Bovinos / Grãos / Máquinas
Inundações no estado gaúcho geram grande preocupação entre agentes do setor pecuário
Mesmo nas regiões que não foram inundadas, os solos estão encharcados, dificultando o manejo dos rebanhos. Entre os frigoríficos, várias unidades consultadas pelo Cepea interromperam atividades por terem sido atingidos pela água ou pela dificuldade de locomoção dos funcionários.

A exemplo de outros setores, a pecuária bovina de corte do Rio Grande do Sul tem sido impactada pelo maior desastre da história desse estado.
Segundo indicam pesquisadores do Cepea, além de pontes e estradas destruídas, pastagens estão embaixo d’água e animais foram arrastados pela enxurrada.
Mesmo nas regiões que não foram inundadas, os solos estão encharcados, dificultando o manejo dos rebanhos. Pecuaristas consultados pelo Cepea mostram um misto de desespero e desânimo.
Entre os frigoríficos, várias unidades consultadas pelo Cepea interromperam atividades por terem sido atingidos pela água ou pela dificuldade de locomoção dos funcionários. O transporte dos animais e da carne também está comprometido.
Representantes da indústria informam ao Cepea que alguns poucos permanecem ativos apenas para compras, mas sem previsão para os embarques. Feiras e exposições previstas para maio têm sido suspensas.
O segmento de insumos também enfrenta dificuldades de escoar rações e outros itens essenciais para as propriedades rurais.
Diante da gravidade da situação, agentes de todos os elos da pecuária consultados pelo Cepea ainda têm dificuldades de planejar os próximos dias.
Quanto a possíveis impactos desse cenário ao restante do Brasil, pesquisadores do Cepea destacam que, no Rio Grande do Sul, são criadas predominantemente raças europeias, mais adaptadas ao clima frio.
Assim, o gado e a carne desse estado não têm grande circulação em outras regiões, e, por isso, as ocorrências recentes não devem influenciar significativamente as negociações pecuárias do País. Em 2023, pelo porto de Rio Grande (RS), foram exportados 2,9% da carne bovina.

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Fazendinha da ExpoLondrina destaca inovação, saúde e produção de leite
Estande reúne orientações sobre animais peçonhentos e tecnologias aplicadas à bovinocultura leiteira.

O público que visita a Fazendinha Via Rural 2026, dentro da ExpoLondrina, encontra um estande diverso e voltado para a inovação. Dois dos destaques envolvem trabalhos com animais peçonhentos e produção de leite.
Um dos temas apresentados é o cuidado com escorpiões, aranhas e outros animais peçonhentos, comuns no ambiente rural. A ação é desenvolvida por estudantes do Programa de Educação Tutorial de Biologia PETBio) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), em parceria com profissionais da área de saúde e controle de endemias. Com atividades interativas, exemplares dos animais e orientações diretas sobre prevenção no dia a dia, eles transformam a Fazendinha em um grande centro de educação em saúde.
Segundo a estudante do quinto ano de Biologia da UEL, Amanda de Sena da Silva, o foco principal é conscientizar sobre o escorpionismo, que é o envenenamento causado pela picada de escorpiões. “Trouxemos algumas espécies, inclusive o escorpião amarelo, que é o mais comum. Também apresentamos filhotes e até um pseudoscorpião, que é um aracnídeo inofensivo, para mostrar que nem todos representam risco”, explica.
Além da observação dos animais, o público recebe orientações práticas para evitar a presença desses organismos em casa. Entre as recomendações estão verificar roupas e calçados antes de usar, manter ralos e caixas de gordura fechados, afastar camas das paredes e eliminar possíveis fontes de alimento, como baratas.
O estande na Fazendinha também apresenta outras espécies de aranhas e serpentes, além de abordar doenças relacionadas, como a esporotricose e a febre maculosa. A proposta é ampliar o conhecimento da população e evitar o extermínio desnecessário de animais que não representam perigo.
Com linguagem acessível e atividades demonstrativas, o espaço reforça a importância da educação ambiental e da conscientização como ferramentas fundamentais para a saúde pública e a convivência segura com a fauna.
Leite

