricultores do Estado do Paraná (Fetaep), enviou, no dia 5 de abril, pedido ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para que a subvenção do milho safrinha seja separada da dos demais cereais de inverno. A sugestão de melhoria consta em um documento com outras sete diretrizes apresentadas ao Plano Trienal do Seguro Rural (PTSR) 2022/24. O instrumento está em fase de elaboração para realinhar os rumos do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) nos próximos três anos.

“O seguro rural é uma das nossas principais bandeiras, pois o produtor rural precisa de garantia para proteger suas atividades e minimizar os prejuízos. Nós participamos ativamente da conquista de um programa federal de subvenção robusto, tanto que hoje o Paraná é o Estado que mais contrata seguro rural. Por isso, fazemos questão de participar sempre da construção das propostas para aprimorar esse instrumento fundamental para o desenvolvimento do agro”, lembra Ágide Meneguette, presidente do Sistema FAEP/SENAR-PR.

A ideia de colocar a subvenção do milho segunda safra em outro grupo está relacionada às diferenças na dinâmica dessa cultura em relação aos outros cultivos de inverno nos últimos anos. Atualmente, o valor que o produtor precisa desembolsar para proteger uma lavoura de safrinha está pouco atraente, em parte por seguir a lógica de outras plantações da época mais fria do ano.

“Nosso pedido é para separar o milho segunda safra dos demais grãos de inverno, estabelecendo um grupo de atividade específico para a cultura, com percentual de subvenção maior, reduzindo assim o valor a ser pago pelo produtor”, aponta Jefrey Albers, coordenador do Departamento Técnico e Econômico (DTE) da FAEP.

Há ainda, no documento enviado ao Mapa, sugestões para aumentar o percentual de subvenção para 45% no caso da soja e grãos de verão para coberturas multirrisco; reestabelecer em R$ 72 mil ao ano o limite financeiro por beneficiário para a modalidade de seguro agrícola; estruturar processo operacional para que a concessão da subvenção seja para o produtor rural e não para a seguradora; entre outros pontos.

Plano trianual

O documento feito a cada três anos, com a participação de entidades representativas do agronegócio de todo o Brasil, serve de guia de Estado para o seguro rural. Isso quer dizer que a intenção é que, independentemente de quem esteja à frente do governo, as diretrizes desse plano devam ser seguidas.

Fonte: Sistema FAEP
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Notícias Mercado

Quedas externa e cambial limitam negócio da soja no Brasil

Quedas nos preços externos, a desvalorização do dólar e restrições de cotas para exportar soja limitaram negociações internas

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Divulgação/MAPA

As quedas nos preços externos, a desvalorização do dólar e as restrições de cotas para exportar soja limitaram as negociações internas envolvendo a oleaginosa na semana passada. Pesquisadores do Cepea ressaltam que, além disso, com cerca de 70% da safra 2020/21 já comercializada, produtores não mostram interesse em negociar grandes lotes a curto prazo.

Compradores domésticos, por sua vez, estão cautelosos nas aquisições, atentos às expectativas de safra recorde no Brasil. Em relatório divulgado no último dia 8, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) indicou produção nacional de soja pode somar 135,54 milhões de toneladas, 8,2% superior à safra anterior.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Cepea

Valores do milho seguem renovando recordes em muitas regiões

Em importantes praças produtoras, valor do cereal nesta parcial de abril já representa o dobro da média verificada no mesmo mês de 2020

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Renata Silva/Embrapa

Os preços do milho seguem renovando os patamares recordes na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Em importantes praças produtoras, o valor do cereal nesta parcial de abril já representa o dobro da média verificada no mesmo mês de 2020. Pesquisadores do Cepea indicam que as contínuas altas estão atreladas à baixa oferta do milho no spot nacional.

Preocupados com os possíveis impactos do clima sobre a produção da segunda safra, produtores limitam as vendas. Consumidores, por sua vez, estão preocupados com os atuais patamares – que extrapolam os custos de produção em muitos casos. Os compradores que precisam recompor estoques têm tido dificuldades em encontrar novos lotes e os que conseguem se esbarram nos elevados preços negociados.

Fonte: Cepea
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CONBRASUL/ASGAV

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