Outra novidade da Fazendinha Via Rural inclui tecnologias reprodutivas de ponta, boas práticas de ordenha com demonstrações interativas e métodos inovadores para garantir a segurança alimentar e a qualidade do leite, aproximando o público da produção sustentável.
Um dos focos do estande é a conscientização sobre a segurança e a qualidade do leite. Representando o Laboratório de Inspeção de Produtos de Origem Animal (LIPOA), estudantes demonstram como a qualidade do leite começa ainda na criação das bezerras, destacando a importância de boas condições de saúde, alimentação e bem-estar animal.
Também são apresentadas as boas práticas de ordenha, que incluem cuidados antes, durante e após o processo, garantindo um produto seguro para o consumo. “A vaca define a qualidade do leite. A gente trabalha com boas práticas de ordenha, que são medidas que a gente faz a pré-ordenha, durante e pós para garantir a qualidade do leite”, contou Catarina Rodrigues, estudante de Medicina Veterinária na UEL.
Entre as técnicas demonstradas estão o teste da caneca de fundo preto e o CMT (California Mastitis Test), utilizados para a detecção de mastite clínica e subclínica, além dos procedimentos de pré e pós-dipping, fundamentais para a higienização e prevenção de doenças no rebanho leiteiro. Outro destaque do estande é a apresentação de tecnologias reprodutivas aplicadas à bovinocultura.
Estagiários do Grupo de Reprodução Animal (Reproa) representam o Centro de Treinamento Pecuário (CETPEC), que oferece cursos especializados, incluindo o de inseminação artificial em bovinos. A técnica, utilizada há mais de 50 anos, vem ganhando espaço no Brasil por seu potencial de melhorar a genética do rebanho e aumentar a produtividade.
Serviço
A Via Rural Fazendinha funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados e domingos, das 9h às 19h, no Parque de Exposições Ney Braga, durante a ExpoLondrina 2026, entre os dias 10 e 19 de abril.
Simpósio
A ExpoLondrina também recebeu no começo da semana a 7ª edição do Simpósio de Equideocultura, reunindo médicos veterinários, zootecnistas, agrônomos, estudantes e profissionais do setor em busca de atualização e aprofundamento em temas estratégicos da área. Promovido em parceria entre a Sociedade Rural do Paraná (SRP) e a UEL, o evento reforça o papel da feira como um ambiente de troca de conhecimento e desenvolvimento para o agronegócio.
A programação incluiu palestras com especialistas que abordaram desde biotecnologias reprodutivas até práticas clínicas, esportivas e de manejo de equinos. A equideocultura é a área da zootecnia dedicada à criação, manejo, nutrição, reprodução e melhoramento genético de equídeos, abrangendo cavalos, asininos (jumentos) e muares (burros/mulas).
À frente da organização do simpósio, Roberta Garbelini Gomes Zanin, egressa do curso de medicina veterinária da UEL, reforçou que a iniciativa busca aproximar o meio acadêmico e o mercado, criando oportunidades tanto para profissionais quanto para estudantes que desejam se qualificar. “É um espaço de atualização técnica e também de conexão com o que há de mais atual no setor”, ressaltou.
Um dos palestrantes do simpósio, o médico veterinário e professor da UEL Fábio Morotti, do Departamento de Clínicas Veterinárias (CCA), abordou o cenário da equideocultura no Brasil e no mundo, com destaque para o avanço das biotecnologias reprodutivas. Segundo ele, técnicas como a transferência de embriões têm ampliado as possibilidades de melhoramento genético, inclusive permitindo o aproveitamento de fêmeas que não poderiam mais gestar naturalmente, seja por questões clínicas ou limitações físicas.
“O Brasil possui hoje cerca de 8 milhões de equídeos (cavalos, asininos, muares) e ocupa a terceira posição no ranking mundial, atrás apenas dos Estados Unidos e do México no número de cavalos. Em termos de uso de biotecnologias reprodutivas, já estamos equiparados aos Estados Unidos”, comemorou.
De acordo com o especialista, o País também se destaca pela qualidade da mão de obra técnica, com profissionais reconhecidos internacionalmente e atuação crescente no exterior. “Hoje, o Brasil não só utiliza essas tecnologias como também exporta conhecimento, especialmente na área de reprodução animal”, afirmou.
Apesar dos avanços, o setor ainda enfrenta desafios importantes. Cerca de 75% da tropa brasileira é utilizada em atividades de lida no campo, um segmento que ainda demanda maior acesso a tecnologias, investimento em genética e melhorias no manejo.
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Supermercado é a vitrine decisiva da carne bovina no Brasil, aponta pesquisa
Levantamento mostra que 69% das compras da proteína no Brasil ocorrem em supermercados, 78% cobram produção sustentável, 73% consomem carne no almoço em casa e mais de 70% pagariam valor adicional por origem, certificações e bem-estar animal no ponto de venda.

O supermercado deixou de ser apenas um elo logístico e virou a vitrine onde a carne conquista seu consumidor. Levantamento nacional encomendado pelo movimento A Carne do Futuro é Animal e realizado pelo Instituto Qualibest ouviu 1.021 pessoas entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026 em todas as regiões do país. O resultado mostra que 69% das compras de carne bovina são feitas em hiper e supermercados, e que é ali, no balcão e na gôndola, que o cliente espera ver informações claras sobre origem, rastreabilidade e bem-estar animal.
A carne continua um item de rotina. 63% dos entrevistados consomem a proteína duas ou mais vezes por semana e 21% uma vez por semana. 73% apontam o almoço em casa como a ocasião principal e 62% citam o churrasco como momento frequente. “Quando o supermercado aparece como principal canal de compra, ele vira vitrine de credibilidade para a categoria. O desafio é combinar operação impecável e comunicação simples, visível e verificável sobre sustentabilidade e bem-estar animal”, diz Nicholas Vital, coordenador do movimento A Carne do Futuro é Animal.

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Esses padrões tornam a operação no ponto de venda tão decisiva quanto as promessas do campo. Com 66% citando preço, 45% frescor e 40% data de validade como prioridades, o consumidor compra com os olhos e com o bolso. Ao mesmo tempo, o consumidor exige responsabilidade já que 78% consideram importante que a carne seja produzida de forma sustentável.
A confiança na qualidade da carne brasileira segue elevada, com 80% avaliando-a como boa ou ótima. Sobre saúde, 91% veem benefícios no consumo, sendo 82% que destacam a carne como fonte de proteína e 57% que citam ferro e vitaminas. Esses números mostram que o público não abandona o produto, mas pede provas simples e verificáveis no ponto de venda.
Há também disposição a pagar por garantias. Para saber a origem, 44% dizem que pagariam um pouco a mais e 19% que pagariam mais. Para carne com certificações de sustentabilidade, 51% pagariam um pouco a mais e 22% pagariam mais. Para certificações de bem-estar animal, 49% pagariam um pouco a mais e 24% pagariam mais. Essas respostas confirmam que evidências concretas têm valor comercial no PDV.

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Ao que tudo indica, a raça Angus é a preferida por 37% dos entrevistados. Há também curiosidade por novas proteínas: sobre carne vegetal, 26% nunca consumiram e não têm interesse, 26% nunca consumiram mas têm interesse e 24% consomem às vezes.
Em relação à carne cultivada, 37% conhecem o conceito e 63% não conhecem, com fatias relevantes de “sim com certeza” e “talvez” ao perguntar sobre experimentar.
Sobre o Canivete Pool
A campanha ‘A carne do futuro’ é uma iniciativa do Canivete Pool, projeto criado por produtores do Mato Grosso com o objetivo de auxiliar a gestão das fazendas, fomentar o aumento da produtividade média e melhorar os indicadores de sustentabilidade da carne produzida. Criado em 2022, o grupo conta atualmente com 74 membros em 27 municípios do estado, que juntos devem abater mais de 200 mil cabeças de gado este ano.
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Selo Canchim on Dairy fortalece integração entre pecuária de leite e corte
Iniciativa melhora desempenho dos animais e amplia rentabilidade no campo.

A raça bovina Canchim é a segunda a receber um selo Beef on Dairy (carne no leite) no Brasil, após a Angus. A certificação, denominada Canchim on Dairy, identifica touros da raça aptos ao cruzamento com vacas leiteiras mestiças da raça Girolando, garantindo qualidade aos bezerros. Além de proporcionar carne de alta qualidade para o segmento de cortes nobres, a iniciativa ajuda a diversificar a renda dos produtores de leite, que ganham uma nova opção de comercialização dos animais.
A estratégia é usar sêmen de touros de corte para obter animais com valor comercial mais alto para a produção de carne. De acordo com a pesquisadora Cintia Righetti Marcondes, da Embrapa Pecuária Sudeste (SP), o selo representa uma oportunidade para produtores de leite ampliarem a renda, agregando valor aos bezerros (machos e fêmeas) excedentes que, em sistemas puramente leiteiros, costumam ter baixo valor de mercado.
“O objetivo é atender ao produtor que deseja uma segunda fonte de faturamento, vendendo esses animais para corte. Canchim é uma raça terminal que, ao ser cruzada com vacas mestiças, traz melhor qualidade de carcaça, mais peso ao desmame e ao sobreano (novilho com mais de um ano). Além disso, é uma alternativa que agrega bem-estar animal, evitando o descarte de machos recém-nascidos, que passam a ser recriados e destinados ao abate por possuírem uma carne superior”, explica Cintia Marcondes.
Segundo o chefe-geral da Embrapa Pecuária Sul (RS), Fernando Cardoso, o selo Beef on Dairy para a raça Canchim representa um avanço importante para a identificação dos reprodutores mais adequados ao cruzamento com vacas leiteiras. O selo identifica esses reprodutores, que podem ser direcionados a centrais de inseminação e ganhar destaque em leilões voltados a esse mercado.
Assim como Cardoso, a presidente da Associação Brasileira de Criadores de Canchim (ABCCAN), Cristina Ribeiro, ressalta que o selo é um marco na consolidação da raça dentro dos sistemas produtivos modernos. “Embora o cruzamento entre o Canchim e raças leiteiras já seja uma prática tradicional entre nós pecuaristas, a criação de um selo oficial traz reconhecimento, padronização e segurança ao mercado. Essa iniciativa fortalece a integração entre pecuária de leite e de corte, ao mesmo tempo em que apoia o produtor leiteiro com alternativas mais eficientes para o aproveitamento de seus animais e contribui diretamente para a expansão da oferta de carne de qualidade, agregando valor a toda a cadeia produtiva”, destaca a presidente da ABCCAN.
A pesquisadora da Embrapa conta que em regiões quentes e desafiadoras, como o Centro e o Norte do País, o Canchim é uma excelente opção pela sua pelagem clara e adaptação ao calor. O uso de sua genética permitirá gerar animais com carcaças de maior rendimento e gordura adequada, adaptados aos trópicos. Ele transmite aos seus descendentes precocidade e padronização, com bezerros que podem superar o Nelore em 10% a 15% no peso à desmama.
A estratégia possibilita ganhos diretos na qualidade do produto final. “O padrão genético certificado permite aumentar o rendimento de carcaça e a conformação, assim como obter animais de bom acabamento que atendam as características de um mercado consumidor cada vez mais exigente”, complementa Cardoso.
Como obter o selo?
Para um touro receber o selo Canchim on Dairy, deve atender a critérios técnicos baseados em avaliações genéticas para garantir o desempenho e a segurança do cruzamento. “Utilizamos como base as avaliações genéticas do Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo). Estabelecemos critérios restritivos para a análise, cujo resultado indica se o touro pode ou não receber o selo. Os requisitos, além do peso ao nascimento (que deve estar entre os 40% melhores), incluem a classificação de ganho de peso do nascimento ao desmame e pós-desmame, onde selecionamos os 50% melhores animais. Na conformação, escolhemos os 30% melhores; no tamanho (frame), buscamos o intervalo entre 30% e 50% para evitar animais excessivamente pequenos ou grandes; e na área de olho de lombo, os 40% superiores”, revela Cintia Marcondes.
De forma resumida, o touro deve possuir Diferenças Esperadas na Progênie (DEPs), com bom grau de acurácia, divididas em 10 grupos (Decas, veja explicação em quadro abaixo) para características produtivas, como:
• Peso ao Nascer (PN): animais com Decas* menores ou iguais a quatro (até 40% melhores da raça), visando bezerros com menor peso ao nascimento para evitar dificuldade no parto.
• Ganho de Peso: Decas menores ou iguais a cinco para garantir potencial de crescimento do nascimento ao sobreano.
• Conformação ao sobreano: Decas menores ou iguais a três, visando musculosidade superior.
• Tamanho ao Sobreano: Decas entre três e cinco para identificar machos de tamanho mediano, evitando carcaças excessivamente grandes ou pequenas.
• Área de Olho de Lombo: Decas menores ou iguais a quatro para assegurar rendimento de carcaça e qualidade de cortes nobres.
Simulações realizadas na base de dados do Promebo identificaram que, com esses critérios, diversos machos da raça já estão aptos à obtenção da certificação.
Benefícios esperados
O touro que atingir os critérios estabelecidos terá o selo no certificado de avaliação genética, que funciona como um guia para o produtor de leite e para as centrais de coleta e processamento de sêmen, com a identificação e comercialização de animais com características desejadas.
Essa chancela vai trazer vários benefícios, como reduzir o risco de partos difíceis, um fator crítico para a saúde da vaca leiteira; aumentar o valor de venda dos bezerros, criando um produto diferenciado; e melhorar a sustentabilidade do sistema, com a produção de carne com menor pegada ambiental por quilo produzido.
O selo Canchim on Dairy representa um avanço tecnológico para a pecuária brasileira, unindo pesquisa científica e aplicação prática no campo. Essa raça possui excelente mercado, não apenas para venda de sêmen, mas também para uso a campo, devido ao seu bom desempenho. A pesquisadora ressalta que pequenos produtores de leite podem, por exemplo, adquirir um touro em consórcio para trabalhar no rebanho por alguns anos.
“Em nossa região tropical, o uso da raça Angus não é viável a campo, apenas via sêmen. Assim, o Canchim é uma alternativa especializada para substituir touros de raças zebuínas, como Tabapuã ou Guzerá, no cruzamentos com vacas mestiças para gerar bezerros melhores. Um ponto interessante é que tanto machos quanto fêmeas cruzados têm valor de mercado. A fêmea jovem é muito valorizada, pois deposita gordura na carcaça precocemente, o que permite um abate com excelente qualidade”, acrescenta a pesquisadora.
A iniciativa do Canchim on Dairy foi liderada pela Embrapa e os parceiros da Associação Brasileira de Criadores de Canchim (ABCCAN), Associação Nacional de Criadores “Herdbook Collares” (ANC) e o Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo).






